Novo BYD DOLPHIN G DM-i promete uma autonomia combinada até 1040 km
A BYD apresentou oficialmente o novo BYD DOLPHIN G DM-i, em simultâneo nos concessionários da marca em todo o país, reforçando a sua estratégia de eletrificação em Portugal. O modelo faz uma entrada revolucionária no segmento B europeu, estando equipado com o sistema Super Híbrido da BYD com tecnologia DM 5.0.
O BYD DOLPHIN G DM-i foi desenvolvido para quem procura um automóvel compacto acessível que combina a capacidade de emissões zero de um veículo 100% elétrico com a máxima flexibilidade para longas distâncias de um híbrido.
O sistema Super Híbrido Plug-in com tecnologia DM 5.0 da BYD proporciona uma experiência de condução elétrica, com uma aceleração forte e suave graças ao seu motor elétrico montado na dianteira e autonomia mais do que suficiente com a BYD Blade Battery para completar os trajetos diários sem qualquer necessidade de utilizar gasolina.
Quando é necessário realizar viagens mais longas, o BYD DOLPHIN G DM-i gere de forma inteligente o seu sistema híbrido para alcançar uma flexibilidade que ultrapassa as capacidades de modelos do segmento B convencionais movidos pelo motor de combustão,
Assim, atinge um consumo de combustível ponderado (com a bateria totalmente carregada) de 1,4 L/100 km e até 1040 km de autonomia com uma carga completa e um depósito cheio de gasolina.
Esta combinação de eficiência e longo alcance é única no segmento B, transformando este no primeiro automóvel desenvolvido pela BYD especificamente para a Europa.
O design ideal para a Europa?
Com um comprimento de 4160 mm e uma largura de 1825 mm, apresenta linhas firmes que sugerem estabilidade e um espírito desportivo, ao mesmo tempo que as manobras e o estacionamento em contexto urbano.
As suas dimensões globais, 170 mm mais curto do que o SUV ATTO 2 DM-i, fazem do BYD DOLPHIN G DM-i o modelo equipado com a tecnologia híbrida plug-in, DM 5.0 mais compacto da BYD.
No interior, o foco está no espaço, na simplicidade e na facilidade de utilização. O tablier apresenta linhas horizontais simples, concebidas para aumentar a largura visual, e saídas de ar para o ar condicionado automático integradas em ambos os cantos.
O painel de instrumentos digital é de 8,8 polegadas e está incorporado nas linhas curvas que atravessam o tablier, enquanto o ecrã de infoentretenimento de 12,8 polegadas surge destacado, de forma a facilitar o acesso ao mesmo.
O seletor de velocidades está montado na coluna de direção, libertando espaço entre os bancos dianteiros, onde sobressai uma área de arrumação com dois níveis, complementada por uma divisória, um suporte para copos e, na maioria das versões, uma base de carregamento sem fios para smartphones.
Uma linha simples de botões na base do tablier controla funções essenciais do veículo, como o desembaciador do para-brisas ou os modos de condução.
A disposição do espaço e a distância entre eixos de 2610 mm, superior à de qualquer um dos concorrentes do BYD DOLPHIN G DM-i com motorização convencional, proporcionam uma capacidade da bagageira que excede a da maioria dos hatchback familiares, com 425 litros, incluindo um compartimento discreto de 45 litros por baixo do piso.
Este volume total pode ser ampliado para 1225 litros rebatendo os bancos traseiros na proporção 40:60. As laterais da bagageira dispõem de ganchos fixos para prender os sacos de compras com segurança.
Super híbrido com tecnologia 5.0
O BYD DOLPHIN G DM-i aproveita o potencial do Super Híbrido com tecnologia DM 5.0, desenvolvida pela própria BYD, para oferecer ganhos substanciais em termos de eficiência, flexibilidade de autonomia e desempenho.
Ao contrário dos sistemas híbridos plug-in convencionais, a arquitetura DM da BYD é orientada para o modo elétrico. Isto proporciona a experiência de condução silenciosa e responsiva de um veículo totalmente elétrico e permite que o motor a gasolina (da família Xiaoyun) de 1,5 litros, funcione da forma mais eficiente possível, mantenha a Blade Battery carregada e ajude na tração em caso de necessidade.
A designação "DM-i" do Super Híbrido significa "Dual Mode Intelligence", embora isto simplifique uma configuração que inclui dois motores elétricos (um motor de tração e um gerador), um motor a combustão e uma gestão constante por parte das unidades de controlo de potência, de forma a fornecer a combinação necessária de desempenho e eficiência.
Existem, de facto, dois modos – o modo EV e o modo híbrido HEV –, mas este último pode funcionar de várias formas.
- No modo EV, o BYD DOLPHIN G DM-i funciona como um veículo totalmente elétrico, dependendo exclusivamente da energia da bateria e só liga o motor a combustão quando o nível de carga da bateria se esgota. Utiliza apenas o motor elétrico de tração, que pode também ser usado para recuperar energia que de outra forma se perderia durante a travagem, ajudando assim a recarregar a bateria.
- Quando o condutor seleciona o modo HEV ou Híbrido, ou quando o próprio sistema ativa este modo devido à descarga da bateria, os sistemas de "Inteligência" assumem o controlo, alternando entre cinco configurações, consoante fatores como o estado de carga e a situação de condução.
No BYD DOLPHIN G DM-i, o motor elétrico síncrono de ímanes permanentes produz, por si só, 163 CV (120 kW) e 210 Nm, permitindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 8,3 segundos. Este desempenho significa que o citadino tem sempre o mesmo desempenho, seja em estradas nacionais, em autoestradas ou no trânsito urbano.
As versões Boost e Comfort têm uma BYD Blade Battery de 18,3 kWh, o que disponibiliza uma autonomia em modo totalmente elétrico para 105 km e a autonomia total combinada para 1040 km, reduzindo as emissões de CO2 para 32 g/km.
As versões Boost e Comfort apresentam uma potência de carregamento (AC) de 6,6 kW e incluem uma capacidade de carregamento em corrente contínua (DC) de 39 kW, que leva a bateria de 18,3 kWh de 10 % a 80 % em apenas 26 minutos.
Dois níveis de equipamento
O BYD DOLPHIN G DM-i vai ser comercializado com uma escolha de dois níveis de equipamento.
- Boost
No nível Boost, a BYD Blade Battery tem uma capacidade de 18,3 kWh, totalizando uma autonomia em modo totalmente elétrico do BYD DOLPHIN G DM-i de 105 km e uma autonomia total combinada de 1040 km.
Esta versão já conta com um ecrã de infoentretenimento maior, de 12,8 polegadas, e traz aquecimento dos bancos dianteiros e volante, espelho retrovisor com escurecimento automático, espelhos laterais rebatíveis eletricamente, iluminação ambiente no habitáculo multicolorida, uma base de carregamento sem fios para smartphone de 15 W, saídas de ar traseiras, portas USB de carregamento traseiras e um sistema de áudio mais potente com oito altifalantes.
A versão Boost acrescenta a função Vehicle-to-Load (V2L), outra funcionalidade inteligente para este segmento que permite alimentar dispositivos externos, desde uma máquina de café, um computador portátil, luzes decorativas ou até mesmo um grelhador elétrico.
- Comfort
Quanto ao BYD DOLPHIN G DM-i Comfort, este apresenta funcionalidades de gama alta, nomeadamente um head-up display, um teto panorâmico com cortina eletricamente ajustável, luzes de cortesia nos espelhos retrovisores exteriores, estofos em tecido e pele vegan, ajuste elétrico e apoio lombar ajustável eletricamente no banco do condutor, e uma câmara com visão panorâmica 360°, juntamente com jantes em liga leve de 18 polegadas.
O sistema de infoentretenimento também foi atualizado com integração de Google, disponibilizando o Google Assistant e Google Play Store, tendo assim a possibilidade de instalar aplicações adicionais, como jogos e serviços de streaming de multimédia.
BYD firmemente focada na segurança
A BYD está firmemente empenhada na segurança e, apesar das suas dimensões compactas, o BYD DOLPHIN G DM-i apresenta um conjunto abrangente de funcionalidades de assistência ao condutor.
Todas as versões incluem de série sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, a versão Boost dispõem de uma câmara de visão traseira, enquanto a versão Comfort amplia esta funcionalidade para uma visão de 360°, proporcionando visibilidade panorâmica.
A tecnologia de assistência ao condutor em todos os níveis de equipamento inclui:
- Controlo de Velocidade Adaptativo;
- Controlo Inteligente do Limite de Velocidade (ISLC);
- Assistente de Saída de Faixa de Rodagem (LDA);
- Alerta de Colisão no Tráfego Cruzado Dianteiro (FCTA) com função de Travagem (FCTB);
- Deteção do Ângulo Morto (BSD);
- Sistema de Monitorização do Condutor (DMS);
- Aviso de Abertura de Porta (DOW).
Já disponível em Portugal
O novo BYD DOLPHIN G DM-i já está disponível para venda, em Portugal, com uma cor interior (Balck) e cinco cores exteriores:
- Skiing White;
- Time Grey;
- Obsidian Black;
- Ocean Blue;
- Orange Sunset.
O novo BYD DOLPHIN G DM-i está disponível para venda a partir de 24.385 euros (+ IVA).
Durante o mês de julho, estará disponível uma campanha especial de lançamento que conta com a oferta de manutenção de dois anos ou 30.000 km. O novo modelo virá com o habitual pacote de garantia de veículos BYD: seis anos ou 150.000 km para o veículo e oito anos ou 250.000 km de cobertura para a bateria.


























Muito bom, mas o Geely HEV (não plug in) a gastar 2,3 lts/100 vai ser ainda melhor.
Como foi o mercado de veículos novos na UE de janeiro a junho (dados da ACEA):
– HEV (híbridos convencionais, que não veem a ficha elétrica): 37,8%
– Gasolina: 22,4%
– BEV (100% elétricos, a bateria): 20%
– PHEV (com carregamento da bateria na ficha elétrica): 9,7%
– Gasóleo: 7,6%
– Outros (GPL e GNL): 2,4%
Há uma clara preferência pelos HEV/MHEV em relação aos PHEV.
A BYD, na Europa, tem-se dedicado aos PHEV e aos BEV. O BYD Dolphin G DM-i é um PHEV (já existia oBYD Dolphin, BEV). Mas, dada a popularidade dos HEV, nota-se a preocupação da BYD emn destacar: “Alto lá – é um PHEV mas quando é preciso também funciona como um HEV. Será? É que nos híbridos, especialmente nos HEV, é que os valores WLPT mais podem divergir dos valores reais, em autonomia/consumo.
Correção: janeiro-maio https ://www.acea.auto/pc-registrations/new-car-registrations-4-in-may-2026-year-to-date-battery-electric-20-market-share/
Os BEV já vão nos 20%. É uma diferença de 5 p.p. comparativamente ao ano anterior…
Sem dúvida. Muito perto dos 100% de elétricos em 2035, como aprovou em 2023 a UE (em 2025 reduziu para o equivalente a 90%).
Com multas pesadas aos fabricantes subsídios e isenções e descontos fiscais aos compradores … chegou aos 20%.
A ue não aprovou nada disso, ainda assim com o aumento exponencial que tem tido, é bem possível alcançar esse número nessa data.
Muitas pesadas que foram adiadas para 2028 e subsídios nos combustíveis que têm sido prolongados ao longo de anos ?
Chinês. Passo.
Até podia vir pintado de ouro.
Couro vegano = plástico.
Tens na mão um smartphone fabricado na China. Usas um computador fabricado na China, vestes roupa, muito seguramente, com interveção da China, tens um carro que tem muitas peças (possivelmente a maioria) fabricadas na China, ao teu redor tens material chinês nos mais variados objetos e plataformas… mas chinês… Passo 😉
este carro é fabricado na europa ja o teu iphone é fabricado na china como a grande maioria
Uma coisa que eu não percebo. O carro tem um depósito de 42 litros. Atestado e com a bateria carregada faz 1040 km, o que corresponde a 4,03 L/100km. Como é que a média ponderada dá 1,4?
A tus dúvida é legítima e resulta da forma como os fabricantes apresentam o consumo dos híbridos plug-in.
Vamos lá… os 1,4 L/100 km não correspondem ao consumo médio ao longo dos 1040 km de autonomia combinada.
Esse valor é obtido segundo o ciclo de homologação WLTP para veículos híbridos plug-in (PHEV), que parte do princípio de que a bateria está totalmente carregada e que uma parte significativa do percurso é feita em modo elétrico. Durante esse teste, o motor a combustão funciona durante menos tempo, reduzindo drasticamente o consumo de gasolina “homologado”.
Já os 1040 km de autonomia combinada resultam da soma da autonomia elétrica com a autonomia proporcionada pelo depósito de combustível. Se dividirmos os 42 litros por 1040 km, obtemos efetivamente cerca de 4,0 L/100 km, mas esse cálculo assume que toda a distância é percorrida utilizando o combustível disponível, o que não é a metodologia utilizada pelo WLTP para calcular o consumo oficial.
Na prática, o consumo real dependerá sobretudo da frequência com que a bateria é carregada. Se for carregada regularmente, é possível aproximar-se dos valores homologados em percursos curtos. Se circulares maioritariamente com a bateria descarregada, o consumo será significativamente superior.
Em suma, 1,4 L/100 km é um valor de homologação, não um consumo obtido dividindo a capacidade do depósito pela autonomia total. É uma das críticas mais frequentes ao método WLTP aplicado aos híbridos plug-in.