eBikes: Bosch aposta pela primeira vez num motor para bicicletas elétricas na roda traseira
As eBikes são um dos segmentos de mobilidade que mais cresce na Europa e a Bosch tem sido uma das principais responsáveis pela evolução tecnológica destas bicicletas elétricas. Agora, a empresa alemã prepara-se para quebrar uma tradição de mais de uma década ao lançar o seu primeiro motor integrado na roda traseira.
eBikes trazem inovação
Durante mais de uma década, a Bosch construiu a sua posição dominante no mercado europeu das bicicletas elétricas ao apostar que os motores centrais, onde a potência é transmitida através da corrente e dos pedais, eram a escolha mais inteligente tanto para utilizadores urbanos como para praticantes de BTT.
Os motores de cubo, que fazem girar a roda diretamente a partir do interior do eixo traseiro, eram uma opção deixada para outros fabricantes. Hoje, essa posição mudou.

Perfeitamente coordenados e ligados digitalmente: o Hub Line, o PowerTube 360, o ConnectModule, o LED Controller e o Intuvia 200 definem, em conjunto, o padrão para uma nova geração de bicicletas elétricas urbanas.
Hub Line: motor de cubo minimalista e leve para passeios estilosos na cidade.
O novo Hub Line da empresa é o seu primeiro motor de cubo, integrando-se na plataforma Smart System juntamente com uma nova bateria ultrafina.
O sistema é instalado no cubo da roda traseira e mede aproximadamente 10 cm de diâmetro, pesando 2,3 kg. Debita 45 Nm de binário e analisa em tempo real a cadência e o esforço do ciclista para ajustar a assistência de forma suave.
Acima dos 25 km/h, desacopla-se completamente, permitindo que a bicicleta role como uma bicicleta convencional, sem resistência adicional do motor.
O resultado é uma bicicleta com uma silhueta mais limpa do que a proporcionada por uma configuração com motor central, sem uma unidade volumosa junto aos pedais e sem elementos visuais que criem desordem nessa zona.
App eBike Flow ainda mais integrada
O Hub Line integra-se no Smart System da Bosch, o que significa que os utilizadores têm acesso à aplicação eBike Flow, atualizações remotas, navegação e proteção contra roubo desde o primeiro momento.
Também é compatível com o eShift, o sistema eletrónico de mudanças da Bosch, permitindo que a bicicleta faça as trocas de velocidades automaticamente ou devolva esse controlo ao ciclista.
Nova bateria PowerTube 360
O motor funciona em conjunto com a PowerTube 360, a bateria mais fina alguma vez desenvolvida pela Bosch, com apenas 6,8 cm de diâmetro e 2,1 kg de peso.
A sua capacidade de 360 Wh é modesta, permitindo percorrer mais de 80 km em modo Eco. Para viagens mais longas, está disponível opcionalmente o extensor de autonomia PowerMore 250.
O conjunto é complementado por um novo LED Controller, 65% mais pequeno do que o modelo anterior e equipado com uma porta USB-C capaz de fornecer até 10 W para carregar dispositivos durante a viagem.
Com as novas funcionalidades relacionadas com o Hub Line, estamos a inaugurar uma nova era para as bicicletas elétricas urbanas.
São não só leves, ágeis e entusiasmantes, com uma linguagem de design clara e moderna, como também revolucionam a experiência de condução na cidade.
Afirmou Claus Fleischer, CEO da Bosch eBike Systems.






















Eu da bosch, ou de qualquer outra marca Amemã ou Francesa, ###### # ######.
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Para mim, basta!
Pode explicar a razão? Pode ser útil para os demais.
Eu gosto bastante dos motores da Bosch nas bicicletas. E também dos electrodomésticos. No geral são fiáveis, mas compro-os sobretudo pela sua durabilidade.
Tudo o que sirva para e bikes é positivo. Mas Bosch é caríssimo. Por muito menos compra-se um motor Bafang, que satisfaz perfeitamente.
Bom,
Eu pessoalmente boicoto tudo o que seja Amemão.
E já estou a boicotar productos Franceses ha uns anos, por causa do banho de sangue na Ucrânia, são 12 anos, é algo que não posso pactuar com isso.
A melhor forma seria aplicar sanções a esses Países, mas como o povo não pode, a solução, é deixar de comprar esses productos, dessa forma o povo impõem as maiores sanções possiveis.
Os motores centrais (na roda pedaleira) fazem sentido no caso das BTT ou em bicicletas para uso em zonas montanhosas. Isto porque o motor central pode beneficiar da desmultiplicação das mudanças para aumentar o binário na roda, e dessa forma podem vencer declives muito superiores ao que se consegue com motores na roda traseira. Mas em zonas sem grandes declives não fazem sentido – são mais caros e mais complexos, e exigem quadros desenhados especificamente.