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Isenção de pagamento de portagens a partir da meia-noite: saiba onde

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Zé manel says:

    Esta foto do hangar da força aérea mostra bem o estado das forças armadas em Portugal, quer se dizer equipamento de milhões de euros e não tem um hangar reforçado em betão? E depois querem estes senhores (generais, etc.) os F35, enfim só idiotas.

    • Manuel da Rocha says:

      Aquilo era o hangar de reparações… Os 9 F16, que estão operacionais, estavam nos hangares próprios (chamados Shelters).
      Estes 4 estavam em reparações/manutenção. Para essa operação, não pode ter, paredes de 20cm, ou portões de 40 toneladas…

      • Zé manel says:

        Agradeço a explicação, que me parece plausível, mesmo assim parece-me que poderia ter havido maior cuidado com o posicionamento das aeronaves. Mesmo assim a minha dúvida mante-se valida para os F35, não temos nem pessoal, nem infraestrutura para este tipo de ambição.

        • PeterJust says:

          Não temos infraestrutura mas também não temos os aviões! Assumo eu que se comprassem os aviões (que seria um erro na minha opinião, devíamos optar por material europeu que é semelhante) seria construído ou arranjado algum sitio para os meter.

    • Zé Fonseca A. says:

      mais impressionante é quem comenta sem pensar e sem se informar

  2. António Silva says:

    Uma semana… LOL. Grande iniciativa, vai ajudar imensooo!!! Obrigadinho Sr. Luís Montenegro.

  3. TogasPacho says:

    mas o estado de certeza que vai pagar à brisa, brisa essa que não teve problemas em arranjar geradores…

  4. james says:

    A pergunta é, só agora?
    Uma semana depois de tudo ter acontecido, onde as vias secundarias ficaram obstruídas por arvores e postes. Depois de centenas ou milhares de voluntários ja se terem deslocado para ajuda e obviamente suportarem os custos dessas viagens.
    Não somos só um país atrasado. Somo lentos no geral, ou mal intencionados. Uma declaração de estado de calamidade ou emergência devia automaticamente “desativar” a cobrança de portagens, para mais fácil acesso às populações para prestar auxilio

    • Zé Fonseca A. says:

      não é pelas portagens que o auxilio não chega ou demora mais.. no entanto devia sim mas para isso era preciso existirem calamidades para definirem o standard e montarem esses processos.
      é preciso entender que portugal é um país que é raro sofrer desastres naturais, e estes só estamos a sofrer porque o anti-ciclone dos açores decidiu tirar umas férias para uma zona mais amena, com o anti-ciclone dos açores no sitio habitual estas depressões não te atingem

      • James says:

        claro que as pessoas não deixam de se deslocar porque pagam, mas o fluxo adicionar de veículos só se deve devido à desgraça, logo nenhuma empresa deveria lucrar com a desgraã

        • carlos fernandes says:

          A Brisa vai lucrar, assim como as seguradoras.

        • Zé Fonseca A. says:

          Todas as empresas que vendem produtos estão a lucrar com a desgraca, supermercados, bombas de gasolina, empreiteiros, estaleiros de material de construção, comerciantes de geradores, faz parte de como o mercado funciona, sem dinheiro não há produtos

  5. Danyyel says:

    Medida apenas para criar impacto nas eleições de domingo.
    Depois o chega é que é populista…

    • Eu says:

      Danyyel, muito bem. É preciso dizer as verdades.
      E porque será que apareceu agora a Kristin? Muito conveniente para o António seguro, o anticiclone dos Açores não estar apto e permitir a entrada no continente desta tempestade. Obviamente isto foi tudo obra do socialismo, para tentar cancelar o cheganismo. LOL

    • Mr. Y says:

      Na mouche!
      O candidato à Presidência do PSD/AD vai ganhar as eleições por causa disso.

  6. Paulo says:

    Dizia um vereador da CM cá da terrinha “So faço obra 4 meses antes das eleições, senão o povo esquece no dia do voto”

  7. Gringo Bandido says:

    Enquanto os que estão confortáveis estarem no poder as coisas não mudam como deviam, vão dando umas esmolas e com truques semânticos alteram as percepções para “mudar” as coisas para ficar tudo na mesma.

  8. John Coleman 300 says:

    É nos fogos, nas cheias, nas tempestades. Um país sem rei nem roque. Não há planos de contingência, não há planeamento, não há organização. Se não formos nós, civis, a nos entreajudar-nos, estamos entregues aos bichos. Depois não querem que se diga que somos um atraso de vida.
    As instituições deste país estão podres.
    Os responsáveis parecem baratas tontas.
    Os militares, que deviam estar treinados para responder nestas situações, não têm voz de comando.
    O pessoal da alta e média tensão agradecia que o governo tivesse pedido ajuda ao resto da UE. Faltam técnicos no terreno.
    Aos especialistas do teclado, venham para o terreno perceber que as populações estão entregues a si próprias. Se fosse o telhado da AR no c, apareciam logo plataformas elevatórias de todos os lados.
    Que descoordenação! Em Leiria há gente que já se deve ter abastecido de comida para 1 ano.

  9. David says:

    E as restantes zonas/auto estradas? Por exemplo, foi decretado estado de calamidade em Ferreira do Zêzere e a autoestrada A13 não tem isenção de portagens porquê?
    Qual foi o critério?
    Quem diz esta zona diz certamente outras…

  10. PeterJust says:

    Parece que onde passa a A1 não houve tempestade! O ministro disse a verdade quando lhe fugiu a boca “são privados… já sabem como é…” pois já sabemos… é como a pandemia, quando as coisas aquecem os privados põem-se a monte e se puderem ainda se aproveitam da desgraça dos outros. Olha o SIRESP, mais valia darem-me o contrato a mim! Eu fazia o mesmo que a altice! Quando for preciso, usem o s vossos telemóveis, tá feito! Venham os milhões por um serviço que nunca funcionou! Agora, privatizem o resto

    • Zé Fonseca A. says:

      Têm de isentar a autoestrada toda, não seria justo fazerem-no na A1, além que o governo vai ter de suportar 70% do valor das portagens, vai tudo para os bolsos das concessionárias, era um que mais faltava a A1 que é onde passa mais mercadorias ficar a ser suportada pelos nossos impostos.
      Já chega aqueles que andam a destruir casas para receberem 10k, os que têm comida para 1 mês, os que têm telhas para reparar o convento de Mafra ou lonas para tapar um campo de futebol

      • PeterJust says:

        Não tem que isentar a estrada toda, poderiam isentar apenas na zona afetada, a tempestade não afetou a A8 completa ou as outras, foi só em alguns locais. De resto, são só alucinações de um frustrado da vida, pareces um velho rabugento que sempre que fala só diz asneiras e não tem noção sequer que um dia a vida dele também pode virar do avesso num instante

      • Mr. Y says:

        Não inventes, é possível isentar troços da autoestrada.
        Quanto ao resto nem vou comentar…

        • Zé Fonseca A. says:

          Ai podes? Então explica lá, entras na A1 em Leiria com pórtico aberto, tanto podes ir para pombal como podes ir para o Porto ou para Lisboa..
          Explica-me lá o controlo

          • PeterJust says:

            Acontece muito em Espanha que por motivo de obras, por exemplo, eles de facto não te cobram, não é como cá que fizeram uma lei que só abrange se as obras tiverem + de 25km e eles fazem sempre obras com 24km no máximo! É assim que te enrabam. Então do ponto de vista técnico é isto: o pórtico continua funcionar normalmente, a diferença é que ao passar na via verde ou ao fazer o pagamento, é detectado onde entrou e onde saiu e se está abrangido pelo desconto ou não, eu sei que isto parece muito complicado para alguém muito limitado, mas um programador junior faz isto em 5 minutos.

          • Mr. Y says:

            Claro que podes e não é tecnologicamente complexo.
            A concessionária sabe tanto onde entras como onde sais, ou seja, dá para indicar troços sem cobrança de portagens.

            Para tua informação:
            “Ao todo, são quatro os troços de autoestradas que ficarão isentos:
            – A8, entre o nó de Valado de Frades e o nó de Leiria Nascente;
            – A14, entre Santa Eulália e onó de Ançã;
            – A17, entre o nó da A8 e o nó de Mira;
            – A19, entre o nó de Azoia e o nó de São Jorge;”

  11. Yamahia says:

    “…Já chega aqueles que andam a destruir casas para receberem 10k, …”
    Outch…

    • Mendes says:

      Já tivemos experiências de catástrofes naturais em numero suficiente e recentes…por isso, não é justo, nem aceitável, que casas, carros, pavilhões recebam €€€€S do estado (os impostos colectados) pelo facto de não terem seguros! Quem não tem seguro e receba qualquer valor do estado (reconstrução) deve ficar a pagar (via AT, por exemplo) mensalidades que consiga na sua taxa de esforço até devolver o capital (perdão de juros já seria uma benesse). E no prazo de um ano teria de apresentar um seguro para manter perdão de juros!

      • PeterJust says:

        Dasse!!! Que besta!

        • Mendes says:

          Óptimo, para si, se pensa assim.
          Aproveito para lhe pedir a franquia que vou pagar, na parte dum carro meu que foi danificado na tempestade, que a seguradora não paga.
          É a mesma coisa que receber dos impostos…assim paga directamente! Quer o iban para fazer a transferência?

          • PeterJust says:

            Dava a toda a gente menos a ti. Quem se está a cagar para os outros, mesmo depois de uma tragédia destas, só merece desprezo que é o que te vai acontecer quando te fiares nas seguradoras.

      • Mr. Y says:

        Nem todos os seguros cobrem danos por intempéries.
        O grosso dos apoios são de acesso a crédito que não é a fundo perdido

        • Mendes says:

          Multiriscos de habtações, pavilhões, edificios todos têm essa cobertura. Leia a sua se tem algum seguros desses, que é o assunto. Falo de seguro patrimonial deste tipo.
          A minha casa teve destruição de telhado (vivo na zona afectada) e o seguro já veio fazer peritagem e vai pagar a reparação. Um carro meu, que também foi atingido teve a peritagem ontem e está na oficina para ser reparado (vou somente pagar a franquia).

          Repare que em França (conheço), e talvez noutros países europeus, é OBRIGATÓRIO ter seguro sobre a habitação, com a mesma filosofia que aqui temos sobre os automóveis. Aliás, o governo deveria avançar com essa obrigação pois iria prevenir muitas famílias/empresas.

          Nota: O jovem “PedroJusto”, que não deve pagar muito de IRS e por isso conta com os €€€€€s dos outros (subsídios do estado são os impostos dos outros) não tem estrutura para perceber que o que escrevi não é falta de empatia, é olhar para o erro e criar solução de longo prazo. Ainda é um míudo, por isso, deixo-o gritar…logo lhe passa :-).

  12. Edgar Ramos says:

    Afinal está se a pagar a A19 no trajecto anunciado..

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