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Tesla expande FSD na Europa: Dinamarca é o 4.º país a aprovar o sistema

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Max says:

    Para quem sonha com o sistema de condução totalmente autónomo (de facto e não de nome), de nível 4 ou 5 de automação, na Europa:
    – O FSD Supervisionado, da Tesla, de que se está a falar é de nível 2 (“eys-on”)de automação. Significa que o veículo não é totalmente autónomo: o condutor continua a ser o responsável legar pelo veículo a 100% do tempo, deve manter os olhos na estrada e estar pronto a intervir a qualquer momento (o que é monitorizado com as câmaras internas do carro.
    O recuo da Mercedes-Benz e da BMW do nível 3 (eys-off”) para o que chamam 2++/”eys-on vançado”), nos EUA e na Europa:
    – Nos EUA, a ativação do nível 3 custava uma subscrição de 2.500 USD ano e só podia ser utilizado em algumas autoestrada do Nevada e da Califórnia, de dia, com bom tempo, em situações de trânsito lento (abaixo dos 40 km/h. Em caso de acidente, a responsabilidade passava a ser da marca, o que tornou os seguros um pesadelo logístico e legal. Como, por isto, a Mercedes vendia poucos carros, a Mercedes suspendeu a venda de novos modelos de nível 3, com câmaras Lidar.
    – Na Alemanha a história é idêntica, para a Mercedes e a BMW. O nível 3 custava entre 6.000 e 9.000 €, e embora o limite tivesse passado para 95 km/h, as condições eram: tinha de ser de dia, sem passagens molhadas e em autoestradas previamente mapeadas ao centímetro. Para permitir o nível 3 (em que a marca assume a culpa em caso de acidente) o carro precisa de um sistema ultra-complexo, com câmaras líder caríssimas.
    Por isso, na Europa, os carros não vão sair do nível 2 (“eys-on”), nos próximos anos, com disputa se é 2++ ou 2+++. Nos EUA a Tesla continua a falar do FSD não Supervisionado, passando do nível 2 para o 4 (saltando o 3), mas é só conversa, não há nada de concreto.

  2. Artilheiro says:

    Se por algum motivo, este tipo de carros ficarem comprometidos, em termos de cibersegurança e alguém conseguir obter o controlo dos mesmos, nem quero imaginar o estragos que poderam fazer.

  3. bionan says:

    Para mim é irrelevante a classificação do FSD: o que sei e experimentei num Tesla modelo 3 em Amesterdão é que o sistema é absurdamente preciso e extremamente seguro! É algo que beira a magia e depois de ter essa experiência de condução fica difícil aceitar tanto entrave na sua adoção. Para quando em Portugal?

    A preocupação sobre viver segurança não pode ser descartada: mas essa preocupação também está presente em grande parte das tecnologias atuais: centrais nucleares, redes elétricas, telecomunicações,…

  4. Sempaba says:

    Este software já está em alpha há uma década.

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