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Winter on Fire: O documentário sobre a resistência da Ucrânia que deve ver na Netflix

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Nuno says:

    Não obrigado.

  2. Pedro L. says:

    Um documentário Espanhol isento sobre o que nos levou aqui – Ucrania: El año del Caos . Está no youtube.

  3. Filipe says:

    Se o documentário for como os média e o montão de fake news que usam no meio das verdadeiras que nem se sabe qual é qual, é melhor nem ver porque será mais uma tentativa de propaganda anti-rússia em vez de ser anti-putin. Isto já podia ter acabado se não fossem os dois teimosos dos dois lados. Todos os dias dizem que estão dispostos a negociar, mas na hora nunca se juntam para negociar. Têm de se juntar os dois em local neutro. Sem mais ninguém à mesa, de forma a não haver influência no resultado, e garanto-vos que esta “brincadeira” acaba no dia em que isso acontecer.

    O mundo tem de parar de reagir como se as culpas fossem só de um lado. Uma guerra não se faz sozinha. Até que não está lá directamente, contribuiu e muito (refiro-me claro, ao biden e companhia). Todos os envolvidos têm parte da culpa. Os média até usam vídeos do ARMA e dizem que são dos ataques dos russos para prosseguirem à sua lavagem cerebral. Pois claro, a opinião pública não se manipula sozinha.

    A prova? Somos nós a pagar as sanções em vez de para quem foram dirigidas (com “nós” quero dizer todos os que não querem o conflito, e claro que isso também inclui parte do povo ucraniano e parte do povo russo; não me venham com histórias. Há quem o queira. Civis como escudos humanos, esconderijos atrás de hospitais, maternidades, escolas, …).

    • Carlos Fernandes says:

      Concordo. Muitas Fakes News de ambos os lados. Sim, ambos deviam negociar, mas a Rússia de Putin não devia ter invadido um país soberano. Se vamos pagar, claro que sim, vivemos num só planeta.
      #StopPutinsCriminalWar

    • Técnico Meo says:

      Não sei como consegue sequer comprar ambas as partes como igual, Não estar a perceber bem o ERRADO que é invadir um Pais soberano a pretexto de NADA

    • Gomez Santo says:

      Exacto, foi o Biden que invadiu e ocupou a Crimeia. Foi o Biden que pagou a mercenários russos para declarar independência de dois províncias contra a vontade da população. Foi o Biden que invadiu a Ucrânia contra a vontade do próprio povo sob a desculpa de “manobras militares”. Foi o Biden que insistiu com o povo russo para protestar contra o pootin todos os dias.
      Foi o Biden, claro que sim.

  4. ElectroescadaS says:

    Deixa ver se encontro na “concorrência” (tipo cravar algum amigo que tenha Netflix e que consiga gravar)…

  5. Marko says:

    É verdade, sem dúvida também recomendo!
    Desconhecia a existência da manifestação e o que se passou em 2014, e realmente o que esse povo tem passado na luta pela liberdade no fundo é inacreditável, e só mostra o quão valentes e resilientes são, tomara nós Portugueses (obviamente falo no panorama geral) termos 1/10 da coragem, valentia, e resiliência deste povo que o nosso pais já tinha dado uma grande volta, agora enquanto falamos, falamos, falamos mas… não fazemos nada… o governo faz o que quer e nós embuchamos.

    • Goncalo Pinto says:

      Concordo plenamente. Um comentário inteligente de alguém com um cérebro, pois pelos vistos a propaganda Russa ainda consegue atirar arei para os olhos de pessoas que deveriam ser mais inteligente, até porque vêem as coisas em primeira mão, sem filtros, sem censura nem limitações.
      Marko, o que dizes é o mesmo que eu sinto e faço minhas as tuas palavras.

    • Marko says:

      Não é que apele a violência ou destruição de propriedade e equipamentos de ninguém, mas infelizmente estamos num ponto que se não for assim ninguém quer saber, ninguém “ouve” ou entende as necessidades do povo!
      Vivemos num país onde o ordenado mínimo é 705€, e para o aumentarem é necessário 5 ou 6 cimeiras mundias, com 3784 entidades, 1.258.000 opiniões de sindicatos, de representantes do patronato, partidos etc… mas para aumentar preços, taxas e impostos demora-se minutos e de um dia para o outro alterasse!
      Depois temos aumentos de preços brutais em tudo, os combustíveis acho que é só uma barbaridade e no pais vizinho é metade do preço, usam a guerra para justificar mas a guerra começou acerca de 20 dias, e os aumentos a 10 semanas portanto…
      Vejamos na França os coletes amarelos e a força que tiveram e têm isto porque? Porque tomam posições e têm atitudes, fazem, dão prejuizo, ao ponto de se pensar se para ganhar 10, vale a pena gastar 20 em reparações e reconstruções e isto aplica-se a governo, comerciantes particulares e empresas, e lógico que o Macron pensa bem antes de avançar com alguma medida que possa causar manifestações e conflitos… aqui não, falamos mas não “mordemos” portanto não existe problema ou risco algum! Desde que trabalhemos para pagar rendimentos mínimos a quem não quer fazer nenhum por opção está tudo certo, o nosso presidente pode andar a passear tirar selfies, dar umas beijocas, ver a seleção e o país está ótimo! Enfim é o que temos

  6. Maria Velez da Costa says:

    O pplware tem obrigação deontológica de defender a verdade e noticiar, pelo menos, a existência de contraditório, órgão de informação que com certeza é, defendendo o pluralismo democrático. “Winter on Fire” é um documentário de 2015 que apresenta a realidade dos manifestantes da Praça Maidan em bruto e sem contexto; em 2016, o insuspeito produtor norte-americano Oliver Stone, realizador que dispensa apresentações, publicou “Ukraine on Fire”, que apresenta uma contextualização histórica do conceito de “Ucrânia”, até chegar ao que se passou de facto na Praça Maidan, depois cognominada Euromaidan.

    Quem visualizar “Winter on Fire” não ficará, à primeira vista, com explicação alguma sobre a justificação geopolítica para a recente invasão da Ucrânia, mas quem tiver o cuidado de visualizar o documentário de Oliver ficará, compreendendo, até, por que razão Putin invocou a ideia de desnazificar a Ucrânia para invadir o país.

    Entre os dois, aconselho vivamente a visualização de “Ukraine on Fire”, porque é explicativo, enquanto “Winter on Fire” não apresenta sequer qualquer tentativa de justificação de ações militares futuras. Ainda assim, para quem souber interpretar as movimentações geopolíticas do planeta, é bom material.

    Que se veja, pois, os dois documentários, e que cada um saiba tirar ilações da matéria-prima que lhes é apresentada.

    Saudações aos leitores, aos comentadores e ao pplware.

    • Vítor M. says:

      Sempre, o pplware nunca faltou à verdade dos factos. E persegue sempre a verdade é a informação completa. Aliás, lidera o seu segmento há mais de 15 anos e não é por acaso. Além de ter excelente informação, tem os melhores leitores. E este conjunto de elementos é que faz um grande serviço como o temos. Graças à vós, claro em grande parte.

    • Técnico Meo says:

      É impossível perceber sequer qualquer estrutura politica ou moral que justifique o que Putin fez. Quem percebe realmente de geopolítica e ciência politica tem defendido pelo mundo todo e não só aqui em PT que não se pode confiar em Putin, ponto. Ucrânia não é a primeira nação que o mesmo ocupa. Georgia, Tetchénia, Bielorrússia, Crimeia e não vai parar. Á tanto nazismo na Ucrânia como há em Belém, no Congo como no bloco de esquerda. Vejam o panorama bem por fora, para se perceber exatamente o que Putin quer. Só cai nesta narrativa de Putin quem realmente não se está a esforçar para perceber o que ele mesmo quer.

    • Anabela says:

      Pois é, é preciso “contextualizar” porque afinal invadir um país soberano até se calhar faz sentido.
      E interessante o “desnazificar” de um país por um pais fascista.
      Será que nesse documentário também explica o porquê da Tchetchénia ter sido ocupada e da Geórgia ter sido invadida e da Crimeia ter sido ocupada e dos países Bálticos andarem há anos a prepararem-se para uma possível invasão.

      O melhor contexto até era perceber como é que o Putin chegou ao poder…. uma pista, nao foi eleitoè

      • Paulo says:

        EUA também invadiram N países soberanos, quer seja pelo petróleo quer seja com a desculpa de armas nucleares e ninguém fala sobre isso.
        Além de que a NATO bombardeou a Sérvia e a Líbia sem, ao que me pareceu, razões plausíveis.
        Vê-se como ficaram esses países depois da influencia dos EUA …

        • Técnico Meo says:

          E de que forma senhor, isso justifica de alguma forma que um país soberano que quer aderir à união europeia desde 2013/2014 oficialmente, possa ser destruído militarmente e invadido, destroçando famílias inteiras, aniquilando famílias inteiras, quando a única coisa que queriam era serem livres de um dos maiores loucos deste século? Como é que se consegue relativizar esta posição? Podem sequer eticamente serem colocadas estes tipo de narrativas comparativas que ninguém entende? Agora porque a Nato tem defeitos e não é perfeita justifica que um genocida totalitário possa tomar outro país, aniquilando no processo milhares de pessoas inclusivamente russas? Até onde vai a falta de bom senso das pessoas?

        • Anabela says:

          A Sérvia foi bombardeada no âmbito da ONU que permite que um pais que comete crimes de guerra, neste caso genocídio, seja atacado. E sim, foi provado que eram razões “plausíveis”.
          A Líbia nunca foi atacada, deves pensar que a Líbia é a Siria…. mesma porcaria, né?

          E ninguém está a defender os EUA mas se isso é razão suficiente para se invadir outros países vamos nós invadir Espanha. Quando perguntarem a razão dizemos que foi porque os Estados Unidos invadiram o Iraque e fica tudo explicado.
          E para que fique claro, Afeganistão e Iraque nunca foram países soberanos.
          Estavam sob um regime ditatorial…. curiosamente a russia também está.

    • Álvaro Martins says:

      O melhor comentário.
      Todos tem acesso fácil ao documentário da Netflix que acaba por ser uma história mal contada que aponta a um só sentido mas que, uma vez estar numa plataforma Americana não é retirado. Enquanto no youtube e sem qualquer notoriedade, está o Ukrain On fire, que explica claramente tudo o que no primeiro não explica.
      Ao vermos o Ukraine on fire, percebemos o quanto somos guiados pela propaganda dos países mais poderosos e todas as plataformas. Mais uma vez, o presidente cool, que joga basket ninguém aponta o dedo e foi o presidente que mais guerras assinou e talvez inocentes matou. Os Estados Unidos tem de entender que não são a razão do mundo e que cada um tem a sua politica e “tipo” de democracia. Se ficassem no sitio deles, muitos inocentes não morreriam e muitas outras guerras nunca tinham acontecido ou exponenciado. E so on, so on…

      Saúdinha!

  7. Scascais says:

    O documentário do Oliver Stone ukraine on fire para ver o outro lado. Um documentário muito pro Putin

    • Marko says:

      Já agora onde está disponível esse documentário? Tenho interesse em ver..

    • Clara Rebelo says:

      Só faltou explicar que o Ukraine on Fire é um conhecido filme de propaganda do Kremlin.
      Um pequeno detalhe que não é importante.
      Não foi feito pela Leni Riefenstahl mas o seu aprendiz fez um bom trabalho.

      • Marisa Velez da Costa says:

        Alega que é conhecido, porque até aqui ninguém o conhecia em Portugal. É tão propaganda, como todas as notícias actuais são de Washington e Bruxelas. Tanta hipocrisia e lágrima agora, mas nenhum esforço para evitar a guerra, quando até a BBC, no dia 6 de Dezembro, publicou uma reportagem (que está no site) em que não se cansa de falar na acumulação de tropas russas na Bielorrússia e consequentemente de uma invasão que estava por dias.

        A senhora Clara Rebelo é reactiva e desinformada. Repete apenas o papaguear do Ocidente perante a tragédia consumada. Por isso, não procure explicar absolutamente nada, porque não tem capacidade para explicar o que é inexplicável. Quantos comentários fez aqui por os EUA e os seus macacos amestrados matarem milhares de pessoas inocentes nas inúmeras ingerências que fazem em todo o mundo? Acha que o exclusivo de atacar povos é da América, o único país do mundo a usar bombas atómicas contra populações indefesas? Informe-se, mulherzinha, e responda com a cabeça a situações que não podem ser analisadas pelo coração.

        • Técnico Meo says:

          Não seja agressiva, simplesmente o pessoal já não vai na narrativa de Putin, as pessoas têm acesso nos dias de hoje á informação, aqui não censuramos, quanto muito, pode-se é tentar bloquear a propaganda nazi de Putin. No seu caso, temos de dizer-lhe que está a fazer um exemplo de trabalho para o ditador . Tem talento .

  8. Secadegas says:

    Faz referência aos mais de 14.000 civis assassinados pela brigada AZOV na região de Donbass? É importante esta informação estar no documentário e é uma das muitas razões que levaram a esta guerra.

    • Bruno M. says:

      Não foi nada a Brigada de Azov! (provavelmente queria dizer Batalhão de Azov, agora Regimento e incorporado na Guarda Nacional)!

      As polícias na Altura eram as Berkut que foram destituidas imediatamente a seguir à queda e exílio de Yanukovych. (Esta força especial da policia foi destituida/dissolvida em tempo recorde – em apenas 4 dias!)

      Deixe de ver noticias duvidosas de propaganda Russa!!

  9. Técnico Meo says:

    Só está a ver um dos lados da mortandade. E os mortos do outro lado? Azov é o batalhão que está mais perto, logo logicamente é o mais operacional ali. Também já vi outros vídeos de soldados russos mortos em combate com suásticas disfarçadas nos braços. E ACIMA de tudo, quem comandou a destabilização da Crimeia? E de Donbass? Foi o Marcelo? Dão Quixote? Não terá sido Putin a provocar está guerra unilateralmente para expandir o império? Já viu o tamanho da Rússia? Ora que quer ele mais? Acha que a Rússia é uma democracia?

    • Secadegas says:

      Acha mesmo que o que diz correspondente á verdade?

      • Técnico Meo says:

        Absolutamente. A história assim o demonstra. Putin destabilizou a Crimeia como vingança de que se passou em 2014 na Ucrânia , onde o povo queria aderir á União Europeia e o presidente da Ucrânia na altura em funções fugiu para a Russia depois da policia ter executado dezenas de pessoas desarmadas. Ainda me lembro disto em 2014 perfeitamente, ver tanques russos novamente dentro da Ucrânia, na altura já havia facebook sabia, entre outras redes sociais que conseguiram furar o cerco noticioso no aparelho do estado e recordo que as partilhas eram imensas do acontecimentos. Secalhar em 2014 você era muito novo para se lembrar do que aconteceu, mas foi global. Olha que o então presidente não fugiu para Paris, ou para os USA. Provavelmente o record da historia onde tem acesso poderá estar escrito com uma narrativa muito….duvidosa. Qualquer das formas em Putin este tipo de situações não deve ser um novidade para ninguém, basta observar o que ele tem feito para trás. Decerto que não será difícil para si. Qualquer pais que faça fronteira com a Rússia vive agoniado com este ditador. O seu povo em primeira mão.

  10. Ricardo A. says:

    Está disponível gratuitamente no canal oficial da Netflix no Youtube.

  11. Bruno M. says:

    Este documentário pode ser visto gratuitamente no youtube, no site da Netflix.

  12. Hugo says:

    Oliver Stone nem vê-lo. Publicidade enganosa é bom…

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