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Questão: fará sentido termos centrais nucleares em Portugal?

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. sapaxoxa says:

    Uma igual à do Brasil que depois aquece a aguinha. Vais à praia com agua quentinha hã…bem bom. LOL

  2. Eduardo Silva says:

    Depende do tipo de central nuclear. Se for uma central nuclear clássica é completamente desajustada das nossas necessidades e extremamente agressiva do ponto de vista ambiental. Por outro lado, se for uma mini central nuclear moderna, mais pequena e mais controlável, do tipo Small Modular Reactors (SMRs), entendo que poder-se-ia ter umas 3 em Portugal (1. Norte; 2. Centro; 3. Dul) e ter-se-ia uma boa cobertura e distribuição de energia em todo o território

    • Sérgio Sequeira says:

      Concordo plenamente!! Cada vez mais a independência energética é um factor estruturante do desenvolvimento económico e até de segurança estratégica (face a dependência exterior). Com isso não quero dizer que deveríamos desinvestir na tecnologia de energias renováveis (solar, eólica e eólica offshore, hídrica/barragens como no sistema Alto do Tâmega) ficando a energia nuclear como suporte da rede (estabilidade) e complemento para quando o sistema das renováveis não cobrissem a procura!! Sendo que o objetivo principal seria sempre independência energética e estabilização do preço do kw (isolando assim de impactos externos)

    • int3 says:

      Clássica? O que é isso? É agressivo ambientalmente porquê? É que as novas são as mais seguras de sempre e as mais limpas que alguma vez se fabricou.

  3. Gringo Bandido says:

    Fará sentido até ao primeiro susto depois já ninguem dorme descansado.

  4. José says:

    Completamente a favor já perdemos demasiado tempo com estes tabus ! Energia continua sem altos e baixos devido ao clima e batata essencial para a indústria ser competitiva! Mini centrais nucleares seria a melhor opção!

  5. Jaime Alves says:

    Não. Devemos aumentar o recurso às energias limpas, aeolicas, solar e hídricos. Incentivar para o aumento das duas primeiras a particulares.

    • Não sei says:

      900000 milhões é o preço disso, sem contar com painéis solares (quase 76% do país ou 65000000000 hectares, sobre o Atlântico), e com baterias.
      Está disponível para pagar 500000 euros, por ano, para isso, além de cada junta de freguesia pagar 600 milhões de euros, por ano, para isso?
      Fica mais barato edificar 30 reactores nucleares, produzir 1000000000% de energia, do que avançar, para isso.

  6. Valter Lucena says:

    Fazia sentido haver já duas centrais de energia nuclear em funcionamento. Estamos muito atrasados a nível energético em comparação com países como a Espanha ou França. Mas onde? Lá vinham as manifestações contra a instalação de uma central nuclear, os cordões humanos, as famosas providências cautelares, etc. Além disso, hoje vemos que desmantelar as centrais a carvão (ainda que seja um combustível fossil) foi um erro! Podemos ter que ser obrigados a diversificar a energia entre o nuclear, renováveis e fóssil. Mal comparado, basta lembrar o apagão. Ter tudo somente no renovável pode ser má ideia e o fóssil ainda é e sempre será uma alternativa muito válida.

    • Max says:

      Foi um erro desmantelar as centrais a carvão porquê? Já viste a evolução do preço do carvão importado desde 2021? Em 2025, em Portugal, as 4 centrais a gás (de ciclo combinado, gás e vapor) produziram 17% da energia elétrica produzida internamente. Independemente da poluição, para quê manter centrais a gás e a carvão.
      No apagão vinha tudo abaixo, a começar pela centrais nucleares, as primeiras que foram desligadas, em Espanha, por razões de segurança. E não serviram para o “black start”.
      Em Portugal o black stat foi feito a partir de uma central a gás (Tapada do Outeiro) e uma hidroelétrica (Castelo de Bode).
      E quanto ao custo da eletricidade de centrais nucleares mostrei no outro post que a importada de Espanha fica mais barat.

      • Não sei says:

        O serem desligadas, é por segurança… despejar 960GWh, para uma grelha desligada, é como abrir a torneira, do lavatório, por 5000 milhões de horas, à espera que encha, sem tapar, o ralo.
        Se a grelha foi abaixo, a produção de energia para… seja ela qual for a forma de produção. Não notou que Portugal, e Espanha, só iniciaram as grelhas, depois de anoitecer? É que o solar, podia mandar, tudo, abaixo, mal ligassem, a primeira central…
        E, as centrais nucleares, só servem para um restart, das grelhas, se possuírem um mini-reactor… muito poucas, o possuem. Para reiniciar, grelhas, é preciso despejar, pouca, electricidade, ir subindo, a produção, cobrir consumo e ir re-ligando, cada unidade, de transformação, ligando as produtoras, conforme ligam consumo.
        Infelizmente, o sistema, de segurança, não funcionou, porque Portugal estava a importar 96,5%, da energia consumida, por nós, no momento da falha… e não era das centrais nucleares, era das centrais solares, que estavam a produzir a 91%, bem acima dos 68%, previstos. Preços despenharam-se 99,95%, Portugal desatou a comprar, pois estariam a poupar 11000 milhões de euros, só naquele dia, em relação a produzir cá.
        As centrais, a carvão, sempre foram usadas para ligar, as grelhas, foram eliminadas, as melhores são, as hídricas.

    • Marco says:

      Encostadas a Espanha, aonde depois resolvia-se.
      Como paga por eles encostarem as deles a Portugal.

      O quê, queres cortar a água??
      Espera ai que eu já vos f*

      Cortem agora a água, que abastece a central Nuclear encostada ao vosso território..
      🙂

  7. Marco says:

    Portugal sendo país forte energia renováveis não faz sentido apostar pela energia nuclear visto que esta não é compatível com nosso mix de produção

    • Nome says:

      “Portugal sendo país forte energia renováveis”
      “não faz sentido apostar pela energia nuclear”

      No entanto, tão forte que somos, e continuamos a comprar, E MAL, CARO, energia a espanha… metam na cabeça NÃO HÁ NADA QUE NÃO FAÇA MAL SEJA AO QUE FOR.

      PT já deveria ter centrais nucleares há décadas, independência energética só iria henriquecer o país. E não venham com as mariquices ambientais pois quando o planeta tiver de ir de vela, vai e nada tem que ver com isso. Aliás, perguntem aos dinossauros…

    • Não sei says:

      Mesmo com 700000 milhões de hectares, de painéis solares, não conseguimos produzir 62%, da energia, que vamos consumir, em 2030. E são precisos 500000 milhões, por ano, para isso. É que não é só produzir, é preciso melhorar, as grelhas, algo que a UE, só descobriu, quando começaram, a explodir, centros de transformação, de média, para baixa, tensão, por serem sobrecarregados. É que não foram dimensionados para tanto consumo… o mesmo para 20000000 voltas, ao planeta, em novos cabos, que é preciso mudar, cá em Portugal. Na Europa, são 500000 milhões, ao ano, para conseguirem ter 66%, de capacidade, para cumprir 2035… é por isso, que 97%, dos países, já estão a recuar, pois não há dinheiro, nem tempo disponível, para fazer isso.

  8. PAULO SILVA says:

    Deveríamos ter de 3 a 5 centrais nucleares SMR (300 MW), conforme o V/ artigo:https://pplware.sapo.pt/motores/poderia-portugal-ter-uma-pequena-central-nuclear-poder-podia-mas/
    – distribuídas entre Porto, Lisboa, Norte, Centro e Sul, garantiriam 1/4 da produção nacional e estabilidade dos preços e autossuficiência energética.
    Se bem feitas as contas, ainda conseguíamos que a UE pagasse a fatura :), e com isso teríamos a energia a menor preço e sem dependência exteriror.
    Temos minas que já foram desativadas e seriam por si um bom local para implementação das mesmas, já que em caso extremo de algum problema ser mais fácil conter.

    • Max says:

      “E ainda conseguíamos que a UE pagasse a fatura” … Só tretas e baldretas 😉

    • Paulo Oliveira says:

      Isso é que é fé!!! Tens noção que só a construção de um desses SMRs de 300MW custa, em média, mais 50% (clima mediterraneo com grande exposição solar anual) do que uma central solar equivalente? E que mesmo que investisses 500 milhões em infraestrutura de armazenamento para estabilização da rede provavelmente ainda te ficaria mais barato, especialmente levando em conta os custos custos de operação? Este tipo de tecnologia só faz sentido no norte da Europa ou se a tecnologia se tornar tão ou mais barata do que o solar. A proposito os custos de energia em Portugal tem, como tudo o resto, mais a ver com politicas e interesses economicos do que propriamente com o funcionamente de uma economia de mercado. Por isso é que pagas dos preços mais altos da europa… O nuclear não mudar nada, provavelmente até iria agravar o custo da factura, LOL…

      • Não sei says:

        Solar seriam 70000 milhões de hectares… além de 800000 milhões, para baterias e 250000, por ano, para manutenção, de estruturas solares/eólicas. Está pronto para pagar 25000 euros, mensais, na sua conta de electricidade? É a única forma, de chegar a isso.
        Não se deixe levar pelo que é anunciado… “Não se importou electricidade e produzimos 100%, de vias renováveis.” É que isto é num dia de Primavera/Verão. No inverno, as renováveis, na maioria dos dias, nem a 33% chegam (quase tudo hídrica e eólica) do consumo. Daí comprarmos a Espanha, 136000 milhões, por ano, em energia eléctrica. Sem as centrais nucleares espanholas, e francesas, não temos produção, para aguentar, um dia, médio, de inverno… e isto é até 2070-2200.

    • Grunho says:

      Mais um a pensar que vai viver à grande à pala do dinheiro da UE. Qual UE? A internacional capitalista dos parasitas de Bruxelas ? Lamento muito, mas o negócio desses não é distribuir esmolas pela parolada portuguesa. É recolher!

  9. Afonso Batista says:

    Sim, já devia ser construído nos anos 70.

  10. Artilheiro says:

    Desde que fique, no extremo oposto, de onde vivo, estão à vontade.

  11. José Palminha says:

    Há muito que devia ter sido feita a opção nuclear. Como em tudo estamos atrasados. Não temos centrais em Portugal mas junto à fronteira não faz mal.

  12. E publicar? says:

    AS renováveis e algumas importações chegam… se quisermos viver só do Turismo. Se queremos ter indústria e industria pesada como a revitalização dos estaleiros, e os datacenters com IA que se estão a preparar, incluindo a revitalização da Indústria Militar., aí as renováveis ficam curtas e não podemos ficar à mercê de importações e dos caprichos da Natureza. 3 a 4 pequenas centrais de 300 Megawatts, asseguram as nossas necessidades industriais e deixam-nos muito menos dependentes.

  13. Mus says:

    Para além dos elevados custos de planificação, construção, manutenção e, eventual, desmantelação de uma central nuclear, temos as duas piores situações, que são, vezes demais, subestimadas:
    1. Quando corre mal, corre mesmo muito, muito mal (Chernobyl);
    2. Os problemas de armazenamento, a muitíssimo longo prazo, de resíduos que são mortais durante pelo menos 10 000 anos (este ponto levou à discussão de como, na eventualidade de um colapso civilizacional, os nossos descendentes conseguirem compreender avisos – arquitecturais e icónicos – para se manterem afastados de locais de armazenamento de resíduos nucleares.
    Será bom ter prudência e paciência, e esperar que se consiga desenvolver, de forma sustentável, a reação nuclear por fusão e aplicá-la a novas centrais nucleares, abandonando para as páginas da Histórias a fissão nuclear.

    • Não Sei says:

      Foram 7 reactores, que sofreram danos… em mais de 10000 reactores, construídos, em 79 anos.
      E 3 deles (1 americano e 2 japoneses) foram devido a outros problemas, sem ser a própria energia nuclear.
      Olhe para Espanha, que já desmontou 11 reactores e tem 9 que são para desmontar, nos próximos 20 anos. Há sempre milhões, de perfis online, a avisar, por causa de Almaraz, que vai matar 60000 milhões de portugueses, a qualquer momento. Ainda cá estamos e é uma central nuclear, que nos chega a fornecer 100%, do que produz, por 140 dias, por ano.

  14. José says:

    Acho que Portugal é um país de grandes rios orados idricos e grandes serras

  15. Luís Chico says:

    Concordo plenamente com o caminho da independência energética. Temos possibilidade de renováveis, o que é muito bom, mas insuficiente. O facto de conseguirmos a nossa energia seria muito importante para a nossa indústria, bem como para a captação de investimento estrangeiro. Sou a favor de mini centrais modernas. Os riscos de acidente são mínimos. Chernobyl foi um falhanço/ erro. Humano no controlo da central .

  16. Fábio Costa says:

    Quanto mais tarde nos decidirmos pior, essa solução é inevitável a não ser que queiramos pagar mais pela energia que o resto do mundo

  17. a loira programadora says:

    Portugal é um país desleixado, não faz manutenção nas escolas, hospitais, etc… quando mais iria fazer manutenção na central nuclear….
    A que tivemos, às portas de lisboa, andou mais de 10 anos a vazar água radioativa para o solo, e nem isso apressou o seu desmantelamento.

  18. Giggio says:

    Vejam bem, no mundo inteiro existem centrais nucleares. Como todo sistema, ela exige procedimentos rígidos de construção l, segurança e ações preventivas e preditivas. Cabe ao povo deliberar algo assim? Obviamente que NÃO! E porque não? Porque se vive num país onde tudo precisa ser extremamente burocrático, atrasado, descomprometido com segurança e pior de tudo: sempre dão jeitinhos!! Bem ao estilo brasileiro ( que fizeram escola disso com portugueses). Então, digo e reafirmo: se for um projeto assinado por engenharia alemã ou norteamericana e toda mão de obra vier de um desses países, tudo certo. Mas se for diversos disso melhor não, senão logo haverá nos mercados azeite radioativo, vinho azul, e juram ser somente corantes!

  19. PJA says:

    Não me parece no ponto atual do desenvolvimento das renováveis seja necessário uma central nuclear. Mais, toda a energia elétrica que pontualmente possamos necessitar pode ser fornecido por países da UE.
    Além disso, se queriam ver os portugueses em pé de guerra, e este seria um dos poucos motivos, era escolher a terra que seria contemplada.

    • Vitor Francisco says:

      Concordo com o nuclear, devidamente estudado, tanto financeiramente, como os riscos de contaminação.
      Não podemos depender tanto do Gás como também do petróleo.

    • Glaucus cersunado says:

      Pois… mas e se aquele momento pontual em que precisemos de energia coincidir com o momento em que países produtores de energia a que recorrermos também estiverem a passar pelas mesmas restrições?
      Só como exemplo, neste momento temos já vários países da Europa a aconselhar restrições ao consumo de energia e a usar até reservas estratégicas para fazerem face às consequências do que se passa lá para os lados do Irão e arredores. Em momentos como este vamos estar à espera de contar com a bondade de governos estrangeiros cuja função primeira é olhar pelas suas próprias populações? Cada país deve cuidar dos seus precavendo-se para futuras situações adversas.

      Essa de ver os portugueses em pé de guerra por uma qualquer questão (questão da exploração do petróleo ou do nuclear) é sempre algo de curioso porque o habitual é ser sempre uma minoria bastante minoritária mas muito bem organizada e com muitos apoios a fazer muito barulho que é depois devidamente amplificado pelos tele(jornais). Já da população em si, nunca se sabe realmente qual a sua opinião, apenas se sabe a opinião que a comunicação social “julga” que a população tenha.

  20. Joao Ptt says:

    Não faz sentido centrais nucleares em Portugal.

  21. PL says:

    sim claro e depois o que acontecia aos paineis solares que estamos todos a pagar e os outros é que levam os dividendos

  22. Yamahia says:

    Na verdade prefiro comer à luz da vela do que ter que levar com essa cena.

  23. Tavares Joaquim says:

    Se; se; se;se;se; CENTRAL OU CENTRAIS NUCLEARES… ja deviam estar a produzir a 30 anos pelo menos, tão preocupados que estão com um muito improvável acidente que nao passamos de acumudados a espera que nos deem tudo de bandeja…a Suíça tem o CERN Acelerador de partículas…no se se se se acontecer a Europa e quem sabe o resto do planeta o ser humano pode ser eliminado da face da terra e nem por isso deixamos de ir para lá para termos uma vida melhor…

  24. Gonçalo Alexandre says:

    Aquando do choque petrolífero de 1973 o então Governo do Estado Novo presidido pelo Professor Marcello Caetano tinha decidido pela construção de uma central nuclear e inscreveu a mesma no IV Plano do Fomento Nacional que seria construída entre 1974-1979 no âmbito deste. Entraria em funcionamento em 1980. Aliás já no início da década de 60 do século XX foi formada a CPIN- Companhia das Indústrias Nucleares. Como podem ver já há mais de 53 anos tinham planeado a construção da central nuclear não só por causa do choque petrolífero mas também porque as hídricas já não satisfaziam as necessidades energéticas num país que crescia a média de 7% ao ano!
    Por isto sou favorável ao retomar do projecto que foi cancelado após “aquele” 25 de Abril de 1974.

    • Max says:

      Desde que não se pense que se se tivesse sido construída a Central Atómica de Ferrel gerava energia para dar e vender …
      Teria uma potência entre 0,6 e um GW e geraria entre 5,3 e 8,8 GWh. Naquela altura era muito, correspondia a cerca de 50% da energia consumida, mas agora seria de apenas entre 10% e 17% (em 2025, foram consumidos 52,044 GWh). E há fontes de energia renováveis que não existiam naquela altura: em 2025, em Portugal, a eólica e a solar geraram 13,475 GWh de eletricidade – ou seja entre 2,5x e 4x a projetada central de Ferrel. (Que não morreu por causa do 25 de abril, foi porque a população se opôs, designadamente em 1978, quando Mário Soares quis retomar o projeto).
      Agora, para além de outras considerações é preciso fazer contas- e a eletricidade gerada por um central atómica, considerando a construção e operação – tem um custo superior ao da eletricidade que se produz internamente e da importada.

    • Max says:

      Correção: os valores acima deviam estar em TWh (GWh x 1000)
      – a Central de Ferrel teria uma potência entre 0,6 e 1 GW e geraria entre 5,3 e 8,8 TWh.
      – em 2025, foram consumidos 52,044 TWh
      – em 2025, em Portugal, a eólica (13,475 TWh) e a solar (6,117 TWh) geraram 21,569 TWh de eletricidade (Fonte: REN Data Hub)

  25. Endri says:

    Já produzimos electricidade a mais para quem é o lucro e para quem fica o prejuízo

  26. Daniel says:

    Em Portugal? Grande parte de Portugal está posicionada em zona de risco de sismo por estarmos localizados junto à fronteira de placas Euro-asiáticas e Africana (fractura Açores-Gibraltar), por isso – tendo em conta a zona de risco – quanto mais a norte e interior a central fosse instalada melhor (mas nunca sul e a oeste de Coimbra).

  27. Mamba says:

    Em Portugal, não faz sentido nenhum…

    Seriam 30 anos só para escolher o local, e outros 30 para a construir.

    lembrem-se que estamos para construir um novo aeroporto em Lisboa DESDE O ESTADO NOVO!.

  28. Ricardo Moura says:

    Eu sou a favor de pequenas centrais nucleares dispersas pelo País temos necessidade de ficar o menos possiveis dependentes energeticamen de terceros e das variações climaticas.

  29. 618 says:

    Eu acho que faz sentido mas em parceria com Espanha… Uma parte da central em Olivença, tal como está nesse mapa e a outra já em território espanhol.

  30. Durk says:

    Claro que sim, em unidade de potência é uma das energias que tem menos mortalidade de pessoas ( incluído Chernobyl e Fukushima) são homens e mulheres com famílias que perderam a vida com eólica, solar, e nem falar de óleo e carvão.
    Resumindo
    Não tem emissões
    Mesmo uma central para o país todo, e concordo com outros posts as SMRs são boas alternativa.
    Menos crianças sem os pai ou a mãe.
    Resumido completamente controlado.
    Desde Chernobyl houve muita evolução, e falo por mim, a nossa chuva era radioactiva, ficava na relva durante semanas não saímos de casa.
    E? Em 2020 foi igual e já ninguém se lembra..

  31. Ricardo L. says:

    Mais uma ideia de independência energética em que não controlamos o combustível. Não funciona a urânio enriquecido, o mesmo que queremos negar ao Irão enriquecer até nível de armamento? Apenas uma mão cheia de países tem capacidade de enriquecimento e facilmente partem para a guerra para proteger esse seu previlégio (e monopólio nas suas esferas de influência). Seja, trocamos um estrangulamento de 20% do crude mundial que na prática pouco chegava cá por 1 ou 2 fornecedores que nos podem cortar 100% da capacidade de reposição de energia nuclear? Continuemos mas é a investir no que temos e de sobra, sol, vento, rios – falta marés e calor da terra. Siga.

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