PplWare Mobile

Estudo revela o lugar mais perigoso para se sentar num carro


Imagem: Wikipédia

Fonte: IIHS

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Pedro says:

    Este tipo de vídeos não funcionam em dispositivos ios

  2. Alpha says:

    “Haverá forma de regulamentar?”

    Como se os problemas do mundo fossem todos resolvidos com regulamentação… Que raio de mania de pensar logo em regulamentar… Por isso é que a Europa está como está.
    A solução passa por informar os consumidores e os próprios fabricantes terem ratings ou submeter a avaliações externas. Regulamentar vai limitar e balizar sempre na forma como se desenvolve a segurança

  3. Fixo says:

    Faz sentido. Os dos bancos da frente têm airbags, os de trás não.

  4. falcaobranco says:

    Existem vários factores, nomeadamente:

    – A alguns anos atrás o presidente da Mercedes disse-o numa entrevista, e disse bem, que os carros ficaram inteligentes, as pessoas não!

    – Sempre ouvi dizer que o pior lugar no carro e onde sofrem mais acidentes é no lugar do pendura.

    – Os bancos de trás nunca foram descorados das marcas, as pessoas é que realmente estão-se a marimbar para os cintos de segurança, pensando sempre que os bancos da frente é que têm que segurar com o impacto…errado! Quantos de nós já vimos acidentes em que as pessoas atrás são cuspidas por não terem o cinto de segurança? As marcas automóveis não têm culpa nisso…

    Acho que devíamos reflectir um pouco sobre certos e determinados comportamentos e estudos que fazem sobre os acidentes rodoviários…

  5. tolinhas says:

    é normal que hajam mais acidentes de automóveis, são a esmagadora maioria dos veículos de transporte!

    • Z/OS says:

      Nisso nunca se fala. Basta achar o valor entre o número de automóveis existentes versus número de passageiros e chegar-se-á a um número desproporcional comparativamente com os outros meios de transporte. No futuro a tendência será a de se tentar acabar com os meios de transporte individuais para que a manada seja mais facilmente controlada.

    • João says:

      Bastava ter lido a notícia que percebia que a estatística demonstrada iguala todos os transportes. Não são números totais de acidentes. São números de mortes por 100Milhões de passageiros/milha, portanto sim, o carro é de longe o transporte mais mortal, independentemente do número de carros.

  6. Gil says:

    Entao nao faz sentido as crianças irem no banco de trás..

  7. Ismael Guimarães says:

    O problema nas estradas não é a segurança dos carros mas sim o álcool, a falta de uso de piscas e a ausência de respeito pelo outro.

    Quando uma pessoa morre numa estrada é porque não respeita as velocidades recomendadas ou porque há veículos em marcha muito lenta, o que obriga a um grande investimento…

    • Abismado says:

      Concordo em parte, acrescentando o uso do telemóvel! Basta andar com alguma atenção e verificar a quantidade absurda de pessoas que cruzamos, que estão de cabeça baixa ao volante, com o telemóvel na mão ou encostado ao ouvido! Aliás, arrisco-me a afirmar que no vídeo mostrado acima, o condutor ia ao telemóvel… Basta observar a velocidade a que ia e a trajetória, primeiro desviou-se para a direita e de seguida desvia-se lentamente para a esquerda, provocando o acidente! Principal culpado atual dos acidentes dentro ou fora das cidades: TELEMÓVEL

  8. Carlos says:

    Apenas uma opinião, estão sempre a comparar os números de acidentes entre carros e avião, que o avião é mais seguro que o carro, olhando só para os números é uma realidade, mas só se poderá comparar estes dois meios de transporte quando o nível de exigência for igual, para piloto e para carro, e não me refiro só à questão de conduzir a máquina, refiro-me à exigência de responsabilidade, quer antes quer depois de se tirar as respectivas licenças.
    Se a exigência e as penalizações fossem idênticas quer na aviação quer na condução automóvel, com as respectivas diferença claro, penso que estaríamos muito melhor quanto aos acidentes.

  9. Antonio Bessa says:

    Metade das pessoas que andam na estrada não deviam andar na mesma.Se a malha das cartas fosse mais apertada tudo iria melhor!

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