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Renault Twingo E-Tech: citadino elétrico europeu chega a Portugal focado na eficiência

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. freakonaleash says:

    Preço canhão para a malta não remediada continuar a comprar usados pelo mesmo valor ou mais baixo de 1 ou 2 segmentos acima (o Twingo é segmento A 4 lugares)!

  2. Realista says:

    Para quando a versão cabrio?

  3. B@rão Vermelho says:

    Só é pena ter autonomia de inversão de marcha, quando acabas a manobra acaba-se a bateria e não pode ser numa avenida. 🙂 🙂 🙂
    Até a data comprávamos um carro citadino que fazia tudo com maior ou menor conforto, atualmente temos de ter um carro para cada situação, só pela autonomia, antes que começam já com teorias de conspiração, há pessoas que gostam de fazer viagens seguidas, sem paragens, eu por exemplo à vezes que paro e outras que não, dependendo da “urgência” de chegar, dai estar a pensar comprar o Model Y, para evitar ao máximo ter que obrigatoriamente de para, parar é uma opção não uma obrigação.

    • Vítor M. says:

      Acho que as pessoas, algumas, as que nunca conduziram um elétrico, não têm noção do que é autonomia e como se gere no dia a dia. Repara, eu oaté “percebo” o argumento, mas o Twingo não foi concebido para substituir todos os carros em todas as situações. É um citadino elétrico, pensado para percursos urbanos e suburbanos, onde a esmagadora maioria das deslocações diárias acontece. Isto porque grande parte dos portugueses não faz mais de 35 km por dia. E, como referi, os que estão debaixo do chapéu que serve este carro, ganham muito em ter um elétrico deste calibre para as deslocações da sua vida. basta fazer contas.

      Dizer que a bateria acaba ao fim de uma manobra é um exagero que não corresponde à realidade. Até é estranho tu dizeres isso, confesso. Como é referido, a nova geração aponta para mais de 300 km de autonomia em ciclo WLTP, o que é mais do que suficiente para vários dias de utilização para muitos condutores.

      Quanto às viagens longas, é verdade que ainda há quem prefira fazer centenas de quilómetros sem parar. Mas, quem faz isso regularmente ? 10% da nossa população ativa? E este não será um veículo para esses, normal.

      O importante é escolher o carro adequado às necessidades. Criticar um citadino por não ser um estradista é como criticar uma carrinha de mercadorias por não ser um desportivo.

      • B@rão Vermelho says:

        Repara, a minha resposta é uma resposta humorística com um grande fundo de verdade, até aqui compravas um carro que
        “tinha” de fazer tudo, agora temos um carro “só” para a cidade.
        Eu que não faço grandes deslocações porque não faço férias em Portugal mas tenho familiares na zona de Tumar e Portimão que visito com regularidade, e para fazer estas deslocações não acho normal ter de parar para recarregar, mas isto sou eu.
        Eu também faço viagens de mota e tenho de parar a cada 320 Km, mas paro 5 minutos, mas é como tenho dito, como ainda não tenho VE, e estou formatado para os a combustão estes pormenores ainda fazem confusão, em principio até ao final do ano vou comprar VE, porque necessito mesmo de ter um carro de 5 lugares, como eu e os meus irmaos oferecemos um Smart aos meus pais, com a idade dele é perfeito, mas uma emergência fica complicado eu poder ajudar porque o meu carro também é só de dois lugares.

        • Vítor M. says:

          Sim, como referi, ainda há um adaptar das pessoas a este novo conceito de “consumo”. Quase como aqueles que dizem “o quê, esse carro só tem autonomia para 400 km? Para mim não dá, não chega ao Algarve!”.

          Bom, na verdade o argumento parece válido, mas é apenas por falta de experiência. Se não vejamos, este tipo de argumento é de quem vai ao Algarve uma vez por ano e que, quando usa o seu carro no dia a dia, para fazer 30 ou 40 km, gasta num mês 150 euros de combustível. Portanto, algo como 1300 euros por ano. Se tiver um elétrico, que consiga carregar em casa, a rondar os 12 cêntimos o kWh, para estes mesmos quilómetros, gastará, num ano, 180 a 190 euros. Ora, terá facilmente uma poupança de mais de mil euros. Em 5 anos, terá poupado mais de 5 mil euros. Contas por baixo, sem falar no restante.

          Portanto, mais do que gerar cenários insanos e irrealistas, as pessoas têm de pensar, de ponderar, de se informar. Se a ideia é comprar um carro novo, porque precisa mesmo, porque tem essa necessidade, a oferta é muita e a preços já bastante ajustáveis.

          Agora, um elétrico não serve todas as pessoas, e por isso é que as pessoas têm de ver o que mais se ajusta à sua vida, se tem onde o carregar, se tem a autonomia que precisa para o dia a dia, se o custo de aquisição é viável… etc etc etc.

    • JL says:

      Simples, essas pessoas não comprem este carro.

  4. Tug@Tek says:

    Bateria de 27,5 kWh, carregador na melhor das situações de 11 kW, recuperar de 10% a 80% da carga total da bateria em cerca de 30 minutos.
    Que contas são estas?

    • Vítor M. says:

      Não podes truncar o texto. Os 30 minutos não se referem ao carregamento AC de 11 kW. O texto indica que o pack Advanced Charge adiciona também carregamento rápido em corrente contínua (DC) a 50 kW. É nesse modo que a Renault anuncia a recuperação de 10% a 80% da bateria em cerca de 30 minutos. Em AC a 11 kW, o tempo seria substancialmente superior.

  5. utherzzao1 says:

    É gigante comparado com o mk1!
    Tem muito pouca autonomia! Não vai ser um sucesso de vendas…

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