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Spotify vence processo de 322 milhões de dólares contra piratas

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. hey says:

    Estranho…o spotify começou e cresceu a roubar…

    • Zé Fonseca A. says:

      Até se pode nem gostar do Spotify que até percebo mas acusarem uma empresa que durante 13 anos nunca tocou nos preços e que durante 13 anos não teve lucros de roubar é puro desconhecimento, só em 2022 aumentaram os preços pela primeira vez e só aí fizeram lucro pela primeira vez.

      • bst says:

        E agora aumentam os preços várias vezes por ano, quando estão a encher tudo de artistas falsos (IA) para não terem de pagar royalties a ninguém

      • hey says:

        não era sobre isso que estava a referir…
        aconselho vivamente a perceber como é que o Spotify surgiu nos primórdios da internet em que os torrents de sacar músicas/albuns inteiros eram uma cena…

        • Ricardo says:

          Grande parte da malta não sabe como foi os primórdios… aliás para eles sempre existiu internet 🙂

          • Zé Fonseca A. says:

            Tive internet pela primeira vez em 96, não é sempre, ainda aprendi e joguei muito sem ter internet mas internet é um dado adquirido há mais de 30 anos para muita gente

        • Zé Fonseca A. says:

          Primórdios? Spotify nasceu em 2009..
          Torrents? Pessoal começar a sacar músicas no Napster.
          Estás a falar de quê?
          Em 2009 tinha media server pessoal para ouvir as minhas cenas e iPod cheio de músicas, Spotify foi uma lufada de ar fresco, em Portugal subscrevias com uma conta espanhola porque nem existia em PT

      • Alberto Grijó says:

        Mas é acusado de de ser a plataforma que paga pior aos artistas, comparando com outros. Aliás é acusada até de ser uma roubalheira para os músicos. Mas acabam por publicar na mesma pela posição dominante que o Spotify tem, pela exposição.

        • says:

          A roubalheira está nas editoras que querem continuar a ter a parte de leão dos rendimentos. Um músico pode publicar no spotify sem editora (tenho um amigo que o faz) e recebe todo o rendimento. E quem não concordar, pode não publicar no spotify, há outras formas de fazer a música chegar a outros locais.
          Agora em parte percebo que há um desequilibro. Para bandas e artistas com pouca rodagem é complicado. Mas já o era antes do spotify. Passei um pouco por essa vida. Por vezes até é preciso gastar mais dinheiro só em palco+sistema de som do que o que vamos receber num concerto. Ou é preciso pagar o estúdio do nosso bolso e rezar para que se consiga vender uns cds. Outras dá-se concertos a troco de umas grades 😉
          Agora vais a ver as grandes bandas, continuam a faturar forte e feio com álbuns que saíram há 30 ou 40 anos. Álbuns que se calhar hoje em dia ninguém comprava (de novo). O spotify (entre outras plataformas) veio reinventar a forma como se “compra” e “vende” música mas na verdade as editoras continuam agarradas à carne e aos ossos. Aí é que está o grande problema!

    • says:

      O spotify foi das melhores coisas que aconteceu à música. Seja aos consumidores, seja aos artistas. O grande problema aqui foi que as editoras não queria (e continuam a não querer) largar o modelo de negócio antigo.

      Em primeiro lugar, ninguém é obrigado a ter a sua música no spotify. E há quem não tenha mesmo.

      Em segundo, ninguém precisa de uma editora nos dias de hoje. Claro que as editoras têm outra capacidade de promoção, mas há outras formas. Claro que depois cobram-se bem disso. Não é por nada que há já grandes artistas a não ter editoras, a fundar as suas ou até a comprar ou remasterizar as músicas para não pagarem às editoras que levam a parte de leão (Taylor Swift é um exemplo disso).

      Quando ao valor pago, mais uma vez ninguém é obrigado. Se por um lado o valor por “audição” parece pequeno, por outro não é exatamente a mesma coisa que vender um CD. Vamos a ver… um CD, 15 músicas, 20/25 euros. Façamos a 1.5 euros por música. Contas muito por alto e assumindo que um artistas é 100% dono do material, recebe por volta de 1.000 euros por 250.000 streams. E sim, é pouco. Mas há o reverso da medalha. Temos álbuns que foram lançados há 30, 40 ou mais anos e que se fossem comprados na altura rendiam xxxx e a pessoa nunca mais comprava aquele álbum outra vez. Por outro lado, no stream dura e dura e dura… As grandes bandas faturam hoje como que se o álbum de 1984 tivesse acabado de sair.
      Mas multipliquemos isto por várias plataformas e meios, desde spotify, youtube, apple music, etc…
      E depois há a velha rábula do Snoop Dog a queixar-se que uma música dele com mil milhões de reproduções (agora não me lembro se era spotify ou youtube) só lhe tinha rendido 45 mil dollars… A música na verdade tinha rendido entre 3 e 5 milhões mas era tanta gente ao barulho (compositores, samples, músicos, editora, etc…) que a parte dele foi efetivamente 45 mil. Mas o resto foi pago a quem de direito e a quem colaborou com ele na música. Mas mais uma vez… não gosta do spotify, mude-se.

  2. Gringo Bandido says:

    Defendo que tem dinheiro que pague pela música e quem não tem dinheiro que tenha grátis.

    • says:

      Epa… não dês mais ideias aos governos. Já pagamos direitos de autor nos telemóveis, televisores, nas memórias USB, nos discos duros. Se calhar nada disso chega aos artistas, mas também acredito que não seja o governo a ficar com ele. Deve ir todo para a SPA, tal como as taxas que pagam os bares, os cafés, as festas e qualquer empresa que queira reproduzir música ou TV. Paga à SPA e à passa música e duvido que algum desse dinheiro chegue ao verdadeiro destinatário. Olha lá eu fazer uma festa metal e a SPA e a passa música mandarem dinheiro aos Slayer ou aos Lamb of God…

      • Gringo Bandido says:

        Os artistas têm que ganhar o suficiente para sustentarem um estilo de vida onde se podem dedicar á música a tempo inteiro, não precisam de ficar ricos, tal cenário seria possível com subsídios mantendo a música grátis para a maioria da população e uns poucos ricos a pagar. O dinheiro ou serve o bem comum ou andamos a ser explorados.

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