Furou o pneu e não tem suplente? Saiba o que fazer
Durante muitos anos, os automóveis saíam de fábrica equipados com uma roda suplente. Hoje, essa realidade é diferente. Muitos fabricantes optam por equipar os veículos apenas com um kit de reparação de pneus ou, em alguns casos, nem isso. O que fazer quando surge um furo inesperado e não existe um pneu suplente à disposição?
Se notar que o veículo está a perder pressão num dos pneus, reduza gradualmente a velocidade e procure um local seguro para imobilizar o automóvel. Ligue os quatro piscas e utilize o colete refletor antes de sair do veículo.
Evite travagens bruscas ou mudanças repentinas de direção, especialmente em autoestrada.
pneu furado? Verifique se o carro tem um kit de reparação
Grande parte dos veículos modernos inclui um kit de reparação composto por um compressor e um líquido selante.
Este sistema permite reparar temporariamente pequenos furos provocados por pregos ou parafusos na zona de rolamento do pneu. O procedimento é simples:
- Ligue o frasco de selante ao pneu;
- Utilize o compressor para voltar a encher o pneu;
- Circule alguns quilómetros para distribuir o produto;
- Verifique novamente a pressão.
Contudo, esta solução não funciona em todos os casos. Cortes laterais, danos extensos ou pneus completamente destruídos exigem outra abordagem.
Tem pneus Run Flat?
Alguns automóveis utilizam pneus Run Flat, concebidos para continuar a circular mesmo após uma perda total de pressão.
Dependendo do fabricante e do modelo do pneu, é normalmente possível percorrer entre 50 e 80 quilómetros a velocidades reduzidas, permitindo chegar a uma oficina sem necessidade de substituir imediatamente a roda.
Assistência em viagem pode ser a melhor opção
Se o dano for grave e não existir qualquer solução temporária disponível, a alternativa mais segura é contactar a assistência em viagem. A maioria dos seguros automóveis inclui este serviço, que pode enviar um reboque ou prestar apoio no local.
Antes de iniciar uma viagem longa, vale a pena confirmar se a cobertura do seguro inclui assistência em caso de furo.
Embora seja impossível evitar todos os furos, algumas medidas ajudam a reduzir os riscos:
- Verifique regularmente a pressão dos pneus;
- Inspecione o estado do piso;
- Evite circular sobre objetos suspeitos na estrada;
- Confirme se o kit de reparação está completo e dentro da validade;
- Conheça os procedimentos recomendados pelo fabricante do veículo.
Muitos condutores só descobrem que o seu automóvel não possui roda suplente quando têm um furo pela primeira vez. Por isso, vale a pena verificar hoje mesmo quais são as soluções disponíveis no seu veículo.
Um simples kit de reparação, um pneu Run Flat ou um serviço de assistência em viagem podem fazer toda a diferença quando surge um imprevisto na estrada.






















Melhor opção comprar um.
Também tenho essa ideia. Já me safou um que o carro trazia, aqueles mais pequenos, se SOS e não fiquei apeado.
No entanto, é imprescindível a manutenção do Pneu SOS. porque ter, por si só, não garante que não fiquemos apeados. Eu fiquei! :’)
Totalmente de acordo. Mas, como os outros pneus, o suplente também faz parte do carro e recai sobre ele a mesma exigência de manutenção. E isso é tão importante como deixar o carro para uma revisão na marca e eles fazerem essa devida manutenção. É por isso o teu comentário é importante reforçar.
e por curiosidade, onde guardam essa “roda suplemente” .. o pneu sozinho pouco resolve. é que na bagageira, com a tendencia atual de rodas grandes e pneus largos, so se for no atrelado ou tejadilho.
Eu refiro-me aos que têm ou que têm espaço mas agora têm apenas uma adaptação para o kit de emergência. Contudo, como referido bem, agora esse espaço está a ser usado para outras coisas. Mas, mesmo assim, tenho visto nos elétricos grandes espaços num subpiso da bagageira, onde moram os cabos, que caberia bem lá um pneu suplente. Mas ok… a ideia também é cada vez furar menos. 🙂
Já me aconteceu, no meio da serra de Arganil, num domingo ao final da tarde e em, viagem de regresso a Lisboa… um alargar de trajetória para melhor apanhar a corda da curva, numa estrada estreita, um pequeno corte no alcatrão na berma da estrada e… puuuffff!! Lá foi o pneu para o malanganho! Sem qualquer hipótese de salvação.
Sem stress… vamos à bagageira buscar o sobressalente que é para isso que ele serve!
Problema, em 6 anos, nunca me ocorreu verificar a pressão do bendito… estava mais vazio do que a minha carteira ao fim de uma noite de copos com os amigos!!
A família no carro, a minha rica caminha a mais de 3 horas de distância! A assistência em viagem, sabe-se lá quando chegaria ao meio da serra!
Valeu-me um velho amigo que morava na zona e veio ter comigo, com um compressor “de isqueiro” de baixo do braço, senão, provavelmente só chegava à cama lá para as 3 ou 4 da manhã!!
Pneu sobressalente, sempre!!! Mas não se esqueçam de verificar a pressão, vá, de quando em vez.
É melhor comprar também uma jante 🙂
Pneu suplente não será sobresselente?
Tem razão que “pneu sobresselente” é a designação mais tradicional em português. No entanto, “pneu suplente” também é uma expressão amplamente utilizada no setor automóvel e compreendida pelos leitores. Ainda assim, agradecemos a observação.
O meu actual carro vem equipado com kit de reparação (selante e compressor), no espaço dedicado a pneu sobressalente. Optei por adquiri um, e mantive o kit original, excepto o suporte em EPS. Acrescentei uns 30kg ao veículo, mas estou mais descansado.
A ideia é tipo das telecomunicações, deves de ter lá por casa um pneo qualquer. 🙂 🙂
Eu estou muito tempo sem furar, mas quando furo, furo varias vezes seguidas independentemente do transporte utilizado, impressionante.
Mas não tem grande ciência. A menos que o pneu fique nas “lonas” (rebente), qualquer compressor portátil dá para o encher 0o pneu até chegar à oficina. O normal é ter uma cavilha (prego espetadao)).
A minha solução – compressor portátil- Não faço viagens longas sem um (que é também arrancador de bateria) – há anos que não mudo um pneu, nem fico apeado por falta de bateria.
E quando colocarem pneus novos, digam aos fulanos para não colocar “aperto camião” porque no caso de um furo, nem pulando em cima da chave de porcas as conseguem tirar para mudar o pneu furado. Peçam sempre para colocar o binário de aperto exigido pela marca.
Um compressor é sempre bom de se ter no carro, porque há pessoas que não tem peso nem força para desapertar ou apertar as porcas, e assim estão safas até uma oficina.
Há dois anos, quando troquei de automóvel, a marca queria cobrar-me mais 300 euros pelo pneu suplente. Achei estranho e perguntei se não era “obrigatório” o carro ter esse dispositivo. Disseram-me que é opcional porque os seguros hoje asseguram a substituição no local. Mas para um furo tenho de chamar o reboque?
As coisas mudam de forma estranha. Tenho um boiao de gel e uma bomba elétrica para encher o pneu. Se for uma porrada na jante ou que o pneu rebente, tenho mesmo de solicitar o reboque e acho que só o posso fazer duas vezes por ano.
Conclusão, fui comprar na web um jante mais fina, com um pneu tipo dos que vinham antigamente e está lá no lugar, gastei 150 euros.
Não compraste elétrico. Nos elétricos precisam do espaço do pneu suplente para arrumar as traquitanas de carregamento da bateria.
Pode color os cabos no “frunk”, se o carro o tiver.
Os eléctricos têm mais espaço que qualquer um a combustão.
As marcas agora incluem o kit de enchimento, que em caso de rotura do pneu, não serve para nada.
Já me faz lembrar os novos triângulos, que se tiver vento, também não servem para nada.