Xiaomi cumpre promessa da Tesla e cria braço robótico para carregar elétricos
O mercado automóvel está em constante mudança, ainda mais agora com a presença de carros elétricos. Neste âmbito, e a mostrar a sua excelência, a Xiaomi cumpre uma promessa que a Tesla abandonou com um novo carregador robótico para carros elétricos.
Braço robótico para carregar elétricos
A Xiaomi Auto surpreendeu o mercado da mobilidade elétrica ao revelar um sistema de carregamento doméstico totalmente autónomo. Trata-se de um braço robótico compacto que elimina a necessidade de qualquer intervenção humana para ligar o veículo à corrente elétrica.
O conceito herda diretamente a premissa de um projeto que a Tesla chegou a mostrar ao mundo há mais de uma década, mas que a empresa norte-americana acabou por nunca lançar comercialmente, deixando o caminho aberto para a tecnológica chinesa. Com uma largura de apenas 152 milímetros, este inovador dispositivo foi desenhado especificamente para ambientes residenciais e garagens com espaço limitado.
O equipamento recorre a algoritmos avançados de inteligência artificial e reconhecimento visual para guiar o conector com precisão até à porta de carregamento do automóvel. A complementar o processo físico, o braço robótico comunica de forma direta com o veículo, permitindo que a tampa motorizada da tomada se abra e feche de forma automática, garantindo uma experiência totalmente autónoma para o utilizador.
Xiaomi cumpre uma promessa da Tesla
Ao contrário das soluções de carregamento por indução que várias marcas concorrentes têm desenvolvido, a Xiaomi optou por manter a ligação física por cabo. Esta decisão técnica prende-se com a eficiência energética, uma vez que as plataformas sem fios sofrem perdas de energia inevitáveis devido à distância entre o solo e o veículo.
Apesar da demonstração funcional detalhada, a gigante chinesa ainda não revelou a data de lançamento ou o preço deste componente, que se integrará no ecossistema inteligente da marca. Esta abordagem da marca reaviva uma ideia original da Tesla, apresentada quando Elon Musk anunciou que a empresa trabalhava num "carregador que se move automaticamente a partir da parede e se liga como uma cobra de metal sólida".
A fabricante norte-americana chegou a construir um protótipo funcional em 2015, mas os seus planos estratégicos mudaram para o carregamento sem fios e para o desenvolvimento da frota de robotáxis. A Xiaomi aproveita agora esse espaço vazio para atacar o mercado residencial, onde se estima que ocorram cerca de 80% dos carregamentos de veículos elétricos a nível mundial.




















As empresas de tecnologia servem-se da vontade básica e universal do ser humano de fazer o mínimo dos mínimos. Para uma tarefa de 1 minuto arranjam um automatismo, que deve custar uma pequena fortuna e não se alimenta dos mosquitos e aranhas da garagem, é mais um chupa energia. Aplicassem o custo de desenvolvimento a aprimorar o veículo eléctrico em si era mais bem empregue. Quando vejo pessoas a descartar lixo reciclável para o lixo geral, com os caixotes lado a lado só porque é mais uma tampa para levantar, já não me admira nada…
Perto da minha casa para não levantar a tampa colocam o lixo no chão. Já não falo no lixo de obras que colocam no chão junto ao caixote do lixo. Já não falo naqueles que passam no carro, abrem a mala e aquilo é descarregar lixo que nunca mais acaba incluindo mobílias. Claro que muito desse fica no chão. O português é um espécime raro que precisa ser estudado.
Fez-me lembrar o filme/jogo Wall-E. As personagens obesas lá sentadas a circular. Carros autónomos, robots, etc, tudo para não termos de fazer nada… É engraçado e são tudo coisas que podem ser feitas com o avanço da tecnologia, mas, qual a necessidade de certos produtos? Só vejo utilidade para um grupo de pessoas que por uma razão ou outra estão incapacitadas de fazer algo.