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Ferrari partilhou o segredo para o Luce durar para sempre

                                    
                                

Imagem: CarExpert

Autor: Ana Sofia Neto


  1. PoPeY says:

    Ou talvez mesmo porque é um flop e ninguem o vai querer comprar/utilizar. A Lambo neste capitulo deu uma valente cartada à Ferrari.

    • JL says:

      Deve ser por isso que já tem encomendas até ao final de 2027.

      • SrBla says:

        certo, não significa que seja bom ou bonito….
        neste tipo de mercados o que conta é o nome da marca e o “papel do veiculo”. Neste caso trata-se do 1º Ferrari Electrico e desenhado por americanos, podia ser um cubo com rodas e cor castanha que ia vender da mesma forma.
        basta pensar no California que foi um carro bastante “detestado” pela imprensa automóvel e fãs quer fosse pelo nome, pelo design, etc e vendeu muito bem pois agradou às “massas” de malta com dinheiro e ao mercado americano.

        eu continuo a achar este “ferrari” um atentado… mas basta ver quem o desenhou que se percebe logo que a intenção é simples, vender um “Ferrari” que para colecionadores seja diferente de todos os os outro sendo distintivamente elétrico (ter linhas de carro a pilhas e mais próximas de um eletrodoméstico ou objecto de secretária) e não ser desenhado por uma casa italiana, mas que também agrade a quem tem dinheiro mas não ama carrosou a marca e quer ter algo distinto de quem anda com qualquer outro EV mais comum.

        • JL says:

          Bom e bonito é relativo a cada um, como sabe as pessoas têm os seus próprios gostos.

          Está a dizer que não sabem o que fazem ? é o que não falta na história são ferraris considerados feios e no fim fizeram sucesso.

          • SrBla says:

            Bom e bonito não é assim tão relativo quanto dizes… vai ver o que vários designers apontam a este carro…

            não entendo porque questionas se estou a dizer que não sabem o que fazem….. eu disse exatamente o contrário disso, todo o desenho e decisões foram premeditadas – o simples facto de meter o desenho do carro em mãos de americanos que desenham gadgets e telemóveis é um acto para este carro se demarcar de todos os outros Ferraris. O tema é que acaba por ser entendido por puristas, designer e fãs da marca como um não-ferrari e o objectivo é mesmo esse acaba ser comprado por colecionadores e por malta que não quer um verdadeiro ferrari mas dizer que tem um electrico mais distinto.

          • JL says:

            É de todo relativo, se o carro acumula encomendas então houve pessoas a gostar dele.

            Um designer é uma pessoa.

            Se não soubessem que era uma boa aposta não o tinham feito, portanto é o contrário. E como disse, no passado já aconteceu o mesmo, em carros que tiveram sucesso.

            Que acaba por ser comprado por ser um verdadeiro Ferrari, tanto que tem o logotipo da marca.

          • SrBla says:

            Até o que é feio e mau vende… não é por isso que passa a ser bonito e bom….
            há muita musica má, que qualquer musico pode decompor e demonstrar que toda a sua estrutura musical e lirica está errada – mas haverá quem goste não é por isso que passa a ser bom ou que deixa de ser arte.
            Aqui aplica-se o mesmo, o carro tem falhas fundamentais para aquilo que define um desportivo e um ferrari… tem falhas fundamentais para aquilo que são as proporções de um carro elegante e bonito.

            Mas como disse, a pesar de estar a tentar desconversar, tudo aqui teve intenção. E o que acontece é que mexe de forma com quem de facto aprecia carros, mas agrada à malta que pouco quer saber dessa componente…

          • JL says:

            Se fosse feio não vendia.

            Que falhas são essas ?

            Eu não desconversei, apenas tenho uma opinião diferente.

            Quem de facto aprecia o carro, compra se pode, portanto esse argumento também não se aplica.

            Existe um manual que posso consultar para saber o que é apreciar carros ?

      • says:

        Olha, eu também já tenho encomendas no meu “atelier” até 2077… se não fizer mais nada até lá. LOL

    • JP says:

      Seja verdade ou mentira:
      – “CEO da Ferrari, revelou que o novo Ferrari Luce já está a ‘acumular encomendas'”
      – “Benedetto Vigna confirmou que o interesse comercial é forte, tanto por parte de clientes habituais da Ferrari como de novos compradores.”
      – “No caso da Ferrari, tudo indica que o Luce poderá seguir um caminho semelhante, isto é, muito contestado online, mas comercialmente bem-sucedido.”

  2. Filipe says:

    Melhor segredo é não comprar um, a Lamborghini até chora a ver este carro.

  3. Moina says:

    Pois pois, vamos ver se é um flop…

    • SrBla says:

      Para a imprensa, “puristas” e fãs da marca é um flop…. mas para o departamento de finanças da Ferrari dificilmente será…

      Eu quando vi o carro achei logo horrível, mas pensei que iria vender bem facilmente pois que compra ferraris é para colecionar e/ou mostrar que tem um ferrari ou um ferrari X ou Y.

      Mas lá está eu também não sou o publico alvo, mesmo que fosse a coisa mais bonita de sempre de certeza que não o ia comprar xD

  4. Gringo Bandido says:

    Ainda não enterraram este caixão? já cheira mal!

  5. aubing says:

    🙂
    Por enquanto, prefiro deixar passar o tempo…
    Mais:
    Em vez de procurar já um juízo estético sobre o carro, espero pelo dia em que possa ver o Luce ao vivo,
    pois é diferente observar um “objecto” ao vivo do que observa-lo nas fotografias.
    O “gosto” (essa coisa a que chamamos “gosto”), o “gostar”, o “não gostar” não é estático, é dinâmico, e relaciona-se [também] com a formação estética que a pessoa tem.
    🙂
    Para corroborar o que digo:
    Antes e durante a apresentação pública, a Torre Eiffel, foi considerada “aborto” por parte da elite intelectual e artística de Paris. A expressão exacta em francês foi “un avorton de fer” (um aborto de ferro).
    🙂
    Eis o que alguns ilustres disseram:
    Léon Bloy: Chamou-a de “um candeeiro de rua verdadeiramente trágico”.
    Paul Verlaine: Descreveu-a como o “esqueleto de um campanário”.
    François Coppée: Apelidou-a de “mastro de ferro de aparelho de ginástica”.
    Joris-Karl Huysmans: Além de “aborto”, chamou-lhe “grelha em forma de funil” e “supositório perfurado”.
    🙂
    Ora:
    Quem é que hoje, não deseja ver e visitar o “aborto de ferro” em visita a França?
    Quem é que hoje não vê o “aborto de ferro” como um símbolo, um ícone de França?
    Quando se olha o “aborto de ferro” pensa-se logo uma palavra: “França”.
    Hoje, o “aborto de ferro” é protegido e acarinhado por todos os Governos e Presidentes de França com um orgulho “Gaullista”…
    🙂
    O “Luce”, está na fase do “aborto”… nomeadamente “aborto de lata” !
    Muito curioso em saber quanto tempo irá durar a fase do “aborto” do Luce…

    🙂

  6. Fusion says:

    Pergunta de quem não está muito dentro deste tema.

    Mas isto não é já assim com outros carros elétricos?

    Se eu precisar de trocar a bateria, não é apenas a bateria que me trocam?

    O que é que a Ferrari tem de especial em relação aos restantes? Aliás, até faço a pergunta ao contrário: no caso de os outros fabricantes não o fazerem desta forma, porque é que não fazem como a Ferrari e, quando chega a altura de substituir a bateria, trocam apenas o módulo necessário e está feito?

    • SrBla says:

      Se não estou em erro, a Nissan já fazia algo semelhante, e a Toyota também nos primeiros híbridos – não sei bem como é atualmente.

      A questão principal não é tanto “trocar só a bateria avariada”, mas sim a forma como o pack foi concebido. Num sistema modular, a bateria é composta por vários módulos independentes que podem ser removidos e substituídos individualmente. É como ter uma bateria “às postas”.

      Em muitos elétricos atuais, como os da Tesla, apesar de a bateria também ser composta internamente por módulos, a abordagem habitual da marca ou da oficina autorizada é substituir o pack completo quando surge um problema significativo. Mais tarde, esse pack pode ser aberto num centro especializado, os módulos ou células defeituosos são substituídos, e a bateria é recondicionada (refurbished) – exemplo a Tesla se te trocar a bateria do carro não nunca mete uma nova mete uma refurbished sem o dizer de forma e diz que é “nova” (noutras marcas é possível que façam o mesmo).

      O que a Ferrari está a destacar é que a substituição de módulos foi pensada de raiz para ser mais simples, rápida e economicamente viável. Se um conjunto de células apresentar problemas, consegue-se trocar apenas essa secção da bateria com menos trabalho e menor custo.

      Por isso, de forma muito resumida, o objetivo é o mesmo que noutras marcas: reparar em vez de deitar fora a bateria inteira. A diferença está no quão fácil, rápido e barato é fazer essa reparação ao nível dos módulos.

    • Mr. Y says:

      Segundo entendi a troca das baterias é mais fácil. Também permitirá trocar por outro tipo de baterias, no futuro, sem necessidade de mudar o chassi ou de adaptadores.

    • Moina says:

      Porque é um Ferrari, What else? 🙂

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