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Nissan Micra elétrico: a pequena revolução urbana da Nissan

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Yamahia says:

    É um r5 com outra roupa.
    Ainda assim diferente do Mitsubishi que veste a mesma roupa do Clio, só muda o crachá.
    Estranho mundo este.

    • Vítor M. says:

      Estranho? Não estás atento ao mundo automóvel desde… quer nascente. Se não vejamos.

      Em 1999, a Renault constituiu a aliança Renault-Nissan com a Nissan e, desde então, detém 43,5% das ações da Nissan. Em 2016 a Renault-Nissan adquiriu uma participação de 34% na Mitsubishi tornando parte da aliança.

      Não tens é estado atento 😉

      • TugAzeiteiro says:

        A razão pela qual a Nissan deixou de ser Nissan e a Mitsubishi deixou de ser Mitsubishi… Eram marcas Japonesas, com características e filosofias muito diferentes do que são atualmente.

        • Vítor M. says:

          Não deixou. Apenas como todas fazem, cooperam na produção para tornar o produto mais em conta. Ainda há dias estive em Busan, na Coreia, onde na mesma linha de carros Renault estavam os Polestar 4. O mesmo já vimos na Mercedes-Benz, que utiliza componentes desenvolvidos em parceria com a Renault. E muito mais por aí fora. Não deve haver uma marca que não tenha este tipo de acordos. Com o desenvolvimento de plataformas dedicadas, algumas marcas, com uma estratégia mais lenta no mercado dos elétricos, recorrem a parcerias para adotarem plataformas já testadas. Como sempre aconteceu.

        • JL says:

          A toyota está a cooperar com os chineses, portanto deixou de ser uma marca japonesa e passou a ser chinesa.

          • GM says:

            E a MAZDA. com o 6e. Um MAZDA que não é um MAZDA. Nem o TOYOTA bz7. Aliás, este e o 6e são muito parecidos de perfil.

    • Realista says:

      Estranho mundo?

      – Uma citroen Berlingo também é uma Peugeot Partner, Opel Combo, Fiat Doblo, Toyota ProAce City, Vauxhall Combo…

      – Uma Volkswagen Sharan é também uma Seat Alhambra (1996).
      – O VW Up é um Seat Mii e um Skoda Citygo (2011).
      – O Seat Arosa é o VW Lupo que tanto gostas de falar dele (1997)
      – O Peugeot 104 (1976) é um Citroen LN.
      – O Twingo III é também um Smart For Four (2014)…

      E não faltam exemplos nos últimos 50 anos, deves é viver debaixo de uma rocha.

  2. Freaka says:

    A partir de €28.000

  3. David Neto says:

    “Quatrocentos e dez quilómetros. Com um citadino. Não é pouca coisa, é, aliás, o suficiente para ir do Porto a Lisboa sem tocar num carregador. Ou seja, o argumento da “ansiedade de autonomia” fica bastante enfraquecido aqui.”

    Fala como alguém que nunca fez uma viagem de auto estrada com um carro electrico. Eu acho os electricos fabulosos, mas até a autonomia de auto-estrada (não de tests idiotas que não condizem com a realidade) não for acima de 500km para dar para ir e vir, estes carros nunca serão uma escolha acertada.

    • says:

      É como tudo na vida. Tenho um DCi 1.5 110CV e já sei que se passar dos 100kms/h na AE o consumo dispara. E ao preço que está a gota, mais vale ir devagar… xiça!
      Sais de Lisboa e vais até à Mealhada. Deixas o carro a carregar enquanto carregas o pandulho de leitão e depois segues. Podes fazer igual em sentido contrário, paras algures por Fátima e rezas que a bateria chegue até Lisboa. Mas pelo sim pelo não, deixas o carro a carregar.
      Faço mais de 100kms meia dúzia de vezes por ano ou algo que o valha. E como eu, milhões de Tugas.

      • Alerta Manso says:

        Até 120 nao dispara assim tanto… tens que ir ver esse motor… tenho um de 2006 e não tenho esse problema… 🙂

        • Realista says:

          Esse motor é o típico “motor de combustão pplware” que aos 120km/h só gasta 2.8L/100km…

          • B@rão Vermelho says:

            Eu ainda este fim de semana fiz quase 500 km e não gastei meio deposito numa Dacia Dokker, 1.5 DCI, de 90 Cv. e para lá até levei o carro com meia carga e de volta com bastante lenha, fui a uma festa de aniversários dos meus sobrinhos na zona de Leiria, e os meus cunhados perderam as árvores de frutos todas que tinham, como deves imaginar há por lá lanha com fartura. 🙂 🙂 🙂

          • Realista says:

            5L/100km a andar nas calmas é muito acima dos 2.8L/100km do que alguns obtém por aqui…

          • B@rão Vermelho says:

            4,9, se faz favor, 🙂 mas estamos a falar de um carro mais pesado, um Clio ou similar consegue ainda melhores consumos, 3.5 lt, eu pelo menos consigo num carro mais pequeno, mas como tenho dito não sou grande exemplo, raramente tenho pressa de chegar.

  4. Carlos Alberto says:

    Boas. “…o suficiente para ir do Porto a Lisboa sem tocar num carregador.” Como é possível tal afirmação? A não ser que vá a uma velocidade de de +/- 80 km/h!!! o que não acredito em auto estrada. Porto-Lisboa são 337 kms

    • B@rão Vermelho says:

      Até eu que sou bastante calmo a conduzir tenho duvidas que conseguisse com uma só carga fazer Lisboa, Porto.
      Quanto à estética, parece que um RE5 se encavalitou num mini e o resultado final saiu o Micra, pessoalmente acho o RE5 mais giro, acho que a Renault está com linhas muito bem conseguidas para o meu gosto pessoal.

  5. says:

    Falhou-me a parte da revolução. É mais do mesmo. Só se a revolução for o facto de já não ser carro barato económico a rolar e manter. O Micro era sinónimo de carro barato e para todos, com manutenção barata. A 28k nem de perto nem de longe. Se retirassem os ecrãs, as jantes de 18″ (num micra???) e mais uma série de minhoquices, talvez o carro andasse pelos 20k. E que ninguém pense em manter o carro muitos anos. Quando avarias um dos ecrãs até fogem.

  6. Pedro says:

    Renault 5 + Twingo = Micra, óticas twingo corpo do 5

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