Mercedes-Benz troca carros por condomínios de luxo no Dubai?
A Mercedes-Benz está a dar um passo inesperado fora do mundo automóvel e a entrar em força no imobiliário de luxo. Perante uma indústria cada vez mais desafiante, a marca alemã associou-se à construtora Binghatti para desenvolver um gigantesco projeto residencial no Dubai, que promete ser muito mais do que um simples conjunto de edifícios.
De nome Mercedes-Benz Places Binghatti City, o empreendimento foi pensado como uma verdadeira cidade dentro da cidade. No total, o projeto inclui mais de 13.000 residências distribuídas por 12 torres, ocupando uma área superior a 800.000 metros quadrados.
Concebido para estabelecer um "novo padrão de vida urbana exclusiva e integrada", conforme citado pelo CarsCoops, o empreendimento terá uma torre central em forma de degraus, chamada Vision Iconic, ladeada por 11 edifícios retangulares. Este será o coração do empreendimento.
Mercedes-Benz quer uma verdadeira cidade dentro da cidade
A Mercedes não revelou muitos detalhes sobre os edifícios, mas afirmou que irão expressar a chamada "Sensual Purity" (em português, "Pureza Sensual").
A fabricante alemã acrescentou ainda que cada torre terá o nome de um concept assinado por si, com edifícios como o Vision One Eleven, o Vision Mercedes Simplex e o Vision Mercedes Maybach 6 a reforçarem a ligação da empresa aos automóveis.
Sobre as residências, sabe-se que serão "meticulosamente concebidas para intensificar a experiência da marca Mercedes-Benz em todos os sentidos", esperando-se uma utilização abundante de madeira e couro, bem como detalhes em preto e prateado.
Condomínios da Mercedes-Benz no Dubai dão forma a um resort
Os espaços exteriores vão desempenham um papel importante no empreendimento, uma vez que as áreas ao ar livre estão a ser "idealizadas como um santuário de elegância e tranquilidade, onde a natureza e a inovação convergem".
A envolvente terá uma Grand Promenade, assim como um Picnic Grove e um Meadow Pavilion. A estes juntar-se-ão a Crown Arena e áreas familiares chamadas Little Marvels e Aqua Joy.
No que diz respeito a esta última, existirão piscinas familiares, piscinas infinitas e zonas de diversão aquática.
Interiores pensados para a saúde e o bem-estar
Relativamente às comodidades, a Mercedes prometeu ginásios de última geração, espaços para ioga, plataformas de treino ao ar livre e pistas de corrida elevadas.
Haverá, também, uma variedade de clubes, incluindo modalidades como tiro com arco, esgrima, escalada e Pilates.
Os residentes poderão usufruir de estúdios de ciclismo indoor, simuladores de golfe, uma sala dedicada a desportos eletrónicos e um salão de baile.
Marca alemã cunha a sua estrela além dos automóveis
Com este projeto, a Mercedes-Benz mostra que o conceito de luxo vai muito além do automóvel.
No Dubai, a estrela da marca passa a brilhar, também, na arquitetura e na experiência residencial, numa aposta clara na diversificação e na expansão da sua identidade.






























Quem meter graveto nesse banco central que se prepare…. Aquilo será sempre dos cabeça de compota…
O que se sabe até hoje está mais seguro que em qualquer banco da UE, Suiça, Inglaterra, e algumas ilhas offshore muitos magnatas deslocaram para o Dubai parte do seu dinheiro.
Isto porque não querem saber de OFAC (EUA), UE, Interpol,
é dos países que mais imune a sanções, congelamento político, arrestos sem condenação, sanções automáticas, congelamentos ideológicos, pressão mediática e o mais importante segredo bancário que na Suiça deixou de existir completamente.
Na altura das sanções contra os magnatas russos praticamente foi o único país que ignorou qualquer mandato para fazer arrestos e fazer Disclosure de contas.
Olhem o tipo do Telegram a França bem lhe queria congelar contas para o pressionar e tentou de tudo mas não valeu de nada, o Dubai ignorou por completo, na altura do Rei de Espanha foi igual muitas investigações e Dubai ignorou, resumindo hoje em dia é procurado por muitos empresários para ter lá uma parte dos seus investimentos e dinheiro porque nunca se sabe o dia da amanhã.
Ou seja, é um paraíso dos vigaristas, é isso!
not really, os meus ganhos overseas vão para uma conta no dubai da qual possuo cartão de credito para usufruir do que tenho nessa conta, é tudo legal e evito perder 50% em impostos pelo caminho uma vez que no dubai ainda não há impostos
Rui, não é uma questão de “paraíso de vigaristas”. É simplesmente a realidade geopolítica atual. A Suíça já foi o grande refúgio financeiro mundial, mas perdeu esse estatuto quando, durante o conflito Rússia–Ucrânia, decidiu alinhar com as sanções ocidentais. Ao congelar ativos e ao quebrar o sigilo bancário — que era precisamente o seu maior trunfo — enviou uma mensagem clara aos grandes depositantes: o vosso dinheiro aqui depende da política do momento.
Para quem tem fortunas gigantescas, património espalhado pelo mundo e exposição política, isso é um risco enorme. Não é por acaso que muitos magnatas, empresários e fundos soberanos deslocaram parte do capital para Dubai. Não porque sejam “vigaristas”, mas porque procuram previsibilidade jurídica, neutralidade política e proteção contra decisões arbitrárias de outros países.
Dubai, goste-se ou não, oferece exatamente isso:
não segue automaticamente sanções de terceiros,
mantém sigilo financeiro,
não cede facilmente a pressões externas,
e tornou-se um hub global para investimento, negócios e património.
A Suíça, ao abdicar do seu sigilo histórico, perdeu o seu maior diferencial. Hoje, para quem tem muito a perder, é natural preferir um sistema que não muda de posição conforme o vento político.
Não é uma questão de moralidade — é uma questão de segurança financeira.
dubai é a nova suiça
“…onde a natureza e a inovação convergem…”
Quais natureza?
A Mercedes, é vitima da politica Alemã, e da mentalidade Alemã.
A Alemanha esqueceu-se de proteger, o mercado deles, e agora, pois carros da Mercedes já vem feitos na China.
Que desgraça.
E estamos a falar de uma marca com um enorme prestigio no segmento médio.
Agora pois teem que se virar para actividades de 3º mundo, como o turismo, e investimentos em habitações de luxo, pois..
O Alemão que não acorde não..