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Rajadas superiores a 170 km/h danificaram pelo menos quatro caças F16 na base de Monte Real

                                    
                                

Imagem: CM

Autor: Ana Sofia Neto


  1. há cada gajo says:

    Equipamentos caríssimos guardados em construções de papel…

    • Nuno M. says:

      Claro,
      O dinheiro esvaice todo, em buracos, como aquele ba Europa Central..

      Depois dizem a defesa está assegurada??
      Com os nossos aviões 5000 km a norte para ameaçar os Russos??

      quando alguém me diz que a defesa está assegurada, eu presumo que seja a defesa do nosso País.
      E depois vejo 175km/h destroi a estação meteorológica…puff.
      Estamos a falar de vento, e nem o vento nós vencemos.

      Isto pode ser deus que nos está a castigar, pela atitude belicista, e pelo apoio a uma loucura sem fim.
      Que deus salve os bons, pelo menos.

  2. Nome says:

    A FAP é uma anedota. Colocam aeronaves de MILHÕES de euros numa espécie de pré-fabricado. Quem no seu perfeito juízo acho que aquela estrutura de treta era segura para o que quer que fosse? A casota do meu cão é maus robusta e segura que aquilo… E agora lá vai o tuga pagar pela incompetência deles.

    • PAULO SILVA says:

      Será que no aeroporto de Lisboa na TAP Maintenance & Engineering, onde se faz a manutenção da frota, se tivesse passado a mesma tempestade a estrutura iria aguentar? Serão eles incompetentes também? Ou será a norma deste país para o clima normal que tem? O que aconteceu foi algo anormal, por isso se chama calamidade publica.
      Se fosse algo recorrente, as estruturas seriam feitas de outra maneira.
      A casota do seu cão não custa o mesmo que um hangar para vários aviões, principalmente para suportar ventos acima de 180 Km/h…

      • d1 says:

        Mas só se fazem planeamentos/previsões para situações “normais”?

        • Nome says:

          Esquece d1, estás a bater em cavalo morto. Esse senhor acima escreveu escreveu escreveu e não disse nada mais do que “somos um país de remendos e estamos bem assim”. Desconhece por completo o ditado muito antigo “antes prevenir que remediar”.

      • há cada gajo says:

        Pois, a questão é mesmo essa: a falta de visão. Ninguém quer saber das hipóteses, apenas querem saber do orçamento mais baixo que o excel valida. Quanto hangares com construção adequada farias com o valor de um F16 ? O que é preferível então ? Na tua ótica, deixar destruir os F16…

  3. Tiago says:

    Estas aeronaves estavam no hangar de manutenção, que é mais “frágil” que os outros.
    Não havia como os movimentar a tempo.

  4. Stanley says:

    Ofereçam os F-16 para Argentina. E comprem novos.

  5. E a base de Beja says:

    Se Monte Real estava no caminho da Tempestade principal, porque não transferiram a Esquadrilha para outra base, a base de Beja, por exemplo?

  6. Diana says:

    Ainda bem, isso a andar polui muito.

  7. Atento says:

    A desculpa ideal para forçar/acelerar a renovação e não permitir atrasos. Assim, já é possível lançar o argumento da operacionalidade …
    Espero que seja pelos Gripen.

    • O Pratico says:

      Gripen nao. Eurofighter. A Airbus ja prometeu investir mais em Portugal e até incluir portugal em futuros projetos e optarem pelo Eurofighter.

      • Dinis says:

        Gripen por favor!!! São os mais baratos e os melhores…

        • Nuno M. says:

          Os F16 teem uma grande vantagem, são a plataforma com mais compatibilidade de armas na OTAN.
          .Vai ver a listagem de armamento que o f16 pode usar.
          Depois é um avião extremamente testado.Tem tido melhorias com o tempo,etc.

          Os Gripen, são de baixo custo defacto, mas aquilo de Suéco, tem só a armadura, o resto é de tudo e um par de botas.
          É um pesadelo, teres que depender de tantos Países para ter peças para 1 avião.

          No papel, o Gripen serve, para um País pequeno como nós, mas era importante integrar também tecnologia nossa.
          No entanto a quantidade de armas que ele pode levar, é muito pequena.
          Não tens grande escolha.

          E depois, é uma incógnita, não é nem de perto um avião testado continuamente ao longo de décadas.Isso importa e muito.
          Em dogfight, é muito bom, mas dogfight?
          Os Russos teem misseis ar-ar que te abatem o aparelho a 400km.
          Achas que o dogfight, vai ajudar?

          Sobre os supertucanos, são caros, mas para treinamento, e para missões leves são uma opção eficiente.
          Depois podes usa-los para transporte de orgãos, entre distritos, certo?

          Embora que hoje em dia já se pode usar drones, porque é milhões de vezes mais barato.
          No entanto essa opção deve ser considerada.

          • Dinis says:

            O Gripen é de 96… Desde essa altura que se anda a bater com os Russos… Não te esqueças que volta e meia há um Russo a invadir o espaço aero da Suécia.
            67% Sueco ou europeu e 33% americano. Não me parece que haja falta de peças. Além disso é totalmente modular, é a opção mais barata, tanto na compra como na manutenção, é o avião mais fácil de ensinar tanto a pilotos como técnicos, pode aterrar e levantar numa estrada normal (nem o Euro nem o F35 fazem – ability to operate from snow-covered landing strips of only 500 metres), uma hora de voo do gripen custa de 5000 a 10000 dólares, um hora de F35 custa 33 a 44 mil, a vida de serviço do Gripen é de 50 ANOS!!!!, ao contrário do que estás a dizer a SAAB faz sempre acordos com os países para usar componentes fabricados no país que compra, “By November 2010, the Gripen had accumulated over 143,000 flight hours without a single engine-related failure or incident”, está pronto para combater em 10 min com o mínimo de pessoal (a short-turnaround time of just ten minutes, during which a team composed of a technician and five conscripts would be able to re-arm, refuel, and perform routine inspections and servicing inside that time window before returning to flight for air-to-air missions), “The Gripen had an estimated CPFH of US$4,700 whereas the next lowest, the F-16 Block 40/50, had a 49% higher CPFH at $7,000”.
            Além disso conheço uma pessoa na FAP que diz que o preferido por quem sabe é o Gripen, o problema são os políticos.
            Quanto às armas leva tudo americano não percebo o falares da compatibilidade. Além disso leva armas inglesas e francesas. E “The Gripen E is specifically known for high-capacity, carrying up to seven Meteor missiles, or a mix of nine missiles and 16 smaller bombs. ” O meteor tem um alcance de 200km. E leva AIM120 e AIM9 bastante standart…
            Uma nota: nunca falei dos Super Tucanos. São os melhores aviões CAS (close air support) a seguir ao A10 e custam uma fração.

    • Joao Ptt says:

      A força aérea portuguesa já se decidiu pelos F-35.

      Eurofighter e Gripen não são de 5.ª geração, e Portugal quer ter a possibilidade participar nas operações mais avançadas da OTAN/ NATO, por isso precisa do F-35. É este o motivo.

      Eurofighter, Gripen ou eventualmente outro poderiam servir para policiamento aéreo, mas em caso de guerra, toda e qualquer vantagem pode fazer diferença no campo de batalha.

      • Dinis says:

        Desculpa mas estás enganado. Portugal recusou os F35 à pouco tempo e está inclinada para os Grippen. O F35 dizem que é de 5ª geração mas a única coisa que tem a mais que os grippen e os eurofighters é o Stealth que, dizem os especialistas, já não interessa porque os radares já apanham.
        Vai ver um exercício em que os eurofigheters “mandaram a baixo” um F22. Não o F35 MAS SIM O F22!!! Nunca mais saiu dos US para exercício nenhum o F22…

      • Dinis says:

        https ://www.aereo.jor.br/2025/03/13/portugal-descarta-compra-de-cacas-f-35-e-avalia-alternativas-europeias/

        Eu vi num jornal português na altura.

  8. Joao Ptt says:

    É estranho porque o hangar de manutenção não é uma estrutura robusta, e os portões daqueles anti-explosão.

  9. IntrePrus says:

    Nao dava “pra mandar” os avioes para Marrocos enquanto a tempestade ia passando? Nao e pra mim . Foi um amigo que perguntou.

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