Hyundai e Kia: perigo de incêndio nas baterias obriga a recolher carros elétricos
Uma falha no fabrico de baterias levou a Hyundai e a Kia a emitirem um alerta de recolha para alguns dos seus carros elétricos. O elevado risco de incêndio obriga à substituição integral dos módulos de energia e exige medidas de precaução imediatas.
Hyundai e Kia vão recolher carros elétricos
O alerta de segurança surge após a deteção de uma anomalia num lote específico de células de alta tensão, fornecido pela empresa SK On. Durante o processo de fabrico, ocorreu um desalinhamento dos elétrodos. Isso acabou por criar as condições perfeitas para que se desencadeie um curto-circuito interno.
Este defeito estrutural exige máxima atenção, uma vez que pode iniciar um incêndio de forma espontânea. Isto quer o veículo se encontre em circulação ou simplesmente estacionado e desligado. Para resolver o problema, as marcas vão proceder à substituição completa do módulo de baterias dos automóveis identificados. É uma operação técnica complexa, mas necessária para garantir a segurança dos condutores.
Apesar da gravidade inerente a qualquer risco de incêndio num automóvel elétrico, a escala desta operação de recolha é invulgarmente pequena. A anomalia afeta apenas 14 unidades em todo o mundo, um número que demonstra o rigor atual dos sistemas de rastreio de componentes do grupo automóvel.
Existe o perigo real de incêndio nas baterias
No caso da Hyundai, o aviso abrange seis unidades do Ioniq 5, fabricados entre 2023 e 2024. Já a Kia conseguiu isolar o mesmo defeito em sete exemplares do modelo EV6 e num único SUV EV9. Estes foram produzidos no mesmo espaço temporal. Até que a intervenção técnica esteja finalizada nas oficinas oficiais, as fabricantes estabeleceram diretrizes claras para os proprietários afetados.
A principal indicação refere que a bateria não deve ser carregada além dos 80% da sua capacidade máxima. Isso o stress térmico e a tensão no componente defeituoso. Em complemento, as viaturas têm de permanecer estacionadas ao ar livre e manter uma distância de segurança considerável em relação a edifícios, garagens cobertas e outros veículos.
Os proprietários dos modelos abrangidos por esta falha vão começar a receber as respetivas notificações de agendamento durante o mês de agosto, sendo todo o processo de reparação e substituição assegurado pelas marcas, sem qualquer custo para o cliente.






















Os meus vizinhos do lado, tem dois Ioniq 5, vão mas é dormir para o parque de campismo mais longe que em casa já não entram com estes cangalhos. 🙂 🙂 🙂
Que perigo estes elétricos… coisa que nunca aconteceu foram carros a combustão a serem recolhidos por risco de incêndio.
Tás igual ao Jorge Lúcio.
Mas nunca aconteceu nos carros a combustão?
Continuamos a rodar no mesmo: um ICE não pega fogo se estiver parado e frio, já um VE é o que se vê…pode a meio da calada da noite se lembrar de fazer “uma partida”
Tanto pega que há vários casos.
Podemos ir novamente ao Mercedes do parque do aeroporto.
Parado ? Ou a carregar ?
Os críticos continuam a rodar no mesmo e a fugir responder:
Nunca aconteceu nos carros a combustão?
Isso do não pega…
O meu pai tinha o carro ( mercedes) parado há uma semana quando pegou fogo. ( problema já conhecido da mercedes mas que obviamente não se responsabilizou)
Já foi há uma decada ou mais mas não nos pareceu uma partida
E recolherem apenas 14. Nunca esse número foi tão alto.