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Quando o cruise control parecia impossível de desligar: três casos que fizeram história

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    Se usar uma vez por ano – só para me lembrar de como se liga e desliga – é muito.

    • Vítor M. says:

      Pois, eu também usava muito pouco, até acho demasiado confortável para ser usado. Mas conheço condutores que fazem muita autoestrada e gostam de usar o cruise control. Dizem que ajuda a poupar combustível. Dá é sono.

    • Rui says:

      Comprei um elétrico e era condição obrigatória ter cruise control, em autoestrada faz toda a diferença para manter os consumos baixos.

      • Zé Fonseca A. says:

        Lol.. mas existem EVs sem cruise control?
        Digam que sim e façam-me o dia

        • José Faria says:

          pelos vistos sim via AI:

          1. Modelos Base / Citadinos Ultra-Económicos
          Em elétricos focados em ter o preço mais baixo possível para utilização exclusivamente urbana, as marcas cortam literalmente tudo o que é “extra”.

          Dacia Spring (versões de entrada): Nas primeiras versões/níveis de equipamento base do Spring, o cruise control nem sequer vinha de série (trazia apenas limitador de velocidade em algumas variantes).

          Renault Twizy / AMI / Micro-carros: Embora considerados quadriciclos, são EVs urbanos que não têm rigorosamente nada — nem ABS em alguns casos, quanto mais cruise control.

          2. Os “Pioneiros” da Primeira Geração
          Se recuares aos primeiros elétricos modernos de produção em massa (por volta de 2011–2015):

          Nissan Leaf (Primeira Geração – Equipamento Base): As versões Visia (as mais despidas de equipamento) vinham sem cruise control.

          Mitsubishi i-MiEV / Peugeot iOn / Citroën C-Zero: Os “trés gémeos” elétricos urbanos lançados há mais de uma década não traziam cruise control de fábrica (embora a comunidade depois fizesse retrofits marados a programar a centralina).

          3. Opções Pagas por Software (“Feature as a Subscription”)
          Há também o cenário moderno em que o carro tem o hardware, mas a marca decide bloquear a função por software no modelo base a menos que pagues o extra ou subscrição (como acontece nalguns modelos da gama ID. da VW ou em certas marcas premium onde o cruise control adaptativo ou básico é um add-on digital).

          • Zé Fonseca A. says:

            Lool.. incrível, nunca pensei, acho que desde 2000 e poucos que não sei o que é um carro não ter cruise control, sempre achei que fosse algo de série nos EVs

        • JL says:

          Existem, eu tenho 1.

          • Zé Fonseca A. says:

            Lol.. pobre coitado JL, troca essa sucata, uma carga nisso já nem dá para ires à Nazaré ver as ondas e voltar

          • JL says:

            Não troco, está quase a passar a clássico.

            1 carga faz Lisboa Coimbra e ainda volta para casa.

            Vende essa sucata, que uma carga nem chega para ir à Nazaré.

    • Zé Fonseca A. says:

      A sério? Eu uso em qualquer viagem com a família, sozinho não porque não tenho limites, mas com a família até para ir a Setúbal ponho o cruise control

    • Rafael says:

      para mim não é só a questão de poupança de combustível. e não tenho certeza se realmente poupo combustível.

      tenho um pé grande 🙂
      com o cruise control (o meu apenas define velocidade) eu sei que não passo dos 140 km/h na AE.
      sem o cruise control quando vi estava 158 km/h

  2. OutraVezArroz says:

    Uso sempre que me desloco e ajuda a tornar a viagem mais descansada e ainda poupa no combustível.

  3. Raul P. says:

    Nunca useis no verdadeiro significado de usar. Experimentei uns minutos mas nunca foi uma tecnologia que precisasse e desse confiança. Por exemplo se adormecermos ou se entrarmos em derrapagem e não atinarmos para pisar o travão, o carro não para e acelera até à velocidade estipulada.

    • jotabê says:

      se adormeceres é irrelevante se tens cruise control (ou pensas que o teu pé alivia o pedal quando adormeces), em caso de derrapagem é automaticamente desactivado, detecta falta de aderência e desactiva, já me aconteceu com chuva, lençol de água desactiva cruise control.

  4. Joca says:

    Que estupidez, qualquer veículo pára se desligarem a chave e carregarem no botão desligar durante 5 segundos independentemente se é manual ou automático, é só fazer numa estrada a direito e carregar no travão até imobilizar o carro. Mas é uma boa forma de passar o limite sem ser multado.

    • Vítor M. says:

      Pois, mas nestes casos, ao que parece, houve alguma anomalia que levou a que esse simples truque não funcionasse.

      • jotabê says:

        houve?
        1. …a investigação técnica não encontrou qualquer falha mecânica ou eletrónica …
        2. …, as investigações posteriores não conseguiram demonstrar a existência de um defeito de fabrico
        3. … , não tendo sido imediatamente confirmada qualquer avaria eletrónica.
        C:. Embora as investigações nunca tenham conseguido comprovar …

        • Vítor M. says:

          Pode ter havido uma anomalia momentânea. Pode ter havido uma falha que as marcas não deram conta. A malta, quando começa a acelerar de forma abrupta, tende a pisar o travão. Se funcionasse, a ideia era parar. Há um destes casos em que ele ia ao telefone e foi tentando parar o carro, usando o travão de pé e o travão de mão. Portanto… houve algum problema de certeza. Ou o carro tinha desligado o sistema. Aliás, por ter havido estes incidentes, a tecnologia mudou, foi obrigada a incorporar métodos redundantes. Se estivesse tudo bem, não achas que teria ficado tudo na mesma?

          • jotabê says:

            começas todas as frases com “pode” ou “se” , depois concluis com “certeza”, o que eu acho?, mas agora os achismos estão a valer?
            estas estórias podem ajudar os sistemas a evoluir, tb a preocupação expressa no comentário anterior de “Raul P.” sobre derrapagens, é legitima, e acredito que não estivesse em versões mais antigas, mas entretanto o sistema evolui. Para os sistemas evoluirem não é necessário o problema acontecer mesmo, basta alguem na equipa colocar a hipotese “e se…?”

          • Vítor M. says:

            Começo a frase com o sensato. Tu disseste o seguinte: “Que estupidez, qualquer veículo pára se desligarem a chave e carregarem no botão desligar durante 5 segundos…” se isso não aconteceu, mesmo terem tentado (como foi documentado num dos casos que estava em ligação com o socorro), é achismo de tua parte que isso funcionaria. Afinal, quem está aqui no achismo? Mas pronto…

            Outro achismo, face ao que foi escrito: “Para os sistemas evoluírem, não é necessário o problema acontecer mesmo, basta alguem na equipa colocar a hipotese “e se…?” Sim, foi depois desses acontecimentos que foram criados mecanismos redundantes e, como referi no artigo, foi depois desses acontecimentos que foram criadas funções como o Brake Override. Isso não é achismo, foi de facto. Agora… tu estás a navegar na maioneses, nas certezas que não tens, e nem foi de como referes que aconteceu.

          • jotabê says:

            o primeiro comentário não é meu nem dum pseudonimo.
            só refutei as tuas certezas(tu tens a certeza que esse truque não funcionou, embora nada disso seja descrito no artigo), eu não tenho certezas, tal como o artigo refere, nada foi provado, o que não quer dizer que não tenha acontecido, o facto da policia intervir para parar o carro não quer dizer que a rnarrativa do condutor esteja 100% correcta.

          • Vítor M. says:

            As minhas certezas? Calma, não são minhas, foram os relatórios das autoridades. Eu não inventei os factos. Como referi, nos 3 casos há aspetos diferentes no comportamento dos condutores, mas há relatos de um dentro do carro a falar com as autoridades e a testar vários mecanismos, e nada funcionava. Depois, as marcas, não detetaram nada, mas também não apresentaram relatórios detalhados de como analisaram os dispositivos. Se fosse hoje, existiria mais tecnologia envolvida. Isso, como também referi, foi o necessário para o aparecimento das tecnologias redundantes e de segurança.

    • M. Correia says:

      Se desligar a chave a uma velocidade elevada, obviamente parte o motor. Tratando-se de veículos com muta eletrónica, o mais provável é não ter a ignição mecânica tradicional, mas sim um botão start/stop, que nessas circuinstâncias não páram o o motor (pelo menos não deviam). Acontece muito com os sistemas anti-roubo: os imobilizadores só funcionam abaixo de determinada velocidade para evitar danos no motor. Hoje em dia a generalidade dos veículos têm acelerador eletrónico, muitos já têm travão eletrónico (seja de pé ou de mão), e até mesmo para cúmulo já começam a subsituir colunas de direção mecânicas por sistemas puramente eletrónicos. Como tal é permitido não sei.

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