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Radares inteligentes conseguem apanhar quem vai ao telemóvel

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Luis Rosalino says:

    Bem feito.

  2. Danny says:

    Se alguém quiser mudar ou ajeitar o telemóvel, está tramando!

  3. Tiago says:

    Bem vindos as cidades prisão( inteligentes)
    Mais controle e poder e também controlar os telemóveis lol

  4. LA says:

    Finalmente. A ver se é desta que se acaba a porra do telemóvel ao volante. Para mim os telemóveis, as manobras perigosas e o álcool, matam mais que qualquer outra coisa, durante a condução.

    • Silva says:

      Naaah, nada disso, estás redondamente enganado. O maior perigo são os carros esteticamente modificados, uma grelha ou acessório diferente do original, luz do interior que não seja branca ou amarela… Esse é o real perigo. Acredita em mim. O tuning é temível.

      Aos olhos de todos qualquer carro modificado faz corridas ilegais. Posto isto, apreensão de documentos.

      • Rodrigo says:

        O tuning é o maior perigo, morrem mais pessoas em carros tuning todos os dias do que gente embriagada e ao telemovel. *kappa*
        Agora mais a sério, à uns meses atrás vi duas vezes (em dias diferentes), 2 pessoas que iam com o telemovel na mao a 40 na segunda circular com os 4 piscas ligados… Fiquei WTF a olhar para aquela merda.
        Por isso, depois de ter visto isso, já nada me choca.

  5. Carlos Seixas says:

    As autoridades não podem ter acesso ao que se passa dentro de um veículo, pois isso seria uma intrusão na privacidade dos cidadãos. Uma coisa é detectar a que velocidade um veículo transita; outra, completamente diferente, é recolher imagens do que se passa no interior de um veículo, coisa que constituiria um crime, e dos graves.

    • Jane Doe says:

      Em que baseias esse comentário? As multas de radar são acompanhadas por uma fotografia do condutor (dentro do veiculo). Além disso, tanto o uso de telemovel como a falta de cinto de segurança, entre outros, só podem ser avaliados “tendo acesso ao que se passa dentro do veiculo”.

  6. Jane Doe says:

    Usar telemóvel enquanto se conduz é absurdo. Por outro lado, usar o infotainment dos carros actuais não é muito diferente, até porque muitos deles espelham o próprio telemóvel.

    • Ricardo says:

      Bem isto.

      Sendo que concordo totalmente com a não utilização do telemóvel ao volante (dada a perigosidade do mesmo) considero uma completa idiotice não policiarem afirmativamente igualmente outros aspectos similarmente impactantes na condução. Como comer ao volante, por exemplo.

      A questão dos novos carros com toda a parafernália de informação nos “tablets” no tablier e quadrante então é a hipocrisia completa. É perigoso usar o telemóvel na mão, se o usarmos num suporte já não é. Se usamos um dash carregado de pontos que permitam distração, com comandos não táteis para toda e qualquer pentelhice também não é. E se a justificação (idiota) é a utilização de uma das mãos, então que tal banir toda e qualquer utilização dos membros superiores para tudo o que não seja o processo da condução, durante a condução? Simples assim. Com regras idiotas se combatem regras idiotas…

      Quem terá sido o idiota que achou que tais sistemas instalados nos carros “modernos” não apresentam qualquer perigosidade? …

      Entregues aos bichos e aos interesses é o que é…

  7. :-) geek ??? says:

    bem, é melhor ir viver para marte porque este planeta está demasiado controlador…

    • Mr. Y says:

      Controlador sobre uma coisa que é proibida e que afecta a segurança?
      Tens bom remédio e podes fazer umas contas de merceeiro. Compensa mais comprar um kit mãos livres ou sujeitares-te a apanhar uma multa por usar o telemóvel?

      • Zé Fonseca A. says:

        o kit maos lives nao manda sms nem emails

      • :-) geek ??? says:

        nunca fui multado por utilizar o telemóvel enquanto conduzo, porque simplesmente, não o uso nessa situação … quanto ao “kit” mãos livres, a meu ver é uma inutilidade … em contrapartida, acho que os gigantescos ecrãs multimédias colocados pelos construtores nos automóveis deveriam ser banidos, porque esses dispositivos é que são perigosos 🙂

        • ONUBB says:

          nem mais, ia para comprar um carro em 2019 gostava do carro, só não comprai por isso mesmo ( ecrã multimédia ) não sou gosto, prefiro um radio dentro da consola.

        • Ricardo says:

          Bem isto. ☝️ E quem não consegue perceber esta simples afirmação precisa treinar um pouco mais o cérebro porque o dele não esta a funcionar como devia.

    • Louro says:

      Daqui a nada dizes que nao poderes andar com armas de fogo é demasiado controlador.

  8. PorcoDoPunjab says:

    Que pena não haver um radar destes para apanhar o Cabrita…
    Bom, mesmo que houvesse, naquele momento estaria inoperativo, claro.
    Já me faz lembrar o acidente mortal da princesa Diana num túnel em Paris.
    Aquele túnel tem câmaras de vigilância a operar 24h sobre 24h, 365 dias ano mas no preciso momento do acidente, não estavam a funcionar.
    É pá, digam lá que sou o único a desconfiar disto…

    Atenciosamente, PorcoDoPunjab

    • asimoto says:

      Claro que não és o único..
      Há mais uns quantos por ai..

      • PorcoDoPunjab says:

        asimoto, pois há mais uns quantos como eu, mas são poucos.
        O que há mais é como vc, por isso o país está como está.

        Atenciosamente, PorcoDoPunjab

        • asimoto says:

          Vocẽ confundiu o meu comentário..
          Eu estava a concordar consigo, e você lançou-me um ataque pessoal..
          Agora para me defender tenho que lhe por um açaime!

    • Louro says:

      Secalhar nao era o Cabrita que ia a conduzir, mudem a lei para que o passageiro seja responsabilizado em caso de acidente ou nao cumprimento do CE e já podem chupar o sangue do homem a vontade.

    • Louro says:

      Ah, e prova lá que no tunel em questao tinha, em 1998 cctv a funcionar 24/7.

    • Hugo says:

      Desconfiar não são certezas e a justiça funciona com certezas, seja para o bem ou para o mal. Tudo o resto é blá blá blá que nunca sairá do teu sofá.

      • Ricardo says:

        Justiça? Não… Hipocrisia e interesses.

        Corrigido. Não tem de quê.

        Mas tente ir aprendendo umas coisas, que correções destas náo duram sempre.

        Não vá continuar a acreditar em cavalos alados e na sua ‘justiça para o bem e para o mal”.

        • Hugo says:

          Não aprendi absolutamente NADA. Existem interesses na justiça? Jura? Não posso acreditar.

          • Ricardo Silva says:

            Se não pode acreditar é lá consigo.

            E porque não se importa de “virar o rabo” e ir com o “fluxo” dos tais interesses (suponho que a parte do “para o mal” do seu comentário) não pode esperar que os outros tenham que decidir virar o rabo da mesma forma e aceitar e conformarem-se com o que está incorrecto. Muito menos deve responder às pessoas com a altivez com que o faz, com os seus ” blá blá blá que nunca sairá do teu sofá”. Aprender cada um a estar no seu lugar é bom e recomenda-se. Tem a sua opinião? Óptimo. Respeite a dos outros.

            Felizmente o despotismo e o nacionalismo exacerbado (onde tudo o que o “Estado” diz é “Lei”) caiu em desuso – por muito que alguns indivíduos gostassem que assim não fosse.

            Tenha uma boa noite.

  9. fininho says:

    Já para detectar fogos florestais, que estamos a entrar na época neles, nada se inventa ou implementa.

  10. Paulo Pedroso says:

    RGPD aprova ?

    Isto é, cometer um crime para tentar apanhar outro crime? Porque a câmara vai estar constantemente a tirar fotos até captar algum telemóvel…

  11. Luis Sousa says:

    fixe, agora é só arranjarem um radar para ver quem é que está a usar o sistema de infitainment do carro, ainda que seja só para desembaciar o vidro, porque estes são bem mais complicados de utilizar em andamento do que qualquer telemóvel….ainda assim gostei da medida.

    P.S.—-e para quando um detector de politicos sem escrupulos?

  12. Mestre D'Aviz says:

    Estudos anteriores (talvez dos Suecos), provaram que conferenciar em alta voz, diminui as capacidades de reação do condutor.
    Acho que para começar a discussão é importante. Em trabalho, quem usa a alta voz tem de se concentrar nas ideias da conversa para tomar decisões na hora. O risco a 120Kmh aumenta imenso.
    Quem vive a situação não gosta, se for uma pessoa responsável.
    Mas seja em trabalho ou no FakeCook, nenhum tem a prioridade sobre a vida humana.
    Cumprimentos.

    • TXG says:

      Então e o que dirá esse estudo sobre falar com outras pessoas dentro do carro? Carros individuais e pronto…:p

      Em todo o caso o problema vai mt além do telemóvel.
      1o – há questões sobre privacidade, uma coisa é estar a transgredir por excesso de velocidade, e mesmo nesse caso, nas multas em que vem a foto é mt dificil distinguir o condutor. Outra coisa é tirar fotos a TODOS à “espera” que algum esteja a transgredir e ainda por cima identificar o condutor!!??

      2o- Provavelmente há legislação sobre isso, não conheço, mas os sistemas de touch dos carros novos são uma distração mts vezes maior do que o telemóvel. É incrível a quantidade de coisas que se mete naquelas consolas para poupar em 2 ou 3 botões, que sendo físicos e, logo, apenas como tacto se podem controlar.
      E mesmo os sistemas com voz, nunca percebem nada do que se diz e lá obrigam a olhar para o ecrã (que em mts casos até ocupa o tablier todo) à procura de algo que ainda por cima obriga a andar a navegar em menus, e tal.
      A legislação devia ser mt mais apertada nestes casos. Há aí com cada “abuso”.

      • Mestre D'Aviz says:

        “Então e o que dirá esse estudo sobre falar com outras pessoas dentro do carro? Carros individuais e pronto…:p”

        Ora aí está. Quando alguém quer falar comigo enquanto conduzo, já está informado que as minhas respostas à conversa vão demorar o tempo que for necessário, dou prioridade à condução!

  13. Profeta says:

    Bom muito sinceramente, como andam as estradas Portuguesas e cada vez pior, nao acho nada mal haver um pouco mais de controle, e com cada asneira que se ve na estrada e malucos a acelerar como se nao houvesse amanha e so pensam no proprio umbigo sem terem a consciencia que podem colocar a vida deles e de outros em perigo. Entao eu digo que venha um pouco mais de controle nas estradas Portuguesas que faz falta. E a proposito ja ca faltava as bostas das leis da violacao de privacidade.

  14. asimoto says:

    Agora é que vai ser..
    Os pilotos dos elétricos, andam sempre a vasculhar o telemóvel, porque andam sempre sem bateria…pimba, toma morangos!

  15. Paul says:

    Penso que ainda não estão muito mal (mesmo se sou contra), a notícia deve ser muito antiga, pois em França depois de 2020 a título experimental, mas que vão entrar ao serviço durante o ano de 2022 existem radares que controlam, velocidade, uso de telefone, porte de cinto de segurança, passagem no semáforo, não respeito do stop, pisar a linha contínua e a distância de segurança e tudo isto pode ser provado com foto como é lógico. Por isso digo que a notícia deve ser muito antiga. Há radares que talvez sendo colocados em pontos perigosos, até poderão ser eficazes, agora colocados um pouco por todo o lado é eficaz para os cofres do governo até porque de segurança e/ou prevenção rodoviária não tem nada. É mais um assalto às carteiras do contribuinte, um no meio de tantos outros.

  16. Spirit says:

    E radares para apanhar os ladrões deste pais como Ricardo Salgado, Isabel dos Santos, mechia, pingo doce que tem a sede na Holanda, para esses não a radares?

  17. Jose Alberto Marques Martins says:

    Parece-me bem. Em 40 anos de carta tive dois acidentes. Em ambos os casos “entrada a pés juntos” pela traseira do meu automóvel. Distraídos a enviar sms nem repararam que os carros da frente estavam todos a parar. E nas passadeiras já tive de parar algumas vezes a travessia das mesmas precisamente pelo mesmo motivo. Condutores a olhar para o telemóvel e a enviar sms sem se aperceberem que havia peões a atravessar…

  18. Nunes says:

    2 pontos a meu ver importantes:

    Em Portugal é proibido os radares fotografarem de frente;
    Como é que uma fotografia vai distinguir se vou a mexer no telemóvel ou se simplesmente o tirei do bolso para o colocar no banco ao lado. É proibido mexer em objetos durante a condução?
    A informação do artigo pode ser válida (desconheço os equipamentos), mas em PT a legislação não o permite, RGPD.

  19. PeFerreira says:

    Estes sim, são os radares que precisamos. E quando implementarem, façam um estudo comparativo entre a redução do nr de sinistros dos radares nas retas e estes. Aposto que vamos ter uma ‘surpresa’.

  20. compro essa também says:

    Caça ao pato …

  21. Zambrotta-mos says:

    Leio com cada coisa…
    1.º RGPD – relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados. Quais os dados que estamos a falar numa foto??? Nenhum! Eu olho para a foto e não vejo nenhum dado pessoal! Por tanto, as fotos são válidas ao abrigo do RGPD!
    2 .º Sistema de mãos livres – Eu utilizo porque o carro trazia de série, mas exclusivamente para atender chamadas, saber a importância da mesma, e informar que posteriormente devolvo a chamada. Não ando com menus, ou a tentar que perceba por voz para quem quero ligar (as chamadas são antes ou depois da condução).
    3.º SMS – hoje em dia??? E atenção que não tenho redes socias, nem WhatsApp…
    4.º Concordo com todo o tipo de controlo da condução! Primeiro para punir todos os que não cumprem (apesar de não concordar com algumas regras da estrada, tenho de cumpri-las). Segundo, para dar dinheiro ao estado, quantos mais pagarem multas por não cumprirem, menos pago de impostos!
    5.º Querem ir ao telemóvel, ou não querem cumprir as regras de trânsito… Vão de transportes públicos! Não “existem”, cumpram com as regras!!! Em primeiro os deveres, depois os direitos!

    • Jose Martins says:

      Finalmente alguém com bom senso e conhecedor. Hoje em dia invoca-se o RGPD por tudo e por nada e apenas 1% perdeu tempo a ler. Tudo o que disse, disse e muito bem…

    • Carlos Seixas says:

      O que estás a dizer é uma completa aleivosia, o que me faz, inclusivamente, duvidar que tenhas a necessária formação académica para te pronunciares sobre o tema.

      A protecção do direito à imagem é umas das vertentes primordiais da tutela dos direitos de personalidade, sendo que a sua violação é punível tanto civilmente como criminalmente.
      Aliás, o direito à imagem é reconhecido e protegido pela própria Constituição da República Portuguesa, sendo acolhido e tratado com um dos direitos fundamentais dos cidadãos. E como direito fundamental que é, as normas que o protegem são de aplicabilidade directa e vinculam tanto as entidades públicas como as pessoas e entidas privadas.

      Relativamente ao conceito de “dados pessoais” nunca houve qualquer dúvida, tanto na doutrina como na jurisprudência, de que os mesmos incluem a imagem (foto ou vídeo) das pessoas. Aliás, a imagem de alguém é mesmo um dos dados pessoais de maior relevo. E se há coisa que o novo Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados veio fazer foi, precisamente, e nomeadamente através do seu artigo 4.º, alargar o conceito de “dados pessoais”, conceito esse que, a partir de então, passou a abranger “qualquer informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável”.

      Logicamente que se uma fotografia for tirada em condições tais que tornem impossível a identificação de uma pessoa, então, aí sim, não existirá qualquer violação do direito à protecção de dados pessoais. Portanto não se pode, de modo algum e sem mais, dizer que uma foto não viola o direito à protecção de dados pessoais; se a foto em causa permitir, directa ou indirectamente, identificar uma pessoa, então a mesma contituir ofensa à protecção de dados pessoas; no caso contrário, não.

      Acontece, porém, que há outros direitos em questão, no caso em análise. Ou seja, mesmo que uma foto, tirada nas circunstâncias descritas, não viole o direito à protecção de dados pessoais (o que só acontecerá caso a mesma não permita, directa ou indirectamente, a identificação da pessoa visada), sempre poderá a mesma ser susceptível de implicar a violação de direitos como o da reserva da vida privada… Imagine-se uma foto tirada de cima, a qual permita descortinar o que se passa no interior do veículo, assim como objectos que existam no seu interior… Nesse caso estariamos perante uma arbitrária, intolerável, desproporcional e injustificada invasão da privacidade das pessoas, comportamento este que é interdito, bem como sancionado, tanto civilmente como penalmente… Aliás, existem até situações, que muitas vezes se passam dentro dos veículos, de enorme melindre e relevância, quanto à vida privada. Pense-se, por exemplo, nas situações em que ocorrem actos de natureza sexual, os quais podem, inclusivamente, envolver uma pessoa debruçada sobre o colo de outra… ou mesmo duas pessoas ocupando o mesmo banco, uma em cima da outra, não raramente aos pinotes. Claro que ninguém estará proibido de olhar, quando um carro passa, mas aqui não é apenas um problema de ângulo que está em causa, mas o registo! A recolha de imagem ou vídeo é um registo! E um registo é algo que pode ser guardado, multiplas vezes consultado, quem sabe mesmo se adulterado, além de passível de publicidade e distribuição… Por exemplo: eu posso passar por uma pessoa, num passeio, e olhar para ela; isso não me dá, porém, o direito de lhe tirar uma fotografia…

      Enfim, o mal disto tudo é sempre o mesmo: as pessoas falarem sem terem o mínimo de conhecimentos sobre as matérias em questão, o que as faz dizer aleovisias, barbaridades e baboseiras em barda.
      No primeiro dos acórdão indicados: “A imagem vídeo de uma pessoa constitui dado pessoal.”.
      http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/33182fc732316039802565fa00497eec/ebec6daa4d61cc5e802587200049aa9f?OpenDocument
      http://www.dgsi.pt/jtrc.nsf/8fe0e606d8f56b22802576c0005637dc/141b49e56fb1bbc280258707003588fa?OpenDocument
      https://www.pgdlisboa.pt/jurel/cst_busca_palavras.php?buscajur=ac%F3rd%E3o&ficha=3226&pagina=129&exacta=&nid=8292

      • Zambrotta-mos says:

        Voltemos ao mesmo que disse…
        1 – Contexto: Ao ver a foto desta notícia, não é possível identificar a pessoa, logo não é abrangido pelo RGPD. É difícil perceber, ou tenho de ser mais explícito? Ou por acaso você consegue identificar a pessoa em causa?
        2 – Ao ver uma pessoa “aos pinotes” no carro (enquanto está em lugar público, e ainda por cima em andamento), melhor… quantas multas/ crimes são apanhados ao mesmo tempo??? Era todos os pontos da carta fora, e menos um “anormal” a conduzir em Portugal! Ou concorda com esse “tipo de condução”? (Acho que não é preciso ter formação académica para condenar esse tipo de atos!).
        3 – Invasão de privacidade e/ou vida privada aquando de estar em via pública, não percebo o que pretende tentar defender nesse sentido…

  22. Gutembergh Mendes says:

    Tecnologia pra ferrar cada mais o povo, se querem segurança no tramsito ajudem melhorar as nacionais, muito relva, baixa visualização em muito pontos, sem locais pra parar en caso de emergência. Mas sabe como primeiro a coima o resto angente ver depois

  23. Antonio Sequeira says:

    ora tanta conversa para quê !!! esta tudo ligado ,mas as intidades importam-se com as mortes na estrada !!!!!!? importam-se SIM é com a receita das coimas os milhoes que tiram aos contribuientes ,,porque se assim nao fosse ,as ditas autoridades nao se escondiao como labroes ,davam a cara e ai sim faziao prevençao rodoviaria todo o resto é paleio de chacha.sao os primeiros a transgredir a estacionar carros em locais pribidos entre outras açaoes.

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