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Documento confidencial revela reestruturação “sem precedentes” na Volkswagen

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Filipe says:

    Deixem lá os políticos da UE vão colocar essas fábricas/empregados a fazer bombas, é isto o que nos calha…

    Toda a UE andou a dormir e a cair nestas jogadas de bastidores da América e China, agora deixamos de ter acesso a electricidade barata russa, deixamos de inovar e estamos a deixar de ter empresas a construir.

    Continuem estão no bom caminho…

    • Eu says:

      A russia não é para aqui chamada. Os russos são uns carniceiros que merecem respeito zero e não há contorno possível.

      • Filipe says:

        A Rússia foi chamada no momento que queriam colocar bases da NATO na Ucrânia com mísseis nucleares.

        E os tolos da Ucrânia e UE caíram que nem patos na armadilha da USA para enfraquecer a UE e a Rússia de uma vez só pois a UE estava pujante e com petróleo e gaz super barato e ainda aí ficar mais baratos com o north stream 2, a competitividade da EU estava no topo, agora olhem para o caos da nossa economia…

        • Morty says:

          Deixa estar que o pessoal acha que a Rússia foi para a Ucrânia porque tem pouco território e precisa de mais…

        • Eu says:

          E têm todo o direito de o fazer. A russia é noutro lado.
          TOLERÂNCIA ZERO COM CARNICEIROS!!!!
          Está visto que o tolinho és tu.

        • Vítor M. says:

          Filipe, essa versão não bate certo com a cronologia nem com os factos.

          Antes da invasão de 24 de fevereiro de 2022, a Ucrânia não pertencia à NATO, não tinha qualquer calendário de adesão e não existia um plano anunciado para instalar bases ou mísseis nucleares no seu território.

          A própria NATO afirmava que não tinha tropas de combate nem planos de as colocar na Ucrânia.

          A Ucrânia, aliás, entregou o arsenal nuclear herdado da URSS e aderiu ao Tratado de Não Proliferação como Estado sem armas nucleares. Em troca, a Rússia assinou o Memorando de Budapeste, comprometendo-se a respeitar as fronteiras ucranianas e a não usar força contra o país, compromissos que violou.

          É verdade que a guerra e a perda do gás russo barato prejudicaram seriamente a indústria e a competitividade europeias. Mas isso não prova uma “armadilha americana”.

          Essa retórica confunde consequências (algumas vantajosas para os EUA) com provas de que os EUA planearam provocar a guerra.

          A decisão de concentrar tropas, invadir e depois reduzir o fornecimento de gás foi tomada pelo Kremlin.

          O Nord Stream 2 nem sequer estava operacional. A sua certificação já tinha sido suspensa em novembro de 2021 por não cumprir requisitos legais alemães. E mais dependência de um único fornecedor não garantia gás eternamente barato; criou precisamente a vulnerabilidade que Moscovo pôde explorar.

          Portanto, pode discutir-se se a política energética europeia foi ingénua ou se a expansão da NATO aumentou tensões. O que não é factual é dizer que a Rússia foi obrigada a invadir porque iam colocar mísseis nucleares da NATO na Ucrânia. Isso é aquela retórica tipo general Agostinho Costa, pura demagogia.

          Podem dizer oq ue quiserem para tentar justificar a carnificina que os rissos fizeram e estão a fazer. Agora, com provas desse plano… zero provas.

          Aquele argumento parvo com preocupações de segurança não conferem a um país o direito de invadir e anexar o território do vizinho.

          • PorcoDoPunjab says:

            Victor M, realmente, não havia necessidade.
            Parei de ler onde escreveu, e cito, “A própria NATO afirmava que não tinha tropas de combate nem planos de as colocar na Ucrânia.”
            Está a falar da Nato que se comprometeu com o Gorbachev e Yeltsin a não se expandir para leste das fronteiras onde já estava?
            No caso, Alemanha Federal, actual Alemanha?
            Acha que isso foi cumprido?
            A Nato, que atacou A Sérvia e Líbia?
            Que eu saiba estes países não atacaram nenhum país da Nato.
            Quero ver o que a Nato vai fazer se a Judiaria atacar a Turquia, este sim, um membro.

            Tem mais valor a palavra da Cicciolina que a da Nato.
            Se calhar há várias Natos, como se querem expandir para todo lado tem que mudar a designação para OETDTOMRR, a saber, Organização E Tratamento De Todos Os Mares Rios e Riachos.

          • Vítor M. says:

            Esse comentário não refuta absolutamente nada do que escrevi. A afirmação original era muito concreta: haveria planos para instalar bases da NATO com mísseis nucleares na Ucrânia. Pedi provas disso.

            Em vez de as apresentar, mudaste o assunto para a expansão da NATO, Sérvia, Líbia e um cenário hipotético entre Israel e a Turquia. Isso chama-se desviar a conversa.

            Sobre 1990: existiram, de facto, garantias verbais e discussões políticas sobre não deslocar a NATO “uma polegada para leste”, no contexto da reunificação alemã. É legítimo dizer que a expansão posterior contrariou o espírito dessas garantias. Mas nunca foi assinado um tratado que proibisse para sempre a adesão voluntária dos países da Europa de Leste, e muito menos que desse à Rússia soberania sobre as escolhas desses países. Em janeiro de 2022, a Ucrânia continuava fora da NATO, sem calendário de adesão, sem proteção do Artigo 5.º e sem tropas de combate da NATO. A alegada instalação de mísseis nucleares continua sem uma única prova.

            Quanto à Sérvia… a intervenção no Kosovo não teve autorização explícita do Conselho de Segurança e a sua legalidade continua discutida. Quanto à Líbia, a situação foi diferente: a Resolução 1973 da ONU autorizou o uso de “todas as medidas necessárias” para proteger civis, embora seja perfeitamente legítimo criticar a NATO por ter transformado essa missão numa operação de mudança de regime. Nenhum destes casos demonstra que existiam planos nucleares para a Ucrânia nem legaliza a invasão e anexação de territórios ucranianos.

            Se Israel atacasse território turco, a Turquia poderia invocar o Artigo 5.º. Isso não funciona como um botão automático de guerra: cada aliado tomaria “as medidas que considerasse necessárias”, conforme o próprio tratado. O que aconteceria dependeria das circunstâncias concretas.

            Atenção… uma hipótese futura não é prova de uma mentira passada. Portanto, podes desconfiar da NATO, criticar a sua expansão e condenar Kosovo ou a condução da guerra na Líbia. Eu próprio não preciso de considerar a NATO moralmente irrepreensível. Mas “não confio na NATO” não prova que a NATO planeava colocar armas nucleares na Ucrânia. Para destruir uma afirmação factual são necessárias provas, não trocadilhos nem antissemitismo disfarçado por palavras como “Judiaria”. Sejam sérios a dialogar.

        • Realista says:

          Só falta dizer que a invasão da Crimeia em 2014 foi devido à NATO também…

          • Abanderado S. says:

            Invasão da Crimeia??

            Larga a Droga rapaz!
            A Russia não deixou invadir a Crimeia, depois dos maus tratos, fizeram um referendo e saltaram fora, pronto.
            Eles eram uma região autónoma.

            É impressionante que ainda haja pessoas que acham que a Russia invadiu a Crimeia, que ainda por cima, nunca deixou de ser Russa. apesar de ser reconhecida por nós como parte da Ucrânia.

            Enfim, continuem a comer gelados com a testa que vamos no bom caminho, agora pelo menos larguem a droga.

            Para sua informação, a crimeia e a NovoRussia, sempre foram parte integral da Russia.
            Mesmo quando nós as reconhecemos como parte da Ucrânia.

            E a Russia apesar do abuso da Ucrânia, desde que os povos que lá vivem, fossem bem tratados, eles não se importavam, imagina tu..

            A Ucrânia criou um inferno tão grande que convenceu os Russos, que afinal, tinham que mostrar, por via da ação, a quem pertence defacto o território.

            Aprenda qualquer coisa..

      • jorgeg says:

        lolll de onde me saem estes iluminados o nivel de ignorancia e assustador.
        Este confito iniciou-se porque, e demasiado obvio que o sr na faz a menor ideia, estava bem era calado.
        Queres ser um homem e um heroi?
        Alista-te no exercito Ukraneano para combater os carniceiros Russos.

    • Pardal says:

      Camarada Filipe muito bem dito, o que vem da Rússia é que é bom. Lá nos encontraremos na Atalaia.

  2. TrincaBolotas says:

    Continuem a comprar carros chineses que vao ter um lindo enterro.

  3. Peter says:

    Vocês deveriam deixar de colocar a culpa uns nos outros enquanto povo. “Continuem a comprar carros chineses”… Epá, mas alguém compra ou consome apenas tecnologia europeia?

    As pessoas olham para o seu bolso e tomam a decisão que faz mais sentido para a sua realidade. Andamos há anos a alimentar uma Europa cada vez mais pesada, burocrática e sentada em cima de nós.

    Até a Tesla, que é americana, consegue vender carros a preços mais competitivos do que muitas marcas europeias. Tem programas de financiamento para carros novos com taxas de juro muito reduzidas e, por vezes, até a 0%. Mesmo nos usados, encontramos taxas na ordem dos 6%, enquanto por cá facilmente se encontram financiamentos a 10% ou 12%. É assim tão difícil perceber que as pessoas procuram a melhor relação custo-benefício?

    Talvez se a Ursula von der Leyen e as instituições europeias tivessem apostado mais numa estratégia interna para aproveitarmos aquilo em que cada país é realmente competitivo e fortalecermos o nosso próprio núcleo económico, não estivéssemos nesta situação.

    Temos uma Europa Central com uma enorme capacidade industrial, nomeadamente na indústria automóvel e na engenharia. Os países nórdicos têm condições para continuar a desenvolver tecnologia e inovação. Países como Portugal, Espanha e Itália têm enorme potencial no turismo, agricultura, pescas e noutras áreas estratégicas. Portugal tem ainda recursos naturais e potencial energético que poderiam ser muito mais explorados.

    Houve uma verdadeira estratégia europeia para garantir autonomia e capacidade produtiva? Na minha opinião, não. A postura durante demasiado tempo foi deslocalizar produção, deixar de produzir internamente e comprar cada vez mais ao exterior.

    O problema é que, no dia em que essas cadeias de fornecimento forem interrompidas por conflitos, guerras comerciais ou outras crises, percebemos rapidamente a fragilidade do sistema. E aí o castelo de cartas começa a cair.

    • Zé Fonseca A. says:

      O que importa comprares a uma boa relação custo benefício quando tens o PCC a fazer dumping orquestrado para controlar o mercado mundial e enfraquecer outras economias.
      Isto é tudo um plano e em cima desse plano as consequências da morte de uma das maiores áreas económicas da Europa e das que gera mais empregabilidade e com salários justos, as consequências são brutais, a Alemanha é dos países que mais contribui para a UE com fundos, é onde países como Portugal vão buscar algum do sustento para evoluir, se a Alemanha é obrigada a cortar a torneira pagamos todos, em inflação em custo de vida em empregos, tudo.
      Neste relatório estão os custos de produzir um carro na Alemanha e na China, está também o valor hora por trabalhador e o número de horas que cada um trabalha e o número de dias por ano que se ausentam. Vai ler e entendam de uma vez por todas que é impossível competir em preços, a única solução é taxar, proteger a nossa economia

  4. Peter says:

    Mas eu não estou a dizer que a China não pratica dumping ou que não existe uma estratégia económica chinesa para ganhar quota de mercado. Isso é outra discussão e, nesse ponto, até podemos concordar.

    O que estou a questionar é a solução. Se a única forma de tornar um produto europeu competitivo é taxar o produto estrangeiro até este ficar artificialmente mais caro, não resolveste o problema da indústria europeia. Apenas obrigaste o consumidor europeu a pagar mais.

    Dizes que é impossível competir porque produzir na Alemanha é muito mais caro. Precisamente. Então talvez devêssemos começar por perguntar porque é que é tão caro produzir na Europa e o que podemos fazer para voltar a ser competitivos.

    E não estou obviamente a defender salários chineses nem piores condições laborais. Estou a falar de energia, impostos, burocracia, custos de contexto, legislação, capacidade produtiva, inovação e eficiência. A Europa tem de perceber onde consegue competir e criar condições para isso.

    Aliás, o exemplo da Alemanha reforça aquilo que eu disse. Se Portugal depende de uma Alemanha forte para receber fundos e continuar a desenvolver-se, então temos um problema estrutural europeu ainda maior. Depois de décadas de integração europeia, continuamos com uma economia excessivamente dependente de meia dúzia de países e de determinados setores.

    Taxar pode fazer sentido como medida de defesa contra dumping. O que não pode ser é a estratégia económica para o futuro da Europa.

    Porque seguindo essa lógica, sempre que outro país conseguir produzir baterias, carros, painéis solares, semicondutores ou qualquer outra tecnologia mais barata do que nós, colocamos uma taxa para o europeu continuar a pagar mais caro.

    Isso não é tornar a Europa competitiva. É protegê-la da concorrência enquanto os problemas que nos fizeram perder competitividade continuam exatamente no mesmo sítio.

    Proteção temporária para permitir à indústria adaptar-se? Consigo compreender. Protecionismo como solução permanente para uma indústria incapaz de competir? Aí estamos apenas a adiar o inevitável e a mandar a fatura para o consumidor europeu.

    • B@rão Vermelho says:

      O busílis da questão é mesmo essa, como consegues competir com o preço de mão de obra Chinês?
      Como sabes há histórias de funcionários “trancados” dentro das fábricas, leis laborais muito pouco flexíveis no que toca a direitos dos trabalhadores, o poder está concentrado no empregador numa relação desigual.
      Ainda a pouco tempo na fábrica da BYD no Brasil foram encontrados trabalhadores Chineses escravizados.
      A China é uma ditadura, com uma visão e estratégica muito à frente e com uma calma descomunal, tipo rolo compressor, por aonde vai passar vai secar tudo a sua volta, e quando isso acontecer os preços vão deixar de ser baixos.

      Uma comparação um pouco forçada, os hospitais privados, aceitavam e faziam todos os exames médicos com acordos tipo ADSE, foram ganhado cota de mercado e foram “roubando” recursos ao SNS, agora que enfraqueceram o SNS, já não querem trabalhar com a ADSE por exemplo.

      Ainda há dias estava a ouvir o bastonário da ordem dos dermatologistas a recomendar a não aceitação de acordos com seguradores, dizia o mesmo que “há um grande volume de pacientes a recorrer a esta especialidade e que os pagamentos eram muito demorados”, dai a recomendação para não aceitar doentes vindos de seguradoras.

      Concordo que o ideal era conseguirmos ser mais competitivos, mas não estou a ver como, baixar salários? Retirar direitos e regalias? Inovar, inovamos mas do outro lado temos alguém que não respeita a propriedade intelectual, a forma mais fácil é taxar, ou obrigar que essa produção seja feita na Europa, depois quero ver se ainda conseguem vender aos mesmos preços.

      Estas guerras também interessam e de que maneira a China, ter a possibilidade de comprar petróleo a dois dos maiores fornecedores do mundo a preço de saldo é uma forte ajuda.

    • Zé Fonseca A. says:

      A proteção tem de durar enquanto durar a ameaça, todos os fabricantes automóveis europeus estão a pão e água e precisam de fazer cortes enormes, enquanto isso esta a acontecer uma coisa boa para os tugas que é os hubs de inovação dessas empresas estão a ganhar dimensão em Portugal pelos salários mais baixos e por terem menos dias de férias, vale a pena recordar que um alemão tem 37 dias de férias e um francês 35, ou seja, as empresas estão a ajustar-se, mas mover empresas com centenas de milhares de colaboradores e dezenas de fábricas numa Europa ultra protecionista é algo que leva anos, até 2030 a vw não consegue completar a reestruturação, até lá a UE tem que proteger a economia.
      Isto é só um caso, os casos multiplicam-se e não só no sector automóvel.
      Também vale a pena entender que por casa emprego directo de um fabricante existe 4 empregos indirectos, isto a rebentar são milhões de empregos

      • B@rão Vermelho says:

        “Também vale a pena entender que por casa emprego directo de um fabricante existe 4 empregos indirectos, isto a rebentar são milhões de empregos”

        Não digas isso Zé, as garrafas de espumante já estão quase abertas, eles acreditam que quando falirem as marcas Europeias, as coisas vão continuar iguais e com carros “Xineses” ao preço da chuva, ainda não perceberam que o mais provável é irem trabalhar para os “Xinos” por uma taça de arroz.

      • Realista says:

        Todos os fabricantes europeus estão a pão e água, exceto os que apostaram na eletrificação. Renault está a dar cartas e com performance financeira robusta que até podia ser melhor, se não estivesse a carregar o fardo da Nissan…

      • Toni da Adega says:

        Os fabricantes automóveis europeus estão a pão e água e ao mesmo tempo as vendas no mercado Europeu aumentaram.
        Como é que um mercado pode ser mau e aumentar as vendas ao mesmo tempo?

        • Zé Fonseca A. says:

          Aumentaram as vendas face a quando? Ao ano passado?
          É que as vendas estão no chão há anos, pequenas flutuações não mudam, a VW está quase com margem negativa pela primeira vez na história, até a tesla com 4%, esta tudo no charco, vai ver os relatórios financeiros

          • Toni da Adega says:

            Está no charco porque o problema está nos mercado não europeus. Tudo a dizer que o problema é na Europa quando a Europa é a minoria das vendas. Era somente 30% das vendas, a continuar assim 100% das vendas só vai ser mesmo na Europa

            Mas continuem a insistir que a conversa que o problema está na Europa, qualquer coisa para vos fazer feliz.
            Estão á mais de 10 anos com a mesma conversa, é continuar a queixar que vai dar resultado.

            Western Europe: 848,500 vehicles (+4.2% from Q1 2025)
            Central and Eastern Europe: 135,300 vehicles (+7.6%)
            China: 548,700 vehicles (-14.8%)
            North America: 205,500 vehicles (-13.3%)
            Middle East/Africa: 92,800 vehicles (-5.3%)
            Rest of Asia-Pacific: 70,200 vehicles (-8.0%)
            Total World Deliveries: 2,048,900 vehicles (-4.0%)

          • Zé Fonseca A. says:

            Isso não se faz assim.
            Compara as vendas com 2019, antes da UE iniciar o green wash.
            O que não percebem é que apesar das vendas na Europa estarem mais fortes que no resto do mundo tiveram uma queda gigante, pelo aumento dos preços, subida do custo de vida e pela incerteza quanto ao futuro tecnológico, muitas pessoas não estão preparadas para mudar para EVs e estão a ver no que vai dar antes de se enfiarem num carro novo

          • JL says:

            Mas as pessoas precisam de mudar para evs porquê ?

          • Zé Fonseca A. says:

            Até há pouco tempo era porque os ICE iam morrer por decreto… esse foi o único pormaior que catalisou tudo

  5. Viper1 says:

    O Grupo Volkswagen teve uma quebra de lucros em 2025 face a 2024, mas continua a dar lucro e a distribuir dividendos aos acionistas. A verdadeira questão é que não dá o lucro pretendido, porque para os magnatas o céu tem que ser o limite. E a receita para algo que dá menos lucro do que o pretendido, é fechar a porta e passar a ter lucro zero. São inteligentes. Enganar os clientes durante 2 décadas será um incidente de percurso sem consequências, porque a culpa é inteiramente dos safados dos chineses. Voltem a construir carros simples e baratos, sem paneileiri*es, e vão vender como pães quentes.

  6. PorcoDoPunjab says:

    Victor M, é isso mesmo.
    Não há provas que a Nato quisesse meter bases na Ucrânia, e claro que vamos acreditar nessa lengalenga.
    Eu então acredito em tudo o que vem de políticos.
    Até ao dia em que de repente as bases aparecem lá feitas ou em construção e o que os Russos iriam fazer na altura?
    Atacar as bases?
    Só rir…

    Olhando para a história destaca-se, de longe, o cinismo, a manipulação, a intrujice, dos europeus e americanos no seu relacionamento com os restantes países.

    Queria o quê?
    Que um General da Nato viesse a público dizer que queriam meter bases na Ucrânia?
    Acha mesmo que alguma vez isso ia acontecer?
    Eram essas as provas que queria?
    Pois, disso não há…

    Não vale a pena essa animosidade toda.
    Vc sabe muito bem que tenho um perfil diferente de todos os que por aqui pululam.

    Isso não quer dizer que eu seja melhor, sou, apenas, diferente.
    Tenho as minhas ideias, baseadas nas informações que recolho e analiso com espírito crítico e isento.
    Meter coisas na minha cabeça, infantilizar PorcoDoPunjab, não vale a pena ir por aí porque nunca ninguém teve sucesso nisso.

    Eu vou dizer lhe o que acontece se a judiaria atacar a Turquia, no que à nato diz respeito.
    Não fazem nada, deixam a judiaria fazer o que quiser e até lhe darão apoio disfarçado, se tal for necessário.
    O Erdogan fazia bem em despedir os conselheiros que tem e contratar o PorcoDoPunjab.

    Seria uma boa ideia apresentar no pplware o assalto planeado que os corruptos burocratas da UE estão a preparar às poupanças dos europeus, que estão nos bancos em depósitos.
    Sim, não há provas que vão fazer isso, aguarde por essa altura em que ficar limpo e depois é que vai agir….

    Só o facto de falarem num assunto destes, nos termos usados, é de meter qualquer um a pensar muito bem no que vai fazer.

    Eu não estou a dizer que um dia abrimos a app do banco e vemos que o dinheiro desapareceu.
    O que estou a dizer é que a ideia está a ser transmitida, a ser metia na cabeça das pessoas, a ser normalizada, é há muitas maneiras de levar a água ao seu moínho.

    Eles querem mesmo ter acesso ao capital estacionado em depósitos bancários na Europa.
    Foi dito com todas as letras.
    Agora cada um que pense e aja de acordo.

    PorcoDoPunjab vai agir de acordo com os seus interesses, que são, para variar, opostos aos desses bandalhos da Von Der Liar e restante entourage Satânica.

    • Vítor M. says:

      Tanta palha para um comentário que se resume a isto: “não há provas, mas acredito na mesma; se um dia acontecer, eu tinha razão; se não acontecer, é porque o plano continua secreto”.

      :D. Mas pronto, isto não é espírito crítico, é uma tese construída para nunca poder ser refutada.

      Desconfiar de políticos é legítimo; transformar suspeitas em factos não é. Quem afirma que a NATO planeava bases na Ucrânia ou que a UE prepara um “assalto” aos depósitos tem de apresentar provas verificáveis. Insultos, alcunhas e previsões vagas não substituem evidência. Isso não é análise independente, é apenas convicção à procura de confirmação.

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