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Waymo prepara chegada à Europa e Portugal pode estar na rota dos robotáxis

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    A coisa vai lá só por dedução – a Waymo está a criar empresas em países europeus e chamou-lhes Waymo Germany, Waymo France … e Waymo Iberia (e não Waymo España).
    A menos que seja como nos filmes dos US: “I went to Portugal and landed in Madrid”.
    Onde fica a sede é que não há dúvida. Quanto aos robotáxis a circular é que não se sabe.

    • Vítor M. says:

      Sim, é o que diz o artigo.

      • Max says:

        Ou pode não querer dizer nada, como nas companhias aéreas, que eram:
        – Air France
        – Iberia.
        Especula-se apenas.

        • Vítor M. says:

          Continuas sem dizer nada que se aproveite. Então e não está dito no texto que “Embora Portugal ainda não esteja oficialmente nos planos, a criação da Waymo Iberia em Espanha alimenta a possibilidade de o país vir a integrar uma futura expansão.” Que estás tu a dizer que não esteja no artigo?

          • Max says:

            Há três dias que já tinha lido a notícia, que destacava o nome das empresas. Todos concluíam que a Waymo pode vir para Portugal porque foi criada a Waymo Ibérica. Isto com tanto país na Europa.
            Até os espanhóis escolheram Iberia para o nome da companhia aérea. Sabe-se lá se não foi para fugir aos nacionalismos (como o catalão), que não gostam de Air España ou Waymo España.

          • Vítor M. says:

            Nós já havíamos escrito sobre isso, aliás, como está no artigo, os registos são do início de junho. Portanto, como referi, não estás a dizer nada que não tivéssemos já referido. E sim, o facto de ser Waymo Ibérica dá pistas para o que poderá trazer para Portugal. Claramente.

          • Max says:

            Waymo Iberia (não Ibérica)
            Claramente … é só quando a Waymo disser – ou quando a empresa espanhola Waymo Iberia SL criar uma filial em Portugal.

          • Vítor M. says:

            Tu é que disseste: “Todos concluíam que a Waymo pode vir para Portugal porque foi criada a Waymo Ibérica” 🙂 lá está. E como referimos no artigo “Embora Portugal ainda não esteja oficialmente nos planos, a criação da Waymo Iberia em Espanha alimenta a possibilidade de o país vir a integrar uma futura expansão.” 🙂

  2. Guachimen says:

    muito engraçãdo… do lado de gaia não existe uma rua com electrico.. nem a rua tem esa largura… se ja começam a mentir com ai antes de começar a operar estamos feitos …

    • PoiZé says:

      A imagem está horrível e muito mal conseguida… Quem conhece, sabe.

      • Vítor M. says:

        Não está nada, está bem conseguida. A ideia era simbolizar algo que não existe. 😉 Quem conhece sabe que aquela ponte está atualmente no lugar da Ponte Pênsil.

        • PoiZé says:

          Quem conhece sabe bem mais do que isso.
          A imagem está bonita mas é manipulada e a meu ver, muito mal feita pois não corresponde à realidade: a começar pelos edifícios.
          Se era essa a intenção foi bem conseguida.
          Podiam era ter feito esse trabalho sobre uma imagem real… E acrescentavam o carro sem adulterar tudo o resto.
          Os meus 2 centimos…

          • Vítor M. says:

            Era essa a intenção. Não era a ideia de ser ipsis verbis, até porque é uma ilustração. E eu conheço muito bem, aliás, mais do que passear por aí, ver os aviões, correr nessas marginais, boas caminhadas noturnas, bons momentos nos vários restaurantes que sou cliente, e tantos bons momentos que frequentemente passo aí, até boas filmagens 😉 parea os nossos ensaios. Conheço muito bem essa zona. Mas, a ideia, como referi, era apenas deixar a ilustração do carro e a ponte. As margens do Douro, 😀 e o resto é bónus.

          • PoiZé says:

            Compreendo a defesa do “ponto”. Mas não estou de acordo.
            Se fosse notoriamente uma ilustração.. Mas não é uma ilustração.
            É uma imagem com qualidade fotográfica que engana quem não conhece e levará a pensar que na realidade o local é como se vê na imagem.
            A zona é linda e não precisa ser desfigurada para deixar a ‘ilustração’ do carro.
            Se o Victor conhece assim tão bem não precisava de subterfúgios como “Quem conhece sabe que aquela ponte está atualmente no lugar da Ponte Pênsil” e deveria ter dito logo que era apenas uma montagem.
            E eu manteria que uma fotografia do local tal como ele é com o carro editado ficaria bem melhor do que essa imagem que engana e induz o leitor a pensar que o local é como está na imagem. Quem não conhece fica a pensar que é assim.

    • Vítor M. says:

      Sim, basicamente a ideia era gerar foco no que um dia poderemos ver pelas ruas do Porto, de Gaia e de muitas outras em Portugal. Ao fundo, a icónica ponte que substituiu a Ponte Pênsil.

  3. Lauro Magnus says:

    Por mim bloqueio TOTAL à condução autónoma (e IA no geral) se for para estas substituírem humanos. Uma coisa é um veículo ter FSD supervisada, outra é não ter humano. O mesmo que muitos call center / support center: já não é mau o suficiente ter num “português” que não é o de Portugal, e passamos metade da conversa com “oi? não entendi. Oi? pode repetir?”, agora passaremos a uma IA a fazer-se passar por um humano e chegamos à frustração e menos um emprego para um humano.

    IA para nos auxiliar? Sim. Para nos substituir? Não.

    • Alejandro says:

      Mas a indústria vence sempre, apesar da resistência que se possa fazer. É algo inexorável, a caixa de Pandora já foi aberta e portanto a substituição é só questão de tempo. Vai doer? Claro que sim e ainda hoje, a sociedade não sabe o que fazer com a humanidade em desemprego. Agora também esse fenómeno vai ter as suas vantagens, pois o ocupante do veículo pode ir fazendo alguma outra coisa durante a viagem, pode descansar e nomeadamente para mim que sou cego, um carrinho desses é bem libertador, pois ou posso ir sozinho para onde preciso ir ou onde me apeteça ir, sem ficar à mercê de TVDEs ou taxistas que nos lugares fora das cidades, recusam-se a fazer serviços de viagens curtas a partir de determinadas horas do dia. Nem na quarentena de Covide, o recolher obrigatório era tão respeitado como este por aqui onde vivo. Claro, há questões aqui a ser estudadas: Ninguém deve trabalhar para aquecer, por isso, apesar de frustrante, é compreensível o serviço de viagem ser recusado. Também com a chegada de carros autónomos, como vai ser a legislação? Em caso de atropelamento, quem vai ficar com a culpa? Então, tecnicamente pode ser possível, mas legalmente pode ser inviável, por questões de segurança pública. Quem viver, verá?

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