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Estação de hidrogénio explode na Noruega e leva Toyota e Hyundai a suspender carros


Imagem: TSN

Fonte: TU

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. censo says:

    Qual é mesmo a fonte de energia que não explode ??

    • Joao Ptt says:

      A água, por exemplo. Conseguirem extrair a energia dela de forma segura é que ainda vai demorar…

      • Nuno V says:

        Alguém precisa de voltar para a escola e estudar química. Água é uma molécula extremamente estável termodinamicamente, é, nada mais, nada menos, que óxido de hidrogénio num estado de energia extremamente baixo. A única maneira de extrair energia da água é primeiro separares o hidrogénio do oxigénio, depois recombinares estes novamente para produzir água. O problema é que neste processo a energia que obténs é inferior à que introduzes.

        • Ruy Acquaviva says:

          Fico feliz que colocaste esta resposta Nuno, causa-me espécie quando alguém reproduz esse mito do “carro movido a água”. Sua explicação bem didática serve para esclarecer um pouco as pessoas que, talvez por distração, ainda acreditem nessa ideia cientificamente inviável.

        • Redin says:

          Dizes muito bem. “Neste processo”.
          Felizmente não estamos perante um facto consumado. A investigação e inovação ditarão o contrário disso que falas.

          • Nuno V says:

            As leis da física são uma coisa e não as deitamos pela janela fora simplesmente porque nos apetece. E por esse motivo, obter hidrogénio através da água vai ser SEMPRE ineficiente. Por alguma razão a grande maioria do hidrogénio à venda provem da termólise de hidrocarbonetos, como gás natural, e, como o nome carboneto em hidrocarbonetos indica, libertam dióxido e monóxido de carbono durante o processo.

    • Dani says:

      As baterias de lítio, por exemplo dos Tesla, não explodem. Ardem mas não explodem, o que é muito diferente e dá tempo para os ocupantes abandonarem o veículo.

    • Arnaldo says:

      A solar, a eólica….

  2. ItsMeMickey says:

    Faz sentido, as outras estações de combustível não explodem também….

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    cada vez que explode uma estação de combustível convencional porque é que as construtoras não param a produção de carros à combustão interna?
    Porque razão cada vez que há um derrame de petróleo nos oceanos, as construtoras não param a produção?

    PPLWARE não me levem à mal mas este tipo de noticia só publicita o “fearmonger ” actualmente praticado e que só atrasa a inovação e corta as asas de um futuro melhor sem poluição!

    • Vítor M. says:

      Viva caro ItsMeMickey. Cuidado, não tapes a verdade para parecer que não existe. A evolução quer-se com qualidade, segurança e muita clareza. A tua forma de ver as coisas pode ser muito mau para a verdade dois factos. Aaa vamos esconder para não atrasar a evolução. Não pode ser. A falha é real e é crítica enquanto não souberem a origem do problema, cuidado com o que dizes. 😉

      Abraço.

  3. David Guerreiro says:

    O Elon Musk sempre disse que o hidrogénio não era nada bom para usar nos automóveis

    https://www.youtube.com/watch?v=1ruYW1gii5U

  4. BadBadBad says:

    Pode ser que os que acham que o hidrogénio é o futuro se apercebam que não o é

    • SergioM says:

      E baseias-te em quê para afirmar que sombra de dúvidas que o hidrogénio não vai fazer parte do futuro?
      Os Teslas também andam a explodir e não vejo ninguém a dizer que não vão fazer parte do futuro próximo.

      • Filipe Coelho says:

        Mania de meter a Tesla ao barulho… Quem falou na Tesla? E já agora, os Teslas ardem, não explodem, é muito diferente!

      • Sujeito says:

        A questão é no que é que tu te baseias para achar que vai ser, quando as evidências estão bem à vista.

        Os elétricos já existem há quase 2 séculos e nunca deixaram de existir. A definição de futuro próximo tem de ser reavaliada.

    • Jajao says:

      Tal como qualquer outro combustível, o hidrogénio também é inflamável. E tal como qualquer outro veículo com tecnologia que não foi muito explorada, tem sempre que existir coisas inesperadas. Neste caso, a estação de abastecimento explodiu assim como tantas outras de gasolina ao longo dos anos. É o problema de usar-se tecnologias recentes e ainda pouco exploradas, mas não deve-se esquecer que o mesmo se passou com a gasolina. Só tu na tua ignorância é que consegues dizer isso e não veres o porquêde isto acontecer.

    • Fulano says:

      Tecnologia não são baldes de cimento. Não faças confusão.

  5. Antoninho Pitágoras says:

    Emprestam carro não porque tem medo que o mirai acarrete risco, mas como suspenderam os postos de abastecimento para os clientes não ficar parados já que não teriam combustível.

  6. Redin says:

    Sem contar com os efeitos da onda de choque que provocam feridos, quais foram mesmo as consequências para o meio ambiente?
    Libertação de gazes nocivos, químicos graves, fumo?
    Deve ter sido um pandemónio tal que só deve mesmo ter sido um inconveniente para os saudáveis combustíveis fosseis.

  7. Rudi says:

    Qual era o estudo a dizer que hidrogénio é que era o futuro?
    Uma bomba em cada carro, se tiverem fraca manutenção ainda pior.

    • Fulano says:

      Muitos estudos. Ou achas que os carros eletricos são viáveis a medio prazo???

      • Rudi says:

        Carro a hidrogénio é electrico, apenas a energia vem do hidrogénio em vez de uma bateria.

        O motor electrico em si é o motor mais eficiente e potente alguma vez inventado em relação ao seu peso e complexidade. Para quem não sabe de história os primeiros carros eram electricos, a gasolina é que pegou de moda.

        Os carros electricos são infinitamente viáveis, problema está no armazenamento de energia, hidrogénio é péssima ideia e as baterias de lítio são solução a curto prazo, a médio prazo estou à espera de novos avanços tecnológicos nas baterias que não só são mais seguras como mais baratas e densas.

        E para criar contexto, houve mais desenvolvimentos de baterias nos últimos 5 anos do que nos 100 anos anteriores, há que dar tempo para melhorar além de que já é uma alternativa ao motor de CI que tem mais de 100 anos de desenvolvimento, dá que pensar!

        • Miguel says:

          Se dizes que os carros a gasolina pegaram porque foi moda, então não sabes assim tanta História como imaginas.
          Quando surgiram os carros a gasolina muitos achavam que os depositos de combustivel eram bombas. Houve muitos acidentes com as caldeiras a vapor que explodiram. Ainda hoje acham que o GPL é altamente perigoso e o Litium é muito giro, mas em caso de incendio é um tormento para se apagar. As tecnlogias tem as suas vantagens e desvantagens. Pessoalmente, o hidrogenio poderá ser uma tecnologia a aproveitar. Inicialmente para máquinas grandes, geradores, transportes de grande carga e distancia, barcos, etc. e depois sim, começar a diminuir o tamanho da tecnologia para uso particular, e quem sabe, domestico. É uma tecnologia mais limpa que o eletrico, visto que nao depende tanto da exploração de minerais para o fabrico das baterias. A longo prazo, se o uso for tão intenso como foi os combustiveis foceis, podemos ter o efeito de maior precipitação no clima, visto que existe maiores quantidades de H2O na atmosfera. O Hidrogenio tem futuro.

          • Nuno V says:

            Diz-me uma única maneira energéticamente eficiente de obter hidrogénio!

          • Rudi says:

            Tormento para apagar se usares água!

            “After enjoying success at the beginning of the 20th century, the electric car began to lose its position in the automobile market. A number of developments contributed to this situation. By the 1920s an improved road infrastructure required vehicles with a greater range than that offered by electric cars. Worldwide discoveries of large petroleum reserves led to the wide availability of affordable gasoline, making gas-powered cars cheaper to operate over long distances. Electric cars were limited to urban use by their slow speed (no more than 24–32 km/h or 15–20 mph[27]) and low range (50–65 km or 30–40 miles[27]), and gasoline cars were now able to travel farther and faster than equivalent electrics. ”

            Resumidamente, pegou de moda e a gasolina era barata, agora é ao contrario e está tanta gente contra

      • Nuno V says:

        Errado, são muito poucos. A grande maioria dos cientistas continuam a achar que o carro elétrico é a nossa melhor opção para o presente e futuro próximo.

        • Miguel says:

          Acho que para uma tecnologia tão recente, ter 40 a 50% de eficiência energética no hidrogénio é muito bom, isto se compararmos com os motores de Combustão. Não digo que são melhores que os elétricos, agora pode ser uma excelente tecnologia para usos maiores, onde olas baterias podem não ter viabilidade económica. Basta olhar para a História. Quando surgiram os primeiros carros de combustão, a gasolina era extremamente barata (era um desperdício do querosene) e agora não podemos dizer o mesmo. O que acham que vai acontecer aos minérios que envolvem a construção de baterias? Principalmente os catalisadores das baterias? A médio prazo pode-se tornar inviável economicamente. Há quanto é pensar e dar espaço a todas tecnologias

          • Rudi says:

            Todo o ciclo de um carro alimentado a células de hidrogénio não chegas aos 30% de eficiência na melhor das hipóteses.
            Num carro a baterias chega aos 70% na PIOR das hipóteses, geralmente fica perto dos 80% de eficiência.

            Precisas do dobro da energia para alimentar a mesma quantidade de carros a hidrogénio.

          • Miguel says:

            Rudi, pois é, barata, porquê, por iniciativa privada, a gasolina era um desperdício do querosene, que era jogada fora, o Rockefeller viu uma oportunidade para fazer negócio e aumentar os lucros. Podemos ver a mesma situação nos tempos hodiernos, por isso é que temos grupos franceses e alemães com resistência à electricidade, e temos uma tesla que acha que tudo o que é elétrico é que é bom.

          • Nuno V says:

            O maior problema dos carros a hidrogénio não está na eficiência do carro per se, mas sim na obtenção do combustível. A eletrólise da agua é extremamente ineficiente para ser viável, é bem mais eficiente utilizar a energia elétrica usada durante eletrólise para carregar uma bateria. De momento, a única maneira energéticamente eficiente de obter hidrogénio passa pela refinação de metano, o problema é que precisamos de obter esse metano, bem como o processo de refinação liberta CO2.

            Ninguém está a dizer que os carros elétricos do presente serão o futuro. Está-se a estudar e a desenvolver novas tecnologias para armazenar energia, nomeadamente, baterias de grafeno.

  8. SANDOKAN 1513 says:

    A gasolina,a gasóleo,a gás,a hidrogénio,eléctricos,todos são perigosos.Por isso ando mais a pé,embora tenha carro.Mas da maneira que a vida anda… 🙁

    • Rrrrrr says:

      O melhor é mesmo não sair de casa…é mesmo assim…

      • Samuel says:

        Até tu podes sofrer um acidente doméstico e morrer.
        A mim é que não me apanham a conduzir uma bomba de Hidrogénio (bomba nuclear)

        • Ruy Acquaviva says:

          Nem a você nem a ninguém, já que a reação química do hidrogênio com oxigênio, que ocorre nos carros com célula de hidrogênio não tem absolutamente nada a ver com a reação de fusão nuclear que ocorre em uma bomba termonuclear (também chamada de bomba de hidrogênio). São coisas tão diferentes quanto um motor a gasolina é diferente da bomba de Hiroshima. ou seja, COMPLETAMENTE diferentes.

        • Nuno V says:

          Achas mesmo que um carro a hidrogénio consegue atingir a temperatura e pressão suficiente para fundir hidrogénio? Trata da cabeça.

    • AP says:

      Só um desses é que explode violentamente.

  9. BlackFerdyPT says:

    Usem antes hidrocarbonetos sintéticos: https://www.cnet.com/news/miracle-tech-turns-water-into-fuel/

    Deste modo, continuamos a ter o mesmo tipo de carros que sempre tivemos e eliminam-se os perigos relativos ao uso do hidrogénio.

    E, mesmo para quem tenha engolido a treta do “aquecimento global”, este tipo de combustível é neutro, em termos de emissão de carbono – pois, o que emite é o mesmo que foi retirado da atmosfera para o criar.

    • Miguel says:

      Treta do aquecimento global? Não me digas que foi uma invenção dos chineses?

    • Rudi says:

      gosto dessa tecnologia, mas isso capta CO2 e agua e converte num hidrocarboneto tipo gasolina.
      Contudo aqui o problema é eficiencia, as baterias são ultra eficencientes um ciclo completo de um carro electrico fica nos 70-80% geralmente.

      Esta tecnologia faz sentido para armazenar excesso de energia a longo prazo, ou seja quando produzes a mais, não para o dia a dia.

      A solução do futuro é mix de energias, mas passa sempre pelo carro electrico e ter uma forma de armazenar o excedente.

      • BlackFerdyPT says:

        Sim. O que faz mais sentido, é usar apenas energia eléctrica. Pois, estar a converter energia eléctrica em combustível para depois converter o combustível de volta em energia eléctrica, causa sempre um desperdício de energia (seja esse combustível hidrogénio ou hidrocarbonetos sintéticos).

        O que se passa, é que já nesta publicação foi chamada a atenção para o facto de que os carros eléctricos poderão não ser convenientes para uso urbano, por causa da questão do recarregamento – e há também a questão da falta de recursos: https://pplware.sapo.pt/motores/audi-tambem-reforca-compromisso-com-o-hidrogenio/#comment-2370504

        E, deste modo, parece que terá sempre de haver um uso de ambos os tipos de carros (eléctricos e de combustível).

  10. Jorge says:

    por lo que vejo e analiso não me interessa absolutamente NADA sobre veículos eléctricos ou a hidrogênio contínuo com o modelo que tenho e confio a 100% cada um que pense e que use o veículo que lhe interessa!! tudo que se move no planeta contamina! até os carrinhos de bebê!!

  11. Joao says:

    Lembram-se daquele incêndio que destruiu mais de 400 carros num festival aqui há uns anos atrás?
    Imaginem que tinha sido em 2050 e que todos ou praticamente todos esses carros eram eléctricos. Como teria sido?

    • Rudi says:

      um incendeio na mesma, tinha de se usar espuma em vez de água que é o que se faz com um incêndio de um carro normal.

      Não percebi onde queres chegar podes elaborar mais um pouco sff?

    • Toni da Adega says:

      Como teria sido? Havia logo manifestacoes para banir os carros eléctricos. Era tudo a entrar em panico porque os carros electricos são um perigo.
      Assim como foram carros “normais” não se passou nada e a vida continua como se nada fosse.

    • Ruy Acquaviva says:

      Em 20150 provavelmente não haveria nem o incêndio já que a nova geração de baterias de meio sólido não pegam fogo e que o uso de componentes não inflamáveis nos automóveis deve ser uma tendência crescente nos próximos anos.
      Você está pegando um estágio de uma tecnologia em desenvolvimento e projetando para o futuro sem considerar as mudanças que estão acontecendo.

  12. LA says:

    O Hidrogénio é uma gás inflamável, como tantos outros. O problema deste gás é que não tem odor. Logo se houver fugas, não é possível o ser humano detectar as mesmas, através do cheiro. O que o torna, por este motivo, mais perigoso, em relação a outros tipos de gases.

    • Miguel says:

      O GPL também não tem odor, assim como o gás natural por isso é que tem um aditivo (etil mercaptano) para lhe conferir cheiro a fim de se detectar melhor a fuga. Quando sente um fuga de gás, o cheiro que vem é do etil.

  13. Dani says:

    Se alguém achava uma grande ideia andar num carro com hidrogénio (gás inflamável e propenso a fugas por a molécula H2 ser tão pequena) num tanque, comprimido a altíssimas pressões, imaginem que em vez da estação de abastecimento era o vosso rico carrinho com pessoas lá dentro…

    Já agora, as baterias de lítio (por exemplo da Tesla) não explodem, ardem. É muito diferente! É possível fugir de um incêndio, mas de uma explosão é impossível já que não tem qualquer aviso!!

    Mesmo o problema das baterias de lítio arderem deve ser resolvido na próxima geração de baterias sólidas.

    Cumprimentos

  14. José Costa says:

    Foi o Lobby do Petroleo a sabotar a estação !

  15. AP says:

    Nunca na vida andarei num carro a hidrogénio, 1000x um GPL.

    Fonte: Já trabalhei num laboratório com hidrogénio. É uma besta temperamental que nunca queima, só explode!

  16. Ruy Acquaviva says:

    Esse acidente não pode ser visto por uma óptica alarmista. Os combustíveis tradicionais, da gasolina ao gás natural, também são altamente inflamáveis e potencialmente explosivos, mesmo assim são utilizados dentro de processos seguros e comercialmente aceitáveis, mesmo que em raras ocasiões ocorram alguns acidentes.
    O Hidrogênio tem suas dificuldades de armazenamento e distribuição, mas nada indica que seja inviável sua utilização. Sempre que se está desenvolvendo uma nova tecnologia existem percalços a serem superados. Quantos aviões já cairam? Quantas pessoas morreram nesses acientes? E no entanto hoje o transporte aéreo é o mais seguro que existe. Isso porque foram desenvolvidas técnicas e padrões de utilização que superaram as dificuldades inerentes a esse tipo de transporte.
    Pode ser que o hidrogênio não seja a tecnologia que vai prevalecer, mas se isso ocorrer será por outros fatores não relacionados ao acidente comentado no artigo. O que não se pode é achar que os acidentes e percalços ocorridos durante o desenvolvimento de uma nova tecnologia seja diretamente comparável ao funcionamento normal de tecnologias já estabelecidas, muito menos que sejam impeditivos ao seu desenvolvimento.

  17. Carlos says:

    O problema aqui é que um carro eletrico a bateria fica de 1 a 2 euros por cada 100 kilometros nos carros a hidrogénio fica muito mais dispendioso.

    • Redin says:

      Interessante o facto de teres mencionado os valores para bateria e não os teres mencionado para a opção a hidrogenio.
      Por ventura estás a considerar (ou o estudo a que te referes) todos os processos envolvidos ou só num contexto de despesa no consumo.
      Hoje poderá ser caro mas assim que a tecnologia for mais agil, poderá mudar o paradigma.
      Eu tenho muita esperança que seja o Hidrogenio a vencer assim que os aspectos de segurança e custos associados o permitirem.

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