DS Nº7 Élysée: conheça o novo blindado elétrico do presidente da república francesa
O presidente da república de França tem um novo membro na garagem. Estreado no desfile de 14 de julho, o DS N.º 7 Élysée é o mais recente elo de uma ligação que já dura há mais de 60 anos entre a marca francesa e o Eliseu. Desta vez, totalmente elétrica.
Uma tradição que vem de De Gaulle
Desde os primórdios da Quinta República que os modelos DS acompanham os grandes momentos da história francesa. Tudo começou com o icónico DS 19 do General de Gaulle e com as berlinas presidenciais construídas pela Chapron.
Com o Nº7 Élysée, a DS Automobiles abre um novo capítulo nesta parceria, colocando ao serviço do presidente da república francesa Emmanuel Macron um veículo pensado não só para representar, mas também para trabalhar.
Um escritório blindado sobre rodas
Mais do que um simples carro oficial, o DS N.º 7 Élysée foi concebido como um verdadeiro escritório móvel. A distância entre eixos foi aumentada em 25 centímetros face ao modelo de série, libertando um espaço traseiro bem mais generoso para o chefe de Estado trabalhar durante as deslocações.
A isto junta-se uma blindagem completa que segue as especificações exigidas pela Presidência, suspensão hidropneumática exclusiva desenvolvida em França e vidros traseiros com opacidade regulável, para adaptar a privacidade a cada ocasião.
O automóvel não dispensa ainda os pormenores próprios de um veículo de Estado, como suportes de bandeira amovíveis e sinalização luminosa especial.
As cores da República em cada detalhe
Do lado estético, a carroçaria exibe um tom exclusivo, o Liberty Blue, e a grelha luminosa DS LUMINASCREEN acende-se nas cores azul, branco e vermelho da bandeira francesa, um motivo que se repete no emblema do capô, no friso da porta traseira e nas tampas das jantes.
Já no interior, o requinte é a palavra de ordem. Couro Nappa, Alcantara "Eternal Blue" e um tejadilho em tons claros criam um ambiente sóbrio, complementado por acabamentos em madeira de freixo com a efígie de Marianne gravada a laser.
Os pormenores tricolores, o bordado "RF" e as costuras em perolado Light Gold completam um habitáculo pensado como verdadeiro cartão-de-visita do savoir-faire francês.
Made in France, de cima a baixo
Dando forma a um verdadeiro roteiro industrial francês condensado num único automóvel, o projeto mobilizou várias regiões de França:
- A blindagem foi feita na Bretanha, pela Centigon;
- A bateria nasceu em Hauts-de-France, na ACC;
- Os motores elétricos vêm do Grand-Est;
- A suspensão foi desenvolvida na Occitânia;
- E até o sistema de áudio foi criado em Auvergne-Rhône-Alpes.
Ficha técnica ao nível de um SUV premium
Sob o capô, ou sob a bateria, o DS Nº7 Élysée baseia-se no DS Nº7 AWD Long Range e conta com um sistema 100% elétrico E-TENSE de 350 cavalos, alimentado por uma bateria de 97,2 kWh, com tração integral assegurada por dois motores elétricos.
O resultado é uma condução silenciosa e confortável, sem abdicar do desempenho e da segurança exigidos a um veículo de Estado.
Esta versão especial antecipa, aliás, o lançamento comercial do DS Nº7, que vem substituir o DS 7. Disponível para encomenda desde há algumas semanas, o DS N°7 estará à venda em setembro deste ano.
Na versão de série, promete até 740 km de autonomia no ciclo WLTP na variante elétrica, além de uma opção híbrida com emissões a partir de 120 g/km de CO2.
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O magnífico Citroën DS de 1955 a 1975 (carinhosamente apelidado de “Boca de Sapo”) não é comparável a estes novos, mastodônticos, “DS”, que parecem desenhados por artistas do estilo Rocóco, totalmente ébrios e pedrados, sob a influência de vodka e ópio.
O que a Stellantis faria de bom era fechar a “DS” e voltar a fazer Citroëns com suspensão hidropneumática.
“740 km de autonomia no ciclo WLTP”, num elétrico, corresponde a uma autonomia real de:
– 480 a 520 km em autoestrada a uma velocidade constante de 120 kmh
– 420 a 480 km em autoestrada com o aquecimento ligado.
De Paris a Estrasburgo são 490 km. É mais seguro recarregar a bateria no caminho.
Senão acontece-lhe como os Comissários Europeu que, para fazer a viagem de Bruxelas a Estrasburgo (440 km), num BMW i5 (WLPT de 580 km) sem reabastecer – têm que fazer a viagem a 90 kmh.
Que problemas….
É, em autoestrada e com o aquecimento ligado o WLPT cai para 60%. A autoestrada é o inimigo dos elétricos. E Estrasburgo é relativamente perto.
Errado, esse carro já tem bomba de calor.
Errado também, a autoestrada é inimiga dos a combustão, dai consumirem 4 a 5x mais nessas estradas.
Não sei em que carros tens andado em auto estrada… o meu a combustão em AE gasta cerca de 20 a 25% menos que em percurso misto ou cidade…
Mas isso é o meu… que deve ser especial!
Lá está, mais uma vez vêem confirmar que andam como avoxinhas na autoestrada.
Que em cidade e constantemente em semáforos, ainda passava, agora percurso misto não.
É verdade.
Um Lamborghini Diablo a 250 km/h numa “autobahn” consome o quíntuplo de um Clio a 70/km numa nacional.
És o maior mentiroso que por aqui anda. És o aldrabão do infinito.
Mostra lá dados, mostra lá dados para comparação, mostra lá, onde está, mostra lá….
Aqui tem, é só ler:
https ://en.clickpetroleoegas.com.br/fisico-da-alemanha-comprova-um-carro-eletrico-e-seis-vezes-mais-eficiente-do-que-um-com-motor-a-combustao-flpc96/#goog_rewarded
Mus, não é verdade, um Lambo a 250 kmh, consome mais de 30 aos 100 kms.
Faço votos para que este seja o último carro ao serviço dos presidentes de França, que deverá voltar a ser uma monarquia, e já não devem faltar muitos anos.
Sim, agora é uma daquelas frases sem sentido, mas que vão fazer sentido mais depressa que muitos pensarão, e mais lentamente que muitos desejariam.
Vamos ver o que diz a IA
O consumo de um motor 2.0 TDI a 140 km/h no inverno situa-se tipicamente entre 6.5 l/100km e 7.5 l/100km.
autonomia real: 800km – 923km com 60lts
Um Tesla Model 3 (RWD) a 140 km/h, em condições de inverno, apresenta um consumo médio entre 20 kWh/100 km e 24 kWh/100 km
autonomia real: 229km – 275km
Chora JL…….papai, degusta, coça, rebola LOL