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É o fim do anúncio das Operações STOP nas redes sociais (e não só)

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. PoPeY says:

    “O objetivo é reduzir o excesso de velocidade, que continua a ser uma das principais causas de acidentes graves nas estradas portuguesas.”

    mas também é de longe a mais fiscalizada. Atrevo-me a dizer que parte das outras CO, como álcool, falta de carta de condução/seguro/IPO provem exatamente de quando mandam parar o veiculo por excesso de velocidade.

    Ainda assim, concordo que aumentem a fiscalização, porem, de forma correta e não eficaz. Isto porque é certo que todos ja percebemos que os radares são colocados em zonas onde o limite de velocidade não faz sentido, não representa perigo que justifique a presença do radar. Alias, muitos radares são colocados em locais que nem são sensíveis/pontos negros. Ou seja, é apenas para gerar receita.

    Coloquem radares em sítios movimentados, a horas que os sítios são efetivamente movimentados. Sítios onde o excesso de velocidade realmente apresenta perigo.

    É apenas a minha opinião.

    • Rui says:

      Radares em sitios movimentados a horas movimentadas diria que não faz muito sentido porque a essas horas ninguem vai em excesso de velocidade porque está tudo parado no transito

    • Hugo Nabais says:

      +1!!
      Parem de colocar radares onde o limite de velocidade está inadequado ou não faz sentido, e metam em TODOS os pontos negros!

    • says:

      A velocidade é fácil de fiscalizar. O radar está ali 24/24 e pronto. Não é a mesma coisa que ter de enviar agentes com viaturas e parar os carros um a um. Uma paragem numa operação stop demora vários minutos para verificação do que houver (mais o tempo de deslocação dos agentes, etc). Um carro é apanhado num radar em meio segundo e pronto. E há bem mais pontos de operação stop que radares pelo país fora e todos os dias. Claro que os radares simplesmente estão ali. Enquanto um agente fiscaliza um carro, passam 10, 20, 200, 500… um radar não perdoa.
      Quanto a colocar os radares onde não faz sentido… o número de multas contrapõe isso. Se não fizessem sentido, não haviam multas. Os limites são para cumprir (e não, não cumpro sempre, mas se for apanhado, a culpa é única e exclusivamente minha).
      Mas mais uma vez, só é multado quem não cumpre.

      • PoPeY says:

        Não me refiro aos radares fixos, mas sim aos moveis que implicam a deslocação dos agentes, instalação do radar, colocação de equipa mais a frente a mandar parar etc. Os numeros das multas mostra que existe excesso naquele local. Ok… Porem e o numero de acidentes o que diz? Se houver multas por excesso e numero minimo de acidentes demonstra claramente que o limite de velocidade poderia ser mais alto. Mas… Alguem faz essas contas?

        • says:

          O número de acidentes é sempre… relativo. temos mais carros na rua. Temos um parque automóvel muito velho e em alguns casos em mau estado. Mais carros, mais acidentes. Carros velhos, potencialmente mais acidentes. Carros novos, aceleras… Há sempre uma multitude de fatores. Na minha opinião e em teoria, os radares não fazem reduzir os acidentes. Mas o que vemos na prática é cada vez mais gente apanhada a prevaricar. Logo parece-me que os radares são mais que justificados.

  2. Manel says:

    Continuem só a olhar para a velocidade, enquanto não perceberem que existe uma diferença entre causa directa e correlação, os resultados não mudam.

    • pH says:

      Ora! Mas isso obrigaria a mais trabalho e radares são um método simples e proveitoso para o estado.

      • says:

        Deixem de ser calhaus!
        Todos os dias há centenas de agentes a fiscalizar carros e condutores pelo país fora. Mas enquanto um agente está a verificar um carro/condutor, passam 10, 20, 200, 1000. E o agente até pode ter a pontaria de mandar parar 50 carros e não multar ninguém, se estes cumprirem… um radar não “perde” tempo e apanha todos os incumpridores, mas deixa “passar” os que respeitam 😉

        • pH says:

          Acho que tu é que devias deixar de ser calhau dada a visão tão obtusa.
          Mas que centenas de agentes são esses a fiscalizar? Claramente não deves viver numa cidade, ou não dirias isso, tal é a quantidade de ordenações por minuto sem qualquer tipo de agentes à vista.
          Já sabemos que os radares são práticos e eficientes a dar dinheiro.

  3. David Guerreiro says:

    Acho bem, é uma idiotice a polícia avisar operações stop e radares. É que não são apenas condutores que evitam a passagem, essa informação também pode ser usada por criminosos. Há imensas situações em que há operações STOP e são detidas pessoas procuradas, ou há armas e drogas, etc. Quem não deve, não teme.

    • PoiZé says:

      “Quem não deve não teme”
      Cansado de ler isso… E fico sempre com a ideia que o pessoal não sabe o perigo para a liberdade que isso representa.
      Eu não tenho nada a esconder mas também não tenho nada que queira mostrar.
      Se alguém usa boxers, cuecas ou outra coisa qualquer… Ninguém tem nada com isso! E eu também não quero mostrar!
      Se não, vestia-me como o super homem: com a roupa interior por cima das calças.
      A policia que faça o trabalho deles mas que deixe o comum do cidadão sossegado.
      Façam o favor a vós próprios de ver o filme “Anon”… pode ser que a mente se abra e parem de escrever essa … … … barbaridade de quem não sabe o que isso pode implicar.

      • KidsGraça says:

        As pessoas como tu só querem saber dos direitos e liberdades, já os deveres, isso não que horror. Os deveres são um atentado à liberdade…..

        • PoiZé says:

          Mas tu conheces-me de algum lado?
          Tenho tudo em ordem com todas as minhas viaturas.
          Que mais deveres queres em relação a uma viatura?!
          Estão todas elas legais e com tudo o que a lei obriga. E quase todas já foram fiscalizados em operações stop. Sem qualquer problema da minha parte.
          Apenas cometi um único erro que foi não ter apresentado queixa contra dois deles pela abordagem sem qualquer respeito nem cortesia. Se estavam mal dispostos ou não queriam estar ali, não iam trabalhar. Eu não tenho culpa em tenho que aturar más educações quando não fiz nada de mal a não ser circular naquela estrada quando eles lá estavam. Até a minha companheira ficou admirada com a abordagem daqueles dois agentes.
          O outro dizia que ia ter de começar a pagar de novo pães com chouriço e cerveja. Eu recuso-me! Eles que façam o trabalho deles, de forma séria e que deixem o comum do cidadão em paz!

          • says:

            O cidadão comum que cumpre o código da estrada! A polícia nem “os radares” multam que cumpre o código 😉

      • says:

        A polícia deixa o cidadão comum sossegado. O que me parece é que há muita gente incomodada quando se quer fazer cumprir a Lei. Lá está, devem é ter o rabo preso e têm medo. E operações stop fazem parte e concordo plenamente com elas. Já fui parado várias vezes e nunca tive problemas. Até já uma vez foi numa operação stop que detetei uma luz fundida, mandaram-me embora e no dia seguinte já tinha trocado a lâmpada.
        Na verdade alguém tem de fiscalizar e os números de condutores sem carta, sem seguro, sem inspeção, com taxa de álcool acima do limite e por aí fora são mais que prova que as operações stop fazem falta e que há muito condutor que devia era ficar sem carta para sempre.
        E sim, tens coisas a mostrar. Se para conduzir tens de ter seguro, inspeção, taxa de álcool abaixo de um limite, carro com condições de segurança (luzes, pneus…), alguém tem de fiscalizar. Se conduzires numa propriedade privada, para mim é igual ao litro e até podes ter um carro sem pneus a cair aos bocados e mandar-te contra a parede. Agora se andas na via pública, eu exijo que a polícia/GNR fiscalizem se tens o carro nas devidas condições. Viver em sociedade não é só liberdades e direitos. Também tens deveres e obrigações!!!!
        É nas operações stop que nos protegem dos animais que bebem e conduzem. Dos que conduzem sem carta, sem seguro, num carro sem condições. Quanto tiverem um familiar gravemente ferido ou morto por um bebedolas ao volante se calhar algumas pessoas mudam de opinião.

        • KidsGraça says:

          @Zé +1000
          Também já fui mandado para várias vezes, e nunca tive problema com isso. Aliás até fico contente com isso. Faz me sentir mais seguro.

        • PoiZé says:

          Não, não deixam.
          Tenho histórias na primeira pessoa, outras tantas como passageiro e muitas do que os outros me contam (principalmente no interior do país mas os meninos da cidade não sabem o que isso é).
          No interior do país, quando apanhavam alcool em alguém já nem olhavam para mais nada. Se estivesse sóbrio até as escovas iam ver.
          Disso tudo o que dizes que tenho de mostrar…. metade não preciso. Seguro eles sabem sem mandar parar. Inspeção, igual. Iuc igual.
          Ou seja, fora a taxa de alcool e a carta do condutor, podem ver e fazer tudo sem sequer sair da viatura e sem mandar parar seja quem for.
          E quem te disse que não tenho?!? Eu já estive num acidente precisamente nesses moldes: condutor alcoolizado que albarruou o carro onde seguia. Perda total para os dois e não morreu ninguém porque não calhou.
          Tanto blahblahblah quando eu nem sequer disse que era contra as operações stop (que não sou, quando são feitas por pessoas sérias). Apenas disse (e justifiquei) o porque daquela afirmação ser perigosa.

          • says:

            Triangulo, colete, condição geral do carro, das luzes… além de que, faro e olhos de lince vêm muita coisa em 2 segundos e às vezes é preciso mesmo “ver”. Nem tudo está numa base de dados.
            E nem sequer sou da cidade, mas pronto.

  4. Quem pode, pode says:

    Cumprimento de regras é transversal a todos os cidadãos, se prevaricam é bom que sejam punidos. A indústria automóvel com carros cada vez mais potentes, se bem quem tem dinheiro para pagar um carro caro, tem dinheiro para pagar a multa. Eu fico com a minha lata velha de 1900 e troca o passo que não passa dos 50, um autêntico estorvo na estrada. Para ir de Lisboa ao porto leva 1 mês

  5. Paulo Tomé says:

    Acho tudo muito bem e ao mesmo tempo mal.
    Concordo com as medidas, discordo que olhem para as multas como fonte de receita fiscal.
    Seria mais eficiente a multa ser inibição de conduzir… (uma semana, duas semana, 1 mês etc…) em vez se se pagar e fica tudo bem. Não sinto que pagar uma multa seja uma medida correctiva.

    Por exemplo, não concordo ser multado 60 euros numa zona de velocidade média só porque a média da velocidade deu 124km (aconteceu-me!!).

    • PoiZé says:

      Para mim… Enquanto as multas não forem como na Suíça (‘indexadas aos rendimentos’) pouco ou nada vai mudar…

      • says:

        Mas era mesmo, incluindo os estacionamentos e um regime diferente para as multas das empresas. Quem tem empresa (e carro da empresa) faz o que quer. Vai passear ou levar os putos à escola sem IVA, deduz os custos na contabilidade e ainda se safa de ficar inibido de conduzir, pagando a multa a dobrar porque nunca conseguem identificar o condutor…

  6. Tolerância 0,0% says:

    Se quiserem mesmo acabar com a sinistralidade nas estradas portugesas que maioritáriamente acontecem nas estradas nacionais, deviam destacar polícias para cada Tasca/Restaurante junto dessas estradas e pôr a malta a soprar o balão antes de se poderem sentar nos seus veículos. Acabava-se logo a condução bazófia.

    • PoiZé says:

      No mesmo fim de semana assisti a isso duas vezes em estradas secundarias espanholas.
      Num sitio só vi a viatura… Mas no outro estavam ‘a falar’ com um senhor que tinha acabado de sair do restaurante… Não fiquei tempo suficiente para ver o que aconteceu… Vi o senhor a sair e logo depois a ser abordado quando se aproximada de um carro.

      • says:

        E vale de alguma coisa?
        Quando vou levar os putos à escola há malta que até insulta os polícias quando estes pedem para não ficarem no meio da estrada ou pararem em cima da passadeira (e ficar a olhar) para o puto entrar. Ao que vejo à porta da escola todos os dias, eram umas multas bem lerpadas e se calhar ainda ia um ou outro para esquadra. Tem dezenas e dezenas de lugares de estacionamento a 30 metros mas acham todos que têm de parar à porta, no meio da estrada em segunda e terceira fila. Em cima do passeio. Na rotunda. A bloquear quem está bem estacionado (nos lugares perpendiculares que existem) e a reter os autocarros que nem se podem mexer. Cambada de preguiçosos que não respeitam ninguém!!

    • says:

      Não… eu deixava-os entrar, arrancar e mandava parar 50 metros à frente. Multa, sem carta uns meses e em alguns casos cadeia.

  7. rui says:

    Radares em zonas movimentadas é ridículo, vejam na A1 a chegar a Lisboa, a malta vai a 120, mas trava só porque sim, causa filas de transito sem sentido, velocidade média nisso é muito melhor…

  8. Max says:

    Calhou-me uma vez ser multado por passar dos 100 kmh numa autoestrada. Não vi o sinal ou não liguei porque trânsito não havia. Calhei a falar disso e disseram-me logo “Quê? Não conhecias esse radar?”
    O que mais me surpreendeu foi a baixa velocidade a que ia, muito abaixo da velocidade mínima que costumo ir em autoestrada.
    Durante todo ano passado paguei uma única multa, de valor mínimo (60 €), no distrito/concelho de Faro. Também me surpreendeu exceder o limite de velocidade por tão pouco.
    Não me parece que haja caça à multa por excesso de velocidade, senão o meu contributo para o orçamento do estado era bem maior. Creio que o objetivo é reduzir qualquer coisa o limite de velocidade com os radares.
    P.S. Para os comerciais, que andam todos os dias na autoestrada sempre a abrir, por certo pagam uma factura pesada. Para os outros, as multas são uma espécie de “taxa de circulação”. Uma vez pagam uns, outra vez pagam outros. Se fossem a multar todos, com frequência, era diferente.

  9. Yamahia says:

    Portugal é o país da UE onde o número de mortos em acidentes urbanos é mais elevado, mas eles insistem em direccionar todos os meios futuros para a A1 e para a A2, entre outras vias, onde a sinistralidade é menor (8% dos mortos) mas o potencial de receita é francamente maior.

  10. Técnico Meo says:

    E o patrulhamento das cidades e das aldeias, tambem vai aumentar? Ou vão continuar a chegar ás ocorrências 45 minutos depois? Já sei, não tinha viaturas disponiveis, estavam a malhar a malta nas estradas em multas.

  11. Nêsperas says:

    Fiscalizarem distâncias de segurança (por causa dos cheira-cus) e uso indevido das vias do meio (nas faixas com 3 ou mais vias), isso tá quieto.

  12. Luis Henrique Silva says:

    Acho bem!
    As pessoad têm de ser apamhadas desprebenidas, mas não é só na velocidade, e sim também noutras atitudes que dão bem para passar uma bela.multa até meslo tirar carta.

  13. Hélder says:

    Uso de telemóvel e desrespeito por sinais luminosos é uma pouca-vergonha pelo menos em Lisboa.

    Ainda esta semana apanhei um uber e para fazer 4km ele conseguiu passar 3 vermelhos, reportei à plataforma. Já por várias vezes tive de parar na passadeira porque alguém não respeitou o vermelho (e já estava verde para mim).

    Quanto à velocidade também acho bem que seja controlada, mas acredito que em algumas zonas podia ser revista e principalmente em AE passar o limite para 130km/h. Muitos países da Europa já o fizeram, e o limite de 120km/h já existe desde 1976 e atualmente os carros são muito mais seguros…

  14. Rui says:

    O objectivo é encher os cofres do estado. Se os radares estiverem bem sinalizados e à vista de todos, isso desencorajar ao excesso de velocidade, não é esperarem que as pessoas infrijam para depois as multar. É só hipócritas.

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