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MOBI.E: há novos recordes na rede de carregamentos elétricos! Vamos conhecê-los

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Antonio Vasco says:

    É bom que comecem a falar de preços, alguns dos pontos são carissimos e enganosos, parece um preço e no final é debitado muito mais, alguns conseguem ser mais caros que gasolina. E fico tramado quando o posto não arranca, mas debitam na mesma o custo da ligação, normalmente 50c

  2. Filipe says:

    O eléctrico veio para ficar, aquele pessoal que luta diariamente contra eles esqueçam é como de burro para cavalo, eu tenho a combustão e elétrico, mas o de combustão agora está parado como segundo carro se precisar dele.
    1.5€ por cada 100km cada vez mais pessoas vão começar a fazer contas que os de combustão não fazem sentido!

    • Fernando F says:

      Sem dúvida!
      Mas de facto ainda andam aí alguns com umas grandes palas nos olhos, e pior, a propagar desinformação…

      • Mario says:

        Não é propagar desinformação, é fazer contas a longo prazo e não no curto prazo.
        Em 2015 adaptei um carro a GPL, e o preço que fiz ao combustível que dizia que nunca ia acontecer, foi o preço com que ele ficou agora 1€ / litro e compensava. Felizmente só aconteceu 11 anos depois.
        Também deve ser daqueles que acha que a atualização das redes não tem que ser paga pelos consumidores.
        Criticam tanto o socialismo mas quando lhes apresentam o liberalismo com o seu ” mercado a funcionar”… kaputz.

        • Vítor M. says:

          Andas a dizer isso há 5 anos, e cada vez ficas mais desatualizado, 😉 conversa de velho do Restelo. Não tenhamos dúvidas de que os elétricos vieram para ficar e que são o presente e o futuro. Os que lutam contra esta realidade estão apenas a andar.. andar à volta da mesa a ver se se apanham. Mas OK… pelo menos fazem exercício 🙂

          • Mario says:

            Já perdeste leitores no Pplware por causa desse tipo de atitude. E não, não sou nenhum “velho do Restelo” até porque sei conviver perfeitamente com ambas as realidades. O problema é que, hoje em dia, quando se questiona determinada situação, a resposta automática é acusar logo o outro de “ser contra”, sem apresentarem um único argumento válido sobre o que foi colocado em causa.

            Não vejo um futuro 100% elétrico nem sem petróleo, até porque ele continua a ser indispensável para inúmeros outros processos. No entanto, a cegueira ideológica de certas elites europeias, sem qualquer experiência de trabalho real, está a levar a Europa à ruína e só não vê quem não quer.

            Onde é que está o “velho do Restelo” em questionar o preço dos carregadores? O equipamento tem de ser comprado, quem o instala tem de ser pago e, no final, depois de impostos e contribuições, o negócio tem de dar lucro. Num mercado livre, eu posso cobrar 5 € por kWh se quiser; se alguém vai pagar por isso, já é outra história.

            É uma situação semelhante à da MEO, que abriu a sua rede de fibra à concorrência: o custo fixado é tão elevado que os concorrentes preferem não pagar… mas ninguém pode dizer que a rede não está aberta.

            Questionar a sustentabilidade económica das coisas é ter sentido crítico, não é ser reacionário.

          • Vítor M. says:

            Não, não perdi nada (és tu a achar que percebes do assunto das visitas 😉 ). Devias era compreender que, aqui, em vez de seres tratado, como nos outros lados, como um número, sem que te passem cartão, aqui tens voz, podes dar a tua opinião e tens respostas numa área de discussão própria para a opinião. E, como devias saber, isso é humanizar a internet, é permitir que as pessoas tenham voz, com regras, e participem na evolução da informação.

            Sim, sobre este assunto, a minha opinião é que és um velho do Restelo. Sem qualquer demérito pela tua pessoa, que não conheço e tenho total respeito, mas, no que toca à opinião sobre os elétricos e sobre a eletrificação, nesta discussão, tens, na minha opinião, um discurso negativo, sem nexo, sempre no bota-abaixo e com pouco critério nos adjetivos depreciativos. Numa era da informação, eu entendo que é pouco, muito pouco.

            Tu não questionas, tu sentencias. Tu tens uma amálgama de ideias fonéticas, sem praticidade factual. Como sempre demonstrei, o presente e o futuro são os carros elétricos. Eu vejo e participo dessa transformação das marcas, vejo e participo nos seus planos para o futuro. Eu vejo e participo nos produtos que chegam ao mercado. E, o que testemunho, passo-o aqui em factos, em informação. Não tenho devaneios, sei das fragilidades, apresento-as aqui em formato de informação. Já tu, tens percepções. Tu NUNCA apresentaste um facto que contrariasse o que tenho informado e partilhado. Só tens opiniões. Que respeito, mas não concordo (em grande parte delas). E permito-me entrar num debate contigo. Sem qualquer problema.

            Depois, como falta de rigor no pensamento, passas a vida a falar nas elites, no liberalismo; é uma espécie de temor para ti, um desgosto de amor que anda sempre no teu discurso. Isso é chato para o assunto, nada tem a ver com isso, é como atirar uma pedra e esconder a mão. Como se o mundo do lobby petrolífero fosse legalizado, vangloriado e aceite como o novo normal. E tudo o resto é demoniaco. Não faz sentido o que dizes, muitas das vezes.

            Podes, claro, todos devem fazer, questionar o preço dos carregadores, mas porque não vês o reverso? O preço dos combustíveis está a explorar as pessoas? Isso já não tem a ver com cegueira ideológica de certas elites europeias (diria mesmo, globais)? Mas tu aceitas isso.

            Questionar a sustentabilidade económica das coisas é ter sentido crítico, não é ser reacionário.

            Ou não. Poderá ser apenas escolher ignorar a urgência enquanto se finge estar a fazer uma análise sofisticada. “Sustentabilidade económica” tornou-se muitas vezes o último abrigo de quem não quer admitir que prefere manter tudo como está. 😉

          • Zé Mig says:

            Vieram, vieram, tanto que quem os tem, até fica com muito mais dinheiro na carteira, desde o dia que o compram até ao dia que o vendem. Boa sorte!

          • JL says:

            Então por quanto vendeu o seu ?

          • Mario says:

            Agradeço a ‘humanização’, mas rotular de ‘velho do Restelo’ quem questiona a viabilidade económica e a intervenção estatal na indústria não é debate; é apenas uma forma condescendente de afastar o contraditório. Dizes que ‘vês e participas’ na transformação das marcas… claro, as marcas estão a adaptar-se às metas que o regulador lhes impôs à força sob pena de multas milionárias, não a uma escolha natural do consumidor. Apontar o reverso da medalha — o impacto na rede, o custo real dos carregadores, a dependência de matérias-primas e o fim da liberdade de escolha — não é ter um discurso ‘sem nexo’. É recusar dogmas, mesmo quando vêm embrulhados em belas palavras.

          • Vítor M. says:

            Não, não faças isso 😉 é feio. Não chamo velho do Restelo porque questionas a viabilidade económica e a intervenção estatal na indústria, não sabes que não é isso. Tu vaticinas o desastre, tu envolves um argumentário sem nexo causal para distorcer uma realidade. Isso não é questionar, isso é a inquisição ao progresso.

            Dizes que ‘vês e participas’ na transformação das marcas… claro, as marcas estão a adaptar-se às metas que o regulador lhes impôs à força, sob pena de multas milionárias, não a uma escolha natural do consumidor.

            Mas o regulador não é quem regula o que o consumidor precisa? O regulador só funciona bem para o consumo de petróleo no mundo e funciona mal para a transformação elétrica? Queres um regulador sectário? Não foi sempre o lobby do petróleo que escravizou o desenvolvimento dos países que não são produtores de petróleo? Foi… claro que foi. E isso poderá ficar mais suave se cada país eletrificar a sua indústria, a sua área de mobilidade e puder permitir que privados e não só possam produzir o seu próprio combustível, a sua energia. Sim, esse é o futuro próximo.

            Chamares “debate” a uma lista de receios repetidos, sem quantificar custos, alternativas ou prazos é só dar verniz racional à resistência à mudança. Percebe isso.

            As metas existem porque o mercado, entregue a si próprio, nunca contabilizou os custos da poluição e da dependência energética. E não, adaptação regulatória não invalida a evolução tecnológica nem a procura. As marcas investem onde veem futuro, escala e retorno. A rede, os carregadores e as matérias-primas são desafios reais, precisamente por isso exigem investimento e planeamento, não a nostalgia travestida de “liberdade de escolha”.

            “Recusar dogmas” é saudável. Fingir que a combustão fóssil é neutra, barata ou livre de intervenção estatal é apenas escolher um dogma mais antigo. 😉

          • JL says:

            Mário, para quê tanto argumento que não faz sentido ? porque não diz realmente a verdade ?

          • Mario says:

            ulador regula o que o consumidor precisa’ diz tudo sobre a sua visão de mercado. Isso não é liberalismo nem evolução natural: é dirigismo puro. O combate às emissões faz-se fixando metas ambientais e deixando a engenharia e a concorrência encontrarem as melhores soluções (seja elétrico, e-fuels, hidrogénio ou híbridos). Quando o Estado proíbe alternativas e impõe uma via única, não está a ‘humanizar’ o futuro — está apenas a limitar a liberdade de quem tem de pagar a conta no fim

          • Vítor M. says:

            Lá está o liberalismo… enfim, quando o discurso vai para o lado comunista, perde logo a utilidade. O que dizes é apenas demagogia.

          • Mario says:

            Atribuir o rótulo de ‘comunista’ a quem exige mercado livre, concorrência leal e fim das proibições estatais é o cúmulo do contrasenso. Quando a análise económica e regulatória incomoda, a etiqueta ideológica passa a ser o único refúgio.
            Vejo aí frustração… Eu também sonhava em ser politico, mas não chego ao vosso nivel.

          • Vítor M. says:

            Mas poderias ser político, porque hoje dizes uma coisa, amanhã outra. Tu não exiges um mercado livre, tu olhas para a tua interpretação de liberdade e impões essa liberdade. Não é o que as pessoas querem, mas é o que tu achas que é a liberdade, a tal manietada pelos cânones comunas. Defender o indefensável e ser o protetor dos trabalhadores 😉

            Eu não dava para político, verdade, e não é uma frustração, é uma ilação com satisfação só tenho uma cara. Tu sonhavas ser político. É o que nos separa.

          • JL says:

            Atribuir rótulo de comunista a quem exige mercado livre ? Mas é isso que não você não quer, tanto que anda aqui a protelar sobre isso, bastava dizer realmente a verdade, porque mercado livre já existe.

          • Mario says:

            Vítor, nunca me enganaste. Essa veia de planeador central/socialista está aí bem patente ao defender o regresso ao Gosplan soviético: o Estado decide a tecnologia, proíbe as alternativas e dita a escolha única para todos. O verdadeiro liberalismo defende a concorrência e o mercado livre; o dirigismo centralizado impõe por decreto aquilo que o cidadão é obrigado a consumir. Defender que as elites e os burocratas de Bruxelas devem gerir a vida das pessoas é tudo menos liberal

          • Vítor M. says:

            Estás enganado. Sempre que não sabes o que vais dizer, porque percebes pouco do assunto em causa, acossado pelas evidências, atacas com alcunhas políticas. Isso é uma fragilidade, uma espécie de birra infantil, quando o jogo não corre a teu favor e arrumas as pedras que fazem a baliza. 🙂 Não sou nada disso. Tu é que tens essa mão fechada, esse punho escondido, com frases de martelo e foice bafientas; 😉 não atires areia para os outros. Tu não queres liberdade nenhuma, queres a tua ideia de liberdade. E tens uma cartilha bem estudada, é triste, mas sim, há pessoas assim, fechadas na ideia que a deles é a única.

            Eu defendo liberdade de escolha, não faço como tu, que critica quem escolhe diferente de ti. Eu defendo evolução, mais diversidade tecnológica, eu participo ativamente dessa evolução tecnológica e aceito que as imperfeições desta mesma evolução possam ser escrutinadas.

            A ti, o que te preocupa é o capitalismo, o liberalismo, as elites e os burocratas de Bruxelas… enfim!

          • Mario says:

            Dizes defender ‘diversidade tecnológica e liberdade de escolha’, mas apoias metas que banem alternativas de mercado por lei. O verdadeiro liberalismo deixa o consumidor escolher e as tecnologias concorrerem em mérito; o dirigismo estatal proíbe o que não gosta. Acusar os outros de dogmatismo enquanto se defende o fim da concorrência de mercado é o pico da ironia.
            Mas compreendo…. há uma agenda a cumprir… e quando te faltam os argumentos vais ao mesmos de sempre….

          • Vítor M. says:

            Estás errado por limitação de entendimento. Por isso confundes liberdade de escolha com liberdade para transferir custos para os outros. Um mercado só é realmente livre quando o preço inclui as suas consequências, como poluição, saúde pública, dependência energética e impacto climático.

            Ninguém está a “acabar com a concorrência”, bem pelo contrário, as empresas continuam a competir em eficiência, preço, autonomia, reciclagem, infraestrutura e inovação. O que muda é que certas soluções deixam de poder vender um prejuízo coletivo como se fosse uma escolha puramente individual.

            Chamar “dirigismo” a qualquer regra ambiental é uma forma conveniente de ignorar o problema (cabeça na areia(. Sem regras, não há mercado livre; há apenas quem lucra e quem fica com a fatura. A ironia não está em defender metas. Está em chamar liberdade à ausência de responsabilidade. 😉 se é que me percebes. 😉

        • Gonçalo says:

          Ficou a 1€ quando a gasolina está a 2

        • JL says:

          E já pediu o dinheiro de volta a que lhe disse que o GPL nunca ia aumentar de preço ?

          Portanto acreditou que o combustível nunca ia aumentar de preço, mas para andar a dizer que a electricidade vai ficar 3x mais cara já acredita. Loooooll, o que os rebanhos inventam, andam a ficar sem ideias originais.

          • Mario says:

            Na eletrónica dimensiona-se um condensador ou uma resistência para aguentar o pior cenário de pico, não para o valor nominal. Fazer contas ao GPL a 1 €/litro foi exatamente isso: um stress test de margem de tolerância para garantir que o investimento não ‘queimava’. Se projeta circuitos como analisa investimentos, sem margem de segurança e a confiar que ‘a rede aguenta tudo’ , os seus componentes devem durar 2 dias

          • JL says:

            Está a falar de si, porque o que disse ali atrás foi isto:

            “Em 2015 adaptei um carro a GPL, e o preço que fiz ao combustível que dizia que nunca ia acontecer, foi o preço com que ele ficou agora 1€ / litro e compensava”

            Não, por essa conta nunca podia dar certo e compensar, não seja mentiroso.

            Não compare eletrônica que é previsível com pessoas que são imprevisíveis.

          • Mario says:

            ‘A eletrónica é previsível e as pessoas não’? Conte lá isso a quem projeta circuitos e tem de lidar com tolerâncias de componentes, ruído elétrico, flutuações de tensão na rede e desgaste térmico! Na finança como na engenharia, faz-se análise de sensibilidade ao pior cenário. O kit GPL pagou-se em 2 anos com o combustível barato; o cálculo do limiar de 1 €/litro serviu para garantir rentabilidade a longo prazo. Se nem a matemática de um ROI a 11 anos consegue acompanhar, percebe-se porque acha que a rede elétrica aguenta tudo sem investimento.

          • JL says:

            Se temos de desenhar circuitos considerando as tolerâncias e os máximos admitidos pelos circuitos, então são previsíveis, e é exatamente isso que se faz, tal como na programação.

            Exato, tudo isso é previsível e está calculado.

            Não faz senão todos estavam ricos, bastavam todos investirem nos negócios que iam correr bem, e como sabe, não é bem assim.

            A rede, sempre teve investimento, e vai continuar a ter ao longo dos anos, não nascemos ontem com a rede já criada.

      • Grunho says:

        Sim, porque é muito inteligente pagar 2 carros e espaço para os parquear.

    • Morty says:

      “1.5€ por cada 100km”
      E carregas na rua??

    • KidsGraça says:

      Infelizmente o carro elétrico (ainda) não é para todos. Nem todas as pessoas podem carregar o carro em casa, e carregar fora pode ficar bem mais caro que a gasolina/gasóleo.

      • Zé Mig says:

        A maioria das pessoas nao consegue carregar em casa PONTO e a maioria nunca conseguirá! Desde o dia que o comprem até ao dia que o vendam, fartaram-se de poupar dinheiro, quem tem EV até ja deve ter uma vida muito mais folgada!!! Boa sorte

    • Yamahia says:

      A rede mobi.e vende a 1.5€ por 100kms? Multiplica por 10 e tlv acertes e no fim não te esqueças de adicionar +30% de energia dissipada que pagas mas não entra na bateria.

      • JL says:

        Adicionar para quê? Então segundo você diz não se paga.

        Que carros têm essa eficiência a pagar esse valor ?

        • Mario says:

          Os carros do JL têm eficiencia de 500% certamente.
          Agora vai dizer que não há perdas?

          • Vítor M. says:

            Heheh não tiras o JL na boca 😉 ele deve-te incomodar largo 😀

          • JL says:

            Há perdas mas não são de 30%, ainda menos quando se fala de carregadores públicos.

            E já agora, essas já estão incluídas na conta que se paga.

            No seus também há perdas.

          • Mario says:

            O JL é aquele tipo de pessoa com cegueira ideológica… porque contradiz-se e diz asneiras e ainda acha bem (como negar que as arvores baixam a temperatura).

            É fascinante ver ‘liberais’ a aplaudirem a intervenção do Estado para matar a concorrência e ditar o que a indústria pode ou não produzir. Desde quando é que o liberalismo apoia proibições burocráticas e planeamento centralizado vindo de Bruxelas? Se só há uma opção permitida por lei, o mercado deixou de ser livre. Trocaram Adam Smith por Gosplan e nem repararam.

          • JL says:

            Então onde me contradisse ?

            Então qual é a indústria que pode produzir ?

            O que é proibido ?

            Então que única opção é essa ?

          • Mario says:

            Agora joga à ignorante? A União Europeia aprovou a proibição da venda de carros novos a combustão (gasolina/gasóleo) a partir de 2035. Se o Estado proíbe a produção e venda de uma tecnologia e impõe o elétrico como única via viável, isso é o fim da livre concorrência. Quando o regulador elimina as alternativas por decreto, o mercado deixa de ser livre. Se até isto tem de ser explicado, a cegueira ideológica é ainda maior do que parecia.

            Contradisse-se no momento em que disse que as árvores ‘baixam a temperatura do solo, não do planeta’. O solo e a atmosfera fazem parte do planeta. Se as árvores reduzem a temperatura da superfície e da atmosfera através da evapotranspiração e da formação de nuvens (albedo), estão literalmente a arrefecer o planeta. Dizer que arrefecem o chão mas não o planeta é o mesmo que dizer que um frigorífico arrefece a comida lá dentro, mas não o interior do aparelho. É uma contradição lógica elementar.

          • JL says:

            Mas a industria não aprovou nada disso, é uma invenção, e você falou no presente, e não no futuro.

            Mas o estado não proibiu nada, mas afinal vive em que planeta ?

            Os governos não impõem nenhuma única tecnologia, senão não estavam a incentivar outras, mais um mentira das grandes sua.

            Morte lá qual a normal, lei ou algo onde a UE definiu uma tecnologia ? Pode recorrer também ás leis portuguesas.

            Regulador ? mas existe algum regulador ? não é melhor tomar os comprimidos ?

            Eu não não disse que as arvores não baixam a temperatura do solo, é mais uma que você não sabe ler e altera o que os outros dizem.

            Fazem pois, mas são coisas diferentes, e aliás, já lhe mostrei um estudo que confirma que os paineis fazem o mesmo.

            Mas não entendi, o que o tema arvores é para aqui chamado ? secalhar é melhor ver porque é que existem muitos fogos, e cada vez mais frequentes.

          • Mario says:

            Então o Regulamento (UE) 2023/851 que impõe a meta de 0g/km de CO₂ para carros novos em 2035 ‘não existe’ e ‘é uma invenção’? A sério? O Regulamento do Parlamento Europeu foi aprovado, publicado e é lei vinculativa em todos os Estados-membros, incluindo Portugal. Dizer que ‘não há regulador nem lei’ quando existe legislação comunitária publicada no Jornal Oficial da UE é atingir o topo da negação da realidade. E tentar comparar a regulação térmica de uma árvore (evapotranspiração + albedo) com um painel solar para tentar fugir aos fogos é só a cereja no topo do bolo. Mantenha os factos em dia antes de acusar os outros de mentir

          • JL says:

            Esse regulamento já nem existe, já foi substituído.

            Não, não existe, até porque esse regulamento nunca esteve aprovado, anda assim tão mal informado, é o lobby ou o rebanho que o informa tão mal.

            Já agora, onde dizia que apenas uma tecnologia podia continuar ? Consegue agora desmentir a SUA MENTIRA DO COSTUME ?

            Quem está aqui a negar a realidade é você, não existe regulador, existe legislador.

            A sério que prefere continuar com argumentos infantis para não admitir a verdade ? Porque não diz realmente a verdade, era mais fácil para si.

          • Mario says:

            O regulamento existe, está em vigor (Regulamento UE 2023/851) e fixa a meta de 0 g/km de CO₂ para 2035. O que foi ‘esticado’ ou negociado à última hora foi a tolerância para e-fuels (combustíveis sintéticos) por pressão da Alemanha, e a cláusula de revisão. Mas para motores a gasolina e gasóleo tradicionais, a proibição de venda em 2035 continua na lei. Tentar usar a exceção dos e-fuels ou as cláusulas de revisão para fingir que ‘o regulamento não existe e foi inventado’ é apenas atirar areia para os olhos dos leitores

            Mas eu até dizia a verdade mas você não vai acreditar.
            Você é que é o detentor da verdade.

          • JL says:

            Está a ver com já confirma que esse já não conta e afinal não existe a mentira que anda a dizer, era melhor dizer realmente a verdade sobre o que e incomoda.

            Não existem motores a gasolina e gasóleo, existem motores de ciclo diferentes que podem consumir outros combustíveis, que são esses mesmos, portanto mais uma mentira sua, era melhor dizer a verdade do que o incomoda.

            Não posso acreditar enquanto não a disser, é como vê, farta-se de dizer mentiras que ninguém acredita, uma vez na vida tente ser homem e diga a verdade.

      • Marco says:

        Onde foste buscar mais de 30% de energia dissipada que não entra na bateria?

      • Gonçalo says:

        Carregamento em casa fica a cerca de 1.50 por 100km, mas se queres falar de energia desperdiçada podemos falar de motores a combustão que têm uma eficiencia de 20 a 35% tudo o resto é desperdiçado em calor já para não falar do desperdicio na extração e refinação do petroleo e já agora no transporte que tambem usa motores a combustão tanto em navio como em camiões, quando a gasolina chega ao teu carro a eficiência anda bem abaixo dos 10% .
        Portanto por falar em pagar e não usar a combustão é rainha do negocio

    • Danny says:

      O meu vizinho também tem elétrico e combustível, mesmo com o combustível a mais de 2€ ele usa o a combustão e o elétrico ao domingo, já outros 3 desistiram do elétrico e trocaram para combustão novamente, parece mentira, mas não é.

      • Mr. Y says:

        É um pouco estranho usar o eléctrico no fim de semana onde poderia aproveitar para fazer mais km com o que é a combustão porque a autonomia é o ponto ‘fraco’ dos eléctricos.

      • JL says:

        Anda toda a gente a mudar de eléctrico para combustão, nota-se bem nas vendas deles novos e em segunda mão. Loool, isto já deve ser desespero.

        • Danny says:

          JL fica logo todo ofendido, que tem de vir com o óbvio, só esquece que nem todos se adaptam ao elétrico.

          • JL says:

            Ofendido onde ? até brinquei com a situação.

            Com o obvio ? nem sequer viu que era ironia.

            E têm de adaptar porquê ? quem escolhe eléctrico tem obrigatoriamente de pertencer a rebanhos como vocês ?

          • JL says:

            Aliás:

            “E têm de adaptar porquê ? quem escolhe eléctrico tem obrigatoriamente de pertencer a rebanhos como vocês ?”!

            Deve ler-se

            E têm de adaptar todos porquê ? quem escolhe eléctrico tem obrigatoriamente de pertencer a rebanhos como vocês ?

          • Danny says:

            Que rebanho?

          • JL says:

            Basta ler por aqui os comentários e fica a saber.

          • Danny says:

            Mas tens rebanho nos elétricos e a combustão! Agora eu não vou em ondas, como vejo aqui, principalmente o pessoal eletrificado, que pintam o carro elétrico como o santo gral, ou combustão que para eles tudo arde.

          • JL says:

            Onde ? Vê alguém nos eléctricos a defender cegamente sem argumentos fundamentados essa tecnologia ?

            Errado, não pintam, nem os consideram desse modo, sabem os seus prós e contras.

            Eu quando vejo anúncios sobre incêndios em carros a pergunta e afirmação que mais vejo é se é eléctrico e outros a alegar que é eléctrico sem sequer saberem qual é o modelo e tipo de veículo.

    • Mario says:

      Veio para ficar e tens um a combustão parado? Algo de errado não está certo. Se confiasses qb nos elétricos não ficavas com o carro a combustão a ganhar pó em casa. Eu preferia ter um Dacia Spring ou assim para ir ao pão, e ter um elétrico melhor para o resto.
      Outra coisa, achas que os preços da eletricidade se vão manter baixinhos? Basta ver que em alguns postos o kwh fica tão caro como abastecer o carro a gasolina ou gasoleo.
      Vê os preços do OMIE neste verão… ou então esperemos ter um inverno chuvoso e aí vais ver os preços a galopar. esses 1.5€ facilmente saltam para 5€.

      • Toni da Adega says:

        Provavelmente precisou de um segundo carro e optou por comparar um elétrico. Numa familia é possivel trocar somente 1 carro e manter o outro.

        • Mario says:

          Mas isso é contraproducente. Nem faz sentido. Mas sou eu.

          • Toni da Adega says:

            Não faz sentido porquê? Se precisares de 1 carro novo, compras meia dúzia para a família toda?
            Eu ainda tenho uma televisão CRT devo jogar fora? Quando comprei uma OLED devia ter trocado todas as TV que tinha?
            Quero um bike nova devo comprar para a família toda ou somente uma?

      • JL says:

        Se os preços da electricidade não se mantiverem baixos, muito menos vão estar os dos combustíveis, já que dependem de muita electricidade.

        • Mario says:

          Essa conta não bate certo. A refinação de petróleo usa maioritariamente energia térmica gerada pelos próprios subprodutos do crude no local, não energia da rede. A eletricidade representa uma fração mínima no custo de um litro de combustível — o grosso é crude e impostos. Já no carro elétrico, a subida da luz afeta 100% do custo de cada quilómetro. Tentar equiparar o impacto da subida da luz nos dois casos é desconhecer a física e a economia do setor
          o impacto da luz no preço final do litro nem a um cêntimo chega. O mercado livre serve para teres escolha quando os preços de uma fonte sobem

          • JL says:

            Usa não, devolve alguma, com a cogeração, todos os outros processos usam e energia da rede, inclusive transporte.

            Errado, já que muita dela é produzida com recurso a renováveis que não alteram de preço.

          • JL says:

            Já agora, como acha que são aquecidas as torres de refinação ?

          • Mario says:

            Perguntar como se aquecem as torres de refinação acabou de revelar a sua total ignorância industrial. As torres de destilação são aquecidas a fogo direto em fornos alimentados por gás de refinação (fuel gas) e subprodutos do próprio crude, não com ‘resistências elétricas’ ligadas à EDP! E a cogeração que mencionou serve precisamente para a refinaria produzir a sua própria energia, tornando-a autossuficiente e imune aos custos da rede. Obrigado por confirmar exatamente o meu ponto: o impacto do preço da eletricidade no litro de combustível à bomba é insignificante. Já no elétrico, afeta 100% do custo por quilómetro

          • JL says:

            Errado, usam permutadores de calor onde esse calor é aproveitado mais à frente, onde a parte que se perde é reposta com queima de gás natural , ou pensa que tem lá um caldeirão com uma fogueira por baixo. LOOL

            Tudo isso consome enormes quantidades de energia, e se fosse aquecida por eletricidade, que também acontece em pelo menos 3 refinarias na Europa, era com indução, e não resistências.

          • Mario says:

            Falar em ‘aquecer refinarias por indução elétrica’ é pura ficção científica. Os permutadores servem para recuperação de calor entre correntes do processo, mas a energia térmica de base vem de fornos a fogo direto (fired heaters) que queimam gás de refinação (refinery fuel gas) e frações pesadas da própria destilação. Nenhuma refinaria de crude do mundo funciona a ‘indução elétrica’ para fracionar crude a 400 °C — o consumo do parque de indução destruiria qualquer viabilidade económica e a rede elétrica local. Inventar refinarias elétricas para tentar justificar que a subida da luz encarece a gasolina é o auge do desespero

          • JL says:

            Nenhuma funciona só com um sistema, é verdade, mas há medida que têm vindo a descarbonizar tem vindo a adotar mais sistemas de aquecimento, não seja velho, ainda no ano passado gastaram lá 200 milhões.

            É por isso que têm co geração, para aproveitamento.

        • Mario says:

          Fará se as refinarias tivessem painéis solares ligados a instalações com 80 anos

      • Gonçalo says:

        Mas para eletrcidade existe solução qualquer pessoa teoricamente pode criar eletricidade em casa enquanto petroleo é impossivel tens de estar dependente de um monopolio milionario. “há e tal há pessoas que não podem meter paineis” claro mas muitas podem e muitas outras tambem podem abrir estações de carregamento com paineis solares está aí um negocio para o futuro. A questão é que se pode criar eletrcidade a partir do nada praticamente e petroleo não portanto essas subidas são apenas fantasias eles não podem aumentar muito o preço porque não controlam a fonte de energia

    • Yuri Bezmenov - segunda fase says:

      Ou estás a mentir no consumo do carro ou preço da electridade.

  3. B@rão Vermelho says:

    Isto mais parece uma guerrinha de garotos a medir piinhas, há vantagens e desvantagens em ambos.
    Os carros a combustão para aquele tipo de condutor que não gosta de fazer paragens em viagem é uma mais valia, já os VE para quem anda pouco e tenha garagem é top, agora é ver qual é a tecnologia que mais se adapta as vossas necessidades o resto é fanatismo ou alguém que ainda se tenta convencer que fez um excelente negócio mas tem duvidas seja qual for a tecnologia que apostou.
    Eu para mim faz mais sentido um VE para a minha utilização é o ideal, vou manter o carro a combustão mais por ser comercial e ter caixa de carga depois de ter VE a utilização vai ser diminuta e talvez com o passar do tempo chegue a conclusão que não vale a pena manter os dois.

    • JL says:

      Para quem anda pouco mas no final são os que têm mais KMS.

    • Mr. Y says:

      Já para não falar que os argumentos são sempre os mesmos. Parece uma sardinha com o rabo na boca.
      A polarização que vemos entre esquerda e direita infectou a discussão VE vs combustão. Parece que se deixou de saber que o mundo tem zonas cinzentas. Enfim…

  4. Zé Mig says:

    A malta queixa-se que a electricidade esta cara para uma casa de familia e está sempre a aumentar, mas para um EV já nao esta nada cara nem tao pouco aumenta. Ainda me vou rir muito quanto muita desta malta ficar agarrada com os EVs, mas desejo boa sorte a todos e nada de azares. Por acaso ha duas semanas fiz uma pequena viagem de 60km pela AE, de uma cidade para outra, encontrei 4 carros parados na berma, todos electricos…. 2 Teslas, 1 Citroen e 1 BYD… sabem porque deve ter sido? existem alguma coisa que ainda nao seja publico nos EVs? é que carros que praticamente nao tem manutençao e a que tem é barata…. nao acredito que ficaram sem energia…

    • JL says:

      Qual malta ?

      Também desejo boa sorte a quem tem a combustão e nada de azares.

      Claro que encontrou, ficaram sem energia. Looool

      • Mario says:

        Pela teoria do JL, os elétricos só param se os donos se esquecerem de carregar. A realidade da assistência em viagem é ligeiramente diferente: falhas de software, sobreaquecimento de inversores e a famosa bateria de 12V que deixa o carro em ‘modo tijolo’ sem aviso prévio. Mas claro, nos folhetos da marca diz que manutenção é zero…

        • JL says:

          Claro que sim, até só vêm eléctricos parados. LOOOL

          O software falha ? LOOOL

          Sobreaquecimento ? então não meteu água ? ah espera, isso já mete aqui há muito tempo.

          Se falhar a bateria de 12v não é com o carro a andar, porque a bateria de 12v num elétrico só serve para lhe arrancar com a alta tensão, portanto com ele a andar nunca fica sem 12v.

          Sem aviso prévio, porque é eléctrico, se fosse a combustão avisava antes. LOOOL

          Volto a repetir, NÃO É MELHOR DIZER A VERDADE ?

          • Mario says:

            Você é que é o detentor da verdade… Porque não a diz? Se eu lhe disser a verdade vai dizer que é mentira.
            Tanto ‘LOOOL’ para acabar a demonstrar que não sabe como funciona o conversor DC-DC num elétrico! Acha mesmo que a rede de 12V é imune a falhas em andamento? Se o conversor DC-DC falhar ou entrar em proteção térmica, o carro consome a bateria de 12V até ao fim e abre os contactores de alta tensão, deixando o condutor apeado na berma sem aviso prévio. Pedir para ‘dizer a verdade’ quando nem se domina o básico da eletrónica de potência de um veículo é obra!

          • JL says:

            Claro que sou, até você sabe disso.

            Mas você não consegue dizer a verdade, sabe muito bem disso.

            Não, sabe você, só falta vir dizer que esses também aquecem e é preciso ir abrir o capô do carro. Looooool

            Nada é imune a avarias, agora inventar avarias é bem comum por aqui.

            Loooool, é cada teoria, o dcdc usa o mesmos sistema de refrigeração do inversor do motor, portanto a haver sobreaquecimento, este começa em algo que aquece mais, no inversor e no motor, nunca no dcdc.

            Mas valeu mais uma tentativa de inventar.

        • Toni da Adega says:

          Tens aí uma boa oportunidade de negócio. Empresa de assistência em viagem. Com tanto Elektro a ser vendido são milhares de clientes todos os dias

    • Antonio Vasco says:

      É cada mentiroso que aparece aqui… Eu faço 5 a 7.000 km/ mês, e é rarissimo ver um EV parado com avaria ou coisa do género; mas por acaso tenho reparado que são cada vez mais os combustão parados, em cada viagem que faço ao Algarve vejo uma media de 3 combustão parados, penso que isso é a consequência de cada vez mais carros importados e com muitos anos, é fácil ver modelos da Mercedes, e Audi de 2007 a 2012 com matrículas CA e seguintes ,matriculas de 2026 em carros com mais de 15 anos, claro que as avarias aparecem

      • Mario says:

        Comparar carros a combustão com mais de 15 anos importados — que fazem milhares de quilómetros sem manutenção preventiva — com veículos elétricos novos é misturar alhos com bugalhos. A questão dos elétricos na autoestrada é pura física e aerodinâmica: a 120 km/h o consumo de kWh dispara exponencialmente. É por isso que se vêm tantos EVs na A2 a andar a 80 ou 90 km/h atrás dos camiões para conseguir chegar ao carregador de Almodôvar sem reboque. O parque automóvel está envelhecido precisamente porque o preço dos carros novos (especialmente elétricos) é proibitivo para a maioria dos portugueses

        A menos que vamos todos criar unipessoais para meter lá os carros e as despesas, como fazem a maior parte

        • JL says:

          Como sabe que não fazem preventiva ? Trabalha lá para saber ? Daqui a pouco vai nos dizer a verdade.

          Nos a combustão a física muda ? Ela ? Temos novo Einstein ?

          É por isso que se vêem a 80 ? O que vejo mais a 80.kmh são os a combustão, tenho de fazer uns vídeos e colocar aqui, prioridade máxima.

          Essa é a conversa normal de rebanho, vão devagar para tentar chegar ao carregador, então quer dizer que você vai atrás deles para saber para onde vão ?

          O parque automóvel está velho porque as pessoas entregam o dinheiro aos que têm grandes lucros, a começar pela Galp, Repsol, etc, isto é física pura, se sai de um lado, vai para o outro.

          Deve ser por isso que se vendem 12% de diesel e 30.% de eléctricos, porque os eléctricos são mais caros ? É da física.

          Não foi isso que fizeram para haver tantos a diesel nas nossas estradas ? Então falta de unipessoais não existe.

          Volto a repetir, não era mais fácil dizer realmente a verdade ?

          • Mario says:

            Física pura’ aplicada ao lucro das petrolíferas e negação do impacto da velocidade no consumo de kWh… O JL acaba de inventar uma nova ciência! Os elétricos vendem nas empresas por via das isenções de Tributação Autónoma e deduções de IVA, não por ‘milagre do mercado’. Quando a matemática, a física básica e a legislação não convêm, inventam-se novas definições de ‘verdade

            Segundo a sua lógica, as pessoas deviam parar de ir trabalhar e não meter combustível para pouparem dinheiro para um elétrico… Como é que isso funciona na vida real? Dizem ao patrão que não vão trabalhar este mês para economizar? Quem usa um carro a combustão de 15 anos usa-o por necessidade económica diária, não por devoção às petrolíferas. A falta de noção da realidade do país é assustadora

          • Mario says:

            Mais uma vez os subsídios e os descontos fiscais para as empresas.

          • Vítor M. says:

            É oq ue te preocupa, serem para os outros e não ser para ti 😀

          • JL says:

            Eu disse que não tem impacto a velocidade com o consumo ? Você é que disse, ou existe uma física para kWh eléctricos e outra para kwh do combustível ?

            Os diesel não eram ? Então porque escolhiam sempre esses ? E os híbridos ?

            Então qual foi a nova definição que inventei ?

            Onde encontrou essa lógica, na sua cabeça de comunista ?

            A lógica é muito simples e você é o exemplo disso, trocam de carro como se não houvesse amanhã e compram carros caros que não usam.

            Não tem 15 anos, tem muito menos, ou vai mentir novamente ?

            Sim, a falta de noção é uma realidade, por isso compram diesel para fazer 900 KMS em 3 semanas e depois dizem que têm dinheiro.

          • Mario says:

            O Vítor é que é liberal. Os liberais é que gostam que o estado lhes banque o negócio com risco zero de preferência.

          • Vítor M. says:

            Falar do que importa, zero, depois vem esta conversa de partidos… porque o resto 😉 zero factos. Mas, é um estilo conhecido.

          • Mario says:

            É difícil perceber não é JL. Só você è que sabe não é? Então não há carros a combustão com 15 anos é isso?
            MAIS UMA VEZ PERGUNTO, SE SABE, PORQUE NAO DIZ?
            EU VOU DIZER E VOCE DIZ QUE È MENTIRA.

          • JL says:

            Há pois, eu já tive alguns, mas não é o seu caso, segundo o que você fala aqui de 2017 e 2022.

            Eu digo o que sei, sem invenções.

        • Antonio Vasco says:

          O sr. Mário há muito tempo que só diz disparates e afirmações nao factuais, e eu já não costumo ler , mas li este post e tenho a dizer-lhe que mais uma vez vem para aqui dizer o que não sabe, e é até normal, ser não tem VE como pode saber? Só que insiste, insiste e alguém tem que o desdizer.
          A questão da velocidade e aumento do consumo é uma questão de física e desenho do carro, mas isso é igual seja combustão ou eléctrico, a unidade de medida é que é diferente. Um combustão, se aumentar a velocidade de 100 para 120 pode se dizer que gasta mais 0,4 a 0,5 L, isso corresponde a 80- 90c. Um VE , se aumentar de 100 para 120 , gasta mais 1kw a 1,5kw/100, pelo menos no meu. 1,5kw , mesmo a preço de carregador fora , serão 60-70c. Como vê, a diferença desaoarece.
          Os VEs são caríssimos? Sim, para quem não tem dinheiro, mas isso também acontece com os equivalentes combustão, o meu Y custou 40 M€, leva mais que o meu serie 6, é muito mais seguro e confortável, tem uma série de extras que o BMW não tem, por exemplo bancos e volante aquecido, grava e posso ver o que acontece á distância, posso controlar a temperatura á distância, posso deixar o meu cachorro dentro sem qualquer problema que a temperatura mantém se sempre igual e a nivel de ligação a Net nem vale a pena falar, o BMW não tem. Para não falar da manutenção… E custou menos 22M€… Como vê, não é caro , é muito barato
          Agora, só porque não tenho dinheiro para um Porche, não venho para aqui dizer mal do carro, não o conheço , como posso dizer mal? Portanto não diga mal diz VEs, não os conhece

  5. PorcoDoPunjab says:

    Não posso ter EV porque só para ir almoçar faço 100 km na ida e 200 no regresso.
    Se tiver que parar para carregar, a hora de almoço só serve para dar almoço ao carro.

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