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Radares dinâmicos custam 68.000 euros cada e têm algo que os tradicionais não têm

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. LS says:

    Eu ouvi dizer que têm 5kg de cobre no interior

  2. JP says:

    Alguma coisa temos que mudar em Portugal e se passar por mais radares como estes, por mim tudo bem. O que aconteceu nesta páscoa, com um número elevado de mortos nas estradas e as centenas de feridos graves, tem que acabar.

    • Semserebrusss says:

      tem-se visto que com mais radares tem havido menos mortes… só que não. dahhhh

      • KidsGraça says:

        Mas enche-se os cofres do estado às custas dos chico-espertos duuuuuuh

        • Fusion says:

          Mas o objetivo principal não é acabar com os acidentes e mortes? Nada contra as multas, quem cumpre não paga, mas encher os cofres do estado com dinheiros de multas deveria ser a ultima prioridade.

          • says:

            Sim. E se tivemos a páscoa que tivemos, imagina se tivessem anunciado que os radares ficavam todos offline nessa altura. Há mais carros na estrada, há mais turistas, logo é natural que os acidentes aumentem até. E na verdade basta um ou dois acidentes com consequências piores para fazer saltar os números. A estatística não se faz num evento, numa quadra ou até num ano. Faz-se ao longo de muito tempo.

      • Tiago says:

        Acha que existem muitos radares em Portugal?
        Existem 100 de Velocidade Instantânea e 23 de Velocidade Média

    • freakonaleash says:

      Os radares não apanham a malta a conduzir a olhar para o telemóvel ou a retocar a maquilhagem…infelizmente o justo irá pagar pelo pecador.

      • Rui says:

        Aqui o justo não paga pelo pecador, a não ser que vá em excesso de velocidade.

      • says:

        Bem, ainda não. Mas já se fala que poderão existir em breve radares que detetem isso. Mas chamar ao tipo que vai em excesso de velocidade justo, é piada de 1 de abril atrasada?

        • freakonaleash says:

          O que eu quero dizer com isto é que eu quando verdadeiramente tenho condições para também posso apertar com o acelerador. E quando falo em condições falo em ausência de peões nas bermas, estradas em bom estado e tráfico diminuto. E penso que tal como eu milhares de condutores. E esses serão apanhados por uma malha de radares por irmos a 60 numa zona de 50, onde podermos ir a 60 em tranquilidade. Aí pagará o justo pelo pecador por que os outros pisam o pedal do “Ibiza” tunado que têm nas mãos porque sim, porque gostam de rasgar e fazer espalhafato seja onde for.
          Se em vez de apenas radares em cima de radares tivéssemos também patrulhas efetivas e repetidas em zonas problemáticas, isso é que era de valor, mais é mais fácil caçar os incautos sem levantar o traseiro da secretária enquanto ao lado traficam estupefacientes, fazem barulho às altas horas da madrugada, assaltam, esfaqueiam e por aí fora.

    • Tiago says:

      Tendo em conta que os acidentes na estrada são uma das maiores causas de morte nas idades em “teoricamente” as pessoas não deviam morrer, até custa a acreditar que a maior parte dos condutores que todos os dias andam na estradas e correr riscos elevados estejam contra a implementação de novos e mais eficientes radares.
      Ao contrario do que se possa pensar Portugal deverá ter neste momento menos de 150 radares fixos!!
      Deviam ser 1500 e também deveria haver uma “caça” às manobras perigosas que muitas vezes são feitas cumprindo os limites de velocidade e também provocam muitos acidentes.

  3. Yamahia says:

    “…Diferenciação automática entre tipos de veículos, aplicando limites de velocidade distintos perante ligeiros ou pesados….”
    Em PT não é preciso andarem com calibrações. Os limites qdo baixam, baixam igual para todos. Camiões e carros tudo ao monte e fé é q é seguro.
    Logo podemos comprar mais barato.

  4. Paulo Gomes says:

    Quando começar a doer na carteira, só cai na segunda vez se for muito burro… O pessoal só tem é que ser martelado e mais nada!

    • PoiZé says:

      O doer é relativo…
      Como dizia um certo senhor: Estaciono onde quero e depois SE cair a multa logo a pago! Andar às voltas para encontrar lugar? Estacionar longe, ter de pagar o estacionamento e ainda andar sei lá quanto tempo?!? Nem pensar. . Sai-me mais caro e demoro muito mais tempo a procurar um lugar do que parar à porta do sitio onde vou… Mesmo que seja multado.
      E sim, fazia isso regularmente.
      E não, não estou de acordo mas é a realidade: 30€ a 300€ de multa (que na realidade e por norma são 30€ ou 60€) não é dissuasor para muita gente (e para alguns é, aparentemente, até um convite a estacionar mal)
      E o mesmo para as restantes multas, incluindo as de excesso de velocidade. Para muitos, o valor é irrelevante.
      E para outros tantos, p.e. malta com carros da empresa, é igualmente irrelevante pois raramente são eles os penalizados…

      • Zé Fonseca A. says:

        Com a emel a multa está sempre garantida, podes é ter o carro bloqueado ou rebocado que custa mais umas mocas

      • says:

        O problema é também esse, mas é acima de tudo cultural. Aqui na minha terrinha o estacionamento é onde calha. Existe bastantes parques e faz-se quase tudo a pé a partir do parque sem qualquer problema. Vou à escola levar os putos e é carros por todo o lado, no passeio, na ciclovia e nas passadeiras (a bloquear os putos), em segunda e terceira fila, nas rotundas, no meio da estrada. O degredo total. Vou ao centro e é carros por todo o lado, nos passeios, na beira de estrada a bloquear o trânsito. Até numa outra escola onde existe um parque com 200 ou 300 lugares mesmo em frente é literalmente atravessar a rua e que nunca enche, os papás e mamãs preguiçosos param o carro nos passeios de forma a que ninguém passe, nem cadeiras de rodas, nem carrinhos de bebé. É falta de cultura, falta de civismo. E também falta de “mão”. Um carro em cima do passeio não devia ser 30 euros de multa. Devia ser bem mais. Não dói o suficiente.
        Acho piada em certos locais os lojistas são os primeiros. Preferem deixar o carro em cima do passeio o dia todo a deixar o mesmo no parque a 150 metros (se tanto). E depois andam sempre à coca a ver se a moina passa. Mas algum dia eu ficava descansado assim? Engraçado é quando a polícia se lembra de fazer um “arrastão” ao estacionamento. Parecem baratas a sair debaixo das pedras a correr para os carros. A polícia devia fazer arrastão o dia todo.

  5. O sentido das coisas says:

    83000€

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