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Novo BYD DOLPHIN G DM-i promete uma autonomia combinada até 1040 km

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Grunho says:

    Muito bom, mas o Geely HEV (não plug in) a gastar 2,3 lts/100 vai ser ainda melhor.

  2. Max says:

    Como foi o mercado de veículos novos na UE de janeiro a junho (dados da ACEA):
    – HEV (híbridos convencionais, que não veem a ficha elétrica): 37,8%
    – Gasolina: 22,4%
    – BEV (100% elétricos, a bateria): 20%
    – PHEV (com carregamento da bateria na ficha elétrica): 9,7%
    – Gasóleo: 7,6%
    – Outros (GPL e GNL): 2,4%
    Há uma clara preferência pelos HEV/MHEV em relação aos PHEV.
    A BYD, na Europa, tem-se dedicado aos PHEV e aos BEV. O BYD Dolphin G DM-i é um PHEV (já existia oBYD Dolphin, BEV). Mas, dada a popularidade dos HEV, nota-se a preocupação da BYD emn destacar: “Alto lá – é um PHEV mas quando é preciso também funciona como um HEV. Será? É que nos híbridos, especialmente nos HEV, é que os valores WLPT mais podem divergir dos valores reais, em autonomia/consumo.

    • Max says:

      Correção: janeiro-maio https ://www.acea.auto/pc-registrations/new-car-registrations-4-in-may-2026-year-to-date-battery-electric-20-market-share/

    • Realista says:

      Os BEV já vão nos 20%. É uma diferença de 5 p.p. comparativamente ao ano anterior…

      • Max says:

        Sem dúvida. Muito perto dos 100% de elétricos em 2035, como aprovou em 2023 a UE (em 2025 reduziu para o equivalente a 90%).
        Com multas pesadas aos fabricantes subsídios e isenções e descontos fiscais aos compradores … chegou aos 20%.

        • JL says:

          A ue não aprovou nada disso, ainda assim com o aumento exponencial que tem tido, é bem possível alcançar esse número nessa data.

          Muitas pesadas que foram adiadas para 2028 e subsídios nos combustíveis que têm sido prolongados ao longo de anos ?

  3. GM says:

    Chinês. Passo.
    Até podia vir pintado de ouro.
    Couro vegano = plástico.

    • Vítor M. says:

      Tens na mão um smartphone fabricado na China. Usas um computador fabricado na China, vestes roupa, muito seguramente, com interveção da China, tens um carro que tem muitas peças (possivelmente a maioria) fabricadas na China, ao teu redor tens material chinês nos mais variados objetos e plataformas… mas chinês… Passo 😉

    • ganda lol says:

      este carro é fabricado na europa ja o teu iphone é fabricado na china como a grande maioria

  4. DangerASA says:

    Uma coisa que eu não percebo. O carro tem um depósito de 42 litros. Atestado e com a bateria carregada faz 1040 km, o que corresponde a 4,03 L/100km. Como é que a média ponderada dá 1,4?

    • Vítor M. says:

      A tus dúvida é legítima e resulta da forma como os fabricantes apresentam o consumo dos híbridos plug-in.

      Vamos lá… os 1,4 L/100 km não correspondem ao consumo médio ao longo dos 1040 km de autonomia combinada.

      Esse valor é obtido segundo o ciclo de homologação WLTP para veículos híbridos plug-in (PHEV), que parte do princípio de que a bateria está totalmente carregada e que uma parte significativa do percurso é feita em modo elétrico. Durante esse teste, o motor a combustão funciona durante menos tempo, reduzindo drasticamente o consumo de gasolina “homologado”.

      Já os 1040 km de autonomia combinada resultam da soma da autonomia elétrica com a autonomia proporcionada pelo depósito de combustível. Se dividirmos os 42 litros por 1040 km, obtemos efetivamente cerca de 4,0 L/100 km, mas esse cálculo assume que toda a distância é percorrida utilizando o combustível disponível, o que não é a metodologia utilizada pelo WLTP para calcular o consumo oficial.

      Na prática, o consumo real dependerá sobretudo da frequência com que a bateria é carregada. Se for carregada regularmente, é possível aproximar-se dos valores homologados em percursos curtos. Se circulares maioritariamente com a bateria descarregada, o consumo será significativamente superior.

      Em suma, 1,4 L/100 km é um valor de homologação, não um consumo obtido dividindo a capacidade do depósito pela autonomia total. É uma das críticas mais frequentes ao método WLTP aplicado aos híbridos plug-in.

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