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Taxa dos combustíveis rende 710 milhões de euros à IP

44 Comentários

A taxa associada ao financiamento da rede rodoviária nacional voltou a estar no centro da polémica. Em 2025, garantiu uma receita recorde de 710 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal (IP), o equivalente a quase dois milhões de euros por dia.

Em causa está a antiga Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR), uma componente cobrada aos consumidores através do preço dos combustíveis, segundo revela o JN. Embora a contribuição tenha sido considerada incompatível com o direito europeu pelo Tribunal de Justiça da União Europeia em 2022, acabou por ser integrada no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP). Na prática, continua a ser cobrada, embora já não apareça como uma taxa autónoma.

Taxa dos combustíveis: quanto paga cada condutor?

Os valores atualmente associados a esta componente mantêm-se nos 8,7 cêntimos por litro de gasolina, 11,1 cêntimos por litro de gasóleo e 12,3 cêntimos por quilograma de GPL Auto.

Isto significa que, num abastecimento de 50 litros, cerca de 4,35 euros da gasolina ou 5,55 euros do gasóleo correspondem a esta parcela destinada à IP.

O valor recorde registado em 2025 não resulta de um aumento da taxa por litro. Segundo a informação divulgada, o crescimento da receita está sobretudo relacionado com o maior consumo de combustíveis.

Uma receita importante para a IP

Os 710 milhões de euros representam uma fatia significativa das receitas da Infraestruturas de Portugal. A empresa pública depende desta fonte de financiamento para assegurar a manutenção e gestão da rede rodoviária nacional.

As portagens, por exemplo, geraram cerca de 234 milhões de euros, um valor bastante inferior ao obtido através da componente associada aos combustíveis.

O modelo de financiamento poderá, contudo, enfrentar desafios nos próximos anos. A crescente eletrificação do parque automóvel e a consequente redução do consumo de combustíveis poderão diminuir esta fonte de receita, levando a IP a defender a necessidade de repensar o financiamento da rede rodoviária.

Para os consumidores, a questão mantém-se particularmente relevante: apesar da alteração da forma como a cobrança é feita, a componente que sucedeu à antiga CSR continua incorporada no preço pago pelos combustíveis e a gerar centenas de milhões de euros por ano.

Comentários

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  1. Avatar de Danny
    Danny

    Ganham todos menos o cidadão trabalhador, que depende do combustível para poder por comida no prato

    1. Avatar de LMR
      LMR

      Vivemos num país de vigaristas: Há algum político que ao menos fale em acabar com isso?

  2. Avatar de PagaImpostos
    PagaImpostos

    Ora então, com 3603 funcionários, a uma média de 2000€ por mês, dará cerca de 100 milhões por ano …
    Descontando mais uns largos milhões para estudos, projetos e consultadorias para os amigalhaços …
    Ainda sobra alguma coisa para compor algumas ferrovias e estradas de acesso a Lisboa.

  3. Avatar de orelhas
    orelhas

    foi considerado ilegal, trocaram o nome e segue a festa…governos, não importa a cor de quem lá está, vai dar tudo ao mesmo!

    1. Avatar de Max
      Max

      O que foi considerado ilegal não foi a cobrança de imposto destinado à Infraestruturas de Portugal, para a conservação e manutenção de estradas – foi a CSR ser cobrado como um imposto em si, distinto do ISP. Como a CSR foi integrada no ISP, deixou de existir a ilegalidade (formal).

  4. Avatar de Max
    Max

    Total do ISP = ISP base + consignação do serviço rodoviário (CSR) + taxa de carbono
    A portaria, praticamente semanal, dos descontos no ISP (que só altera o ISP base mas especifica também a CSR), “esquece-se” da taxa de carbono … vá-se lá saber porquê. Na presente semana (Portaria 372-A/2026/1 de 21/08), somando a taxa de carbono, o ISP é:
    – Gasolina: 0,35654 + 0,087 + 0,159 = 0,603 €/L
    – Gasóleo: 0,16899 + 0,111 + 0,173 = 0,453 €/L

    Em Espanha o IEH – que corresponde exatamente ao ISP em Portugal incluindo a taxa de carbono (que em Espanha é cobrada às refinarias, mas não aos combustíveis na bomba), hoje é:
    – Gasolina: 0,473 €/L – menos 13 cêntimos/L que em Portugal
    – Gasóleo: 0,379 €/L – menos 7,4 cêntimos/L que em Portugal
    A medida que fazia a maior diferença no preço, de março a junho (a redução do IVA de 21% para 10% “foi-se” a 1 de julho. No gasóleo, a partir de setembro, está prevista uma redução no IEH

  5. Avatar de Joaquim Escobar
    Joaquim Escobar

    Não percebo esta afirmação… “O valor recorde registado em 2025 não resulta de um aumento da taxa por litro. Segundo a informação divulgada, o crescimento da receita está sobretudo relacionado com o maior consumo de combustíveis.”… quer dizer os elétricos são cada vez mais, o que levaria, pela lógica, a menos consumo de combustíveis… deve ser mais areia para os olhos dos portugueses…

    1. Avatar de Max
      Max

      A lógica é uma batata 🙂
      “Evolução ao longo dos últimos três anos da receita da CSR:
      – 2024: 691 milhões de euros (ano de forte recuperação económica e tráfego).
      – 2025: 710 milhões de euros (o valor mais elevado de sempre, registando um aumento de 19 milhões de euros face a 2024 devido ao pico histórico no consumo de combustível).
      – 2026: 705,2 milhões de euros (previsão oficial em queda devido à retração no consumo provocada pela subida de preços).
      O valor unitário cobrado por litro — que desde 2023 passou a estar integrado diretamente no ISP — manteve-se rigorosamente o mesmo ao longo de todo este período: 8,7 cêntimos por litro de gasolina e 11,1 cêntimos por litro de gasóleo. Toda a variação anual de receita deveu-se, exclusivamente, ao volume total de litros abastecidos em Portugal”.

      1. Avatar de JL
        JL

        Portanto não são apenas os impostos que fazem a diferença no preço entre Portugal e Espanha.

    2. Avatar de JL
      JL

      Lógica sem nexo, os carros a combustão continuam a vender, e até mais que os eléctricos, portanto tem de haver mais consumo de combustível.

  6. Avatar de Mike Santos
    Mike Santos

    Mais do mesmo:
    Sempre os mesmos a pagar sempre os mesmos a mamar.

  7. Avatar de Bruno
    Bruno

    “A empresa pública depende desta fonte de financiamento para assegurar a manutenção e gestão da rede rodoviária nacional.” E as estradas estão no estado que estão.

    1. Avatar de Max
      Max

      Não são todas as estradas. São:
      – As autoestradas não concessionadas (incluindo as ex-SCUT sem portagens).
      – Os Itinerários Principais (IPs)
      – Os Itinerários Complementares (ICs)
      – As Estradas Nacionais (EN), da N! a N125. Inclui as de gestão direta (4.682 km) e desclassificadas mas que ainda não passaram para as autarquias (3.470 km)
      Não inclui as Estradas Municipais (EM).
      Pois, de facto, “as estradas estão no estado em que estão” (e há uns anos estavam no estado em que estavam e daqui a uns anos estarão no estado em que estarão).
      A perceção que tenho é que as EN estão melhores do que há uns anos. Há algumas com piso esburacado? Há. Sobretudo em algumas que dizem que estão em “reclassificação”, que passa geralmente por colocar um pavimento novo ou por traço contínuo para impedir as ultrapassagens. Até lá, vão deixando aumentar os buracos (acham que não vale a pena repará-lo?), à custa dos carros.

  8. Avatar de Yamahia
    Yamahia

    “…nos 8,7 cêntimos por litro de gasolina, 11,1 cêntimos por litro de gasóleo e 12,3 cêntimos por quilograma de GPL Auto. …”
    E os elektros q são os q estavam mais pagam quanto?

    1. Avatar de JL
      JL

      São esses que espalham óleos pelas estradas ?

      1. Avatar de Max
        Max

        Como se sabe, os elétricos voam, não estragam o pavimento.

        1. Avatar de JL
          JL

          Não disse o contrário, no entanto não fazem o estrago que estes fazem largando óleos no chão, além do risco que é para a segurança, e hoje foi o que se viu, acidentes e mais acidentes.

          1. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            Que alucinado. Os elektros tbm precisam de óleo e não é preciso esperar muito para vê-los a espirrar óleo pela suspensão e pelos motores.
            Aos teslas bastam 7000kms para andarem todos babados.
            Sabendo VC disso, é preciso ter uma grande cara de pau para fazer um comentário desses.

          2. Avatar de JL
            JL

            Mas os eléctricos não vertem óleo,.nem o deitam pelo escape como alguns fazem oh alucinado.

            Sim sim, vê muitos a fazer isso na sua imaginação, quando muitos nem sequer usam óleo nos amortecedores.

          3. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            Deixe de se fazer desentendido porque VC já viu porque eu lhe mostrei.

          4. Avatar de JL
            JL

            Mostrou o quê ? uma descoloração na parte debaixo do motor ? provavelmente por falta de limpeza de quem o lá meteu. LOOOL

            Grande prova essa.

    2. Avatar de Toni da Adega
      Toni da Adega

      Pagam o que pagarem. A electricidade é minha. Se produzires o teu combustivel tambem nao pagavas

      1. Avatar de Yamahia
        Yamahia

        A electricidade é tua mas as estradas não são tuas.
        UK vai começar a debitar em breve 0,24 cents cada km e França já prepara terreno para fazer igual.
        Assim é mais justo.

        1. Avatar de Max
          Max

          Ainda não percebeste que não há maneira de cobrar os cêntimos por km?
          Vê a Áustria – o imposto sobre os elétricos só leva em conta a potência e o peso. Simples.

          1. Avatar de Toni da Adega
            Toni da Adega

            Provavelmente utilizam as inspeções para contabilizar os km.

          2. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            Os ingleses vão fazê-lo e os franceses preparem-se para o fazer…

        2. Avatar de Toni da Adega
          Toni da Adega

          Já vai a 45c por km daqui a 1 mês são 2€ o km. Agora tenho a certeza que és pescador.

        3. Avatar de JL
          JL

          Sim, fica mais justo, pelo menos não pagam para estar parados.

          1. Avatar de Max
            Max

            Não se paga o IUC com o carro parado?
            Queres que seja ao km porque sabes que não há maneira de cobrar. Só o @Yamahia não percebeu e acha que os ingleses são muito espertos … mas ainda não fizeram nada.
            A Austria simplificou – automóvel elétrico médio, 450 €/ano de imposto de circulação, com base na cilindrada e peso.

          2. Avatar de Toni da Adega
            Toni da Adega

            @Max segundo a proposta de lei utlizam os KM registados a quando a inspecao anual. E nao se paga assim muito.
            Quem fizer uma media de 10.000Milas paga £300.00 por ano.
            Os portugueses por vezes pagam mais que isso em portagens

          3. Avatar de JL
            JL

            Eu falei de eléctricos.

            Se não houvesse maneira de cobrar não metiam as inspeções a ver KMS.

  9. Avatar de Hisaset
    Hisaset

    A dependência do automóvel em Portugal transformou-se numa autêntica armadilha fiscal. Isto é ainda mais grave para quem vive fora de Lisboa e do Porto. Com uma frota nacional que ultrapassa os 8 milhões de veículos, o Estado recolhe anualmente milhares de milhões de euros através de uma complexa teia de taxas.Feitas as contas, a fatura média anual que sai da carteira de cada condutor é pesada:Na frota geral: O Estado cobra em média 318 euros por ano em taxas obrigatórias por veículo.Apenas nos carros de passageiros: O valor sobe para cerca de 322 euros por ano em impostos por carro.Estes valores são pagos obrigatoriamente antes de somarmos o combustível diário ou as portagens.
    As comparações internacionais mostram que países como a Bélgica ou a Alemanha cobram mais impostos por veículo. No entanto, essa análise esconde uma injustiça profunda. Nesses países, os salários brutos são mais elevados e a carga fiscal sobre o trabalho não destrói o rendimento líquido da mesma forma.Em Portugal, os salários brutos já são baixos e, após os descontos obrigatórios para IRS e Segurança Social, o salário líquido real reduz-se drasticamente. Quem tem um rendimento bruto de referência de 24.000€, leva para casa apenas cerca de 16.000€ a 18.000€ líquidos por ano. Dedicar mais de 320€ anuais apenas a taxas burocráticas para manter um carro legal representa um esforço financeiro brutal para as famílias portuguesas, algo que não acontece no resto da Europa. Além disso, os países do centro da Europa entregam redes de transportes públicos de excelência que cobrem todo o território, justificando o que cobram.
    O primeiro impacto vem do Imposto Único de Circulação (IUC), que rende 787 milhões de euros por ano. Este imposto funciona como receita fiscal pura: dilui-se no Orçamento do Estado e nas autarquias para despesas gerais, em vez de ser usado para pavimentar estradas. A isto junta-se a antiga Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR), agora integrada de forma camuflada no ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos). Esta taxa foi considerada ilegal pela União Europeia, mas continua a render 710 milhões de euros anuais à Infraestruturas de Portugal. Representa um custo fixo de 8,7 cêntimos por litro na gasolina e 11,1 cêntimos no gasóleo.Ao somarmos o ISP base, a CSR, a taxa de carbono e os 23% de IVA que incidem sobre tudo isto, descobrimos a verdadeira e assustadora percentagem de impostos: mais de 50% a 55% do preço de cada litro de combustível vai diretamente para os cofres do Estado. Na prática, mais de metade do dinheiro que gasta ao abastecer serve para pagar impostos. Quase todo o dinheiro da CSR serve para pagar as rendas fixas das Parcerias Público-Privadas (PPP) das autoestradas. E a humilhação para os condutores aumenta quando olhamos para as antigas SCUT (Sem Custos para o Utilizador). Vias criadas para aproximar o interior e desenvolver as regiões isoladas acabaram portajadas. Mesmo com as recentes isenções de portagens conquistadas em vários eixos destas ex-SCUT, o problema mudou de figura mas não desapareceu: grande parte destas vias sofre de uma enorme falta de manutenção. Sem as receitas diretas das portagens e com o Estado a arrastar as compensações financeiras devidas às concessionárias, o asfalto destas vias rápidas do interior e do Algarve está visivelmente degradado, cheio de remendos e perigoso para quem lá circula. O cidadão já não tem transportes, pagou impostos brutais no combustível para financiar a rede rodoviária e, no fim, continua a conduzir em estradas com pisos vergonhosos. Para fechar o cerco, os seguros obrigatórios incluem taxas para o Fundo de Garantia Automóvel, Imposto do Selo e o financiamento do INEM, gerando 917 milhões de euros anuais. Até as Inspeções Periódicas Obrigatórias (IPO) carregam o IVA máximo de 23%. Juntos, seguros e inspeções adicionam mais de 1,1 mil milhões de euros ao bolo.
    Esta carga tributária atinge o pico da injustiça na geografia do país. O Estado cobra os mesmos impostos a todos, mas entrega serviços muito desequilibrados. Lisboa e Porto beneficiam de passes sociais baratos e metros em expansão. O resto do país enfrenta um autêntico deserto de transportes públicos dignos. Fora das grandes cidades, as ligações são raras e focadas apenas nos horários escolares, desaparecendo ao fim de semana. Sem alternativas, o carro próprio é uma ferramenta de sobrevivência para trabalhar ou ir ao hospital. O cidadão da província é obrigado a comprar e manter um veículo, alimentando um sistema que usa os seus impostos para subsidiar as infraestruturas das metrópoles que ele próprio não pode usar. Em suma, a realidade portuguesa é um circuito fechado: a falta de transportes regionais obriga à compra do carro, e o carro alimenta uma máquina fiscal de 2,5 mil milhões de euros anuais que raramente regressa às estradas sob a forma de asfalto novo ou seguro.

    1. Avatar de JANC
      JANC

      Muito bem, sim senhor. Eu não diria melhor… só acrescentar mais uma “coisinha”. Depois de nos esfolarem com imposto ainda temos de á oficina pagar o arranjo da suspensão… e mais imposto sobre isso. É pena estas palavras caírem em saco roto.

    2. Avatar de Grunho
      Grunho

      Percebem agora a raiva do ACP, das ACAPs e dos Moedas às bicicletas e às trotinetes ? É assim tão difícil de perceber?

  10. Avatar de Gusmão
    Gusmão

    Só para vermos o como somos enganados (não quero usar um adjectivo mais forte…) no valor da gasolina em Portugal…

    Somos um Povo no mínimo resignado, sem vontade de impor o correcto…

    Esta listagem foi fornecida pelo ChatGPT a 24/08/2026…

    ⛽ Gasolina 95 — UE:
    Áustria: 1,264 €/L
    Malta: 1,325 €/L
    Suécia: 1,406 €/L
    Bulgária: 1,526 €/L
    Hungria: 1,556 €/L
    Eslovénia: 1,564 €/L
    Chipre: 1,578 €/L
    Lituânia: 1,640 €/L
    Croácia: 1,666 €/L
    Polónia: 1,667 €/L
    Estónia: 1,682 €/L
    Eslováquia: 1,682 €/L
    Espanha: 1,703 €/L
    Luxemburgo: 1,708 €/L
    Chéquia: 1,688 €/L
    Áustria: 1,264 €/L
    Letónia: 1,794 €/L
    Roménia: 1,798 €/L
    Irlanda: 1,816 €/L
    Bélgica: 1,840 €/L
    Portugal: 1,992 €/L
    França: 1,975 €/L
    Itália: 1,975 €/L
    Grécia: 1,980 €/L
    Finlândia: 2,149 €/L
    Alemanha: 2,156 €/L
    Países Baixos: 2,269 €/L
    Dinamarca: 2,349 €/L
    Irlanda: 2,294 €/L

    1. Avatar de JL
      JL

      O primeiro da lista está mal, e segundo idem, e parei por aí:

      https ://www.tolls.eu/fuel-prices

    2. Avatar de Max
      Max

      O problema das IA é que quando não conseguem obter a informação tendem a preencher a lacuna (se não têm o valor de um país para o dia 24/08 vão buscar o valor de outra data).
      Para comparar os preços dos combustíveis (com impostos e sem impostos) o melhor é usar o Weekly Oil Bulletin, da UE
      O último é o de 20 de agosto, com os valores de 17 agosto.
      No essencial transmite a mesma ideia da lista que puseste – Portugal é dos países em que o preço dos combustíveis com impostos é mais caros.
      Os preços da gasolina 95 nesse dia, em €/L:
      Malta 1,34
      Sweden 1,41
      Poland 1,48
      Bulgaria 1,53
      Slovenia 1,58
      Cyprus 1,59
      Hungary 1,62
      Croatia 1,62
      Slovakia 1,70
      Spain 1,71
      Czechia 1,71
      Luxembourg 1,73
      Lithuania 1,77
      Estonia 1,77
      Austria 1,80
      Romania 1,82
      Latvia 1,82
      Ireland 1,84
      Belgium 1,84
      PORTUGAL 1,95
      Italy 1,99
      Greece 2,00
      France 2,04
      Finland 2,14
      Germany 2,24
      Netherlands 2,33
      Denmark 2,45
      https ://energy.ec.europa.eu/data-and-analysis/weekly-oil-bulletin_en

  11. Avatar de Grunho
    Grunho

    É para o estado se desforrar dos milhares e milhares que abastecem na Espanha. Em Portugal só interessa abastecer a quem tenha “carro de empresa “. Abatem o IVA e dá logo um desconto de 23%.

    1. Avatar de Yamahia
      Yamahia

      Em Portugal não pode abater o IVA todo se for a combustão. Gasolina desconta 0, gasóleo, GPL , gás biocombustíveis descontam 50%, (mas se o biocombustível for misturado na gasolina desconta népias na mesma) mesmo que andem a trabalhar de sol a sol para levar comida aos supermercados
      Mais uma vez é tudo para os elektros. Estes sim podem descontar os 100% mesmo que só sejam usados para ir para a praia e para as raves.

      1. Avatar de Toni da Adega
        Toni da Adega

        Compra um Elektro e já nao tens que pagar. É o que o pessoal está a fazer, poupam uns milhares ao final do ano.
        É verdade nao pagar ou poupar dinheiro é coisa de parolo

      2. Avatar de JL
        JL

        Errado e mentira, só podem deduzir IVA dos carregamentos se for para a atividade profissional.

        Tal como podem os a gasóleo deduzir 50% do IVA afetos à atividade profissional, pesados e transportes públicos 100% do IVA.

        Portanto não invente mentiras como é costume.

        1. Avatar de Yamahia
          Yamahia

          Esta-se a falar no meio empresarial seu obtuso.

          1. Avatar de JL
            JL

            E não foi o que eu disse ?

            ” só podem deduzir IVA dos carregamentos se for para a atividade profissional.

            Tal como podem os a gasóleo deduzir 50% do IVA afetos à atividade profissional, pesados e transportes públicos 100% do IVA.”

            Os que você referiu podem deduzir 100 % do iva.

  12. Avatar de Gajo do IT
    Gajo do IT

    Primeira coisa que me lembrei ao ler to título do artigo : 198.162.1.1/24