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Fim da venda de veículos a gasolina/gasóleo após 2035? ACAP reage

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. SPr says:

    De fim de venda, mas eu continuarei a comprar nem que seja em 2 mão. 😉

    #SayNoToEletricCars

    • albino negro says:

      Ate ao momento em que ja não tens peças para arranjar o carro, ou estações de serviço para meter combustível, ou estares proibido de entrar na maioria das cidades… ect.

    • Louro says:

      E tens todo o direito de o fazer, mas está descansado que com as restricoes de locais onde poderás ou nao circular poucos km vais fazer.

    • RC says:

      Já testou algum electrico ?

      “#SayNoToEletricCars”

      Ah ok, é só mais alguém com os seus preconceitos. OK,ok.

      • Há cada gajo says:

        Arranja-me um que carregue bagagem de 8 dias para 5 pessoas , faça 1200km por depósito, carregue/ateste em 10 a 15 minutos e tenha um preço máximo de 50m€. Se conseguires, avisa, pois passa a ser um veiculo elétrico com interesse para mim.

  2. Keyboardcat says:

    Os comentários da ACAP são tão relevantes para o assunto como os de uma raposa em relação à segurança de galinheiros.

    Dizem preocupar-se com as famílias, mas promovem o uso do automóvel em todo lado, que é o meio de transporte com os custos mais elevados. Talvez se fossem assim tão preocupados podiam tentar promover o uso de transportes economicamente mais sustentáveis nos centros urbanos.

    • AlexS says:

      O transporte pessoal é o melhor transporte. Tens miúdos para levar, cargas para transportar.

      E imagina o que teria sido o COVID sem transportes individuais.

      • Keyboardcat says:

        Se a infraestrutura é mal construída sim. “Levar os miúdos” é um sintoma do problema.

        É algo muito comum em Portugal (e não só), em que as ruas são tão inseguras (devido ao excesso de automóveis), que os miúdos não podem ir por eles próprios para a escola e atividades, sem os pais temerem pela sua segurança.

        Isso só torna as crianças menos independentes, os pais mais cansados, e no final as ruas ainda mais inseguras para os restantes utilizadores.

        Infelizmente as pessoas assumem isso como o normal e não sabem que existem alternativas. Bom planeamento urbano.

        É como uma criança que cresce numa família violenta. Para ele isso acaba por ser normal e mais tarde acaba por fazer o mesmo.

        A dependência do automóvel para pequenos percursos do dia a dia é semelhante.

      • Keyboardcat says:

        Eu e milhares de pessoas a minha volta sobreviveu ao COVID sem transporte próprio. Aliás, as autoestradas estavam vazias.

        Talvez nos tenha mostrado o contrário. Que mais de metade das viagens de automóvel privado podem ser evitadas, e com isso poupar milhões em custos de manutenção de estradas.

        • Vitolas says:

          Sobreviveram porque milhares estavam em casa a coçar e a receber e outros milhares a trabalhar em casa, já para não falar que os miúdos não iam a escola porque pasme-se estavam fechadas.
          Depois existiam os outros gatos pingados como eu que, tinham de sair para ir trabalhar porque eramos dos tais trabalhadores essenciais.

          E não deves ter filhos de certeza, entre tantos medos que os pais tem de coisas que aconteçam aos seus filhos nos dias de hoje e, apesar de poderem ser atropelados ser um deles não é de todo o que mais aflige um pai.

          • Tiburcio says:

            Tens bom remédio, muda de zona.
            vir para aqui reclamar que há demasiados carros nas cidades é a mesma coisa que reclamar que há muita variedade de fruta num super mercado… é um supermercado, não uma mercearia. é uma cidade, não é uma aldeia. não podes querer tudo, não podes querer ter transportes, escolas, etc perto e não ter carros na estrada… ou tens um ou tens o outro, vivemos numa sociedade e as coisas são feitas em prol da sociedade e a população da sociedade vai reagir, cada um, da melhor maneira que achar e não em prol das tuas preferencias ou medos pessoais.

            A vida é feita de escolhas, tu é que escolheste viver onde vives e como tal tens de acatar com as coisas boas e as coisas más das tuas escolhas.

    • RC says:

      ACAP -> Associação Automóvel de Portugal , se fossem a Associação de Pedrestes de Portugal ainda aceitava essa vertente.

      Eu concordo com o que diz, devemos escolher alternativas mais sustentáveis sempre que possível, mas não podemos esperar que esta associação o faça.

    • IUR says:

      Poe o teu filho(a) de 3-7 anos a ir para a escola a pé para fazer um percurso de 4/5km. Tens 2 ou 3 filhos que entram e saem da escola em horários totalmente diferentes. Vê-se mesmo que não conheces a rotina de um casal de pais.

  3. Theboice says:

    “O Secretário-Geral da ACAP reforçou ainda em declarações a importância da criação de incentivos de apoio à renovação automóvel, assim como foi feito em Espanha e em França.” O problema é que em Portugal não existem eleitores espanhóis ou franceses…

  4. Pensamento Positivo says:

    Enfim: A tecnologia vai evoluir tanto nestes próximos anos que, se calhar parar a produção de veículos a pitroli em 2030 já será tardia. Agora: Quanto ao tempo necessário para deixar os atuais carros em circulação, isso é outra história, mas essa é como a dos nukes: Ninguém quer carregar no botão!… De uma forma ou de outra: Até 2050-2055 os carros a pitroli deverão estar eliminados dos países mais desenvolvidos.

    • Louro says:

      Com as restricoes que estao e irao ser impostas na sua circulacao, muito provavelmente lá para 2040 já poucos se irao ver na rua.

      Onde vivo a idade média dos carros é de 8.4 anos.

      • IUR says:

        E o salário mínimo qual é? e o valor do automóvel ?

        • FAR says:

          O @Louro referiu idade média. Para cada carro com um ano ou menos existe um com 16. De qualquer forma, não creio que a média fornecida advenha de um estudo cientifico rigoroso com uma amostra significativa…

          Dito isto, é expectável que o mercado de elétricos se torne mais acessível com o tempo. Toda a tecnologia tende a ficar mais acessivel com a massificação / produção em escala. Atualmente, com os valores com que estão, os VEs não são uma opção realista para muita gente, infelizmente.

          • SM says:

            Creio que o maior problema nem é o preço, mas sim a acessibilidade ao carregamento. Os indeléveis defensores do eléctrico falam aqui como se todo o mundo tivesse um posto de carregamento caseiro. Mas a realidade é que a grande maioria da população não tem e é totalmente inviável que 60 / 70% dos veículos em circulação carreguem a bateria em postos públicos.
            Por isso, vale a velha máxima, tecnologia que complica a vida das pessoas não é futuro, para ser o futuro tem primeiro de facilitar e não complicar. Portanto, ou os engenheiros e cientistas arranjam uma forma alternativa de carregar as baterias ou veremos daqui a 5 ou 10 anos que o futuro de amanhã não é o mesmo que o de hoje.

          • RC says:

            Posso saber onde foi buscar esses números ?

            É que segundo o último estudo sobre o assunto diz que apenas 5% dos utilizadores irá usar os postos públicos, os restantes vão usar as tomadas das suas garagens, empresas, locais comerciais , etc.

            A mim só simplificou a vida, mas é verdade, nao da para todos nos próximos anos, nem é isso que se pretende, por isso mesmo se ter optado por uma transição lenta.

          • jota says:

            @RC, pelas tuas contas 95% das pessoas que têm carro têm garagem, onde foste buscar esses numeros?

          • RC says:

            Eu não disse isso, falei em garagem, empresas….

            E não, segundo o acp 70% dos portugueses têm garagem ou local próprio de estacionamento.

          • jota says:

            Pois eu acho que essa contabilidade só se aplica a quem actualmente tem carro elétrico, pois é uma (se não mesmo a principal) das variáveis que conta para o adequirir, no futuro, quando formos “obrigados” a ter elétrico não creio que será assim. Quanto às contas do acp, deve ser dos sócios, porque o que mais se vê pelas ruas com alta densidade populacional , não é estacionamento próprio.
            O INE podia ter aproveitado os sensos de 2021 e perguntar se tem carro(s), garagem para o(s) mesmo(s), não vamos lá com estudos enviesados em que o resultado vai sempre depender de quem encomendou.

          • RC says:

            Nao, foi dos socios, nem foram eles que fizeram o inquérito.

            Procure por “o condutor português”. Página 14

  5. Jon says:

    Eu continuarei cm o meu
    N e só comprar carros novos tmb e preciso pagar selo e seguro

  6. Vegeta says:

    Model 3 e um mimo, mudem para eletrico ou andam de autocarro

    • Fusion says:

      Bro bora para o interior do pais? autocarro é uma utopia no interior. Mas se tens um Model 3 de certo que não estas habituado as dificuldades de 90% dos portugueses

      • Jane Doe says:

        Uma pessoa vai na estrada e metade dos carros que vê são BMWs, Audis e Mercedes… mas ter um Tesla… ui, é só para 10% da população… enfim.

        • PorcoDoPunjab says:

          Metade dos carros são BMW e Mercedes?
          Olhe que eu vejo bem mais que isso.
          E até lhe digo mais, tendo eu um salário razoável, não consigo perceber muito bem como é que há tanta gente a adquirir carros tão caros.

          Eu, apesar de poder comprar um veículo desses sem recorrer a crédito, recuso pura e simplesmente dar 45 ou 50 mil euros por um automóvel.
          Há veículos com tão ou melhor qualidade e muito mais baratos.
          Só para referir alguns, Toyota, Honda, Hyundai e Kia.
          Claro, falta lá a estrela ou a hélice, mas não faz mal, vão menos vezes à oficina, para compensar…

          Eu que o diga, o meu Toyota já vai a caminho dos vinte anos e até hoje nunca avariou nenhuma peça que não fosse as de desgaste normal, tipo lâmpadas, velas, mudar óleo, etc.

          Alguém conhece um Mercedes ou BMW com um histórico destes?
          Não estou a falar dos 190D antigos, estou a referir-me a carros novos…
          Pode haver, mas será uma excepção…

          Atenciosamente, PorcoDoPunjab, o encantador de burros

        • Luís Costa says:

          Vês como tu próprio chegaste a conclusão? A maioria da população é pobre e se esses pobres mal conseguem ter um renault da guerra de 15 imagina eléctricos..

          • RC says:

            esta malta toda devia estar a trabalhar para os bancos e para o fisco, já viram bem a massa cinzenta que andam a desperdiçar, por aqui sabem o tamanho do bolso de toda a gente e até apontam percentagens. Incrível.

  7. R says:

    A meta é irreal. Devem pensar que a energia eléctrica se gera espontaneamente.

    • RC says:

      Então qual é a solução de futuro ?

      • SM says:

        Porque é que faz perguntas quando só admite uma resposta e é alguém cheio de certezas? Ou está ligado à venda de eléctricos ou reflecte pouco sobre a exequibilidade de uma solução que só existe hoje devido à sua pequena escala. O futuro que preconiza é o da fila de Teslas no posto de Almodovar, que aconteceu nos feriados de Junho? Ou a malta toda comprar umas extensões de 50 m e estender fios por tudo quanto é lado, tipo país do terceiro mundo, e pagar a energia ao preço que o proprietário da tomada entender?

        • RC says:

          Almodovar não tem posto de carga para teslas.

          Por não ter certezas é que faço perguntas.

          Vão extender cabos de 50 metros para quê? Só mesmo na cabeça dos desinformados como você, a energia para o prédio nao vai do rc? Portanto no máximo sai do rc.

          Não, nao paga ao preço que o proprietário assim entender porque só os comercializadores podem vender , nao sabia isso? Você nao pode vender energia ao seu vizinho, nem sequer passar para la um cabo e dar lhe electricidade.

          Eu disse o que disse porque normalmente sugerem opções onde os recursos necessários são muito maiores.

          Fique descansado, não sou vendedor de nada, sou um analista programador que trabalha para uma empresa que não interessa o nome, e sou utilizador de veículos eléctricos.

  8. Rui says:

    Senhores, porquê a necessidade de estrangular uma minoria, quando o resto do mundo, na sua larga gigantesca maioria, continuará a utilizar motores a combustão? Somos estúpidos, ou apenas masoquistas? Parecem as medidas de não produção de energia com centrais a carvão depois de as desligar, para de seguida a EDP despejar as barragens para produzir eletricidade enquanto levamos com a ladainha da falta de água. Para ajudar à festa, compramos energia de produção a carvão de Marrocos. Mas em Portugal destruímos emprego, só porque sim. É que o nível de poluição de Portugal, em termos de escala global, está perto do zero.

  9. José Maria Oliveira Simões says:

    Isto está a ficar cada vez mais giro ! Cada vez mais vejo pessoas com tiques de Hitler ou de Estaline. Estas pessoas, armadas em Oráculos da desgraça, quais guardiãos do politicamente correcto, a meterem-se em bicos dos pés e a fazerem figuras tristes, só tem mesmo é uma quantidade inesgotável de trampa debaixo do sitio aonde deveriam usar o chapéu e quando pensam é só mesmo com a cabeça do dedo do pé. Infelizmente, esses pobres coitados, quando abrem a boca é para deixar entrar a mosca ou para sair asneira. Por cá , até já tivemos por cá um inteligente a dizer-nos que andássemos de burro.

    • RC says:

      Só estão a fazer pela sua carteira, já viu que se não fossem estas medidas, ainda hoje andava de carro com motor de carburador, a ter 1600 ou mais cm3, para ter 40cv e consumir 10 litros aos 100 kms.

      Pois é, benditas medidas.

      • José Maria Oliveira Simões says:

        Tem toda razão quando diz que estão a zelar pela minha carteira (que na opinião deles, tem que andar vazia permanentemente ). Tem uma lupa para ver se ainda tenho no fundo do bolso alguma moedinha que ficou esquecida para que a possam vir catar. Recomendo vivamente que vá estudar para não fazer figuras tristes em publico. Olhe que sabedoria (conhecimento) não ocupa espaço. É verdade, não entrou moscardo, mas saiu asneira da grossa quando abriu a boca. Olhe lá , aonde é que você andou a gastar os neurónios ? Ainda sobrou algum ? Se vossemecê pensasse um bocadinho de nada … Vá lá, mude a cassete … Enfim, desconfio que você é dos que vira o disco, mas toca o mesmo. Os motores estão mais perfeitos, não por causa dos políticos, mas por causa dos engenheiros que os desenharam. Sabe o que é a livre concorrência ? Sabe o que é o mercado livre ? Felizmente ainda há quem pense pela sua própria cabeça … E felizmente, que eu não sou o único a puxar um bocadinho pelos neurónios … Porque chapéus há muitos …ò Evaristo, tens cá disto ? Neurónios … neurónios ….

        • RC says:

          Estudar como você estudou ? não obrigado, provavelmente estudou na universidade da vida.

          Eu disse algo que você não sabia, portanto….

          Sim, por causa dos engenheiros que tiveram de aperfeiçoar os motores de maneira a que conseguissem cumprir as normas, ou no mundo em que você vive não existem normas a cumprir ?

          Sei, e existe livre concorrência, sei, e existe mercado livre, no seu mundo não existe ? então dê um exemplo.

          Claro que penso com a minha própria cabeça, você não ? é comprado pelos lobbies que lhe mandaram dizer esses disparates ?

  10. AlexS says:

    Impressionante como ninguém fala de Liberdade. Nem a ACAP.

    • Keyboardcat says:

      Na idade média as pessoas atiravam o lixo e excrementos para a rua. Até que se decidiu que essa “liberdade” tinha que ser retirada, por razões de saúde e bem estar de todos os outros.

      A Liberdade é um argumento usado por idiotas que não entendem o seu significado. Como aqueles que afirmam que Liberdade é ter acesso a armas de fogo, mas casamento entre pessoas do mesmo sexo e eutanásia devem ser proibidos.

      Isso não é liberdade. Chama-se autoritarismo.

  11. PorcoDoPunjab says:

    Keyboardcat, na pré-história as pessoas viviam em cavernas até que se decidiu que tinham que mudar de vida porque na caverna está frio e não há televisão.
    Na Idade Média era a javardice total, mas depois lá foi melhorando e agora está como está e daqui a uns 300 ou 400 anos os da altura falarão de nós como vc fala dos da Idade Média agora.

    Liberdade é uma coisa, Evolução é outra.

    Atenciosamente, PorcoDoPunjab, o encantador de burros

  12. Agostinho says:

    2035 é daqui a 13 anos, está pois ao virar da esquina, é quase amanhã num assunto tão complicado como este. Para em 2035 existir essa proibição quererá dizer que em 2035 já existirá uma produção massiva de veiculos com energias alternativas que possam servir o mercado. Quererá isto dizer que a remodelação das fabricas dos postos de abastecimento, etc. etc. começará quando, a meio desse percurso, nos tais 2028, que aí a produção desses tipos de veiculos, versus novos combustiveis já andará em velocidade de cruzeiro. O eléctrico não será no contexto atual a solução, não existe minério para as baterias, não existe potencia suficiente para os carregamentos, e mais do que isso reformular toda a infraestrutura eléctrica de um país como o nosso para criar postos de carregamento das viaturas, levaria décadas. A rede de infraestruturas eléctricas não tem capacidade para tal. Isto é mais do mesmo, uma reunião de burocratas da UE que pouca noção tem do que fala, e desconhece a realidade dos países para quem legisla.

    • RC says:

      Então qual é a solução ? aposto que vai defender uma que necessita de mais recursos que aqueles que falou.

      Onde dizem que não existe recursos e energia ? Podem é não haver produção devido aos recentes acontecimentos, agora recursos não estão em risco.

      • Lord says:

        Deve andar desinformado…
        Na China fabricas fecham porque não há energia.
        A demanda é tanta que não conseguem produzir energia para as necessidades.

        ” Podem é não haver produção devido aos recentes acontecimentos, agora recursos não estão em risco.”

        Devemos estar a falar do gás, certo ?
        Ora pela tua teoria, acabando a guerra e havendo gás fica tudo resolvido.
        Mas a ciência diz que um dos produtos da combustão do gás (usado para produzir eletricidade) é o CO2… um dos tais que se quer evitar com a eletrificação, para salvarmos o Mundo.

        Então como é que ficamos ?

        Portugal na Europa a nível de poluição produz à volta de 0.9% no mundo ai uns 0.004%, mas vamos salvar o Mundo. Porreiro…

        Mas dou-lhe um novidade, a União Europeia classificou em 2 fev. 2022 ,o gás e energia nuclear como “verdes”… já estamos safos…

        Quando vivemos numa bolha pensamos que o Mundo é como o queremos ver.
        O problema é o choque da REALIDADE.

      • Agostinho says:

        Bom dia, se tivesse a solução seria um homem rico. Não tenho e desconheço qual será nofuturo. A mobilidade é cada vez mais um paradigma da vida moderna. Tirando os países nórdicos que planeiam as suas próprias cidades com vias de transportes publicos, funcionais, tal não é feito nos países do sul da europa, não só portugal. è natural uma familia ter duas três viaturas. Imaginemos que em 2035, teriamos recursos suficientes para fazer as baterias que necessitássemos, o que à partida não é verdade, porque grande parte dos minerais necessários para fazer as baterias atuais são terras raras, como o seu próprio nome indica são raras na natureza. Mesmo que esse problema fosse resolvido, ou mesmo que se invente outro tipo de bateria sem essa necessidade, depararnos-iamos com outro tipo de problema. A energia, não teriamos potencia suficiente para fazer o carregamento dessas viaturas todas, mas ainda existe um problema maior que é a infraestrutura eléctrica. A rede eléctrica, subsestações, postos de transformação, cabos de destribuição, não está preparada para um aumento brutal de consumo, teria que ser substituida, tanto a publica como a privada da parte dos condomínios. O reforço de uma infraestrutura desta natureza, levará decadas. Daí o meu comentário, de que é irrealista a meta de 2035, a não ser que por milagre neste periodo de tempo se descubra um combustivel milagroso não poluente.

  13. freakonaleash says:

    Um BEV é tão caro que a maior parte dos fabricantes pensa abandonar o segmento A. Chegam a propor que o segmento A torne-se nos AMI desta vida…ou seja para quem ganha pouco espera-lhe um quadriculo elétrico!

  14. JR says:

    AS baterias vão depositá-las na lua ou em marte?

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