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FSD da Tesla: reguladores da Europa estão muito céticos

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Maçä mais que Podre says:

    Céticos, era simplesmente não e. pronto. Já bastam os nabos e cowboys da estrada, quanto mais algo que não é nenhum FSD e longe de o ser

  2. Max says:

    O que divulgou a RDW sobre a “condução autónoma” do FSD Supervisionado, de nível 2:
    “Um sistema de assistência ao motorista ajuda/apoia o motorista nas suas tarefas de condução. O FSD Supervisioned é um sistema avançado de assistência ao motorista. Isso significa que os veículos que usam o FSD Supervisioned podem assumir muitas tarefas de condução, mas NÃO são autónomos ou self-driving. O motorista é apoiado e permanece responsável. Isso significa que o motorista deve sempre participar no trânsito. Quando o FSD Supervisionado está ativado, vários sensores monitoram se os olhos do motorista estão na estrada e se suas mãos estão disponíveis para assumir o volante. As mãos, portanto, não precisam estar no volante, mas devem ser capazes de assumir imediatamente, se necessário. Quando o sistema detecta que o motorista está insuficientemente atento, vários sinais são fornecidos, exigindo que o motorista demonstre ao sistema que está atento. Portanto, não é permitido ou possível, por exemplo, ler um jornal enquanto dirige. Se o motorista estiver consistentemente insuficientemente atento, o sistema indica isso por meio de sinais e, finalmente, garante que o sistema não possa ser ativado temporariamente.” (…)
    https ://www.rdw.nl/en/news/2026/rdw-explanation-of-european-type-approval-tesla-with-provisional-validity-in-the-netherlands

    • JL says:

      Se todos os carros fossem FSD, não precisavam de supervisionamento.

      Mesmo assim não deixa de ser FSD.

      • Max says:

        A designação oficial é FSD Supervisioned (“full-self driving” – condução totalmente autónoma supervisionada). O que a RDW insiste que fique bem esclarecido é que não é “self-driving (condução autónoma)” – quanto mais “full-self driving”.
        Como diz a RDW é um “sistema de assistência ao motorista” e que:
        “Muitos veículos já possuem sistemas avançados de assistência ao motorista. Portanto, a emissão de uma aprovação de tipo para um sistema avançado de assistência ao motorista não é novidade. Algumas aprovações de tipo são válidas em toda a União Europeia e outras apenas em certos estados membros. Por exemplo, a BMW tem uma aprovação para manter as mãos longe do volante na rodovia em combinação com uma mudança automatizada de faixa. A Ford tem uma aprovação através do Artigo 39 para manter as mãos longe do volante na rodovia (Ford BlueCruise). E agora a Tesla tem uma aprovação para seu sistema de assistência ao motorista com o qual o veículo apoia o motorista em suas tarefas de direção, sob a supervisão do motorista” (apenas nos Países Baixos).

  3. Manuel Guilherme says:

    Esta Europa é sempre muito cética ao progresso, prefere a proibicao e restricao.
    Por isso só vemos noticias dos EUA e China, pois realmente cada vez mais sáo os unicos relevantes em inovacao.
    As noticias andam muito preocupadas com o que se faz nos outros paises e esquecem que a unica coisa que a Europa faz é proibir e regular, mas aquilo que os outros inventam.

    • B@rão Vermelho says:

      E tu achas mal, muito melhor brinquedos para crianças, cheias de materiais perigosos para a saúde das mesmas, ou empresas a expiar ainda mais a privacidade de cada um, e são tantos os exemplo que podia dar, há coisas que talvez estejam a ruçar a parvoíce é normal, mas aqui há regras para o bem de todos nos ainda não é uma selva que só vê dinheiro à frente.

  4. Sem surpresa says:

    O poderoso lobby alemão, com as marcas de automóveis, tudo fará para não permitir que a Tesla consiga ter o FSD na Europa. O resto do mundo vai ter aprovado e aqui não vão permitir.

    • Max says:

      Dizer-se apenas FSD não é correto: ou se está a falar do “FSD Supervisionado”, de nível 2, ou do “FSD não supervisionado”, que a Tesla quer que seja de nível 4 (saltando o 3).
      O “resto do mundo” de que falas é do FSD Supervisionado, e atualmente é composto por: EUA, Canadá, México, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Países Baixos. Recentemente também a China. Pode haver restrições adicionais em relação à versão dos EUA, como o limite de força que o volante pode virar sozinho em curvas apertadas , ou o condutor precisar de dar um toque no sinal de mudança de direção para “confirmar” a manobra, enquanto nos EUA o carro faz tudo sozinho). Está fazer o seu percurso para aprovação nos restantes países europeus. Do que se sabe, querem esperar pelos resultados do relatório da NHTSA, nos EUA ao FSD Supervisionado (e às versões do Autopilot que a antecederam).
      Quanto ao “FSD não supervisionado”, a Tesla tem falado em o usar em robotáxis que já circulam, no Texas e na Califórnia e nos Cybercab, que já iniciaram o fabrico – e que espera autorizações já em 2026. Muito vai depender das conclusões da investigação da NHTSA ao FSD Supervisionado.
      Mas o “FSD não supervisionado”, de nível 4, estender-se ao “resto do mundo” é outra história,

      • Tiago says:

        Ò Dr Max da Mula Ruça, tens que estar aqui todos os dias a ***** sentenças? Falam da razão de não termos na Europa e tu vens com explicações ridículas, fonix já cansas

        • Max says:

          O saber não ocupa lugar. Sabias que: “a versão supervisionada do FSD nos EUA NÃO é comparável à versão supervisionada do FSD na UE”? É o que diz a RDW.
          Quanto à razão de não o termos na Europa é porque só os Países Baixos o aprovaram, recentemente.

          • JP says:

            Não passas de um presunçoso, um tipo insuportável e arrogante.

          • Max says:

            JP, …JP …, não não me recordo de um comentário teu que seja.
            Podes por aqui um link para um para poder avaliar se dizes alguma coisa de jeito?

  5. Yamahia says:

    A Tesla já conseguiu o título da marca onde mais se morre em resultado de acidentes rodoviárias. Agora quer reforçar essa distinção.

    • David says:

      Põe lá a fonte que sustente essa tua afirmação que a Tesla é a marca responsável por mais mortes em acidentes rodoviários. Senão puderes nada que prove o que dizes, é tão válido como eu dizer que tu és um extra terrestre.

        • bionan says:

          É como comentei mais abaixo: as pessoas precisam ter consciência das limitações do FSD: é um sistema de auxílio na condução resolvendo de forma eficaz muitos dos procedimentos executados por um condutor. Não é um sistema de condução autónoma total…

          Como o próprio artigo refere, esses acidentes podem estar na confiança exagerada no sistema, pensando que este é capaz de resolver toda e qualquer situação. Lembro-me de um caso em que 2 jovens perderam a vida (em 2019?) aparentemente por terem acionado o sistema e depois passarem a contemplar as estrelas durante a viagem…

          Também se deve salientar que o sistema vem sendo melhorado ao longo dos anos. Haverá mais acidentes/mortes? Infelizmente sim, mas acredito que mais por conta da desatenção total do condutor…há imensos vídeos no YouTube de pessoas nos EUA a jogarem no telemóvel enquanto o carro vai avançando pelo tráfego de uma cidade. Isso constitui claramente uma temeridade e esses condutores deveriam ser fortemente sancionados.

          Por fim é de ressaltar que tal situação com o FSD europeu é totalmente impossível já que está constantemente a monitorizar o comportamento do condutor. Será possível “enganar” o sistema de vigilância? Havendo vontade para tal, é bem possível: todas as casas possuem dijuntores para proteç\ao dos aparelhos elétricos mas se eu desejar posso muito bem ultrapassar essa camada de proteção.

          • Max says:

            Nos EUA, o FSD supervisionado (e o Autopilot), exceto nos carros em que a câmara interna não vinha instalada – por pressão do NHTSA – passou a estar ativada obrigatoriamente, desde abril de 2021 (versão 2021.4.15.11).
            A câmera andou anos desativada nos Model 3, com Musk a dizer que não servi para nada, a não ser em caso de assaltos ao interior.
            Andou anos a vender o sistema de condução autónomo como ir permitir adormecer na Califórnia e acordar em Nova Iorque … e se não fosse já nesse ano era no próximo.

        • JL says:

          Onde diz que é a marca onde mais se morre ? Inventa sempre qualquer coisa, diz sim que está envolvida em mais acidentes mortais.

  6. Tomé Cordeiro says:

    Se a minha avó fosse…

    Entretanto dados estatisticos:
    1 acidente por cada 1.06 milhoes de Km para um condutor sem FSD
    1 acidente por cada 8.5 milhoes de Km para um condutor a usar o FSD.

    Factos:
    USA (NHTSA): Todos os modelos Tesla (S, 3, Y, X, Cybertruck) têm 5 estrelas gerais
    Europa (Euro NCAP): Todos os modelos testados têm 5 estrelas. Model 3 e Y são Best in Class (2025)

    Portanto se os reguladores forem sérios, isto é, preocupados com a segurança dos condutores, a aprovação do FSD é para ontem. Tudo o resto é poeira…

    • Max says:

      Dados estatísticos de Elon Musk, convém dizer. E que o FSD Supervisionado é utilizado habitualmente em autoestradas, enquanto a condução manual inclui as localidades, onde se dão a maior parte dos acidentes. E que há dados, relativamente aos robotáxis da Tesla, que circulam em percursos hurbanos, em que o número de acidentes é muito próximo da consução manual.
      A NHTSA está a avaliar atualmente o FSD Supervisionado (o FSD não supervisionado ainda não existe legalmente) sobre incidentes em condições de baixa visibilidade. Em concreto, se as câmaras, em condições de fraca visibilidade, avisam o condutor a tempo de assumir o controlo. O respetivo relatório é esperado para o primeiro semestre de 2027. Se o NHTSA concluir que as câmeras não são seguras – ou seja, o FSD Supervisionado tem que passar a obrigar o condutor a assumir a condução quando agora não obriga, isso vai atrasar o FSD não supervisionado, que a Tesla pretende que seja de nível 4, a usar nos robotáxis e Cybercab.

  7. Bionan says:

    O condutor do carro com o FSD ativado é o responsável pela sua condução. O sistema FSD europeu é bastante exigente em termos da atenção do condutor no processo de condução. Foi exaustivamente testado nos países baixos antes de ter sido aprovado, demonstrando o a sua eficácia numa cidade como Amesterdão. Há milhares de vídeos demonstrando a segurança do sistema.
    Quem já experimentou ficou verdadeiramente maravilhado com o sistema. Não entendo a razão do ceticismo…

    • Max says:

      E o preço também é uma agradável surpresa – 99 €/mês (a menos que se tenha pago anteriormente 7.500 € e, se for o caso, se aguarde a substituição do hardware HW3 pelo HW4/HIA4).

  8. NunoManuelAlves says:

    Ainda não é desta que a Tesla vai falir :(:(:( já estou tanto tempo à espera … Acho k vou mesmo esperar sentado 🙁 não entendo sempre que saio para a rua só vejo Teslas na estrada, não entendo…comprar carros de uma empresa que vai falir … Xuif xuif :(:(

    • Max says:

      Só vês Teslas na estrada? Já pensaste em mudar de lentes?
      Em 2025, em Portugal, a Tesla teve uma quota de mercado de 3,4% nos ligeiros de passageiros e de 13,5% nos 100% elétricos (BEV).
      Vendeu 7.585 véiculos, uma queda de 22% em relação a 2024.

      • bionan says:

        Com números não se discute. Mas, concretamente no Porto, também fico com a percepção de que há bastantes Teslas a rodar por lá, embora a maior parte carros em 2a mão.

  9. AC2Wre says:

    A Europa não precisa de sistemas de condução automática! Maior parte da mal sabe conduzir como deve ser!
    Nos E.U.A. é que é o degredo. Compram a carta por 20€ e 1hora de teoria…

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