Novo BYD DOLPHIN G DM-i chega à Europa com uma autonomia combinada de 1000 km
Com um catálogo cada vez mais robusto na Europa, a BYD apresenta, agora, o DOLPHIN G DM-i, uma proposta descrita como "revolucionária" no segmento B europeu. De dimensões compactas, oferece uma autonomia combinada superior a 1000 km.
Concebido para clientes que procuram um veículo compacto acessível que combine a capacidade de emissões zero de uma viatura 100% elétrica com a flexibilidade de um híbrido para percorrer longas distâncias, o DOLPHIN G DM-i está a caminho da Europa.
Equipado com a inovadora tecnologia Super Híbrida Plug-in da BYD com Dual Mode (DM), o DOLPHIN G DM-i combina dimensões compactas, a praticidade de uma viatura familiar e a capacidade de realizar as deslocações diárias apenas com energia elétrica.
O sistema Super Híbrido Plug-in da BYD proporciona uma experiência de condução elétrica, com uma aceleração forte e suave graças ao seu motor elétrico dianteiro.
Em viagens mais longas, o DOLPHIN G DM-i gere de forma inteligente o seu sistema híbrido para ultrapassar as limitações dos citadinos convencionais com motor de combustão interna, atingindo mais de 1000 km de autonomia com uma carga completa e um depósito cheio.
Primeiro BYD criado para os mercados internacionais
Sendo o primeiro automóvel desenvolvido pela BYD especificamente para os mercados internacionais, incluindo a Europa, o BYD DOLPHIN G DM-i representa um avanço na acessibilidade à mobilidade sustentável, e as suas dimensões (4,16 m de comprimento, 1,825 m de largura) colocam-no diretamente no centro do segmento B europeu.
O segmento B europeu é um dos mais importantes do mercado e, com o DOLPHIN G DM-i, queremos redefinir o que os clientes podem esperar de um automóvel compacto na era elétrica.
Ao integrar uma excelente autonomia elétrica, tecnologia híbrida inteligente e funcionalidades digitais avançadas num veículo compacto acessível, estamos a tornar a mobilidade sustentável mais inteligente, mais prática e disponível para muito mais pessoas em toda a Europa.
Explicou Stella Li, vice-presidente executiva da BYD.
Disponibilidade
O BYD DOLPHIN G DM-i ficará disponível para venda nos mercados europeus nas próximas semanas, estando as primeiras entregas previstas para o final do verão.
Em Portugal, o modelo estará disponível para venda e test-drives em todos os Concessionários oficiais da BYD já no início de julho.
Os níveis completos de equipamento e as especificações técnicas serão divulgados entretanto.


























3 carteiras para manter híbridos, carro que menos faz sentido.
Nem todos. Os full hybrid da Renault, são económicos.
Todos os híbridos são iguais:
– Carteira para o eléctrico
– Carteira para a Combustão
,- Carteira que une as 2 tecnologias
Só se for na compra e em termos de manutenção. Isso sim, sai mais caro.
Provavelmetne não faz sentido para ti, não quer dizer que não faça sentido para outras pessoas.
Quem nao tem eletrico hoje em dia nao pode circular nas cidades! Está na hora de correr com os carros a combustao dos centros das cidades. Quem nao tem usa transporte publico que foi feito para os pobres!
Quem tem eléctrico hoje em dia arrisca-se a não poder circular nas cidades dada a grande quantidade destes carros o que impossibilita a circulação. Nem os transportes públicos podem circular.
Como assim? O que tem a ver o facto de ser ou não elétrico?
Já tive em cidades onde todos os transportes publicos e a maioria dos carros são electricos, E não reparei nisso. Talvez tivesse distraido, quando lá voltar vou ver se reparo nessa calamidade
Quem tem a combustão vai poder circular livremente.
O verdadeiro anormal… Sem mais
Vê até ao fim: https://www.youtube.com/watch?v=gxB_CK3QzZM
Tanta convicção nos comentários sem qualquer informação técnica da viatura. Autonomia elétrica, tempo de carga, consumo em modo eléctrico e combinado, garantias, preço ?
Quando o mercado valoriza actualmente soluções híbridas plugin poderá ser uma proposta interessante
Exactamente, é mesmo isso que o pessoal quer saber. Só isso.Quanto vai sair do bolso, quanto vai custar ao km, ou aos 100, e que serventia vai dar para viagens maiores. O resto é treta de comentadores de pacotilha, de um lado petrolheads a espumar de raiva, do outro propagandistas de electrões made in Europe, que são ruína.
A eficiência deste automóvel é tão impressionante que levanta a questão do que terá feito a indústria automóvel europeia durante as últimas décadas?