PplWare Mobile

Se for até Espanha, atenção ao novo limite de velocidade de 90Km/h


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. caetano says:

    Estão a aprender com os resto da europa e so mamar multas

  2. Joao Ptt says:

    Tem de se baixar, em Portugal, as velocidades nas estradas secundárias para 50 Km/h, e nas localidades para 20 Km/h.
    Demoram mais tempo entre partida e chegada, mas pelo menos chegam lá vivos e em boa saúde.

    Em 2017 existiram: 43.985 feridos e 510 mortos em acidentes de viação
    De 2000 a 2017 existiram: 789.913 feridos e 15.797 mortos em acidentes de viação.

    Fonte “PORDATA”: https://www.pordata.pt/Portugal/Acidentes+de+via%c3%a7%c3%a3o+com+v%c3%adtimas++feridos+e+mortos+++Continente-326-3586

    Se não me engano muitos considerados feridos podem vir a morrer posteriormente no hospital ou já fora dele em consequência directa do acidente sem que sejam contabilizados. A determinada altura acho que passaram a incluir os mortos durante um determinado número de dias após o acidente, mas provavelmente muita gente que acaba por morrer na mesma fica de fora da estatística de mortos.

    • Falcão Azul says:

      Concordo com tudo o que o senhor disse.Muito bem.Tivessem todos a percepção que o senhor e eu temos da sinistralidade rodoviária e este país mudava totalmente.Infelizmente não é assim.Mas não culpo o governo.Culpo é quem dirige um carro pois muitas vezes conduz-se como se não houvesse amanhã,se me faço entender.É vergonhoso.Muitas vezes andamos nas ruas normais das nossas terras e passam carros por nós como foguetes.Em estradas cujo limite andará à volta dos 40 Km/h e os bandidos a andarem a 90 ou 100 Km/h !! Bandidos,canalhas,que muitas vezes só falta atropelar as pessoas que vão nos passeios !! Eu até fico nervoso com isto,caramba.

      • Miguel says:

        Que pena ainda nao teres a sorte de apanhar um desses e passar te por cima. Assim não tinhamos de levar com os teus comentários

      • Joao says:

        E acabar com aquelas pessoas de idade que já não têm capacidade para conduzir e andam por ai a provocar acidentes.

      • alguem por ai says:

        o pior nem é isso,criminoso sao aquelas pessoas que compram carros novos que agora tem as luzes diurnas obrigatorias,entao quando conduzem de noite como o painel fica iluminado nem se preocupam em saber que nao tem os medios acessos,e circulam com os minimos a frente e na parte de tras do veiculo sem qualquer sinalizacao que provoca acidentes. qualquer parvo agora pode ter carta é esse o problema. esses eram logo direito a tirar a carta novamente porque nem o basico conseguem fazer nas estradas.

    • Joao says:

      Discordo completamente. Acredito que a solução não passa por reduzir o limite de velocidade mas sim por penalizar severamente quem não cumpre as normas de circulação rodoviaria. A maioria dos acidentes não acontecem por se respeitarem os atuais limites de velocidade a mas sim por outro tipo de comportamentos e são esses mesmos comportamentos que têm de ser perseguidos e severamente castigados. Acabar com as ultrapassagens perigosas, manobras devidamente sinalizadas, viaturas em boas condições, etc. creio serem medidas mais eficazes que a redução dos limites de velocidade. Também penso que seria altamente eficaz um sistema de multas similar à Suiça, em que o valor da coima depende dos rendimentos do infractor.
      Por ultimo, a grande maioria das mortes acontecem dentro de localidades no entanto não é neste tipo de vias que podemos encontrar a maioria dos radares, é portanto necessário que a vontade politica deixe de ver estes dispositivos como uma fonte de receita.

      • Pedro says:

        Excelente João.

      • Fak says:

        @Joao
        mas estás a falar de coisas relativas que cabe a cada pessoa avaliar, não difere muito do de hoje em dia…
        ultrapassagens perigosas depende da tua avaliação, o que é perigoso para ti pode não ser para mim.
        manobras devidamente sinalizadas… não acho que isso seja um fator muito relevante, tens de estar sempre atento, não vai ser por veres uma luz amarela a piscar que vais ficar com atenção, deves ter atenção a tempo inteiro e prever o que o outro condutor vai fazer. já me aconteceu por exemplo eu ir virar para a esquerda mas ter um carro no caminho, então tive de virar para a direita para abrir na mudança de direção e ao rodar o volante calhei de tocar na manete e dei pisca para a direita, nem me apercebi, e não foi por isso que houve um acidente ou morreu alguém.
        viaturas em boas condições depende dos rendimentos da pessoa. uma viatura para estar em boas condições tem de mudar o oleo regularmente, liquido da refrigeração, os fuidos têm de ser trocados, etc…. sabes sequer quanto custa um catalisador? para um carro com 20 anos, cerca de 500 euros… segundo o “manter viaturas em condições”, deves mudar o catalisador a cada 80.000KM pois os metais nobres perdem as suas propriedades…
        agora imagina tu teres um mercedes E420 por exemplo… lá se vão 2000 euros para um catalisador…

        • Joao says:

          @Fak, com a tecnologia existente já não é assim tao relativo. Por exemplo, em Espanha já há tecnologia que mede as distâncias entre os veículos para então poder multar pelo não cumprimento da distância de segurança, etc. O facto de sinalizar a manobra por si só talvez não tenha grande efeito, a questão é que se as pessoas forem educadas nesse sentido, tudo o resto vem por arrasto. Relativamente à questão da manutenção, com todo o respeito, os teus argumentos parecem-me absurdos:
          – Quando se toma a decisão de ser proprietário de uma viatura tem que se ter em conta os gastos de uma manutenção adequada. Até podemos ter 120k para comprar um E420 mas temos de garantir que temos capacidade para manter um carro desses. Por essa ordem de ideias o carro acaba por ficAr parado por não haver dinheiro para a gasolina…
          – obviamente eu referia-me à manutenção relacionada com a segurança. Um catalisador não tem nada a ver com a segurança da viatura mas sim com as emissões. Se não temos dinheiro para trocar de pneus quando os pneus já não estão em bom estado, então o que temos de fazer e andar de transporte público. Não percebo como é que alguém pode fazer um comentário no sentido de justificar e incentivar alguém a andar com o carro com pneus carecas, líquido de travões antigo, pastilhas gastas e amortecedores nas lonas porque não tem dinheiro…já reparaste que é isso que estás a apregoar?

          • Fak says:

            Joao
            há pessoas que vivem em situações dificeis, tens razão em dizer que cada um deve comprar algo que possa manter, mas as circunstâncias mudam, hoje posso ter dinheiro, amanha posso ter um problema de saúde… e se eu não tiver transporte publico compativel com os meus horarios?
            se não tiver dinheiro para mudar uma suspensão e ser obrigado a parar o carro por lei, vou ter dinheiro para pagar um taxi 2x por dia, para percorrer 30KM para cada lado?

            eu percebo a logica, mas temos de pensar na população do interior que não tem acesso a centros de saúde, taxis, autocarros… precisam de carros para ir a todo o lado, porque a pé é praticamente impossivel…

            não é que defenda andar com carros em mau estado, mas a lei também tem de ser flexivel, é isso o que quero dizer.

    • Velho do restelo says:

      Pero essa linha de pensamento se tirarmos os carros motas e todo o que tenha motor deixa de morrer pessoas,
      Se a velocidade fosse a causa de mortes morriam todos na autoestrada… facto simples, vai buscar quantos mortos morrem autoestradas vs quantos nas outras… adoro esses argumentos para por radares…

    • Luis carreira says:

      Que raio de ideia essa…. Quer dizer para ir de Coimbra a Leiria ia demorar meio dia pela nacional…. Já assim demoro quase 90 minutos imagina a 50

    • Ruben says:

      Então… a ser verdade, a Alemanha seria dos países com mais acidentes e mortos na estrada visto ter velocidades muito mais elevadas (não só das estradas secundárias).

      Por experiência diária, vejo mais probabilidades de acidente por transpôr faixas, mudar de direção sem sinalizar…

    • Rui says:

      Já agora porque não um limite de 20km/h nas autoestradas?
      Iríamos ter uma sinistralidade muito baixa.
      Vamos ser realistas o principal problema não é o excesso de velocidade, em Países como a Alemanha as velocidades são bem mais elevadas e apesar de serem países que lidam com neve e gelo a sinistralidade e mais baixa.
      O problema é que é mais fácil multar com um radar do que educar condutores a terem uma condução defensiva.
      E da bem mais dinheiro!

    • Hugo Nabais says:

      Sabes o que é circular a 20km/h??
      Isso não faz qualquer sentido.
      Há ALGUMAS zonas em localidades que deveriam ter limite de 30km/h mas todas a 20km/h seria o caos no trânsito das cidades ninguém conseguia chegar aos empregos.

    • Luis B says:

      Não tem um mínimo de cabimento; tem de se tirar da equação é a mistura entre carros e pessoas, bicicletas e trotinetas; As pessoas tem de saber passar nas passadeiras assim como os carros tem de saber parar nelas! As bicicletas tem de passar a ter matrícula como havia anteriormente para serem controlados nos passeios, passadeiras , estradas etc! as trotinetas tem de ser regulamentadas como deve ser para não acontecer como em Espanha que já foram proibidas em Madrid senão erro; cada modo de deslocação se for bem regulamentado e devidamente cumprido, deixa de haver a necessidade de baixar velocidades a veículos automóveis que apanham com bicicletas nos verdes para carros quando eles passam indevidamente! E depois os automobilistas tem sempre a culpa…

      • Pedro says:

        Venha à Holanda então.
        As aceleras até 49 cm3 são equiparadas a bicicletas. Podem andar nas ciclovias e sem capacete.
        Não há sentidos proibidos para bicicletas e aceleras. O próprio sinal de proibição tem a exceção.
        Acidentes: poucos ou nenhuns. Pessoalmente nunca vi nenhum.
        Ai do veículo que tenha o azar de bater numa bicicleta…
        Isto obrigou os veículos a reduzirem a velocidade e a terem o triplo do foco na condução dentro das cidades (não estamos a falar de uma VCI ou Segunda Circular).
        Nas AE muito raramente se vê um doido a passar o limite. Os radares estão lá e não há aviso. Quando mudam de faixa sinalizam, sempre. Não estacionam em segunda fila, porque minutos depois estão a mamá-la. Os parques de estacionamento nas estações de comboio ou em centrais de transportes públicos estão cheios, não há lugares para estacionar…. a bicicleta!
        Os transportes públicos são acessíveis para os ordenados, são fiáveis e levam-nos onde queremos ir.
        Isto tudo apenas para meter mais um país na equação das comparações. Tudo pode funcionar sem regras. Elas são impostas a partir do momento em que os seres humanos só sabem viver balizados.

      • Fak says:

        em portugal o codigo está bom, o problema é as pessoas que não sabem o codigo. ainda à pouco tempo tive uma conversa com uma senhora com uns 50 e tal anos, com carta de condução, nem ela sabia que uma pessoa em cima de uma bicicleta não tem prioridade numa passadeira…
        depois temos os nossos estimados peões que pensam que têm sempre razão numa passadeira, atravessam sem sequer olhar, já me aconteceu uma senhora estar a passar no passeio ao lado de uma passadeira e quase a chegar ao fim dela de repente vira-se para a passadeira e atravessa sem sequer ver, tive de fazer uma travagem brusca ao ponto dos pneus chiarem, fiquei a 1m da senhora e o carro de tras a uns 50cm de bater em mim… tanto eu como o carro de trás saímos dos carros para ver se não batemos e fomos falar com a senhora para avisar para ver se não tem carros em cima dela, ela em toda a sua imponência ainda chamou a policia sob o pretexto que eu a ia atropelar… a minha sorte foi o senhor que vinha atras de mim e quando chegou a PSP ele confirmou a minha versão da historia… se não fosse ele ia ser um 31 do caraças, ainda por cima na altura eu só tinha carta à 2 meses, se não fosse o homem se calhar ficava sem carta…

        precisamos é que as pessoas conheçam minimamente o codigo da estrada, basta pensar nas pessoas de mais idade, que tudo o que sabem era de um livro de codigo de 1974 ou nos peões que não têm nenhuma formação de como interagir com os veículos…

        • Miguel says:

          “[…]
          Artigo 25.º 
          Velocidade moderada
          1 – Sem prejuízo dos limites máximos de velocidade fixados, o condutor deve moderar especialmente a velocidade: 
           a) À aproximação de passagens assinaladas na faixa de rodagem para a travessia de peões e ou velocípedes; 
          [ *mesmo sem peões nem velocípedes ]
          […]
          c) Nas localidades ou vias marginadas por edificações; 
          […]
          e) À aproximação de utilizadores vulneráveis; 
          [ *pela simples presença , mesmo que não queiram atravessar]
          […]
           2 – Quem infringir o disposto no número anterior é sancionado com coima de (euro) 120 a (euro) 600.”

        • Miguel says:

          “Artigo 103.º 
          Cuidados a observar pelos condutores

          1 – Ao aproximar-se de uma passagem de peões ou velocípedes assinalada, em que a circulação de veículos está regulada por sinalização luminosa, o condutor, MESMO QUE a sinalização lhe permita avançar, deve deixar passar os peões ou os velocípedes que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem. 

          2 – Ao aproximar-se de uma passagem de peões ou velocípedes, junto da qual a circulação de veículos não está regulada nem por sinalização luminosa nem por agente, o condutor DEVE REDUZIR a velocidade e, SE NECESSÁRIO, PARAR para deixar passar os peões ou velocípedes que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem. 

          3 – Ao mudar de direção, o condutor, mesmo não existindo passagem assinalada para a travessia de peões ou velocípedes, deve reduzir a sua velocidade e, se necessário, parar a fim de deixar passar os peões ou velocípedes que estejam a atravessar a faixa de rodagem da via em que vai entrar. 

          4 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de (euro) 120 a (euro) 600.”

        • Miguel says:

          “Artigo 24.º 
          Princípios gerais
          1 – O condutor DEVE REGULAR A VELOCIDADE DE MODO A QUE, atendendo à presença de outros utilizadores, em particular os vulneráveis, às características e estado da via e do veículo, à carga transportada, às condições meteorológicas ou ambientais, à intensidade do trânsito e a quaisquer outras circunstâncias relevantes, POSSA, em condições de segurança, executar as manobras cuja necessidade seja de prever e, especialmente, FAZER PARAR O VEÍCULO no espaço livre e visível à sua frente. 
          […]”.

        • Miguel says:

          “em portugal o codigo está bom, o problema é as pessoas que não sabem o codigo”
          foi a única coisa que acertaste

          • Fak says:

            @Miguel
            quando disse que as rodas até chiaram provavelmente pensas-te que eu ia em velocidade excessiva ou em excesso, mas não, ia a uns 25-30 no maximo, o que se passa é que os meus travões não têm ABS, então quando carrego a fundo as rodas estancam! daí o chiar. se travar a fundo, certamente até a 20KM/h chiam, os meus travões são muito sensiveis também, basta-me pousar o pé em cima do travão que já se sente o carro a abrandar…

    • Zé Duarte says:

      Dentro das localidades 20?? Deves ser maluco! Experiência andar sempre a 20 durante 1 minuto numa locaidade a serio e nao na tua aldeia onde so moram 10 pessoas e volta a dizer isso. E com 50 fora da localidade tambem é uma piada para as pessoas quem têm de fazer kilometros para chegar ao emprego.
      A solução para os acidentes não é reduzir velocidade mas sim responsabilidade.
      Não mexam no telemóvel enquanto conduzem, não virem todos bêbados do tasco as 10 da manhã, usarem a porra do pisca, etc etc

      • Pedro says:

        Mantenham distâncias porque além de perigoso, stressa bastante levar com um carro colado à traseira. Se quer ultrapassar ultrapassa, agora um parolo que não sabe ler o trânsito e a estrada e não percebe que não vai mesmo conseguir ultrapassar… Para quê? É assim que elas se dão.
        Os veículos e os pneus estão mais do que preparados e adaptados para velocidades elevadas. Os condutores é que não.
        Como alguém disse num comentário, o ensino e preparação para obter carta de condução é anedótico. Não há nenhum governo que pegue nisto a sério.

    • Rui Silva says:

      Tenho uma proposta melhor, andemos todos a pé.

    • ze says:

      As estradas em Portugal são uma vergonha, em vez de mudar a velocidade, deviam de alcatroar novamente as estradas. Basta andar na vizinha Espanha que poupamos nos rolamentos para o carro 🙂

  3. Miguel says:

    a taxa de mortalidade rodoviária portuguesa
    é o dobro da espanhola

    mas
    cá na parvónia
    não é preciso fazer nada
    que está tudo bem…

  4. Paulo L says:

    O que vou escrever, serve tanto para Portugal como para Espanha.
    Enquanto as aulas de condução forem dadas para ensinar o básico e suficiente para aprovar, bem pode reduzir a velocidade porque até a 10km/h vai existir atropelamentos mortais.
    Infelizmente a maioria dos acidentes são catalogados como causa a velocidade, se ias a 140 foi porque ias em excesso de velocidade, se ias a 110 era velocidade excessiva, e em qualquer dos casos não ouve tempo de reagir, no final o urso que conduzia o carro da frente e que mudou de faixa sem indicar ou olhar os espelhos porque ia como o telemóvel na orelha, prosseguiu a viagem.
    Imagine-se a investigação que faz a polícia no local para obter os dois termos mais usados nos acidentes, o condutor seguia em excesso de velocidade (ou velocidade excessiva) e não teve tempo de reagir.

    Querem resolver o problema, tem de mudar as mentalidades a partir das escolas primárias e secundárias, através de educação e consciencialização sobre os perigos na condução, não só a velocidade mas também como deve um peão circular, uma bicicleta, os perigos de mudar de faixa sem olhar para os espelhos ou indicar, de usar as maos para mais do que não seja a condução, e ensinar que um carro não é uma extensão do peni* ou uma forma de afirmação viril.

    • Joao says:

      +1 E o mais engraçado é que, pela experiencia que tenho, as pessoas que se queixam do excesso de velocidade dos demais são precisamente as pessoas que têm comportamentos de risco como utilizar o telemovel, não sinalizar as manobras, não comprovar devidamente que se pode mudar de faixa, etc. etc.

    • Fak says:

      Paulo L
      isso é verdade, à pouco tempo tive de ir à escola de condução proxima, fui renovar a carta C… tive de esperar pela senhora que trata disso, então fui assistir às aulas de codigo…
      SURPRESA!
      não têm livro de codigo, basicamente o instrutor mete testes de codigo no projetor do Bom Condutor, e os alunos vão fazendo, as que errarem o instrutor explica…
      grande merd@, anda o pessoal a pagar balurdios para tirar uma carta, e metade dela podiam fazem em casa, no seu sofá…
      agora eu olho para os gajos nas aulas de condução e começo a pensar: estes gajos nem num livro de codigo pegaram, memorizaram as perguntas do IMT, daqui a 2 meses já não se lembram de nada e vão andar na mesma estrada que eu!

  5. Luna Pacheco says:

    Já estive nas autobahn alemãs. Podem não ter limite de velocidade mas conduzem de longe muito melhor que a maioria dos portugueses… não é por muitos andarem a 150 em média que há mais acidentes.
    A velocidade não mata, a estupidez e ignorância sim… acho que reformar o que é ensinado nas escolas de condução e fazer formações gratuitas para quem já conduz há muito tempo ajudaria muito mais… é uma solução muito mais cara, sim, mas também quanto custam a vidas que são perdidas todos os anos por causa deste sistema deficiente? Pois. A mim nem sequer me ensinaram a fazer manutenção nenhuma no carro, tive que pesquisar e aprender tudo por mim mesma!

  6. zé tuga says:

    sabem porque é que as autoestradas espanholas têm duas vias? para os tugas que lá vão poderem ultrapassar os espanhóis que circulam sempre pela direita e dentro dos limites de velocidade!

    • Fak says:

      zé tuga que é zé tuga, conduz um pesado na via da esquerda! já vi isso a ser feito, na A2.

      • Pedro says:

        Fak, esse teve ter sido exceção. Os camionistas tugas são bons condutores. E costumam facilitar bastante. Falo enquanto condutor de 4 e 2 rodas.

        • Fak says:

          eu já o fiz mas na via do meio… tava a sair de lisboa com a minha pesada, o meu chefe vinha comigo porque o carro dele avariou…
          ele disse-me assim: não precisas de GPS, metes-te aqui na via do meio e sempre em frente até à A1… e foi o que fiz, sempre em frente, nem mudei de via.
          LOOOOOL.
          quem não facilita mesmo nada é o pessoal de lisboa, tenho literalmente que meter a frente da pesada à frente dos gajos que um gajo se ficar à espera com o pisca ligado bem fica lá até às 4 da manhã…
          piores mesmo são os taxistas, tava eu a dar pisca naquela vez com o meu chefe, quando não vi nenhum carro ia passar para a via da direita e aparece-me um taxista a buzinar, obriga-me a parar sob o medo do acidente para passados 5 segundos passar o cabrão… simplesmente queria passar antes do semaforo ficar vermelho, porque o meu chefe como está mais perto do espelho conseguia ver mais para baixo do que eu, e ele disse-me que não havia nenhum carro ao meu lado, foi puramente para ultrapassar… pela direita…

  7. Vasco says:

    Eu resumo a lastimável situação nacional em três palavras: Malta Muito Ordinária.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.