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Toyota e Panasonic assinam acordo para produção de baterias para carros elétricos


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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  1. radamel says:

    acho bem. eu gostava de comprar um eletrico, mas gostava que fosse toyota.

    • radamel says:

      um gt86 em eletrico sff.

      • Tiago says:

        Ainda deve demorar.

        Não se percebem muito bem as declarações de Jack Hollis, responsável máximo da Toyota no mercado norte-americano, quando este decidiu afirmar que a marca que dirige não fabrica veículos eléctricos, por uma razão muito simples: “porque não vendem”. Segundo ele, a procura é tão baixa que não justifica a existência deste tipo de propostas nos concessionários da marca

        • Wave says:

          Efeito bola de neve é simples. Se as baterias e assim a autonomia for maior, a procura aumenta. Única razão pela qual os veículos não vendem é a autonomia vs preço, isto porque a infraestrutura de carregamento está muito atrasada em muitos países.

          • Pedro says:

            Pensem…
            O problema é o tempo de carga!!!
            A maior parte das motos a gasolinas tem autonomia entre 250 e 300km.

            É problema?
            Nao. Atesta-se em 2 minutos.

            Pensem….

          • wave says:

            @Pedro.
            O problema não é tempo de carga, alias é problema e não é.
            Primeiro, a eletricidade não precisa de ter exclusividade na propulsão de veículos. A gasolina, eletricidade, hidrogenio, gpl, gasoleo, e outros, podem todos coexistir, isto é o que é preciso pensar!
            Passando agora ao porque de não ser problema o tempo de carregamento. Para a pessoa comum, sublinho pessoa comum, 300km de autonomia chega e sobra para o dia a dia de trabalho, e arrisco-me a dizer para a semana de trabalho! ou seja, 6/7 horas de carregamento durante o período noturno chega e sobra.
            Para viagens grandes, hibridos e outras fontes de propulsão existem e vão continuar a existir. Estou a falar de transportadoras não de férias.
            Por isso em vez de dizer PENSEM, adiciona alguma coisa construtiva á conversa, em vez de criticar apenas.

          • Joao says:

            @wave a questão é que a pessoa comum, de quando em vez, também quer fazer viagens com distancias superiores a 300 km e essa tal pessoa comum não tem $ (nem faz qualquer sentido que assim seja) ter um carro para o dia a dia e outro carro para distancias grandes.

          • Wave says:

            @Joao, claro que não faz qualquer sentido até porque exclusivamente elétrico a infraestrutura de carregamento nem é ideal. Filas de horas para carregar carro está longe do indicado.
            Nesses casos esporádicos e na minha opinião um carro híbrido é o indicado, daí eu referir que não é necessária a exclusividade da eletricidade como meio de propulsão.
            Mas eventualmente chegaremos a autonomias mais indicadas para todos.

  2. pedro pereira says:

    “Uma secção onde foram claramente deixados para trás”: O sujeito é claramente “uma secção” mas que “foram claramente deixados para trás”
    “os trabalhos deverão começar em 2020, e que terá como objetivo”: O sujeito é “os trabalhos” que “terá como objetivo”.
    “O empreendimento, no qual a Toyota detém uma participação de 51% com a Panasonic proprietária do restante, será anunciado nesta semana.”: Se “a Toyota detém uma participação de 51% com a Panasonic” quem detem os restantes 49%?
    Entre outras, faltam vírgulas, conformidades com sujeito e predicado: São coisas que o Vitor normamente não faz, mas há dias assim! 🙂
    O meu clube está cada vez maior 🙂 🙂 Pensei que era só eu!!! 🙂 🙂

  3. Nuno Moreira says:

    A Toyota anda à muitos anos a investir na tecnologia de automóveis eléctricos. Um híbrido da Toyota já é parcialmente eléctrico. Mas as baterias actuais não têm satisfeito a Toyota, pela dimensão, peso, sensibilidade às variações de temperatura, preço, etc. Um híbrido utiliza a bateria de forma intermitente e nas situações em que é mais eficaz que o motor a gasolina, ultrapassando qualquer dificuldade. A Toyota tem esperança nesta recente tecnologia de baterias sólidas, que possa colmatar os maiores pontos fracos das baterias actuais. Por outro lado, a rede de abastecimento de electricidade ainda é muito reduzida e levará o seu tempo a tornar-se mais global. Acresce, que continuam a apostar na tecnologia do hidrogénio, como a BMW e a Hyundai.

  4. Cido says:

    O futuro é o Etanol

  5. Não Interessa says:

    Será este contrato por ter acabado o contrato com a Tesla ou irão fazer baterias para a Tesla e para a Toyota? Haverá alguma relação de cooperação entre as 3?

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