Geely estreia-se em Portugal já em maio. Conheça os dois modelos eletrificados!
A estreia da Geely, em Portugal, está marcada para maio, com dois modelos eletrificados: um SUV 100% elétrico com autonomia até 430 e um SUV Super Hybrid plug-in com autonomia máxima combinada total de 1055 km.
Depois de o véu ter sido ligeiramente levantado, no início deste mês, já é conhecida a data em que a marca chinesa Geely vai entrar oficialmente no mercado português, trazendo tecnologia de ponta, segurança comprovada e uma aposta clara na eletrificação acessível.
A estreia acontece já em maio, com dois modelos prontos para o dia a dia: o totalmente elétrico Geely E5 e o híbrido plug-in Starray EM-i.
Ambos chegam com um argumento difícil de ignorar: cinco estrelas nos testes Euro NCAP.
Geely E5: o novo SUV 100% elétrico
O novo Geely E5 é um SUV compacto totalmente elétrico, construído sobre a nova arquitetura inteligente GEA.
Conta com um motor elétrico que produz 160 kW (218 cv) de potência máxima e tração dianteira, alimentado por uma bateria LFP de 60,22 kWh.
O resultado é uma autonomia combinada de até 430 km (WLTP), garantindo um equilíbrio perfeito entre conforto e performance.
No interior, o E5 privilegia a facilidade de utilização, com um sistema de infoentretenimento rápido e conectividade total.
O habitáculo foi desenhado para ser espaçoso e confortável, utilizando materiais de qualidade. No capítulo da segurança, o modelo inclui os mais recentes assistentes de condução e proteção ativa.
Starray EM-i: Versatilidade Híbrida Plug-in
Para quem procura versatilidade sem limites de distância, o Starray EM-i é um SUV Super Hybrid Plug-in (PHEV) com total foco na eficiência.
O sistema propulsor foi otimizado para manter consumos baixos, permitindo uma autonomia máxima combinada de até 1055 km (WLTP) e um consumo anunciado de 1,4 L/100 km.
Com um design robusto e linhas marcantes, o novo Starray EM-i combina um exterior imponente com um interior moderno e tecnológico.
Tal como o Geely E5, vem equipado com um pacote completo de segurança e ajuda à condução, reforçando o compromisso da Geely com a proteção de quem viaja a bordo.
Geely conta com plataformas, design e desenvolvimento próprio
A Geely baseia o seu crescimento num investimento constante em Investigação e Desenvolvimento (I&D). Este trabalho resulta em tecnologias e plataformas próprias, que permitem criar automóveis mais eficientes, inteligentes e adaptados às exigências europeias.
Mais do que apenas fabricar veículos elétricos, a Geely aposta numa mobilidade mais sustentável e numa ligação fluida entre o condutor e o veículo, através de sistemas digitais de infoentretenimento de fácil utilização que facilitam o quotidiano.
Com o arranque das vendas a nível nacional em maio, a Geely inicia uma etapa importante da sua expansão na Europa, escolhendo Portugal como um mercado estratégico para demonstrar a qualidade da sua nova geração de modelos eletrificados.























Boa marca, para quem não sabe faz parte do grupo quem a Volvo. A única razão que não vou adquirir um carro deles é por ser importado e representado pela Salvador Caetano, cobram por ano 200€ para não se perder a garantia com a desculpa das manutenções.
Adoro o logotipo deles, (2.ª foto) deve ter sido um balúrdio meter 3 traços num retângulo branco, UAUUUU!!!
😀 por vezes menos é mais 😉
Tragam antes o Geely Emgrand, que é um híbrido “self charging” e gasta 2,2 litros aos 100 km. Com o tal supermotor de 48,41% de eficiência térmica, o valor mais elevado do mundo entre motores a gasolina de produção em massa. Esse sim, quando chegar vai ser mesmo Em Grande, e é muito mais barato de produzir que um PHEV ou um 100% eléctrico.
O pessoal pode não conhecer a marca mas é quem tem o modelo 100% eléctrico mais vendido na China, fica a frente da BYD.
Valores alguma ideia
60Kwh com apenas 430km de WLTP? mais um chines que gasta mais do que devia, com 60kwh o WLTP tinha de ser pelo menos 500km para ser competitivo, a menos que custe menos de 30k obviamente…
Boa tarde.
Para quando a estreia da zeekr em PT?
Obrigado
Daqui a uns anos está o pessoal a gritar que não há peças. Aos chineses nunca interessou manter os carros, mas usar e deitar fora.
Duvido, porque se isso acontecer vão deixar de vender.
A natureza tem horror ao vazio. Se os chineses não fabricassem peças de substituição faziam-nas os indianos ou o Bangladesh.