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Será que os carros elétricos são assim amigos do ambiente?


Autor: Vítor M.


  1. Vasco says:

    Esta é uma questão muito interessante. E o impacto da extracção dos materiais necessários para os milhões de baterias? E a reciclagem das baterias e o que fazer com esses materias depois de usados?

    • CA says:

      Desculpe , o que estou aqui a entender pelo seu comentário é que tem uma falta de conhecimentos nesta área. Os estudos já foram feitos estão publicados. Recomendo que faça um pouco de investigação e logo vai encontrar as respostas que precisa. Eu, já não tenho paciência para responder pois por de trás de alguns comentários existe pessoas muito mal intencionadas

      • Simplório says:

        Desculpe-me a franqueza mas quem não foi muito bem intencionado foi o CA já que em vez de ajudar o Vasco limitou-se a criticá-lo, para isso já não lhe faltou paciência. E se o CA é assim tão conhecedor de tais estudos esteja à vontade de nos beneficiar a todos com o seu conhecimento. Eu, pessoalmente bastante apreciaria a oportunidade de aumentar os meus próprios conhecimentos.

        • GM says:

          +1.
          Além disso, a frase “sim, os veículos elétricos são amigos do ambiente” deveria ser proferida de outra forma: sim, os veículos elétricos são menos nefastos para o ambiente”. Tendo apenas em consideração o item “combustível/energia”, são, sim, mais eficientes. E são também menos poluidores pois dispensam parte dos lubrificantes (óleos, massas, etc) e componentes perecíveis (filtros, etc). O lado negro é, contudo, a parte das baterias.
          E há outro item que até agora não vi aflorado, sem fazer investigação, que se prende com o problema de irmos sentados sobre a bateria com até 100kWh de capacidade. O problema de saúde que poderá trazer aos seus utilizadores. E não vale dizer “investiga”, pois para a publicidade da vantagem do VE também não foi necessário qualquer investigação! A informação aparece de forma voluntária!

          • Simplório says:

            Parece que por lapso o GM respondeu aqui ao comentário que submeti à 01:23 e que está lá mais para baixo. Será caso para dizer que é a resposta certa ao comentário errado? Coisa de quem acordou demasiado cedo a um domingo, digo eu. Eh! Eh!

            Quanto ao pormenor de nos VE as pessoas irem sentadas em cima das baterias… está bem lembrado mas desde que não entrem em curto-circuito duvido que isso por si só seja um problema pois afinal trata-se de corrente contínua. No entanto, o cenário poderá ser diferente quando se chega à parte dos motores eléctricos ou a toda a electrónica do automóvel e à radiação electromagnética que tenha origem nesses elementos. A acreditar neste estudo:
            https://empresashoje.pt/informacao/portugueses-avaliam-radiacoes-nos-veiculos-eletricos/
            parece que não haverá problema.

          • Bruno says:

            Deve fazer pior à sua saúde ter um telemóvel encostado à cabeça 1h por dia do que ir sentado sobre a bateria de um VE num viagem de 500 Km

        • Bruno says:

          Faz copy paste… Rsss

      • Joao says:

        O mesmo se dizia do diesel há 15/20 anos e olha no que deu…Eu sou dos que acredita que daqui a 15/20 anos a história vai voltar a repetir-se. Vão-nos convencer de que temos de trocar o parque automóvel por qualquer outra tecnologia porque descobrirão que afinal o eléctrico é terrível para o planeta. E guess what…toda tudo a trocar de carro enquanto os fabricantes esfregam as mãos…

      • hommer says:

        CA o maior da sua Rua, falou e disse, quando mais valia era estar calado, se não tinha nada a dizer a não ser verborreia… enfim…

      • Armindo says:

        Os estudos foram feitos a favor dos contrutores de elétricos.
        Isto é mais uma grande vigarice, porque os maiores poluidores que são o transporte maritimo de mercadorias e os navios de passageiros de 40 andares sem contar os milhões de camiões de 400 a 2000 cavalos que poluem mais que todos os pequenos vehiculos juntos.

    • Paulo Lima says:

      Tbm sempre achei que essa treta pra promover os carros elétricos não é vantagem nenhuma (para o consumidor) nem na área ambiental, e muito menos na área económica. É apenas mais um lobby da indústria pra ganhar mais dinheiro. E gera tanto quanto, senão mais impacto ambiental.

    • Bruno says:

      Podendo ainda não ser 100% amigas do ambiente, são para já a melhor solução. Diariamente são desenvolvidas novas técnicas e materiais para tornar as baterias mais eficientes e menos nocivas para o ambiente. Adicionalmente, já existem soluções para dar uma 2ª vida às baterias usadas, como armazenamento de energia para consumo doméstico ou em fábricas.

  2. rodrigo says:

    mesmo depois desta informação toda ira haver gente a não acreditar que os eléctricos são melhores para o ambiente do que carros tradicionais.

    • VE Autónomo says:

      principalmente os donos das petrolíferas

    • Simplório says:

      Caro rodrigo, suspeito que deva ter lido um texto diferente daquele que eu li. O texto que eu li não demonstra que para o ambiente os eléctricos sejam melhores ou piores que os tradicionais mas apenas diferentes na produção de CO2…

      • GM says:

        Com menos quantidade de CO2 emitido para a mesma distância percorrida……..já é uma vantagem, apesar de continuar a poluir.

        • Simplório says:

          O GM parece estar a associar a quantidade de CO2 à poluição produzida e como sendo directamente proporcionais. Nesse caso, talvez assim seja mas pessoalmente ainda não estou convencido disso dado que, como sabe, a poluição de um automóvel não começa com o seu uso mas com a origem de todos os componentes incluindo a mineração e, claro, posterior fabrico de cada uma das peças e por aí fora.

          Por outro lado, fiquei um pouco na dúvida se o GM não estaria simplesmente a classificar o CO2 como poluente…

          • GM says:

            O CO2 é poluente, na medida que em excesso provoca efeito de estufa e em simultâneo acidifica os oceanos. É claro que o gás é necessário para as plantas, que o utilizam libertando O2. O excesso é o problema.

        • Simplório says:

          (GM, o seu comentário das 12:00 já não tinha em baixo o habitual «Responder» pelo que respondo aqui.)

          «GM
          4 de Novembro de 2018 às 12:00
          O CO2 é poluente, na medida que em excesso provoca efeito de estufa e em simultâneo acidifica os oceanos. É claro que o gás é necessário para as plantas, que o utilizam libertando O2. O excesso é o problema.»

          Caro GM, tenho argumentos em abundância para contrariar aquilo que parece ser também a sua convicção acerca dos alegados efeitos nefastos do CO2 no clima (e oceanos) mas isso já seria uma discussão sobre o alegado aquecimento global de origem antropogénica, discussão entusiasmante mas bastante mais trabalhosa e demorada (em especial se tida com quem se julga bem informado devido à sua profissão). Sei bem como são tais discussões porque já as tive antes mas também me lembro bem como, apesar de haver civismo de parte a parte, inevitavelmente acabam: em censura por parte do dono do site aos meus comentários e, pior ainda, com a discussão ainda a meio pelo que deixei de entrar em tais discussões. No entanto, se ainda estiverem disponíveis nos respectivos sites e se estiver interessado poderei indicar onde estão algumas dessas discussões em que participei.

    • BG says:

      O mais amigo do ambiente continuam a ser os carros tradicionais movidos a GPL….

      • AP says:

        São tão amigos do ambiente que nem são autorizados em estacionamentos subterrâneos.

        • GM says:

          Depende dos sistemas instalados. Até determinada altura, 2013, eram proíbidos. A partir de determinada data, visto o sistema GPL instalado ser diferente, passaram a poder estacionar nos ditos parques fechados/subterrâneos. Simplesmente porque o GPL é mais pesado que o ar, e como tal haver a possibilidade de formação de bolsas de gás com o consequente risco de explosão.
          O que diferencia os veículos a GPL, que podem ou não estacionar nesses parques, além do sistema instalado no veículo mas impossível de confirmar pelo exterior), é o dístico que ostenta. Os permitidos possuem dístico verde, ao passo que os outros apresentam dístico azul, ambos com os dizeres “GPL”.
          Mais informações e esclarecimentos, entre outros locais: http://www.mastergas.pt/lei11072013.aspx

          • AP says:

            “possibilidade de formação de bolsas de gás com o consequente risco de explosão.”

            Como disse, nada mais amigo do ambiente que uma explosão.

    • Luis Santos says:

      Aqui não se trata se é melhor ou pior ,.O custo de um carro elétrico ,é muito superior a um equivalente a gasolina .depois tem o problema da autonomia ,e dos carregamentos demorados .Outro problema ,quem more em apartamentos que não têm garagem ,vão carregar o carro onde ?a uma estação a 10 ou 15 km (ou mais),ou compram uma extenção com 40 ou 50 mt ,para descer do 7ª andar até ao carro estacionado á porta do prédio?A tecnologia dos popós elétricos ,tem de evoluir muito a nivel de velocidade de carregamento,e autonomia .Atualmente é uma tecnologia ao alcance para “meia dúzia” de pessoas que se podem dar ao luxo de ter os inconvenientes que a tecnologia ainda tem . Os elétricos para mim só irão ser opção para as massas quando os carregamentos forem sem fios .A tecnologia já existe ,mas ainda está em fase de experimentações ,e a velocidade de carregamento ainda deve ser baixa.

      • rodrigo says:

        Se uma pessoa tiver um carro e a morar num apartamento pode facilmente carregar o carro onde o tiver estacionado.
        E se uma pessoa morar num apartamento e utilizar o carro para ir para o trabalho poderá facilmente carregar nesse sitio.
        Falta ‘e a infraestrutura por enquanto.

    • Armindo says:

      Os elétricos são melhores para quem os fabrica.
      O ambiente é só uma maneira de fazer passar o supositorio com mais facilade.

  3. Redin says:

    “Na verdade, os VE (veículos elétricos) só trazem vantagens. Mas essas vantagens têm um custo ambiental…
    Estudo com falta de visão e ambição para o problema.
    Esta é uma fase de transição o que se compreende até que se possa romper com essa necessidade.
    Ou será que os problemas só podem ser apontados no que diz respeito ao fabrico e manutenção das baterias?
    Falta de visão, é o que é.

  4. Jose Lapao says:

    Falta contar com uma coisa, que são a produção, e reciclagem das baterias, um carro elétrico usa baterias para guardar a energia elétrica necessária para se mover. O processo de concepção dessas baterias assim como a sua posterior reciclagem tem a sua pegada de CO2. Embora continue a ser menos poluente, são-os mais do que o anunciado. Para o comum cidadão (o Português neste caso) não conta só o ambiente, mas sim o valor do carro e da sua manutenção, como todos sabemos as baterias têm um ciclo de vida muito curto 1000 ciclos de carga/descarga, oura se viagarmos muito com o veículo esse ciclo tende em gastar-se muito mais rapidamente fazendo com que o dono tenha de trocar a bateria muito mais cedo, eliminando o custo/benefício de um veiculo eletrico, pois são muito mais caros que um carro comum, e com muito menos autonomia, e verdade seja dita é mais facil encontrar uma bomba de gasolina que um posto de carregamento elétrico, além do mais se ficar-mos sem combustível sempre podemos agarrar num garrafão e irmos buscar gasolina, sera que podemos fazer o mesmo com um eletrico?
    Eu sou a favor dos eletricos sim, mas a indústria têm de evoluir imenso, nas baterias, na rede de abastecimento, e mais que tudo no tempo de vida da bateria

    • rodrigo says:

      Isso ‘e falso. As baterias dum carro electrico (Tesla) nao tem vida curta. Ha mts Teslas que ja ultrapassaram os 100k kms e ainda tem mais de 95% da sua carga inicial!
      Alias a terceira fase dos Teslas (Model 3) ja vem com baterias com uma composição química diferente dos modelos anteriores. Ou seja ainda causam menos impacto ambiental na sua obtenção e construção.

      A manutenção dum carro electrico ‘e mt mais barato do que um carro tradicional – quase zero!

      Antigamente havia um carro por aldeia, depois havia um carro por familia e depois passou a haver um carro por pessoa. A mesma coisa acontecera com os eléctricos.

      Pelos vistos nao ‘es a favor dos eléctricos se a maioria daquilo que disseste ou esta simplesmente errado ou exagerado.

      • Jose Lapao says:

        Muito pelo contrário, sou completamente a favor dos elétrico, alias na minha casa tudo é eletrico, não há gás em casa, mas neste momento se comprar um elétrico ou carrego em casa (e não sei se a eletricidade que consumo é “verde” ou não) ou vou ter de ir a 60km de casa para o carregar, pois no interiro não ha carregadores, e com a autonomia dos VE não compensa, depois temos todos o custo do carro que custa em média mais 40% que um veículo do mesmo segmento. Falas que os telsas com 100 mil km (o que acho impossível) têm as baterias a 95%, mas tudo o que leio (pode não ser muito é verdade) toda a gente fala no problema das baterias, na autonomia dela, e da durabilidade, tanto que ha fabricantes com a modalidade de aluguer da bateria e não da compra. Sei que vivemos numa altura de mudança, mas como diz o velho ditado, ainda muita agua vai correr debaixo da ponte,

      • Rui says:

        Desculpe mas isso é totalmente mentira.. Os telas mudam o mono loco de bata rias várias x.. São contratos feitos com a marca.. Todas as marcas o fazem…

    • Paulo L says:

      As baterias já são recicláveis, agora não deves ter lido que este estudo não levou em conta a energia para refinar um Galão de combustível e o impacto de transportarlo … ou pensas que a gasolina e o gasóleo nascem nas estações de serviço?

      Se queres ter em conta o impacto de produção de uma bateria e de um eléctrico neste exercício, tem de ter em conta a extração de combustível, a sua refinação e o transporte entre as as áreas de extração, as refinarias, centro de distribuição e as estações de serviço

    • Traveller says:

      José Lapao és mesmo energúmeno então e o Gasóleo/gasolina nasce na bomba de combustível?

      Já estão a comparar 2 coisas com uma e mesmo assim o VE é superior, estão a comparar consumo e produção no VE em comparação só com consumo do Veiculo Combustão mas pronto haverá sempre velhos do Restelo.

  5. nick says:

    É preciso ter em conta o custo do fabrico, manutenção e reciclagem das baterias dos carros elétricos. Como também é preciso contar com os filtros, lubrificantes e outros líquidos dos carros a combustão.

    Mais um bom estudo para nos aproximar da resposta certa mas ainda não há certezas definitivas no que toca à poluição.

    Tirando o ambiente, um elétrico é quase sempre melhor 🙂

  6. Eu says:

    Enquanto um Clio custar 12k€ e um zoe (mesmo segmento) custar 27k€ esqueçam essa treta dos elétricos. São bons para as estrelas de Hollywood venderam a ideia do ecologicamente correto.

    Tesla é igual. Compara série 5 BMW. 50k€ vs 85k€ . Esquece.

    • José Lérias says:

      “Somente quando o homem matar a última árvore e poluir o último rio é que ele perceberá que não se vive apenas de dinheiro”

      • Simplório says:

        Caro José Lérias, é uma frase bastante interessante a que aí colocou e aparentando o assunto principal do texto do pplware ser o CO2 e não a poluição propriamente dita creio perceber a razão de a ter escolhido pelo que permita-me tranquilizá-lo um pouco: o CO2 não é um poluente, bem pelo contrário já que o CO2 é, na verdade, um alimento para toda e qualquer planta incluindo árvores.
        Um ambiente rico em CO2 promove um maior e mais rápido crescimento das plantas, mais uma vez árvores incluídas. E quer melhor ainda? Toda a agricultura beneficia com uma maior concentração de CO2 dado que sendo plantas também a produção agrícola aumenta e aumenta de modo bastante significativo consequentemente aumentando a disponibilidade de alimentos.

        • Daniel says:

          Visto bem as coisas, aqueles carros a gasolina e diesel fumarentos, é que são os verdadeiros amigos do ambiente. Este pessoal não tem visão nenhuma…
          O aquecimento global até dá jeito para o cultivo de certas especies de plantas, poupa-se na construção e manutenção de estufas!

          • Simplório says:

            O CO2 é certamente amigo do ambiente, já os “carros a gasolina e diesel fumarentos” são bastante maus para a saúde. Felizmente, actualmente já não são assim tão fumarentos, pelo menos os mais novos, mas ainda assim continuam bem longe da perfeição pelo que a saúde… ainda não está a salvo.

            Se um aquecimento global dá jeito para o cultivo? Bem, isso dependerá, com certeza, da latitude de determinada região e das espécies de plantas a selecionar para essa região.

        • Telmo M. says:

          Menor qualidade dos alimentos. Está documentado. Crescem mais, mas têm menos “riqueza” por kg.

          • Simplório says:

            Bem, de acordo com as minhas breves leituras sobre esse assunto já depois do Telmo ter colocado esse comentário… 5% ou 8% a menos de apenas alguns nutrientes nas plantas escolhidas para serem testadas em laboratório nem parece muito mau quando aparentam ser estudos feitos e financiados por quem acredita que é a humanidade a culpada de tudo. Só gostaria que os críticos tivessem as mesmas oportunidades de financiamento para poderem comprovar ou não tais estudos através de outros métodos já que serem descriminados no financiamento só aumenta a indignação e as críticas ao discurso oficial.
            E fico a pensar se essa diminuição detectada não será largamente compensada pelo aumento de produção.

            Mas para além de tudo isso, ainda temos, segundo este texto
            https://www.nasa.gov/feature/goddard/2016/nasa-study-rising-carbon-dioxide-levels-will-help-and-hurt-crops
            que concentrações elevadas de CO2 na atmosfera também aumentam a eficiência do uso da água pelas plantas o que me parece ser um belo de um benefício a considerar dada a escassez de água em muitas partes do mundo. Serão precisos ainda mais estudos mas Imagine só as implicações de tal benefício, poder-se cultivar onde agora não é rentável ou sequer possível…

            E só para não fugir demasiado ao assunto do texto do pplware, vou agora divagar um pouco: apesar de ser inevitável que os veículos eléctricos sejam no futuro o futuro do transporte… pessoalmente continuarei por mais alguns anos muito satisfeito com o meu carrito a GPL modificado unicamente por razões financeiras que, por acaso, até teve o benefício suplementar de ser menos poluidor.
            Isto sim, foi o mercado a funcionar e a funcionar bem. É que ao contrário de muitos que compraram veículos eléctricos abaixo do custo de fabrico por terem sido subsidiados (subsídios pagos com os nossos impostos) não tive eu qualquer subsidio do Estado para mudar para GPL, quando abasteço a minha carteira agradece e ainda poluo menos nas minhas deslocações.

      • Joao Magalhaes says:

        Quando acabar acabou.

      • Pedro says:

        Com frases bonitas morreram muitos poetas na pobreza.
        Não se vive só do dinheiro, mas a maior parte dos portugueses não têm dinheiro para comprar um carro novo entrada de gama (já menos poluentes), quanto muito um carro eléctrico. Quem me dera ter um, mas prefiro ter como pagar onde moro e os gastos do dia a dia ( e se possível juntar algum).

        • rodrigo says:

          da-lhe tempo e os eléctricos passarao a ser tao económicos como os carros tradicionais.
          Tal como no inicio comprar um portátil custava um braço, hoje em dia qualquer um barato e de boa qualidade.

    • João Carlos says:

      Esse é um dos grandes problemas. O custo e a “novidade” da técnica ainda não compensam – embora creia que no futuro o caminho poderá ser pela mobilidade eléctrica. Como em tudo na vida, os early adopters é que pagam o preço do desenvolvimento, os erros de concepção e as maleitas de juventude… mudar sim, quando a tecnologia amadurecer e naturalmente quando o custo baixar….
      (Agora, será que baixará assim tanto quando o nosso governo perceber que a “galinha-dos-ovos-de-ouro” desaparecer?…aí nascerão taxas e taxinhas e tudo ficará igual…ou ainda mais caro)

      • Simplório says:

        O João Carlos colocou agora o dedo na ferida… as taxas e taxinhas. A esse respeito e aos impostos que todos pagamos nos combustíveis é esta uma leitura interessante
        https://observador.pt/opiniao/combustiveis-a-grande-mentira/

        Mas mais ainda: a taxa de carbono que mais não é do que mais um imposto que nos cobram junto com os combustíveis rende anualmente muitos “eurinhos” só ao Estado português (e Portugal é um país relativamente pequeno, imagine-se noutros países maiores em quanto ficará a conta).
        Com tal fonte de rendimento não há que admirar que qualquer político diabolize o CO2 como grande mal da humanidade para depois se servir dele para cobrar ainda mais impostos! E já muitos impostos diferentes foram criados com a desculpa do CO2…

        Pois, não é só no ISP que o Estado nos leva o nosso dinheirinho, é também na taxa de carbono. Convém notar (já agora) que esta taxa de carbono não é paga exclusivamente por quem anda de carro, é também paga pela indústria diminuindo-lhe a competitividade. Mas continuando, só em Portugal o ISP + taxa de carbono equivalem certamente a uma cobrança de impostos de alguns milhares de milhões de euros anualmente… é mesmo muito dinheiro e seria um enormíssimo rombo nas finanças públicas se o Estado deixasse de o receber com a utilização massiva de automóveis eléctricos, pelo que fica a pergunta: onde mais iria o Estado buscar dinheiro para compensar tal rombo no seu orçamento?

  7. Koso says:

    Hidrogénio é o futuro.

    • GM says:

      MAs para obter a quantidade de hidrogénio necessário, há que consumir energia, eléctrica, para a hidrólise necessária à obtenção do hidrogénio. E voltamos ao início, vai ser, sim, mais eficiente, mas sendo necessário consumir também energia, eventualmente de origem fóssil. No caso do hidrogénio, que mais não é que alimentar uma pilha de combustível para obter electricidade, voltamos a obter……água. Há depois a problemática de transporte e condições de armazenamento (na forma líquida), e para tal consumir mais energia para o arrefecimento do gás.

      • Simplório says:

        A única certeza é que enquanto não inventarem métodos mais baratos para a produção de hidrogénio este continuará a ser produzido maioritariamente a partir do gás natural de origem fóssil o que logo à partida vai contra o suposto objectivo de acabar com os combustíveis fósseis e sua poluição.

        Quanto ao transporte e armazenamento do hidrogénio este, tanto quanto sei, não deverá estar sob pressão em tanques como acontece com o GPL ou o gás natural mas aprisionado num material poroso especialmente desenvolvido que será colocado no interior dos tanques. Tal solução também permitirá que grandes quantidades de hidrogénio sejam colocadas em tanques mas sem o risco de estar sob pressão.

    • AP says:

      Azoto é o futuro.

    • rodrigo says:

      talvez sim..talvez seja algo completamente diferente que ainda ninguém inventou!

      Por enquanto os carros eléctricos são os mais eficientes.

  8. Ricardo Manuel Figueiredo de Brito says:

    Dada a alarmante ignorância que se vive em Portugal os elétricos ainda vão demorar muito a se estabelecer em força por causa dos petrol heads

  9. Ribeiro says:

    Estes números da libertação de CO2 pelo carro de combustão parecem bastante e a gerados, um carro moderno liberta 80 a 150g por km, isso significa que 1600km libertam 192kg de CO2 se o carro libertar 120g de CO2 por KM, dos 350kg usados pelo estudo. claro que temos de ter em atenção a quantidade de CO2 libertada para o fabrico do combustível, que não foi tido em atenção foi a quantidade de combustível libertada para o fabrico dos combustíveis tanto para o automóvel como para a produção de energia eléctrica, e é isso que pode mudar a balança no entanto ainda não vi um estudo com isso em consideração.

    • GM says:

      Eles consideraram o Chevy Impala, com motor a gasolina. Para produzir 350gr/160km CO2 deve ser motor algo antigo. Actualmente (modelo 2018) tem disponível 2,5L/4 cilindros e 3,6L/6cilindros. Não referem consumos e emissões, no site.

  10. Roberto says:

    Os primeiros carros inventados eram elétricos

  11. censo says:

    O eléctrico é uma moda. Só isso. Não há logística possível para massificar esta aberração.

    • Bruno says:

      Fundamente!
      Actualmente em Portugal a quota de mercado de 100% eléctricos é >1,5%, idem para os híbridos plug-in. Na Noruega já é superior a 30%.
      Parece-me que a haver aqui uma aberração é na limitação do seu pensamento.

    • rodrigo says:

      o futuro pertence ao pequeno grupo que aceita a mudança. Certamente não faras parte desse futuro e ninguém se lembrara de ti quando os eléctricos estiver por ai em peso.

  12. Miguel Silva says:

    Se em Portugal se produz eletrecidade a carvão, não deve ser de noite, pois de noite é quando a maior parte dos carros eletricos carregam, e é quando existe maior predominância das energias renovaveis (principalmente eolica).

  13. Joao Ptt says:

    É sempre interessante esta preocupação ambiental, mas uns meros 3 (três) navios de transporte de mercadorias, que queimam o combustível mais barato e pior que existe e que provoca a maior poluição possível, produzem tanta poluição como todos os veículos a combustíveis fósseis do planeta! E são uns 20 mil navios que andam a queimar o pior e mais barato combustível a que conseguem deitar a mão a circular pelo planeta todo!
    Muito foco no que interessa pouco, e naquilo que realmente tem impacto sério no ambiente fica desprezado… porque não está na moda e é pouco divulgado.

    • Pereira Lagos says:

      Pois claro, mas isso não interessa aos políticos… não deve dar votos…
      Sem esquecer as fábricas de papel, produtos químicos, adubos, etc, etc…

  14. Miguel Silva says:

    É bom reduzir o CO2, mas eu acho mais importante falarmos nos gases e particulas toxicas que não são emitidos pelos carros eletricos, por forma a termos melhor qualidade do ar que respiramos e obrigamos os outros a respirar.

  15. Marcos says:

    Gostei do artigo apesar de falhar em dois aspetos importantes:
    Primeiro não fala do combustível mais poluente de todos, o gasóleo. Sim, aquele combustível que só os portugueses consideram que é “limpo” à semelhança do que Trump diz do “clean coal”. E segundo seria importante referir no artigo que os consumidores de eletricidade podem muito bem escolher por um operador de eletricidade de fontes renováveis, o que impulsiona o crescimento daquele mercado. E já agora referir que a conjugação da energia hidro com a solar e a eólica, representa hoje uma parte importante da capacidade elétrica portuguesa, pelo que a opção elétrica é uma via cada vez mais viável.

    • Simplório says:

      Sim, os consumidores podem escolher o seu fornecedor de electricidade e, se calhar, até mesmo um que garanta vender apenas electricidade de fontes renováveis (se é que tal é realmente possível garantir)… porém, a grande verdade é que à custa destas novas centrais eólicas e solares passámos a pagar o dobro pela electricidade. Impingiram-nos a nós portugueses, que até nem somos um país particularmente rico, electricidade proveniente de centrais eólicas e solares e nós portugueses deixámos porque acreditámos que seria bom para o ambiente.
      É extraordinário aquilo que aceitamos bastando que nos digam que é bom para o ambiente quando o que na realidade aceitámos foi subsidiar novas centrais eólicas e solares que jamais seriam economicamente viáveis sem o forte subsídio que ainda nos é cobrado mensalmente e que nos tem saído do bolso todos estes anos.

      O Marcos tem razão, estas energias renováveis representam hoje parte importante da capacidade eléctrica portuguesa… mas a que custo? Face a este enorme aumento do preço da electricidade o custo social também tem sido grande com imensas famílias a não terem dinheiro para aquecerem minimamente as suas casas passando frequentemente frio que combatem com camadas e mais camadas de roupa parecendo que engordaram 20 quilos.

      • Cortano says:

        ” até mesmo um que garanta vender apenas electricidade de fontes renováveis”
        Não é possível.
        A rede é elétrica é composta por produção > transporte > comercializador > cliente
        Tu não tens uma rede de transporte de cada empresa que produz e nem todos os comercializadores produzem são produtores.

        • Simplório says:

          O Cortano tem toda a razão. Pelo menos no sentido em que a rede está toda interligada e é assim impossível saber de onde veio cada um dos electrões que nos chega a casa.
          Na melhor das hipóteses, tal alegação será provavelmente mais propaganda publicitária do que outra coisa, em que o comercializador diz que apenas compra electricidade a produtores com determinadas características.

      • Rui says:

        Não confunda politica com tecnologia. Os contratos das PRE’s não teriam de ser necessariamente ruinoso. Mas foram, por culpa de uma politica ruinosa ou corrupta. Se juntarmos os famosos CMEC’s então temos um bacanal à custa do consumidor.

        • Simplório says:

          Não julguei que tivesse confundido. Foram sem dúvida os políticos que, em vez de deixarem o mercado funcionar, nos impingiram estas centrais e depois nos passaram integralmente os seus custos tal como ainda vemos nas facturas que pagamos todos os meses. E os investidores, claro, só podem ter agradecido ao verem-se assim com um investimento completamente livre de risco, como, infelizmente, já parece ser habitual em Portugal. É a nossa sina, sempre que há algo ruinoso há também um político envolvido.
          Quanto à tecnologia, parece-me óbvio que nunca esta teria sido implementada sem a enorme subsidiação oferecida pelos políticos à custa dos consumidores.

      • Marcos says:

        Toda a tecnologia é cara até que a sua produção passe a ser feita em larga escala, assim são também as renováveis. Não me parece coerente que se deixe de procurar meios mais sustentáveis de vida, apenas porque uma tecnologia ainda não ultrapassou a curva do preço / utilidade.
        Sobre o problema que refere das famílias portuguesas não terem dinheiro para se aquecerem, talvez se tivéssemos construções mais adequadas para o clima que temos, já não haveria o problema que refere. Mas tal implicaria que na área da construção houvesse alguma honestidade e qualidade, algo que só se vê dos Pirenéus para cima.
        Quanto ao preço dos combustíveis no nosso país, não me parece que sejam as eólicas ou as solares as responsáveis, mas talvez os impostos mais altos da Europa que o nosso Estado pratica com a conivência de muito cidadão como o nosso amigo Simplório, e com as decisões fantásticas de se vender a EDP a outro Estado com todas as consequências que isso nos trás, sendo uma delas o preço da eletricidade.
        Quanto à resistência à mudança, ao progresso e a novas tecnologias, há sempre que recordar que numa escala maior, que até as novidades serão um dia algo do passado. O que fazer? Aproveitar as novas oportunidades e não viver agarrados ao passado. Caso contrário arriscamo-nos a ficar também no passado como os velhos carros a gasóleo… que só existem em 2018 porque os grandes fabricantes andaram durante décadas a falsificar as emissões daqueles motores. Se querem carregar nos impostos, carreguem nos que mais poluem, digo eu.

        • Simplório says:

          Caro Marcos, em primeiro lugar agradeço que não me atribua conivências que eu nunca tive. Querendo o Marcos comentar seria bom que não se precipitasse e prestasse um nadinha mais de atenção àquilo que lê.

          Em segundo lugar, é muito bonito procurar modos de vida considerados por alguns como mais sustentáveis utilizando para isso tecnologias como as novas centrais eólicas e solares mas porque razão têm de ser os portugueses, que no conjunto da Europa até somos dos mais pobres, a ter de sustentar tecnologias de última geração que apenas nos vão empobrecer ainda mais ao aumentarem para o dobro o valor final da factura da electricidade? Para o dobro, caro Marcos e não foi meramente uma questão de impostos, foi mesmo para subsidiar directamente essas novas tecnologias. Houve muitas famílias a ter de apertar o cinto para poderem pagar os aumentos na electricidade mas as consequências nem se ficaram por aí pois também a indústria sofreu e perdeu competitividade.
          E também não é uma questão de “resistência à mudança, ao progresso e a novas tecnologias” como o Marcos afirma, é mesmo uma questão de bom senso que parece que muita gente não tem, especialmente políticos que apenas parecem querer sair bem na fotografia.
          Um país relativamente pobre cujos cidadãos não andam propriamente a nadar em dinheiro não se deve meter em aventuras megalómanas!

          • Marcos says:

            Caro Simplório,
            Não lhe atribuí qualquer conivência, apenas generalizei que há muitas pessoas em Portugal que aderem e até apoiam os impostos elevadíssimos, o sistema em vigor, a punição de energias mais sustentáveis em detrimento das ditas convencionais, mais poluentes e logo menos sustentáveis. Não nos podemos esquecer que sustentabilidade e lucro são aspetos que nem sempre são compatíveis. Exemplo: é o gasóleo mais lucrativo para a economia portuguesa como combustível? É. Será sustentável? Evidentemente que não. Sobre as aventuras megalómanas, recordo os 10 estádios de futebol, 3 submarinos, os F-16, etc não é apenas o investimento em energias sustentáveis, que deram trabalho a muita gente que não o tinha. Neste sentido, não vejo que investir no nosso futuro seja mau, investir na nossa segurança energética, em novas tecnologias sustentáveis, criando para tal novas indústrias, novos mercados, novas profissões, não tem de ser necessariamente mau. A resistência ao progresso essa sim é péssima e não é compatível com os século em que vivemos. Sobre a pobreza do país, não sei a que se refere. O nosso país é um dos países mais ricos do mundo. Tem políticas sociais dignas do primeiro mundo. Uma educação excepcional e uma saúde acessível e quase gratuita. Aspetos que são invejáveis aos olhos de 180 Estados e que poucos garantem. Existe sim em Portugal pouca visão global, uma mentalidade generalizada de que temos de ser pequenos e fracos, quando temos que inovar e crescer. Por isso vamos lá deixar de culpar o progresso e mudar de retórica. Eu recomendaria que a culpa da falta de crescimento, da crise económica e da “pobreza de que fala” recaísse na incapacidade que as chefias portuguesas (públicas e privadas) têm em crescer, em olhar para os mercados externos como mercados para os nossos produtos, e talvez deixarem de chefiar PMEs para liderarem multinacionais. Parar é morrer.

        • Simplório says:

          Investir no futuro deveria significar melhorar as condições de vida das pessoas mas o Marcos parece continuar a defender investimentos no futuro mesmo que esse investimento empobreça as pessoas. Investimentos assim, não obrigado! Além do mais havia muitos outros investimentos que esses sim poderiam ter tido um impacto positivo na vida das pessoas.
          Ao contrário do Marcos, prefiro defender a sustentabilidade real das pessoas do que uma alegada e muito politicamente correcta sustentabilidade duvidosa do ambiente.

          E já agora, estas foram as suas palavras:
          “mas talvez os impostos mais altos da Europa que o nosso Estado pratica com a conivência de muito cidadão como o nosso amigo Simplório”
          e ainda assim consegue dizer que não me atribuiu qualquer conivência? Não sabe o Marcos aquilo que o próprio Marcos escreve?

          • Marcos says:

            Penso que devemos moldar a realidade e não ser moldada por esta. Com isto quero dizer que nós criamos o mundo onde vivemos e não o contrário. Mas aceito e compreendo que há mentalidades diferentes. Sobre a expressão que tanto o ofendeu, refiro apenas que a expressão “como” é empregue na frase num contexto generalista, quem diz Simplório, diz Marcos, diz António, ou Ricardo. Não se destinava de forma alguma a atacá-lo ou criticá-lo pessoalmente. Lamento que tenha interpretado a simples frase dessa forma. Enfim, a discutir questões de semântica num artigo de carros elétricos

  16. Nicolas_RS says:

    CO2 É o gás da vida, sem isso as plantas não crescem, sem plantas os seres humanos morrem, o que faz mal é outras substâncias como enxofre que é obrigatório em muitos países.
    Outra coisa, a fabricação de baterias é extremamente prejudicial ao meio ambiente!

  17. Andre R. says:

    Vamos lá a ver, tanto os carros a combustão como os carros elétricos, na sua produção consomem energia… correto… a começar pelo processo metalúrgico. Depois falam nas baterias, mas não falam na produção dos oleos lubrificantes para os carros de combustão, nem dos líquidos refrigerantes… tudo isso não polui mais que a produção de baterias? E o facto de todo o metal do motor de combustão, na sua produção, não polui mais que a produção de baterias?

  18. Domingos says:

    Também nos venderam que energia produzida em centrais nucleares era o ideal e depois vemos que não é assim, ou seja é perigoso e é praticamente impossível eliminar ou mesmo reciclar os materiais inúteis. Pergunto, o lítio é um material seguro?

    • Simplório says:

      Caro Domingos, não se esqueça das novas centrais nucleares de 4.ª geração que representam uma espécie de revolução no que diz respeito à produção de energia eléctrica a partir de centrais nucleares. Existem apenas umas poucas em todo o mundo que, creio, ainda estarão em fase de testes mas serão uma opção a considerar seriamente dado não terem os mesmos riscos de segurança das de 3.ª geração. Serão mais seguras logo à partida porque como combustível podem ser usados os resíduos das actuais centrais de 3.ª geração proporcionando assim, como benefício adicional, uma solução para o que fazer com os resíduos radioactivos das centrais de 3.ª geração.

      Quanto ao lítio, outra pessoa melhor informada que responda.

    • AP says:

      Pergunto, o lítio é um material seguro?

      É, principamente se bem tratado. É um metal volátil mas não explode, só aquece e gaseifica em caso de ruptura da bateria. E uma bateria de lítio tem muito pouco lítio, são umas camadas finas, não é despejado ao litro para dentro de um tanque.

  19. Simplório says:

    O título («Será que os carros elétricos são assim amigos do ambiente?») usado para este texto leva, no meu entender, um pouco ao engano.
    O título deveria reflectir o conteúdo do texto e pelo título eu estava à espera de ler informação sobre a poluição originada pelos carros eléctricos e, como termo de comparação, talvez complementada com informação sobre a poluição originada quer por carros com motores de explosão quer por motores de combustão mas não foi sobre nada disso que eu li. Bem… talvez numa próxima ocasião.
    É que o início do texto
    «Estamos na era de mudar o paradigma no que toca aos combustíveis fósseis. Assim, facilmente ouvimos falar que os carros elétricos são sinónimo de “energia limpa”, “respeito pelo meio ambiente”, “emissões zero”, além de outros títulos “verdes”.»
    ainda prometia que o assunto seria poluição com origem em automóveis (eléctricos ou não))mas continuando a ler constata-se que nada é referido acerca de verdadeira poluição ou dos efeitos nefastos que esta tem não apenas no meio ambiente mas também na saúde humana. Continuando a ler… nada de poluição (além de uma muito breve referência ao carvão). Continuando a ler pouco mais foi referido do que a mera quantidade de CO2 produzida por várias fontes de produção de energia eléctrica pelo que nem sequer sendo o CO2 um poluente um título muito mais correcto seria “Serão os carros eléctricos maiores produtores de CO2?”. Fica o reparo/sugestão.

  20. Paulo says:

    Os lobbies é mesmo assim… Antes do petróleo inventaram o veículo a água mas rapidamente foi abafado pelos grandes…

    Depois a era do petróleo e agora será a era dos eléctricos… Assim o povo gasta €€€ na troca das suas viaturas…

    Mas já há quem esteja a investir nos hidrogênios.. mas claro só sai para o mercado aquando o povo estiver farto dos eléctricos…

    • AP says:

      Esse carro a água é mágico, ou viola a termodinâmica? E o hidrogénio vem de onde, das árvores? Ah, vem petróleo, como todo o resto do veneno que nos querem vender.

  21. Antisocial says:

    Bom! VE um 1º passo mas ñ resolve todos os problemas, quanto aos estudos, faz-se depois como sempre. Qual a solução encontrada para os telemoveis ? Sera referencia para os VE, e quanto custou este meu post ao planeta? Poluimos mais do que julgamos, pensem em tudo que consumimos dia a dia, mas limitamos a dançar conforme eles querem.

  22. João Reis says:

    Por mim podem comprar os carros eléctricos que quiserem, pelo dobro do preço de um carro “convencional” compram um carro com menos qualidade. Essa para mim é a grande jogada das marcas, aliás os bons carros eléctricos que há por aí custam ou custarão acima dos 100 000 euros enquanto que um bom carro a gasolina podemos comprar por 50 000 euros. Agora se todos quiserem andar com um renault zoe força, para mim não dá, e sinto-me mesmo enganado pela indústria pois comprei carro novo há um ano e fui sempre defensor dos eléctricos… até se conhecerem os preços… O dinheiro custa a ganhar a todos…

  23. ivan says:

    Creio que aqui tudo depende do fabrico da bateria e a forma de obtenção da energia elétrica mas sim se já polui menos é verdade mas é possível reduzir ainda mais isso

  24. Luis says:

    Ainda não percebi… O pessoal vem para aqui para ler a notícia, ou para tentar fazer uma pós-graduação em jornalismo? O português é mesmo Chico esperto, não há volta a dar.

  25. Pedro says:

    O preço e a autonomia são o grande entrave à compra.
    Para quem “andar” muito podem ter o retorno. Mas para viagens diárias de 30km (total de ida e volta), e uma ou outra maior, não se tem o retorno do investimento.
    E claro que quando começarem a ser uma parte significativa do mercado, o governo irá criar taxas e taxinhas, pois não vai conseguir manter os boys com menos dinheiro a entrar nos cofres.

  26. Marcos says:

    O brasileiro com certeza vai dar um jeitinho de fazer um gato

  27. Fafa says:

    Estou longe de ser um conhecedor na área mas pelo que sei , ate pq no meu trabalho farto me de conduzir carros hibridos e eléctricos , os VE são menos nefastos para o ambiente (mesmo estando longe de ser o ideal mas isso são outros 500…), o problema é que o average joe nao tem meios para comprar ou manter um carro elétrico, pois, entre outras despesas inovadoras, há carros eléctricos ( nao sei se todos ) cuja bateria é alugada, e nao propriedade de quem compra o carro, pela “módica” quantia de 150€ mensais.
    E complicado…. Mas é esta a sociedade capitalista em que nascemos

  28. JC says:

    A nossa solução Brasiliana o carro movido a Etanol,energia renovável,nem tanto poluidora,com baixo custo,tecnologia está pronta e funcionando perfeitamente.

  29. Samuel says:

    Passando de relance sobre os comentários chego à conclusão que não sabem que as baterias estão sempre a evoluir. Segundo o que eu sei existe uma bateria que consume CO2 no seu funcionamento que está em fase de acabamento. O hidrogénio não é viável devido a sua instabilidade e porque as pessoas não querem andar a conduzir bombas atómicas. Mais uns anos e os VE (veículos elétricos) serão mais baratos que os carros normais devido a escassez de petróleo e seus derivados. Eis esta a conclusão a que eu cheguei.

    • Pereira Lagos says:

      Pois claro, mas isso não interessa aos políticos… não deve dar votos…
      Sem esquecer as fábricas de papel, produtos químicos, adubos, etc, etc…

  30. André Santos says:

    Esses estudos tem lógica mas apenas nos carros tradicionais se compararmos com modelos híbridos tipo o prius acho que ja não tem tanta lógica

  31. André Santos says:

    Prius hibridos não prius plug-in

    • GM says:

      Os Prius plug-in também são híbridos. A diferença é que possuem uma bateria de maior capacidade e podem carregé-la na tomada, ao passo que os “apenas” híbridos carregam a bateria com o motor térmico e com as travagens/desacerelerações.

      • André Santos says:

        E ai que quero chegar em termos de CO2 tem mais vantagens num hibrido do que num 100% EV, um teste com um Chevrolet Impala americano foge muito a realidade europeia

  32. Bruh says:

    Bla bla bla wiskas saquetas bla bla bla

    Não tem cano de escape a libertar gases poluentes pois não? Então sim, é amigo do ambiente, o resto é treta. O que interessa é ter cidades com muita população com um ar mais respirável, o resto há-de vir com o passar do tempo.

  33. Julio Pinto says:

    Não tenho paciência para ler todos estes comentários e confrontos desnecessários , defendo o carro movido a eletricidade, no entanto, e esta informação foi colhida na internet, vale o que vale, carece portanto de confirmação. Um estudo alemão, diz que a produção de uma bateria, made in china, cuja fonte de energia usada poderá ter sido uma central a carvão representaria o equivalente a quatro anos de utilização de um motor a combustão. Custa-me muito a acreditar em tal coisa, mas a ser verdade é um autentico descalabro. Contradigam faz favor

    • AP says:

      Fácil. Estás a pensar nas 10 coisas poluentes e desconhecidas no processo. Falta-te o contraste: vê um documentário sobre extração, refinação, e (muito importante) trasnsporte de combustíveis fósseis.

      E sim, com as contas feitas, mesmo que estejas a queimar carvão para carregar elétricos vais poluir menos. Não tens noção de quão sujo é o petróleo.

  34. José Pereira says:

    Tudo pessoas ricas. Analisem o poder de compra dos Portugueses e logo se percebe o número de elétricos existentes. Depois quem não tem dinheiro como eu diz que os elétricos não compensam porque não podemos comprar e quem tem exibe-se do quem tem. Na verdade é difícil comprar um bom elétrico com autonomia para que seja o único carro, mais de 40000€. Logo prefiro comprar um Clio de 17000€ e com os restantes 23000€ conseguir fazer pelo menos uma viagem boa por ano… Sim não sou amigo do ambiente, eu sei, mas se fosse criada mais igualdade social talvez também fosse. Vejo pessoas a trabalhar metade de mim e a ganhar mais do dobro. Esta sim é a realidade de um País pobre que gosta de viver de aparências.

  35. Fábio says:

    São. Amigos do ambiente pois é mas supostamente for criados para não mexer com o ambiente, o que é certo é que as baterias são feitas de ilithio e Portugal tem uma mina enorme, o que irá originar??? Obter recursos do planeta, já para não falar que o ilithio é altamente tóxico e prejudicial à saúde, por isso mais tarde ou mais cedo irá haver um problema ambiental ao qual não podemos fugir, nós seres humanos, sobrevivemos do que a terra nos dá, apenas temos de moderar o uso ou tentar arranjar soluções, como começar andar com energia física ou então começar andar a pé, porque agente dê as voltas que der não conseguimos alterar o percurso para o qual já estamos destinados

    • AP says:

      Experimente tirar o chapéu de alumínio, leia menos sites de teorias de conspiração e compreenda umas coissa:

      – O elétricos não bebem lítio. O lítio não é um subsituto da gasolina. É meio kilo por carro, talvez nem isso. E duram 30 anos. E há lítio suficiente (espalhado por todos os continentes, não só nos buracos selvagens do mundo, como o petróleo) para 300 anos de carros novos. E as baterias são 99% recicláveis.

  36. jaugusto says:

    Estamos a voltar ás bases, no inicio eram os eléctricos e até hibridos:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Lohner-Porsche
    ——————————–
    Deixem-se tretas e abram os olhos e aproveitem os biliões que as das grandes marcas estão a investir e atraiam I&D para o país …

  37. Antonio says:

    Adoro a foto que usaram para falar o gás natural? Quem perceber um bocadinho do assunto deve chorar a rir. Quanto aos carros elétricos, já se espera ataques cerrados com origem no lobby petróleo e cada vez vão ser piores. Lança-se umas meias verdades e deixa-se que os pseudo entendidos façam o resto, criando a desinformação nestas caixas de comentários.
    Thomas Edison e o Tesla argumentavam sobre se seria melhor CC ou CA para distribuir a energia elétrica. Hoje a resposta é óbvia mas na altura foi uma guerra acesa.
    O mesmo será com os carros elétricos. A tecnologia vai evoluir e o bom senso também.

  38. Koso says:

    A solução é produzir a energia elétrica necessária para esses VEs através da energia solar ou eólica. Aumentar essa produção é a solução. O resto é um labirinto de opiniões, teses e soluções.

  39. Márcio André Sousa Marujo says:

    Boa noite

    Gostaria que os que tem maiores conhecimentos na área do VE me respondessem…

    1 – o que será feito ao camiões de transporte internacional que tem de fazer milhares de Km e cumprir horários? terão de levar dinheiro para as horas “mortas” de carregamento e ninguém contrata por ser demasiado caro? acabará as exportações e importações?

    2 – o que será dos navios cruzeiro, visto que em alto mar não há tomadas?

    3 – aqueles que de vez enquanto tem de se deslocar a outros países para trabalho? terão de sair de casa 3 ou 4 dias antes, o que equivale a menos tempo entre família?

    4 – o que serão dos aviões por exemplo numa viagem de Portugal ao Brasil? já para não falar nos aviões militares e nos de combate a fogos?

    5 – já agora, ou os aviões e tanques de guerra, em caso de uma guerra, essa guerra irá ter momentos de pausa para carregar baterias?

    Existe muito mais questões mas por agora fico por estas 5…

    cumprimentos aos “cães grandes” que fabricam eléctricos e arranjam pretexto para acabarem com os combustíveis… já agora vai ser uma enorme plantação de eucaliptos agora…

  40. Passante says:

    Os carros elétricos são poluente, poluiem é menos que um carro a combustão.
    Amigo do ambiente é andar de bicicleta ou a andar a pé.

  41. Pedro says:

    Têm de considerar isto também…e uma bateria tem uma autonomia de cerca de 10 anos…um carro a gasolina pode durar bem mais…
    https://www.motor24.pt/motores/ecologia/produzir-baterias-carros-eletricos-polui-anos-guiar-um-carro-gasolina/

    • AP says:

      10 anos com custos de manutenção zero dão para muita fruta. Quanto gasta em manutenções e trocas varias para manter um carro moderno a andar 10 anos? E as baterias não duram 10 anos, 10 anos são as mais velhas (mas modernas) em circulação em carros reais. Continuam a 95%. Esta panca de trocar baterias é completamente macabra: ninguém o faz, mas toda a gente tem medo.

  42. Marcos says:

    Penso que devemos moldar a realidade e não ser moldada por esta. Com isto quero dizer que nós criamos o mundo onde vivemos e não o contrário. Mas aceito e compreendo que há mentalidades diferentes. Sobre a expressão que tanto ofendeu, refiro apenas que a expressão “como” é empregue na frase num contexto generalista, quem diz Simplório, diz Marcos, diz António, ou Ricardo. Não se destinava de forma alguma a atacá-lo ou criticá-lo pessoalmente. Lamento que tenha interpretado a simples frase dessa forma. Enfim, agradeço que não perca mais tempo a discutir questões de semântica num artigo de carros elétricos . Cumprimentos.

  43. GM says:

    Ao comentário de AP de 5 de Novembro de 2018 às 15:21:
    Alguma dificuldade na interpretação do que escrevi??

  44. Humberto Oliveira Barbosa says:

    Acrescento a esta conta o resíduo de milhares de toneladas de bateria, solução de bateria e carcaças de polímero contaminado …
    O que faremos disso???
    Considerando que grande parte das nações não detém políticas e portanto estruturas viáveis de logística reversa, por exemplo.

    Humberto Oliveira Barbosa
    05/11/2018

  45. Márcio André Sousa Marujo says:

    eu só nao entendo uma coisa, se o eléctrico é assim tão bom, porque que é que antigamente se inventou um transporte que se chama de “eléctrico”… passou depois a ser tudo a combustível (agora quase não se vê eléctricos) e agora querem voltar ao veiculo eléctrico? então se já os tinham em vez de acabar com eles, apenas evoluíam a sua tecnologia.

  46. Vasco Amaral says:

    Não entendo tanta polémica. Nem algumas respostas mal educadas. Os estudos devem estar feitos e eu confio na ciência e na engenharia, sendo eu próprio um engenheiro. Neste assunto sou um leigo e apenas quero alertar que como opinião pública que sou ninguém fala dos lados menos negativos do uso intensivo de carros eléctricos. Quantos milhões de carros há no mundo? Se todos passarem a eléctricos com a tecnologia existente será que temos recursos suficientes? A extracção desses recursos também tem riscos ambientais. Apenas queria alertar que ninguém fala disso, só dos benefícios.
    Era bom que a informação fosse completa para as opiniões públicas poderem ter uma opinião informada.

    • Márcio André Sousa Marujo says:

      pois tem, mas disso não convém falar, para governos e marcas só à benefícios (principalmente para os bolsos deles)…

      é como os combustíveis nos carros todos querem proibir, no entanto o maior “combustível” causador de CO2 são os eucaliptos nas nossas matas, ai já ninguém fala nem proíbe…

    • João says:

      Nesse caso, se osuber inglês, aconselho-o a explorar os artigos neste website sobre o assunto:
      https://greentransportation.info/energy-transportation/gasoline-costs-6kwh.html

      Relativamente a todos que comentam nesta notícia, só não percebo é o ódio pelos carros elétricos por parte de uns que manifestam amor pelos carros a combustão.

      Sejam imparciais. Um carro a combustão necessita de:
      – Extração do petróleo (tem imensos custos energéticos e ambientais)
      – Transporte do petróleo extraído (em novamente custos energéticos e impactos ambientais)
      – Refinação do petróleo (o site que apontei anteriormente aponta uma média de 1kwh gasto para cada 3.8l de gasolina, aproximadamente (1 galleon na medida dos EUA)
      – Depois de refinado, a gasolina e outros derivados têm de ser transportados (mais custos energéticos e ambientais)
      – Depois a disponibilização da gasolina e outros derivados irá poluir novamente no trabalho dos motores a combustão
      – Por último, os estudos feitos no website que mencionei foram com o objetivo de se verificar a capacidade dos EUA quando a maioria dos veículos fossem elétricos. Verifica-se que é possível visto que muita energia produzida para a produção de derivados do petróleo pode ser conduzida diretamente para o trabalho dos motores elétricos.

      Por fim, relativamente à poluição das baterias, existem diversas tecnologias em evolução no momento (algumas até mencionadas em posts do pplware) sobre uma menor utilização de lítio, ou nenhuma até usando outros químicos (não menciono porque teria de procurar a notícia e estou sem tempo) e em alternativa existem os veículos movidos a hidrogéneo que ao contrário do que muitos pensam, são na mesma movidos por um motor elétrico, a produção da eletricidade é que envolve uma pilha de hidrogéneo, em vez de ser necessário usar uma bateria de grande capacidade.

  47. CR says:

    sou sincera, não li todos os comentários acima referidos mas dos que tenho a dizer, os carros eléctricos apareceram porque se começou a ter a noção que o petróleo não dura para sempre, e apareceu a electricidade pois esta pode ser produzida de variadissimas formas, sim concordo que se precisamos de um carro DE FÁBRICA que seja electrico, mas deixo algumas questões: que impacto terá para o ambiente retirar recursos para produção de novos carros electricos quando os que temos estão em bom estado( para quem troca de carro)? quando um carro entra no mercado um é desmantelado, esse desmantelamento que impactos trazem para o ambiente? e os recursos de fabricar baterias, que impacto têm? o etanol, o biodiesel e o gas natural? não são hipoteses?, o ambiente não são só emissões, o ambiente também é o gasto de recursos, o aumento de resíduos, e isso tambem deve ter sido em conta

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