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Christopher Nolan fez o que parecia impossível. Entenda a tecnologia por detrás de “A Odisseia”

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Zé Fonseca A. says:

    Fez o impossível, tornou um épico num lixo para agradar à academia e aos woke e comprar o Óscar

    • Bruno says:

      Que soninho de conversa.

    • Falar sem saber says:

      Onde é que o filme é woke? Deixa-me adivinhar, ainda não o viste. Pois, fica-te pelos comentários online e não uses a cabeça. Foste formatado e nem deste por isso.

    • To Canelas says:

      Já viste o filme?

      • Zé Fonseca A. says:

        Não, nem li o livro, gosto de mandar postas

      • To Canelas says:

        Aí está, gostas de mandar postas sem perceberes do que se está a falar.
        Se viste o filme, já sabias a premissa e pagaste para o ver, ou seja, alimentaste uma coisa que à partida já sabias que não ias gostar. Contribuiste para algo que não gostas. Se não o viste, a tua opinião vale zero, e és só mais um a destilar ódio, contribuis zero para a sociedade.
        Eu ainda não vi o filme, portanto não posso opinar. Do que ouvi falar não tenho interesse em ve-lo, portanto não vou pagar para o ver. Eventualmente vou ver, mas não vou pagar, e a minha curiosidade é mesmo ver se é o que dizem ou não.

    • Nuno V says:

      Ninguém quer saber da tua opinião e de outros influencers de extrema direita. Isto porque este tem recebido críticas positivas, não só dos críticos, bem como da população em geral. E foi um sucesso na bilheteira. Mesmo com as tentativas dos direitolas ignorantes de minar este.

      Mas diz lá, porquê que este é woke? Diverte me, que eu estou aborrecido.

      • Zé Fonseca A. says:

        Porra, mas vocês são cegos?
        Helen é a lupita, depois meteu trans para cumprir quotas, o script é mega dull e plain English. O personagem principal parece um cordeiro manso.. o cast é tudo menos grego, nem personalidades, nem fisionomia.. terrível
        Mas vocês alguma vez leram a odisseia? Entendem sequer da comparação que é para uma das maiores obras literárias que o mundo já conheceu?
        Não conseguir ver isso tudo é chocante.

        • Gringo Bandido says:

          A cultura muda e muitas histórias são reinterpretadas conforme o zeitgeist do momento, deixa-te dessa falsa preocupação com a integridade da historia ao ser adaptada para filme, parece que queres fazer ponte para o passado, se fosse por ti ainda estavamos a interpretar a bíblia literalmente e ainda existia a inquisição!

          • Realista says:

            @Gringo Bandido
            Concordo plenamente. Sempre fui apologista de um novo filme do Shaka Zulu com Alexander Skarsgård no papel principal. Temos de nos deixar desta falsa preocupação com a integridade da historia ao ser adaptada para filme

          • Gringo Bandido says:

            Não estamos a lidar com história nem com a realidade objectiva, é uma peça de ficção, vai ler o livro e deixa o filme em paz se te ofende assim tanto.

          • Nuno V says:

            @Realista
            Shaka Zulu é um figura histórica, Helena não.

        • Hugo says:

          Resumindo…és um con”#% ofendido 🙂
          É um filme…não gostas, avança pro próximo!

        • donkeykid says:

          Tú estás todo lixado da cabeça!
          Nem sei como se dá atenção a um gajo como tú…

        • Nuno V says:

          Ou seja, ator trans, logo, woke. Por curiosidade, que tipo de papel pode agora Elliot Page representar? O de um personagem trans? Ou a partir da sua transição não pode aparecer mais num filme, porque se não este filme é woke?

          No que toca à Helena ser uma atriz negra, na verdade, em Odisseia, bem como na Ilíada, não é descrita a cor da sua pele em parte alguma. As duas referências que muita gente cita advém da forma como os textos são traduzidos, em que os idiomas são tirados fora do seu contexto. Como por exemplo, a referência de braços brancos na Ilíada é um título poético atribuído a pessoas de linhagem divina ou nobre. Será que Homero, alguma vez imaginou Helena como negra? Certamente que não! Mas quem é que está preocupado com isso? Estamos a falar de uma personagem fictícia e não histórica. Já vi vários filmes sobre Jesus Cristo, e em todos os que eu vi, vi este a ser representado por ator branco, em vez de um ator Palestino, ou pelo menos um Sírio, Libanês ou Jordano! E não vi ninguém a reclamar.

          É uma produção inglesa, ser falado em inglês é o mais expectável, e não é relevante para a qualidade do filme. Até porque o grego micénico da Odisseia é extremamente diferente do atual.

          Vais ter que deixar de ver a vasta maioria dos filmes que Hollywood produz, que sejam históricos e mitológicos que não envolvam os EUA ou outro qualquer país do norte Europeu.

          Sim já li a Ilíada e a Odisseia. E?

      • Nuno25 says:

        A partir do momento que criticar o movimento woke, que é altamente discriminatorio, contra todos os valores tradicionais, contra ciencia e contra logica, é imediatamente extrema direita, dá logo para perceber que o teu nivel de discussão é baixíssimo. Relativamente ao “sucesso”, como este vídeo está incluído numa agenda woke, vai ter uma afluência gigante e criticas boas da malta que defende o wokismo, mesmo que nem gostem do filme. Se não tivesse o parte da polemica woke, muitos do que estão a defender, nem queriam saber do Filme. A Malta da esquerda faz isso sistematicamente, arranja um “Heroi” ou “evento”, “apropria-se” e faz propaganda disso. Eu não vi, nem tenho curiosidade, talvez um dia veja. Quando a politica toma conta de filmes, na maior parte dos casos corre mal…

        • Nuno V says:

          Simples, porque tudo que é de esquerda até ao neoliberal é considerado woke. Logo, o que resta?

          “Quando a política toma conta de filmes, na maior parte dos casos corre mal…”
          Parti-me a rir com esta, como se os filmes não fossem usados como arma ideológica desde a sua popularização. Basta ver a vasta maioria de westerns antigos que aparecem os indígenas americanos e como estes são caracterizados para perceber que os filmes não são NADA políticos. Ou a vasta maioria de filmes de guerra americano. ou toneladas de outros exemplos. Se achas que estes não são altamente politizados, eu procurava ajuda profissional.

    • Luis Alberto says:

      Basicamnete foi isto

    • Zé Fonseca A. says:

      btw.. o musk já fez pledge de 100M para entregar o remake ao mel Gibson e fazer isto em bom

    • Gringo Bandido says:

      Tudo que ameace o dinheiro do Zé Fonseca A. é woke, as minorias são woke porque podem um dia acordar e empoderar-se e exigir reparações e mesmos direitos e com isso o dinheiro do Zé desvaloriza, é assim a direita, precisa de um exército de pobres para o sistema funcionar a favor dos que têm algum guito.

      • Zé Fonseca A. says:

        Provavelmente as minorias têm mais dinheiro que tu eu juntos, entitlement nasce do privilégio.
        Acho que estás a precisar de ver o filme, como adoras clássicos tenho a certeza que vais gostar da vibe deste filme

        • Gringo Bandido says:

          Vou ver apesar de os filmes modernos serem escuros e barulhentos e as vezes meio genéricos, experimenta ver o Clash of Titans (1981) ou o The 7th voyage of Sinbad (1958) para sentires o que é cinema como deve ser e ainda dá para ouvir as bandas sonoras e ter uma experiencia gratificante.

  2. Thomas Costa says:

    Falando apenas na tecnologia e nao na qualidade do film(isto é outra questao).

    Passamos de 4:3 (1,33:1) para 16:9 (1,78:1) ratio domestico e vemos os filmes com barras pretas na maior parte das vezes. e Agora vem introduzir outro formato para voltar a meter barras pretas nas tvs de casa?…..

    Tem razao que tem de ser captado e filmado com a melhor tecnologia desde o inicio, agora criar mais formatos (para que?).

    Ha e tal a experiencia, ok. Mas 80% das pessoas vao ver em casa numa tv 16:9…

    • Técnico Meo says:

      eu ainda sou daqueles que estico sempre a imagem para desaparecer as barras . Como não consegui a tv de 98 polegadas, teve de ser a de 65 🙂

  3. Trolha says:

    Hollywood deixou de produzir cinema decente há cerca de 15 anos atrás.

  4. PorcoDoPunjab says:

    Não é este filme que a protagonista é um gajo que já foi gaja mas que aos terceiros domingos de cada mês é um castor?
    Ouvi algo assim, mas não semacardito…

    • Realista says:

      Sim, é esse mesmo.

    • Hugo says:

      Não sei nem quero saber. Isso tem alguma relevância para o filme?
      Velhos do restelo LOL

      • PorcoDoPunjab says:

        Hugo, o seu problema é esse mesmo, não sabe nem quer saber.
        Isto é mais que apenas alguém não indicado para encarnar uma figura histórica, não é apenas isso.
        O que estamos aqui a ver é uma ditadura ideológica absurda de uma minoria esquizofrénica e alucinada, que se estende por imensos sectores.

        Seja porque hoje em dia qualquer coisa tem que ter quotas de mulheres ou não mulheres e outras cenas assim, seja porque uma selecção presente neste mundial foi criticada por não ter jogadores negros no plantel, como se a isso fosse obrigada, e mais um sem fim de situações absurdas.
        Curiosamente, quotas de mulheres para acartar baldes de cimento e trabalhar em siderurgias no aço, está quieto, vai lá vai…
        Mas a equipa de França ter de brancos apenas o seleccionador e mais um ou outro, aí já está tudo ok.

        O seu problema é simples de perceber, e vc já o disse, não sabe nem quer saber.
        Mantenha-se assim, que vai longe… mais um da geração mais bem preparada de sempre, suponho.

        Sim, sou velho ou meio velho, quase 60, mas, infelizmente, não moro no Restelo.

  5. To Canelas says:

    Gostava de saber porque é que os meus comentários não são aceites, sei que às vezes doi, mas censura é feio.

  6. Mus says:

    Tirando que primam pela ausência:
    – Proteu, Faetusa e Lampetia (na cena da manada que pertencia a seu pai, Hélio), Hermes (no seu papel de mensageiros e psicopompo), Éolo (que deu a Ulisses o saco com os ventos), Zeus, Posídon e Atena metamorfoseada em Mentor;
    – A relação de Ulisses com Calipso, durante sete anos;
    – Os Lotófagos;
    – Os Lestrígones antropófagos e não atacam Ulisses e os eus homens com pedregulhos;
    – Os Feaces, com o rei Alcínoo e a princesa Nausicaa;
    – Na parte do Mundo Inferior, e só para referir os mais famosos, Aquiles, Ájax, Tântalo, Sísifo e Minos, assim como o encontro de Ulisses com a sombra de Anticleia, sua mãe;
    – Ulisses a apresentar-se como Oudeis (“Ninguém”) a Polifemo, quando conversa com este;
    – A relação de Ulisses com Circe, durante um ano;
    – Telémaco a enforcar as doze escravas que dormiam com os pretendentes;
    – Hermes, no seu papel de psicopompo, a levar as sombras dos pretendentes chacinados por Ulisses, Telémaco, Eumeu e Filécio, para o Mundo Inferior;
    – A ausência de Laertes, pai de Ulisses;
    – A parte do desafio da cama de oliveira, apresentado por Penélope a Ulisses, para que este prove a sua identidade;
    – No fim da obra, Atena (como Mentor) garante a paz em Ítaca, evitando uma guerra entre os pais dos pretendentes mortos e Ulisses, com este a garantir o seu trono, como rei de Ítaca.
    O filme “Odisseia”, do Nolan, é giro para ver e esquecer.

    Leiam a “Odisseia” (a tradução da obra de Homero por Frederico Lourenço é de alta qualidade), é uma obra, verdadeiramente, épica!

  7. PorcoDoPunjab says:

    Bem que o Nolan podia fazer um filme sobre o grande General e Imperador Romano Júlio César com o PorcoDoPunjab a fazer de tão distinto personagem.
    Eram Óscares e prémios em barda e milhões de espetadores a assistir, cravados sei eu bem onde….

  8. Paulo says:

    Credo! Já chegamos ao ponto de uma pessoa não poder gostar do filme e expressar isso mesmo?
    Também já vi os 120 Dias de Sodoma do Sade à venda com a classificação de ‘romance erótico’… Deve ser o tal zeitgeist…

  9. Eu says:

    Depois de ler os comentários fiquei com medo. Muito medo.
    Decidi que vou ver o filme duas vezes. Uma com o olho direito e o outro com o olho esquerdo. Tem gente que vai escolher ver com o olho traseiro.

  10. Mapril says:

    Durante toda a vida o nome do herói era Ulisses. Nolan faz um filme e passam a chamar o herói de Odisseu. Que diacho?

  11. Carlos Braga says:

    Li a crítica de Eurico de Barros no Observador e fechei imediatamente o separador. Problema resolvido. Não vou pagar para assistir a mais uma mentira hollywoodiana, embrulhada num orçamento de 250 milhões de dólares. Uma Helena de Troia negra não é uma “interpretação moderna”, e não é uma inocente liberdade criativa. É uma mentira. Uma mentira histórica, cultural e visualmente absurda. Helena pertence ao imaginário da Grécia micénica, uma civilização europeia branca e mediterrânica. Não existe qualquer base histórica, arqueológica, genética ou iconográfica credível para transformar a rainha de Esparta numa mulher negra.

    • Eu says:

      Parece que a literatura original regista o nascimento de Elena a partir de um ovo.
      Galinha branca. Galinha preta. Não se sabe. Daí que…

      • Carlos Braga says:

        Não existiam negros na Grécia antiga, logo a Helena nunca poderia ser negra. As populações da Grécia da Idade do Bronze eram brancas europeias mediterrânicas. Os dados genéticos dos micénicos não deixam margem para dúvida. Fingir o contrário não é “releitura”. É falsificação.

        • Nuno V says:

          Tal como quase todas as representações de Jesus Cristo em filme não honram os dados genéticos da população da área. Se respeitassem obteriam actores indígenas dos países que se situam na área do antigo levante. E aposto que se produzissem um filme com Jesus representado por um palestino, dizias logo que era woke e que se lixasse a genética.

          • Carlos Braga says:

            Não vou responder à sua tentativa de desviar a discussão para a Palestina. Compreendo que seja um tema que lhe é particularmente querido, mas não é esse o assunto em debate.
            O tema é a adulteração ideológica de uma obra fundadora da cultura europeia. O casting foi evidentemente concebido para agradar a comunidade afro-americana e as reacções celebratórias nas redes sociais por parte dos negros demonstram que essa mensagem foi perfeitamente compreendida.
            A representação de Helena como uma mulher negra não corresponde ao contexto étnico, histórico, cultural ou imaginário da Grécia micénica. Homero não concebeu Helena como uma mulher negra, nem existe na tradição literária e iconográfica grega qualquer fundamento para essa representação. Dizer isto não é ódio, intolerância ou racismo. É reconhecer uma realidade elementar. Os povos têm origens, continuidades históricas e características próprias. Aceite uma coisa simples, a humanidade desenvolveu diferenças físicas e notavelmente na cor da pele ao longo de milhares de anos, em geografias distintas. Essas diferenças fazem parte da riqueza da humanidade, os brancos europeus e os negros africanos dos quais fazem parte. O que está em causa não é impedir actores negros de representarem grandes personagens. Há algumas histórias africanas que merecem filmes grandiosos. O que não aceito é que se falsifique uma personagem central da tradição branca europeia e depois se exija que todos finjam que essa falsificação é plausível, ou não importante.
            Responda ao essencial: considera legítimo alterar deliberadamente a identidade cultural e étnica e racial de uma personagem europeia para satisfazer uma agenda política contemporânea? Eu considero que não. Considero uma falsificação, e nenhuma manobra de diversão transforma uma mentira em verdade.

          • Nuno V says:

            “Não vou responder à sua tentativa de desviar a discussão para a Palestina. Compreendo que seja um tema que lhe é particularmente querido, mas não é esse o assunto em debate.”
            Eu não estou a fugir para a palestina. Existem outros países na zona cujos habitantes são indígenas da área. Porque razão, nos filmes sobre Jesus, estes não são contratados para o representar? Porque razão pessoas como tu não levantam qualquer tipo de problema?

            “O tema é a adulteração ideológica de uma obra fundadora da cultura europeia. O casting foi evidentemente concebido para agradar a comunidade afro-americana e as reacções celebratórias nas redes sociais por parte dos negros demonstram que essa mensagem foi perfeitamente compreendida.”
            E colocar um ator branco a representar Jesus. Ou em filmes sobre Moisés, Noé, Sansão, Dalila,… e outros episódios bíblicos! Não é adulteração ideológica?

            “A representação de Helena como uma mulher negra não corresponde ao contexto étnico, histórico, cultural ou imaginário da Grécia micénica. Homero não concebeu Helena como uma mulher negra, nem existe na tradição literária e iconográfica grega qualquer fundamento para essa representação. Dizer isto não é ódio, intolerância ou racismo. É reconhecer uma realidade elementar. Os povos têm origens, continuidades históricas e características próprias. Aceite uma coisa simples, a humanidade desenvolveu diferenças físicas e notavelmente na cor da pele ao longo de milhares de anos, em geografias distintas. Essas diferenças fazem parte da riqueza da humanidade, os brancos europeus e os negros africanos dos quais fazem parte. O que está em causa não é impedir actores negros de representarem grandes personagens. Há algumas histórias africanas que merecem filmes grandiosos. O que não aceito é que se falsifique uma personagem central da tradição branca europeia e depois se exija que todos finjam que essa falsificação é plausível, ou não importante.”
            Eu só acho engraçado que nunca te vi a reclamar da multitude de exemplos em que atores brancos são escolhidos para representar papeis de personagens não brancos, e muitas vezes nem sequer falamos de personagens fictícias, mas sim históricas. Não achas que é uma falsificação?

            “Responda ao essencial: considera legítimo alterar deliberadamente a identidade cultural e étnica e racial de uma personagem europeia para satisfazer uma agenda política contemporânea? Eu considero que não. Considero uma falsificação, e nenhuma manobra de diversão transforma uma mentira em verdade.”
            De personagens fictícias? Não tenho qualquer problema! No entanto, sabes o que eu acho engraçado? Os Gregos são os verdadeiramente visados pela alteração efetuada, porque é um texto da cultura deles e não da tua ou minha! No entanto, a Odisseia é o filme com a melhor abertura nos cinemas da Grécia, nos últimos 20 anos. Parece que os Gregos não estão muito preocupados com as liberdades interpretativas efetuadas.

    • Paulo says:

      Isto! Muito bem!

  12. Carlos Braga says:

    A Europa não é um espaço vazio, sem passado, sem povos e sem identidade, disponível para ser sucessivamente reescrito pelas obsessões raciais do wokismo cultural americano. A Europa tem uma história, uma continuidade racial branca, uma tradição artística e uma memória colectiva. E preservar a coerência desse património não é racismo, é exigir o mesmo respeito que seria imediatamente reclamado perante a falsificação da história ou da mitologia de qualquer povo africano, asiático ou indígena.Já chega de chamar “arte” à mentira. Já chega de fingir que qualquer falsificação se torna virtuosa desde que seja apresentada sob a bandeira da diversidade.Uma Helena de Troia negra é uma mentira vergonhosa. Não é uma interpretação: é uma falsificação deliberada.Querem reescrever a história e os mitos da América? Façam-no. Mas deixem em paz a história, a cultura e a memória da Europa branca.

    • Paulo says:

      Apoio inteiramente este comentário.

    • Mus says:

      Qual “continuidade racial branca”, qual “memória da Europa Branca”…?
      Não há e nunca houve uma, suposta, “continuidade racial branca” na Europa, muito menos uma “memória da Europa Branca”.
      Isso não passa de desinformação, por cima de mentiras, a acompanhar delírios nacionalistas-racistas, que, se não fossem aterradores e criadores de alguns dos piores crimes da História, seriam de considerar uma espécie de comédia absurda ou, talvez mais correcto, um tipo, bastante primário, de comédia negra.

      • Carlos Braga says:

        As sociedades europeias construíram, ao longo de milénios por povos etnicamente brancos, uma herança cultural própria, transmitida através da literatura, da arte, da religião, da filosofia e da memória colectiva. Essa herança merece o mesmo respeito que justamente exigimos para as tradições africanas, asiáticas ou indígena. Não existiam negros na altura na Europa. É uma questão de coerência histórica, de honestidade intelectual e de respeito pela identidade cultural de uma civilização.

        • Mus says:

          “Etnicamente brancos”?
          O problema é nomenclatura que está a usar.
          É, mais do que desadequada, completamente errada, pois é usada no velho espírito do século XIX europeu: primeiro os brancos europeus, supra-sumo da Criação, depois, vêm os “amarelinhos” e “pretinhos”, coitaditos, que não se sabem governar sozinhos.

          • Nuno25 says:

            O teu comentario espelha perfeitamente toda a Ala Esquerda actual. Tudo é racismo, tudo é xenofobia e não conseguem entender um texto por mais bem escrito que esteja. Os Comentários do Carlos Braga, devem ter sido os mais bem elaborados, logicos, factuais e com neutralidade que já vi nestes Posts. O problema é que quando não há como contra argumentar, fazem estes comentarios… Essa dos supra sumos e não sei que é uma construção tua.. ninguem falou em nada disso…

  13. Morty says:

    Eu era para ir ver este filme, o Nolan e um dos realizadores que mais gosto, mas depois de ouvir as criticas, perdi o interesse. 

    • TiagoR says:

      E não perdeste muito ! Vi o filme foi um desapontamento ! Muita tecnologia e sem tirar partido visual do muito badalado IMMAX 70mm em película com muita balela de marketing o pior filme que o Nolan ja fez na minha opinião.

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