Elétrico não cumpria a autonomia anunciada, e fabricante teve de devolver o dinheiro
Comprar um carro elétrico com base na autonomia anunciada pela fabricante e depois descobrir que, na prática, o veículo fica muito atrás dessa promessa é uma frustração. Na Alemanha, um tribunal decidiu que essa diferença pode ser motivo suficiente para anular a compra.
Um condutor alemão comprou um veículo 100% elétrico por 39.000 euros. Tanto no site da marca como no catálogo do carro, a autonomia anunciada era de 332 a 341 km, segundo o ciclo WLTP, o padrão europeu de homologação.
Na prática, o dono, que usava o carro em ambiente urbano, percebeu rapidamente que a autonomia ficava muito longe do prometido. Por isso, reclamou junto do vendedor, que mandou inspecionar o carro e concluiu que não havia qualquer avaria ou defeito de fabrico.
O cliente insistiu, através do seu advogado, exigindo a reparação do problema, mas sem sucesso, acabando por rescindir o contrato de compra e exigir a devolução do dinheiro. Uma vez que o vendedor voltou a recusar, o caso foi levado para tribunal, segundo o autokaufrecht.info.
Valores WLTP anunciados "são só médias"
Em sua defesa, o vendedor alegou que os valores WLTP publicitados eram apenas médias indicativas, não autonomias mínimas garantidas, conforme um aviso em letras pequenas no contrato de compra.
Mais do que isso, argumentou que a autonomia real depende de inúmeros fatores, como estilo de condução, temperatura e velocidade, e que os valores anunciados se referiam apenas aos primeiros 100 km percorridos com a bateria.
A decisão do tribunal
O Tribunal Regional de Wuppertal (LG Wuppertal) não aceitou esses argumentos. Na sentença, datada de 18 de dezembro de 2025, os juízes consideraram que existe um defeito significativo quando a autonomia WLTP real do veículo fica 10% ou mais abaixo do valor anunciado pela fabricante.
No caso em análise, o carro testado segundo o protocolo WLTP atingiu apenas 281 km, face aos 332 km prometidos, uma diferença de quase 18%.
Os juízes sublinharam ainda que, mesmo tendo em conta a normal degradação da bateria ao longo do tempo, a diferença entre o valor testado e o valor anunciado continua a ser substancial.
Com esta fundamentação, o tribunal validou a rescisão do contrato feita pelo comprador, obrigando o vendedor a devolver o dinheiro pago, mediante a entrega do veículo.
Como seria em Portugal?
Em Portugal, a base legal não é muito diferente da alemã, uma vez que ambos os países transpuseram a mesma diretiva europeia, a 2019/771.
No nosso caso, essa transposição deu origem ao Decreto-Lei n.º 84/2021, em vigor desde janeiro de 2022, que obriga os bens a corresponder às características descritas no contrato de compra e venda, incluindo qualidade e funcionalidade, e a corresponder à descrição feita pelo profissional, nomeadamente em publicidade.
Ou seja: se uma marca anuncia 332 km de autonomia WLTP no site ou no catálogo, essa informação conta para a lei portuguesa tanto quanto contou para o tribunal alemão.
Havendo essa falta de conformidade, o consumidor português tem direito à reparação ou substituição, à redução proporcional do preço, ou à resolução do contrato, salvo se isso for impossível ou constituir abuso de direito.
A lei só afasta a devolução do dinheiro se o vendedor conseguir provar que a falta de conformidade é mínima, o que dificilmente se aplicaria a uma diferença de quase 18%.
Contudo, o que falta à lei portuguesa e tornou a decisão alemã tão mediática, é o número redondo: o limiar dos 10% que define quando uma autonomia a menos passa a ser defeito grave.
Em Portugal, essa avaliação fica entregue, caso a caso, aos tribunais.






















Não faz sentido nenhum, sendo assim também vou reclamar que o meu carro a combustão não faz as medias anunciadas pelo fabricante
Quer dizer, fazer faz, tu e eu é que não conseguimos encontrar as condições ideais para as fazer.
Outra coisa é os VE terem mais condicionantes a real autonomia do que os a combustão, eu por exemplo que sou uma pessoa bastante calma a conduzir por norma faço médias muito boas, mas nunca iguais aos dos testes do fabricantes.
Os carros a combustão também mentem nos consumos, mas muito, mas muito longe da aldrabice da autonomia dos VEs.
Longe como ? Consegue quantificar ?
Não tens acesso a IA? uma pessoa tao electricamente evoluída?
Veículos a Gasóleo: Atingem ou ultrapassam facilmente a autonomia oficial em estrada aberta. No trânsito urbano, o consumo aumenta, mas a autonomia real geralmente atinge cerca de 85% a 95% do valor WLTP.
Carros Elétricos: O ciclo WLTP é feito em laboratório sob condições ideais. No dia a dia, a autonomia real cai para cerca de 80% a 85% em condução mista, podendo descer para 50% a 70% em autoestrada a velocidades elevadas ou no inverno devido ao aquecimento.
Bem, um carro ICE no verão também consome mais se ligares o AC. Que raio de comparações parvas.
E, dependendo do tipo de condução, podes bem passar da “perda” de autonomia na casa dos 50%. Já quanto aos veículos a “gasóleo” tem que se lhe diga. Uso gasóleo aditivado e devo dizer que há diferenças enormes nos consumos entre marcas.
Agora, há uma coisa que me apetece dizer sobre a AI. A AI essencialmente “pesca” dados pela internet fora. Sabem que 95% das informações na internet são erradas e os outros 5% devem ser lidos com cautela, já estamos a ver. Ainda ontem estava com preguiça e pedi ajuda ao google AI para fazer uma coisa num jogo de PC. Foi buscar informações completamente estapafúrdias a coisas que não tinham nada a ver com o jogo em si, mas afirmava que no jogo era assim mesmo. Até falou em servidores e micro transações quando é um jogo de download, sem launcher e 100 offline… 😀
Pois, fiquei a saber o mesmo, afinal nenhum cumpre.
Então mas carros a combustão são a gasóleo ?
Curioso que a minha IA diz isto:
“Resumo do Desvio Real vs. WLTP
Tipo de Motor Desvio Habitual (em ciclo misto) Maior inimigo da eficiência
Gasóleo +10% a +15% Percursos curtos a frio e cidade
Gasolina +15% a +25% Condução agressiva e trânsito intenso
Elétricos +15% (cidade) a +35% (autoestrada) Velocidades de autoestrada e frio
Afinal onde está o muito longe ?
Com AC ligado um ICE consome mais 0,3-0,5 litros. Que drama….LOL
O muito longe está que na pior das hipoteses o devido num ICE é melhor que a melhor das hipoteses de um BEV, Lol
Exato, com AC ligado consome muito mais que um ve, chega a aumentar 15 a 20%, um elétrico cerca de 5 a 10%.
E podes bem reclamar, se o tribunal te der razão a situação é exatamente a mesma. Alguns pressupostos são diferentes, mas o princípio é o mesmo. Agora os lobbies se calhar são outros. Basta ver a forma vergonhosa como os tribunais decidiram a fraude da VW com as emissões. Acho que, no mínimo, deveriam ter dada a possibilidade de cada cliente devolver o carro e receber a totalidade do valor. E sim, digo fraude aos sistema de supervisão e aos clientes.
Agora também temos o reverso da medalha. Nos elétricos não sei se já “atacam” mas nos ICE há quem faça consumos muito inferiores aos anunciados pelas marcas. Algo chamado hypermiling. E não me refiro a “testes em laboratório” mas sim em viagens em estrados comuns e abertas ao público. Tudo tem a ver com a forma de conduzir.
Mas feitas as contas, acho que o comum mortal dificilmente atinge as médias anunciadas, mas essencialmente porque conduz de forma “errada”, mas isto porque as fórmulas (valem o que valem) de estimativas de oficiais de consumo são algo “otimistas”. Mas, por exemplo, eu tive um smart diesel de 2002. O consumo anunciado era de 3.3 ou 3.4 l/100. Eu se me portasse bem (e não era preciso andar à cota) fazia entre 3 e 3.5, às vezes até menos. E sem alterações no carro. E sim, também depende dos trajetos. Hoje em dia com um diesel 110cv, é mais difícil, mas também já andei por lá. Certa vez passei dos 1.000kms num depósito e média de cerca de 5, quando o anunciado é 5.3. Mas o meu normal em condução do dia a dia (muitas viagens curtas) é entre 6 e 6.5.
Naõ liguem a números de fabricantes nem de testes de fanátiocos de electricidade que andam a pisar ovos e a descer e depois dizem que são consumos de limites de velocidades legais.
Façam 20kwh/100km para não ficarem desiludidos. Para carros de maiores dimensões façam 25kwh/100km. De inverno aumentem 20%.
Este é o consumo real no mundo real de grande parte dos VEs em pessoas que não são viciadas em “eficiência” e que apenas conduzem normalmente.
Errado, está muito longe dos valores normais, esses consumos já se equivalem a quem gasta 8 a 10 litros num a combustão.
Não tens IA? Olééeéééé……….
E há carros diesel mais eficientes…….
“O consumo do motor 2.0 TDI de 190 cv (muito comum em modelos do Grupo Volkswagen como Audi A4/A6, VW Passat e Skoda Superb) a uma velocidade constante de 140 km/h situa-se, regra geral, entre os 6,2 l e os 7,0 l/100 km”
Dos EVs mais eficientes:
A 140 km/h em autoestrada, o Tesla Model Y RWD (tração traseira) apresenta um consumo médio estimado entre 19 e 21 kWh/100 km. Este valor é consideravelmente superior aos consumos a velocidades mais baixas (como os 16,4 kWh/100 km a 120 km/h) devido ao aumento da resistência aerodinâmica.
Nem vamos falar do inverno para não seres obliterado.
P.S -Ainda faltam uns litros para os 8-10 litros 😉
Quero lá saber de quantos litros ou quantos kWh gastam os carros. Traduz isso em euros, bateria carregada em casa 😉
Posso incluir o preço do carro e o preço da casa ou garagem para poder carregar o carro em casa?
E biodiesel caseiro feito do oleo usado? Posso?
Tive vários anos (e vários familiares também) carro GPL. Gastava cerca de 30% mais em “consumo”. Poupava entre 50 a 60% em $$. Acho que as contas se devem fazer por aí. Em 40.000kms (uns 2 ou 3 anos) paguei o kit GPL e a partir daí foi sempre a dar lucro. Cada caso é um caso mas para termos as continhas bem feitas é preciso, como diria o outro, por a carne toda no assador. Traduzindo, ver o panorama global e tirar as palas dos olhos.
Eu não tenho carro elétrico. Compensaria ter um? Em comparação direta com o carro que tenho e com a utilização que faço, compensaria e bem. Agora também não vou vender o meu carro a gasóleo, que está bom e espero que esteja para durar, só para comprar um novo elétrico. Claro que o investimento não iria compensar agora. Mas se fosse comprar um carro novo, talvez fosse para algo pequeno, tipo um Sandero Stepway a gasolina ou GPL se fosse ICE. Ou um Dacia Spring (não preciso de mais). Sei que têm uma autonomia relativamente pequena, mas para mim chega e sobra. Nas meia dúzia de viagens “grandes” que faço por ano, posso bem parar meia hora para carregar o carro.
E sim, os carros elétricos são um pouco mais caros em média. Mas para quem rolar bem, depressa recupera da diferença.
Há quem goste de ter carrões, eu prefiro gastar o dinheiro noutras coisas. Aliás, para mim os carros são ferramentas e não objetos de luxo ou status. Prefiro ter um carro fajuto e uma casa boa ou conhecer outras paragens a ter um carrão e viver num cubículo e passar os fins de semana a aspirar, lavar e polir a chapa… e depois chove poeira e fica tudo cagado na mesma 😀
Não, não pode, é ilegal.
Que suv são esses de a4 e a6 ? e o superb também é suv ?
È superior como ?
Audi a4 – wltp – 4.2 litros, se a 140 kmh faz 6.2 a 7 é um aumento superior a 50%.
Enquanto no model y não é tanto.
Conclusão, até nos diesel que não são suv o consumo é real é maior que nos eléctricos, e nem vamos para os elétricos mais eficientes.
Nem vamos falar do inverno para não seres obliterado, porque tanto nuns como noutros, o consumo aumenta.
Tu para grande aldrabão não te falta nada Lol.
A4 2.0 TDI 190cv WLTP Comsuption: 4.1 – 5.4lt /100km
Highway 120km/h real world :
4.7 lt/100km.
Highway 140km/h real world : 5.8 -6.5 lt/100km
Model 3 sr+ (não é suv que não gostas):
WLTP consumption: 13.8-14.4 KWH
Highway 120km/h real world : 19 – 20 KWH.
Nem vale a pena por os consumos a 140!
Conclusão do JL, uma carrada debaboseiras e números sem nexo nenhum Lol
Então agora já encontrou mais baixos, daqui a pouco está lá.
Pois não, só por esses já se faz a conta que a diferença é maior para o diesel.
Então mas agora o model 3 tem os mesmos consumos que o model y ?
Enfim.
Então mostra lá essas contas para vermos essa maior diferença nos diesel!
Basta ver que o consumo real a 120kmh no diesel está dentro da margem de consumos WLTP.
Já o elektro…LOL
Os consumos são dados por IA, que certamente sabe bem mais que tu e é bem menos tendenciosa.
As contas já aí estão, só tem de usar os números corretos, já agora o wltp não é um número de x a y litros, é um numero fixo.
Calma, também não é bem assim.
Depende muito do percurso, do carro…
Ainda na sexta feira, pelas 15H, com algum calor e AC ligado, eu ia a fazer 20kWh/100km a andar a 120/125km/h. E não é um SUV pequeno.
O carro vai com 59000km e apesar da muita autoestrada que tem feito, com velocidades normais, vai com uma média de 16 a 16,5kWh
Colocaram segredo judicial para não divulgar a marca. Claramente não é a Tesla, se fosse, estaria estampado em todos os canais de notícias.
Parabéns ao tribunal seletivo.
Trata-se de um Peugeot 2-2008 GT, segundo a notícia publicada pela sociedade de advogados alemã envolvida (link).
Vale a pena usar um tradutor porque se fica a saber mais detalhes.
No que é mais importante – não se trata de um desvio de 18% entre o valor em uso real do veículo e o valor WLPT oficial, em laboratório. Um técnico independente reproduziu o teste WLPT e encontrou um desvio de 18% em relação ao valor oficial WLPT.
https ://www.presseportal.de/pm/105254/6298144
“No próprio acórdão, o modelo não é especificamente nomeado. ”
Não é especificado!!!! É um TALVEZ. Então talvez seja um Peugeot.
Qual é a marca, qual é ela, que tem mais nódoas no currículo?
Correção acima: trata-se de um Peugeot e-2008 GT
No seu próprio link diz que é um talvez. Talvez!
Ninguém sabe a marca do carro por segredo de justiça. Tá na notícia!
Pensava que era um VW por causa das emissões de gases…
No post de há dois dias, sobre o mesmo julgamento, dei o meu contributo sobre as diferenças habituais entre os valores WLPT e os valores reais.
A coisa derivou para os carros dos comissários europeus (BMW i5) que não conseguem – à velocidade de autoestrada, 120 km/h, fazer o percurso Bruxelas-Estrasburgo, de 440 km, sem recarregar a bateria, assunto muito badalado em maio.
Para fazer o percurso sem precisar de recarregar, com tempo frio, tinha que fazer o percurso à velocidade de camião, a 90 km/h, e mesmo assim no limite “à rasca”.
Só que – a viagem, que a 120 km/h (com 20m para a saída da autoestrada e carregamento da bateria para fazer o percurso restante) dura 1h, passa a demorar mais 1h.
Achei graça à ideia do carro do comissário na via da direita, a 90 km/h, atrás de um camião, para aproveitar a menor resistência do ar, para não fazer o percurso tão “à rasca” 🙂
Correção: Só que – a viagem, que a 120 km/h (com 20m para a saída da autoestrada e carregamento da bateria para fazer o percurso restante) dura – 4h – passa a demorar mais 1h.
Agora já passa a durar mais uma hora ? Curioso que antes eram 2.
Mas tu dizias que qualquer EV mais o mesmo percurso de um carro a combustão no mesmo tempo independentemente da distância.
Em que ficamos? Um hora são 60 minutos, não 60 segundos. É o tempo de ir de Lisboa a Évora.
Errado, nunca disse isso, portanto você é mentiroso.
Os comissários falaram, publicamente, de tempos aproximados, Provavelmente tendo em conta uma paragem para o almoço, que nas minhas contas não considerei.
Posso ver o que eles disseram publicamente ?
Ah, só almoçam se forem de ve. boa.
É o que penso, nos nunca conseguimos fazer o anunciado pelas marcas, mas não temos discrepâncias de 200 Km, aparentemente tudo interfere com a autonomia dos VE, muito mais do que os a combustão, eu já por aqui disse várias vezes que tenho um familiar com um Mercedes VE que supostamente faz 700 km de autonomia, mas se vier de Braga a Lisboa, não pode vir a grande velocidade, se não não chega cá sem ter de recarregar.
Mas não é por isso que não vou comprar um VE, eu olho para o VE e retiro logo à cabeça pelo menos 100 km de autonomia.
O Rory Sutherland tem uma teoria muito engraçada sobre a psicologia da autonomia dos carros elétricos.
Quanto à AE… quando ando com o meu Dacia a diesel na AE já sei que o ponto ideal é cerca dos 100km/h (OK, se calhar até é menos). Mas passando dos 100/110 nota-se bem o aumento de consumo.
Que BMW são esses?
BMW i5, com bateria de 81,2 kWh úteis. Com tempo frio:
– a 120 km/h gasta 22 kwh/100 km dá no máximo para 370 km – não faz os 440 km do percurso, precisa de recarregar.
– a 90 km/h gasta 18,5 a 19 kWh/100 km, o que dá para 427 a 432 km – é melhor por-se atrás de um camião para aproveitar a menor resistência do ar, senão também não chega lá.
Tu sabes que é aconselhado fazer paragens em viagens longas, não sabes? Mais de 2/2.5 horas já tenho de sair para esticar as pernas e beber uma aguinha com calma (e o meu carro diesel faz 700+ kms).
Lá vem as desculpas esfarrapadas do costume…lol
Eu 450km é sempre seguido e no minimo a 120kmh. E agora? É proibido?
Eu tinha um familiar que fazia Suiça – Portugal e só parava para meter gota. É proibido? É sensato? O aconselhado (o mais comum) é parar 15 minutos a cada duas horas. Mas como diz bossa excelência, não é proibido andar sempre.
É isso que são bmw’s de grandes dimensões ?
Claro que não, um i5 e tipo um dacia spring.
Tu tens a certeza que és são?
É menor que um serie 7 ? antes até diziam que eram suvs.
Se a moda pega, não há elektro que escape.
Ha vários, já os a combustão duvido.
Nos de combustão idem. Os consumos dos mercs estão sempre 50% acima do anunciado, mínimo.
Grande aldrabice. Não confundas os níveis da tua inveja com os consumos.
ahahahahha nao te esquecas dos BMW e AUDI, tambem estao sempre 50% acima dos outros xD
Lógico. Quem compra isso está-se a borrifar para os consumos.
Tenho andado a ver porque é que a autonomia dos carros elétricos varia tanto e, sinceramente, qualquer país devia adotar o PBEV como referência, em vez de depender de valores locais ou de indicações de fábrica. Como isto tem em conta a condução no mundo real, tipo o uso intensivo do ar condicionado e estradas em pior estado, o exato mesmo carro tem no Brasil uma autonomia 40% a 45% menor do que na China (CLTC), 25% a 30% menor do que na Europa (WLTP) e 10% a 12% menor do que nos EUA (EPA). É, pura e simplesmente, um valor muito mais realista para quem compra.
Verdade, o EPA é mais real para a nossa realidade.
No Brasil têm o inmetro que tem os consumos mais perto da realidade.
Eles lá nãi papam JLs kkkkkk
Estava à espera de quê, a comprar material made in Europe? O tribunal devia era condená-lo em imposto agravado sobre a lorpice.
Tenho um x1 20d de 2010 que me faz pelo menos 950 km com um depósito combinado. Claro que também já fiz 1050 km como 850 . Cumpre bem a média indicada pelo fabricante . Não se esqueçam que o elétrico não pode com o vento de frente , seja qual for o elétrico se passar os 130 a hora a autonomia reduz literalmente para metade .
De inverno é menos de metade a não ser que o JL vá a conduzir. Nesse caso tem que descarregar o excesso de energia que é produzida pelo caminho.
Portanto não cumpre, já que o anunciado são 1051 KMS, mas enfim, assim se vê que andam como as velhinhas, mas depois vêm dizer que os eléctricos é que andam devagar.
https://www.ultimatespecs.com/car-specs/BMW/11152/BMW-X1-(E84)-xDrive20d.html#google_vignette
Sim, os elektros é que andam devagar, onde está a dúvida?
Não tenho dúvida nenhuma, porque se cumprem o wltp, é porque andam devagar, se não cumprem é porque não andam, portanto os eléctricos andam mais depressa.
Só a descer cumpriam o WLTP Lol!
São iguais a todos os outros, a norma é igual, e aliás, há bastantes carros a passar a norma, basta pesquisar.
Esta sentença não faz muito sentido, para não dizer que não faz nenhum sentido mesmo.
A ser assim, também devemos poder devolver os carros a combustão porque nenhum consome a quantidade de combustível que as marcas anunciam.
Todos os fabricantes de elétricos mentem! A autonomia real é 30% abaixo da anunciada. E em clima quente ou frio ainda piora mais!
Então qual é a diferença para os a combustão ? Vamos lá meter o secalharya a andar como uma velhinha.
Não dão tão maus como os a combustão:
https: //www.rtp.pt/noticias/economia/combustivel-nao-rende-estudo-alerta-que-carros-consomem-mais-36-do-que-o-anunciado_n862115
História destas que já têm cabelos brancos, e até chegam a ser de 50% superiores
https: //observador.pt/2016/12/21/estudo-consumo-de-combustivel-e-superior-ao-anunciado-pelas-marcas/
Bem, não quero azear ninguém, nem é o meu objetivo. Mas tenho Tesla Model Y 2025 Launch Series (Juniper) Long Range AWD, a autonomia oficial WLTP é de 568 km, mas faço à vontade 499-505 km, com uma condução mista (cidade, autoestrada) e pavimentos diversos. Existem também várias vezes em que faço apenas 480 km, porque tenho de apertar no acelerador para passar trolls na estrada. Ok, sabemos que o consumo nunca é correto e que existem fatores para isso, mas espero que em breve tenhamos a nova geração de baterias que já permite ultracarregamentos de 10-12 minutos, com autonomia de 700 km+. Olhando para trás, já podemos ver algum avanço em termos de tecnologia que permite não ter aquela ansiedade de carregar a bateria, ou de ter o suficiente para chegar ao destino. Agora em relação a este artigo, acho correto e justo que o tribunal ficou do lado do consumidor, a falta de credibilidade é cada vez mais comum nestes dias.
Não se trata da autonomia (ou consumo) WLPT vs. o autonomia, em estrada.
O teste WLPT é um teste padrão em condições rigorosamente iguais para todos – e por isso serve para comparar dois carros, que foram sujeitos ao mesmo teste. Já para comparar, para o mesmo carro, o “valor de laboratório” (WLPT) com o “valor da estrada” é pouco útil.
O que é importante notar neste caso e que o desvio de 18% não é entre o WLPT feito e anunciado pela marca e o uso real em estrada. É entre o WLPT feito e anunciado pela marca e o WLPT feito por um perito independente.
O carro tem há de ser um usado senão teriam dito que a marca falseou o resultado (segundo os media trata-se de um Peugeot e-2008 GT, mas não é dito de que ano – mas chegou às ruas em 2020, com uma renovação do modelo em 2023).
O tribunal ficou do lado do consumidor … Bem, o tribunal mandou a marca readquirir o carro, descontado o uso e nada mais. Pareceu-me uma sentença salomónica, aplicada a um caso individual.
Mais uma sentença salomónica ao estilo da que houve para a fraude das emissões da VW. Deviam ser obrigados a devolver o dinheiro todo a quem quisesse e ainda a pagar uma indemnização pela fraude e uma enorme multa pelo crime. Mas como vimos, o crime compensar.
Isto tudo é muito relativo, depende de muitos fatores, mas o teste é feito com todos os consumidores desligados ou seja rádio, luzes, ar condicionado, tudo conta para o consumo.
Na oficina tive um aygo e um prius em se queixavam que os carros consumiam 9L e 7L, queixaram-se e fui eu fazer os testes. O prius fazia médias de 4L, mas atenção que era a comparação do percurso que o cliente fazia. O aygo ainda foi pior com uma média de 3.2L ou seja depois de andar com o cliente e a forma de condução era basicamente assim, como o carro não tinha potência, acelerava como um desalmado com fogo no cu e o carro só tinha 3 mudanças uma vez ou outra 4.
Nos meus carros o meu Leon de fábrica faz médias de 8.1L faço a cagar 7.5L e se andar entre os 80km/h e 110km/h chega aos 7L, mas em conta partida numa condução desportiva salta para os 10L na boa. No polo 1.4tdi de 2001 faço facilmente 3.5L e um dia para testar realmente o que fazia em estradas nacionais, quase que fiz 1600km com 45L de gasóleo.
Mas tudo conta, a pressão costuma estar a 0.3bar a mais que o fabricante diz, em que se estiver mais baixo 0.2bar do que o fabricante pode consumir cerca de 10% a mais e a geometria da direção também conta muito, se forem valores limite que passa na inspeção de 5m por km pode ir a 20 % a mais de consumo, não está nos valores do fabricante, em que está a 0,2 ou 0,3 m por km de desvio e os pneus gastam-se perfeitamente para o meu estilo de condução.
Logo quando eles fazem os testes de “laboratório” eles fazem exatamente a mesma coisa, podiam por valores absurdos ainda mais baixos, em que a maior parte das pessoas não conseguiam fazer.
O estilo de condução contra muito.