Do hype ao abandono: Sony e Honda desistem do carro elétrico Afeela
Era para ser uma berlina elétrico de 90.000 euros, um prodígio da aliança entre a Sony e a Honda. Até Playstation estava previsto ter. Mas o Afeela, assim se chamava, tornou-se o mais recente projeto de automóvel elétrico a ser abandonado, numa altura em que os fabricantes ajustam estratégias face a uma procura mais lenta e a mudanças nas políticas.
Estratégia revista e fim do projeto
A empresa conjunta anunciou que irá descontinuar o Afeela 1, bem como o conceito de SUV Afeela ainda sem nome, devido à desaceleração da procura por veículos elétricos e ao recuo em políticas de apoio.
Num comunicado, a Sony Honda Mobility (SHM) afirmou não existir um “caminho viável” para avançar, depois de a Honda ter recalibrado a sua estratégia para veículos elétricos na sequência de perdas significativas.
No início deste mês, a Honda revelou que poderá registar uma desvalorização de até 2,5 biliões de ienes (cerca de 16,2 mil milhões de euros) nos seus investimentos em elétricos, o que representa o primeiro prejuízo anual da empresa em mais de 70 anos enquanto entidade cotada.
A fabricante cancelou também vários modelos planeados, incluindo o Honda Zero Series Saloon e o SUV da mesma linha. Agora, o Afeela junta-se à lista.
Comunicado explica decisão
Desde a sua criação, em setembro de 2022, a SHM tinha como objetivo desenvolver produtos de mobilidade de elevado valor acrescentado e serviços associados, combinando tecnologias e capacidades da Sony e da Honda.
Contudo, após a reavaliação da estratégia de eletrificação da Honda, anunciada a 12 de março de 2026, a joint venture deixou de poder contar com algumas das tecnologias e ativos inicialmente previstos. Face a essa mudança, concluiu não existir um caminho viável para colocar os modelos no mercado conforme planeado.
A SHM informou ainda que irá reembolsar os clientes que pagaram um depósito de 200 dólares para reservar o Afeela.
Um projeto ambicioso que não chegou à estrada
A parceria entre Sony e Honda foi apresentada pela primeira vez na CES 2020, com o conceito Vision-S. Desde então, o projeto evoluiu lentamente, mas nunca chegou a uma fase de testes públicos ou condução real, ficando sobretudo por demonstrações do sistema de infotainment.
Já este ano, a SHM iniciou a produção experimental do Afeela 1 na fábrica da Honda em Ohio. Na CES de janeiro, foi também apresentado um conceito de SUV que deveria seguir para produção.
Mais tecnologia do que automóvel
O Afeela destacava-se por apostar fortemente na componente tecnológica. Incluía ecrãs ao longo de todo o tablier, cerca de 40 sensores e câmaras para assistência à condução semi-autónoma, tração integral e integração com realidade aumentada e ambientes virtuais.
A Sony chegou mesmo a indicar que seria possível transmitir jogos da PlayStation 5 diretamente para o sistema de infotainment do veículo, reforçando a ideia de que o Afeela era tanto uma plataforma de entretenimento como um automóvel.
Mercado elétrico abranda e pressiona fabricantes
O cancelamento do Afeela reflete um momento de retração no setor automóvel elétrico. Apesar da subida dos preços dos combustíveis e do crescente interesse dos consumidores, vários fabricantes estão a reduzir portefólios e a absorver perdas avultadas.
Alguns procuram desenvolver modelos mais acessíveis para competir com a entrada de veículos elétricos chineses de baixo custo, enquanto outros optam por atrasar a transição. As vendas continuam a crescer na Europa e na China, mas os desafios mantêm-se.
Futuro da parceria continua incerto
Não é claro qual será o futuro da parceria entre Sony e Honda, que indicou continuar a discutir os próximos passos.
A Honda enfrenta, em particular, um contexto difícil, com queda nas vendas nos Estados Unidos e uma gama de modelos envelhecida. No ano passado, falhou também o plano de fusão de 60 mil milhões de dólares com a Nissan, após divergências sobre a estrutura da nova entidade.





















Caiu mais um mito sobre elétricos, havia pessoas a dizer que era mais fácil desenvolver eléctricos do que outros.
“havia pessoas a dizer que era mais fácil desenvolver eléctricos do que outros.”
Se tem menos peças parte-se do principio que é mais fácil, já viste quantas peças tem só o motor de um a combustão, e nem estou a incluir a caixa de velocidades.
Agora a eletrônica é que deve de preencher a maioria do tempo para desenvolver o VE.
Temos muita gente que não quer ver outros como os politicos que vivem no mundo das ilusões e fartam-se de inventar, vão bater de frente com a realidade , não existe prata nem cobre suficiente para alimentar as parvoices electricas. E não só preparem-se pra muitos apagões quando os datacenters começarem a bombar, não vão ter ventoinhas nem quadros solares, que suportem o que é preciso.
O que tem a prata a ver com as parvoíces eléctricas ?
Então já comprou um gerador ?
O mercado da prata é dominado pela china desde 1 de janeiro passou a ser considerado um activo estrategico todos os contratos que existiam com fabricantes automoveis ,paineis solares,ventoinhas, material medico,fabricantes de telemoveis ,etc etc anulados. A prata utilizada em tudo o que é electronica assim como no material medico. Neste momento o mercado vive dos outros 20% uma mina de prata ou cobre demora 10 anos no minimo pra começar a ser explorada. No caso do cobre ainda é pior, só um exemplo a rede electrica dos USA tem 40 anos e precisa toda de ser substituida, os datacenters o cobre a ser usado tem de ser 999,9 de pureza não dá pra usar cobre reciclado, e cada carro electrico usa 80 Kg de cobre , 10x + que um carro a combustão.
Então desde quando os a combustão não têm electrónica ?
Então e quer tanta pressa para quê.
+ 10x onde ? No seu mundo virtual ?
Enfim, não conseguiu dizer uma verdade, já agora quem domina o mercado mundial de prata é o México.
Depois de se ler o que escreveu vê-se perfeitamente que está atualizado.
Vai ter algumas surpresas desagradáveis nos próximos anos, assim como todos aqueles que vão seguindo o que lhes contam gastem o vosso dinheirinho nestas modinhas elétricas.
Uma coisa é a realidade e a realidade é que não existe mineral para sustentar tudo aquilo que querem, mas as ilusões duram um tempo e depois um dia acordam para a realidade os comentários do joãobastos são uma realidade já existe um défice na produção do cobre e os fabricantes já perceberam isso é uma questão de tempo até os preços disparareme ficarem bem salgados.
Então ? está a tentar tirar o lugar à Maya ?
Então está a prever que acontece o mesmo que vos aconteceu com as modinhas a combustão ? não sei se sabe mas já ando de eléctrico há quase 20 anos.
Não existe ? só porque você não quer ?
Mas porque não dizem a verdade ? não é mais fácil dizer aqui o que vos incomoda ?
Ah portanto ele também é uma Maya ? Se existe défice para uns vai haver para outros, ou só os eléctricos usam cobre ? e os híbridos usam o quê ? e os a combustão com cada vez mais eletrônica ? e não são 10x vezes como a mentira dele.
Então mostre lá eles a dizer que perceberam isso ?
Essa tua afirmação “alimentar as parvoíces elétricas”, é de alguém que ao fim destes anos todos ainda não percebeu a mudança. Os veículos elétricos estão aí e serão a única forma aceitável de podermos cuidar do nosso planeta e baixarmos as emissões de CO2.
Os elektros aumentam as taxas de CO2 e como se não bastasse aumentam desmesuradamente o nível das partículas PM2.5.
Claro que a culpa tinha de ser do eléctrico. Loool
+1 A unica forma de baixar a poluicão e melhorar a qualidade do ar é apostar nos carros a combustão, com a vantagem que energeticamente temos mais independencia.
Oh Yamahia tu deves estar com os pulmões e o teu cérebro cheio de CO2 quando dizes que os elétricos aumentam as taxas de dióxido de carbono. Men , eu não tenho um desses carros a pilhas, mas sei como toda a gente que é dos tubos de escape que sai a porcaria que andamos a respirar, deixa-te de tretas pá.
“Os veículos elétricos estão aí e serão a única forma aceitável de podermos cuidar do nosso planeta e baixarmos as emissões de CO2.” Amén, profeta, amén. Que outras premonições tem para nós? Sabe dizer se, no futuro, os elefantes vão continuar a usar as trombas para levarem água à boca, ou se vão usar palhinhas de sumo gigantes, feitas de material reciclável?
É preciso dizer futurismos ?
Até pode ser tudo VE, mas enquanto houver navios de cruzeiro, aviões privados, passeios espaciais e outras coisinhas dessas, a culpa continua a ser o carro do pobre é esse que está a matar o planeta.
Essa cena dos projectos sucessivamente a serem cancelados ou adiados é outro problema intrínseco do carro elektro e não apenas da Honda.
Marcas como a GM, Ford, Tesla, Stellantis. Porsche, Lamborghini, VW, Ram, Toyota, Lucid, Rivian, Apple, Hyundai / Kia, Maserati, Nissan, Volvo etc…Se formos para a CN então…parece uma lista telefónica loooloool
Coisa que nunca aconteceu com os a combustão. Lool
Diga antes assim, quem não os sabe fazer,mais vale pedir a quem sabe, e tem algumas marcas aí que foi o que fizeram.
“Diga antes assim, quem não os sabe fazer”
Achas mesmo que a Honda não sabe fazer um carro?
Não discuto o motivo de não o fazer, não sei nem quero saber nem contribui nada para a minha felicidade, agora dizer que um construtor que tem provas mais que dadas que sabe e faz bons carros ou é fanatismo ou ingenuidade.
Agora só quem sabe construir carros é quem faz VE?
O que é para ti qualidade num carro?
O pessoal queixa-se do barulho que alguns Tesla fazem ao rodar na estrada é por a Tesla saber construir bons carros?
Tenho a certeza, tanto que já fizeram 2 e é o que se vê, caros demais para as especificações que apresentam, sem ir um pouco mais ao passado, até podemos ir buscar os a hidrogénio que também não foram a lugar nenhum.
Eles sabem fazer, mas a combustão.
Eu não disse que não sabiam fazer a combustão, eu falei do artigo, esses sabem, agora os outros não, é como a toyota, também não os sabe fazer, tanto que todos os que fez teve de pedir ajuda a outras empresas, até à Tesla.
Tem de comparar o que pode comparar, o Honda E era um bom carro para o preço que tinha ?