Quantcast

Chegou o novo Nissan PIXO 100% elétrico com 259 km de autonomia

48 Comentários

A Nissan recuperou o nome Pixo para apresentar um novo citadino 100% elétrico. O modelo foi revelado esta quarta-feira e marca o regresso da marca japonesa ao segmento A na Europa, com uma proposta compacta, tecnológica e pensada sobretudo para a utilização urbana.

Chegou o novo Nissan PIXO 100% elétrico com

O novo Pixo tem 3,80 metros de comprimento e foi desenvolvido para facilitar a circulação e o estacionamento nas cidades. Apesar das dimensões compactas, a Nissan anuncia espaço para quatro adultos e uma bagageira com 356 litros, que pode chegar aos 1.221 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Nissan PIXO: 100% elétrico e até 259 km de autonomia

O novo Nissan Pixo utiliza uma bateria LFP de 27,5 kWh, associada a um motor elétrico de 82 cv. A autonomia anunciada chega aos 259 km em ciclo WLTP.

No carregamento, o Pixo inclui carregamento rápido DC de 50 kW, permitindo passar dos 15% aos 80% de bateria em aproximadamente 28 minutos. O carregamento AC pode atingir 11 kW.

Chegou o novo Nissan PIXO 100% elétrico com

A Nissan inclui ainda a tecnologia e-Pedal, permitindo acelerar e desacelerar recorrendo essencialmente ao pedal do acelerador.

Um citadino com muita tecnologia

Apesar de ser um modelo do segmento A, o Pixo aposta forte na tecnologia.

O habitáculo inclui um painel de instrumentos digital de 7 polegadas e um ecrã central de 10 polegadas, além de integração com os serviços Google.

Uma das novidades é a presença do Google Gemini, o assistente de inteligência artificial da Google, que chega assim a um automóvel deste segmento. O sistema permite utilizar comandos de voz para funções relacionadas com navegação, comunicação e entretenimento.

Chegou o novo Nissan PIXO 100% elétrico com

O modelo conta também com a aplicação MyNissan, que permite gerir remotamente algumas funções do veículo, e com tecnologia Face ID, capaz de reconhecer o condutor e carregar automaticamente as suas preferências.

Entre os sistemas de assistência à condução encontram-se ainda o controlo de velocidade adaptativo com Stop & Go, aviso de saída da faixa de rodagem e estacionamento automático mãos-livres.

O Pixo está de volta, mas é outro carro

O nome não é novo. A Nissan utilizou anteriormente a designação Pixo num pequeno citadino vendido na Europa entre 2008 e 2013, desenvolvido em parceria com a Suzuki e equipado com motor a gasolina.

Mais de uma década depois, o nome regressa, mas agora associado exclusivamente à mobilidade elétrica. O novo Pixo partilha a base técnica com modelos como o Renault Twingo E-Tech e o novo Dacia Spring, embora tenha uma identidade exterior própria.

Chegou o novo Nissan PIXO 100% elétrico com

A Nissan apostou numa imagem mais irreverente, com uma assinatura luminosa inspirada em píxeis e vários elementos gráficos escondidos pelo veículo. Ao todo, existem 23 referências gráficas ao número 23, uma homenagem à própria marca.

Chega à Europa em 2027

O novo Nissan Pixo será produzido na Europa e as primeiras entregas estão previstas para 2027. Os preços e os restantes detalhes da gama serão anunciados mais perto do lançamento comercial.

Com o Pixo, a Nissan passa a ter uma proposta elétrica mais pequena e posicionada abaixo do Micra, reforçando a aposta da marca em modelos elétricos para o mercado europeu.

O objetivo é claro: colocar num automóvel citadino compacto tecnologias que até há pouco tempo estavam reservadas para segmentos superiores, combinando mobilidade elétrica, inteligência artificial, conectividade e facilidade de utilização.

Comentários

48

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Realista
    Realista

    É giro… mas ter mais 20cm que um Twingo não ajuda no estacionamento em cidade.

    1. Avatar de JL
      JL

      20 cm ou 20mm que são 2 cm ?

  2. Avatar de MCorreia
    MCorreia

    Mais um tuperware com rodas. Os fabricantes decididamente deixaram de saber contruir automóveis. E quando são elétricos, abusam. Ainda não percebi porque é que um carro elétrico tem de ter o aspeto de um caixote de plástico.

    1. Avatar de JL
      JL

      Como queria que fossem ? Autênticos caixotes que desperdiçam espaço e não servem para aquilo que foram feitos, tal como eram antigamente ?

  3. Avatar de B@rão Vermelho
    B@rão Vermelho

    Claramente para ser segunda escolha para famílias que necessitem de um 2º carro, mas volto a relembrar que antigamente os citadinos eram canivetes Suíços, agora são só apenas 2ª escolhas, os citadinos antigos eram um tudo em um, citadino, carro de família, voltista, e carro de carga, agora é só para ir ao café e voltar. 🙂 🙂 🙂

    1. Avatar de Outro trolha
      Outro trolha

      Mas o cafe nao pode ser muito longe se nao ficas sem bateria

      1. Avatar de Helder
      2. Avatar de Jl
        Jl

        Ela cai pelo caminho ?

      3. Avatar de Toni da Adega
        Toni da Adega

        +1 normalmente estou em Lisboa e vou muitas vezes beber um café ao Algarve

        1. Avatar de Outro trolha
          1. Avatar de Jl
            Jl

            Com este ainda mais prático:

            https ://cdn.aquelamaquina.pt/images/2024-08/img_706x471$2024_08_28_12_44_14_237603.jpg

          2. Avatar de Toni da Adega
            Toni da Adega

            Falei Lisboa – Algarve isso é uma "viagem" que se faz diariamente. Viagem+- longa seria ir comer um croissant quentinho a Paris

      4. Avatar de Realista
        Realista

        Se for a combustão não pode ficar a mais longe do que 8km porque se não a viagem fica mais cara que o café…

        1. Avatar de JL
          JL

          Tanto ? preço médio do gasóleo 2.28 € litro.

          3L * 2.28 / 100 = 0.0684 – custo por km

          0.8 / 0.0684 = 11.695 kms

          Já dá para ir um pouco mais longe.

    2. Avatar de Toni da Adega
      Toni da Adega

      Smart foi um dos maiores simbolos dos citadinos e nao fazia nada disso

    3. Avatar de Mus
      Mus

      Os citadinos foram sempre citadinos. Isto é, veículos essencialmente pensados para as deslocações urbanas: o Twingo ou o Aygo, por exemplo.

      O senhor deve estar a pensar nos utilitários. Veículos que são, esses sim, verdadeiros "canivetes suíços" (como, tão bem, refere) automóveis: o Clio ou o Yaris, por exemplo.

      1. Avatar de B@rão Vermelho
        B@rão Vermelho

        Erro meu, nunca na vida um citadino fez viagens, obrigado por corrigires o meu equivoco.

        Quantas e quantas famílias Portuguesas só têm um carro e é um citadino e vão de ferias com eles?

        Agora é que parece que temos de ter um VE para cada ocasião, um para a cidade, outro para AE, outro para passeios de média distancia e outro para longa distância, modernices.

  4. Avatar de Outro trolha
    Outro trolha

    Outro para custar 30 mil. Uma pechincha, dois meses de renda em Lisboa e compra-se um carro

    1. Avatar de Jl
      Jl

      E porque não para custar menos ? Só agora de carros caros ?

  5. Avatar de Muito mais que isso.
    Muito mais que isso.

    Carros elétricos com baterias LFP de 27,5 kWh deviam ser proibidos na União Europeia! É inadmissível que qualquer veículo acima de 10 mil euros não garanta, no mínimo, 300 km de autonomia real. Se considerarmos uma média realista de 16 kWh/100 km em autoestrada, estas baterias ficam ridiculamente curtas. A UE precisa de exigir normas mais severas para proteger os consumidores.

    1. Avatar de Vítor M.

      Mas se reparares, em Portugal, por exemplo, a percentagem de condutores que usa autoestrada não é 100%, mesmo os trajetos que fazem ronda uma média de 35 km por dia. Para que precisas de carros para urbano que façam 800 km em autoestrada e 1100 em circuito misto?

      Percebes como não faz sentido que referes?

      1. Avatar de Muito mais que isso.
        Muito mais que isso.

        Compreendo o teu ponto de vista e o teu papel como analista, Vítor. No entanto, falo por experiência própria como dono de um Peugeot e-208: este modelo não foi desenhado para ser o carro principal do português comum, até porque os valores praticados no mercado estão fora da realidade da maioria. Ele funciona perfeitamente como um segundo carro de apoio para ambiente urbano. Contudo, mantenho a minha posição crítica: cobrar estes valores por veículos com pouca capacidade de bateria é um abuso que devia ser severamente revisto pela indústria.

        1. Avatar de Vítor M.

          É o mercado a funcionar. É, como temos visto, a procura faz esse escrutínio. O que é bom, até para as marcas não subjugarem o mercado real.

      2. Avatar de José
        José

        É verdade que, para quem faz apenas 30 ou 40 km por dia, a autonomia chega perfeitamente. Nesse tipo de utilização, estes veículos podem ser uma excelente solução e permitem poupar bastante no custo do carregamento.

        Mas há um problema que, para mim, continua a ser difícil de ignorar: estes veículos ainda são caros para a autonomia que oferecem, sobretudo tendo em conta a capacidade da bateria.

        No meu caso, que vivo numa zona do interior, a questão torna-se ainda mais evidente. Se precisar de me deslocar a um grande centro urbano, como Coimbra, Viseu, Guarda ou Covilhã, já não posso simplesmente fazer a viagem de ida e volta. Tenho praticamente de contar com um carregamento à chegada, porque a autonomia não me permite regressar com segurança.

        E não estou a falar de viagens de lazer ou de grandes deslocações. Estou a falar de situações perfeitamente normais e, muitas vezes, inevitáveis: uma consulta médica, exames, ou uma deslocação urgente a um hospital de referência.

        Para o meu dia a dia, em que faço cerca de 40 km, seria ótimo. Mas um veículo não pode ser avaliado apenas pela utilização diária habitual; também temos de pensar naquele dia em que precisamos de fazer uma deslocação inesperada e mais longa. E, numa situação de urgência, não podemos estar preocupados em saber onde vamos conseguir carregar a bateria.

        Na minha opinião, se este veículo tivesse uma bateria um pouco maior, sem que isso implicasse um aumento significativo do preço, seria uma proposta muito mais interessante e, sobretudo, muito mais versátil.

        Porque o problema não é propriamente o custo de utilização — nesse aspeto, é uma solução bastante interessante. O problema é pagar um valor considerável por um veículo cuja autonomia nos pode limitar precisamente quando mais precisamos dela.

        Com mais alguma autonomia e mantendo um preço semelhante, acredito que seria uma excelente proposta.

        1. Avatar de Vítor M.

          Mas há um problema que, para mim, continua a ser difícil de ignorar: estes veículos ainda são caros para a autonomia que oferecem, sobretudo tendo em conta a capacidade da bateria.

          Sim, a verdade é que os carros ainda são caros, mas, como temos visto, os preços estão a cair substancialmente. O que é um comportamento normal, dado que estas tecnologias e toda a transformação foram enormes. Mas, vamos imaginar mais dois anos e mais “uma mão cheia de carros” a inundar o mercado. Facilmente teremos carros com autonomias a rondar os 400 km pelos 20 mil euros e carros com autonomias de 250 km a rondar os 14 mil euros.

          Agora vamos imaginar os preços dos usados destas marcas 😉 em breve vamos ter carros com 4 ou 5 anos pelos 10 mil euros. E isso sim torna o mercado muito mais competitivo até para os particulares. E aí sim ainda se vai poupar mais.

          No meu caso, que vivo numa zona do interior, a questão torna-se ainda mais evidente. Se precisar de me deslocar a um grande centro urbano, como Coimbra, Viseu, Guarda ou Covilhã, já não posso simplesmente fazer a viagem de ida e volta. Tenho praticamente de contar com um carregamento à chegada, porque a autonomia não me permite regressar com segurança.

          Pois, depende de onde mora. Mas, como também temos visto, nas estações de serviço, quer nas autoestradas, quer fora delas, estão a aumentar bastante. Depois, cadeias de negócio, como os McDonald’s, Mercadona, Continente, Pingo Doce, Lidl e vários outros players, estão a apostar em ter também este serviço. Portanto, já não são assim tão poucos. Claro, ainda há desequilíbrios na oferta. Por exemplo, no sotavento algarvio… é uma vergonha.

          Mas, continua a dizer que as autarquias deveriam igualmente apostar neste tipo de negócio, pois um investimento bem pensado, com subsídios da UE, pode transformar zonas inúteis de uma vila, ou cidade num parque solar com carregadores e, no seu devido tempo, ser uma fonte de rendimento para essa autarquia. É preciso ter visão e trabalho.

          No caso que refere, é outro bom ponto. Se não vejamos, em Riba de Ave, no hospital da Misericórdia, tem um carregador de 150 kW que reverte a favor da instituição. Poderia ser igualmente, noutras unidades médicas e hospitalares, uma opção. Mas, lá está, tem de haver visão. E isso, de facto, poderia ajudar as pessoas que, como refere e bem, precisam de deslocações para uma consulta médica, exames, ou uma deslocação urgente a um hospital de referência.

          Por vezes não é ter uma bateria maior, é ter motores e consumos mais refinados, com melhor software de gestão dos consumos e terem uma estrutura eficiente. Baterias cada vez maiores são sinônimo de baterias mais densas… e isso não é o caminho. O caminho são baterias menos densas, carros mais eficientes e condutores, cidades e regras mais adaptadas ao novo estilo de condução. Assim como carregadores e tecnologias de carregamento muito rápidos, por exemplo, podermos carregar numa emergência o carro dos 10 aos 80% em 10 minutos, por exemplo.

          Depois, podemos, os que têm essa oportunidade nas suas casas, garagens e aparcamentos dos condomínios, ter carregamento lento, mas em qualquer altura em que o veículo está parado. Isso também tem de ser trabalhado.

    2. Avatar de Mus
      Mus

      Depende.

      Se eu comprasse este Nissan, uma carga daria para ir e vir do meu emprego durante dois meses.

      E ainda sobrava carga…

      1. Avatar de iDroid
        iDroid

        Vives a 3 quilómetro do trabalho? Praticamente consegues ir para o trabalho a andar.

    3. Avatar de Analberto
      Analberto

      Ora bem, segundo a minha experiência isto é carro para fazer 120/130km, lá está, ele existe, só compra quem quer

      1. Avatar de Jl
        Jl

        Então qual teve ?

  6. Avatar de xXx
    xXx

    Gosto do design, está porreiro…agora a autonomia é que acho que deixa a desejar… 200km que com uns 6 ou 8 anos em cima já só faz 150km… quando temos aí à porta propostas chinesas a menos de 20.000€ com baterias a começar nos 37kwh… deixa de fazer sentido as propostas como esta…

    1. Avatar de José
      José

      Quais são essas propostas chinesas?

      1. Avatar de xXx
        xXx

        Leapmotor B03 (na minha opinião o melhor carro para as estradas Europeias), Geelky E2, MG Go, todos eles custarão menos de 20.000€ e serão ofertas muito superiores a estes "carritos" made in EU.

        1. Avatar de José
          José

          "propostas chinesas a menos de 20.000€ com baterias a começar nos 37kwh…"

          O B03 começa abaixo dos 20 mil?

    2. Avatar de B@rão Vermelho
      B@rão Vermelho

      Concordo, quantas familiais Portuguesas se podem ter o luxo de ter um carro só para cidade?

      Eu pessoalmente também não compreendo esta estranha moda de agora com o VE temos de "ter vários" carros para se fazer o que antigamente se fazia só som um.

      Depois dizem os entendidos, que não fazem 1000 km para ir almoçar a casa, mas não compreendem que há pessoas com hábitos diferentes de viagens.

      E se a recomendação é carregar quando chega aos 20% e parar aos 80%, estes km anunciados é nessa faixa de utilização ou ainda se perde mais autonomia?

      Eu compreendo que este tipo de carro satisfaz muitas famílias, mas parece que há pessoas que não conseguem compreender que para muitas mais é um carro muito "curto" no que toca a autonomia.

      1. Avatar de Jl
        Jl

        Quem tem hábitos diferentes de viagem não compra um citadino.

        E antigamente era igual, não via muitos com citadinos a correr frequentemente o país.

        1. Avatar de B@rão Vermelho
          B@rão Vermelho

          Eu tinha um Smart for tho e fui várias vezes a Getafe, Madrid onde tenho família, e o que não faltava na estrada eram outros citadinos, mas como aparentemente vivem a olhar para o indicador de autonomia nem veem o que os rodeiam. 🙂 🙂 🙂

          PS, espero que compreendas que é uma simples provocação / brincadeira a referencia do olhar para a autonomia do VE, acrescento que vou algumas vezes apanhar o avião a Madrid por ser muito mais barato do que partir de Lisboa, mesmo pagado o combustível, para o próximo ano já comprei as passagens para as ferias especiais de verão por norma não viajo no verão, só viajo a partir de Outubro e partir de Madrid fica 300€ mais barato por pessoa e assim posso visitar a família e viajar mais barato.

        2. Avatar de B@rão Vermelho
          B@rão Vermelho

          "Quem tem hábitos diferentes de viagem não compra um citadino."

          Então compra o quê, um autocarro?

          Qual a diferença de preço de VE citadino para um utilitário?

          O parque automóvel em Portugal é dos mais envelhecidos da Europa por algum motivo deve ser, ou achas que são todos contra os VE?

          1. Avatar de Jl
            Jl

            Compra um carro para esse propósito.

            Pouca diferença, já foi muito mais.

            É mais envelhecido por teimaram em comprar carros grandes que não os usam, tem aqui alguns exemplos disso, depois falta o dinheiro para comprar o que lhes serve, comparo isso muito com as motas, compram motas que não lhes serve e depois ficam paradas em casa.

          2. Avatar de B@rão Vermelho
            B@rão Vermelho

            Exato a velha questão do, é só um pouco mais, e na páginas tantas por só um pouco mais já vais no dobro do orçamento. 🙂 🙂 🙂

            Agora compreendo porque há tanta gente a passar um mau bocado neste país, é só um pouco mais.

      2. Avatar de Jl
        Jl

        Errado, a recomendação de utilização diária é que é essa, não a de viagem mais longa.

        1. Avatar de B@rão Vermelho
          B@rão Vermelho

          Segundo a tua experiencia, qual será a autonomia esperada em viagem em AE, num VE com estas caraterísticas?

          Repara eu só tenho necessidade de ter um carro, dai dizer que este tipo de autonomia para mim não serve, eu não quero ter um carro para cada situação da minha vida, eu quero um carro para me levar do ponto A ao ponto B, F, X, Z como dizia o outro, para o infinito e mais além.

          Tu próprio já me alertaste que vou ficar com o meu atual carro a combustão é que o mais provável é não voltar a utilizar, e eu quase que concordo, e só não digo que concordo a 100% porque é um carro comercial, dá para carregar coisas maiores, de resto estou plenamente de acordo.

          1. Avatar de Jl
            Jl

            Depende do carro, pela minha experiência em ae consomem entre 20 a 30 % mais.

            Tudo depende daquilo para o qual vai usar.

            Eu também tenho 2 carros, um Sedan e uma carrinha que nos últimos tempos tem dado muito jeito, ambos eléctricos.

          2. Avatar de JL
            JL

            https ://ibb.co/67tkfyny

  7. Avatar de nuno a
    nuno a

    Este twingo esta giro, gosto mais da frente e do interior mas nao quero correr o risco de algum engraçadinho colar um sticker com as letras "TA" á frente do "PIXO"

  8. Avatar de JL
    JL

    Não deviam ter alterado o nome Nissan Pixo, tal como alteraram o nome do Hyundai Kona ?

  9. Avatar de Mike
    Mike

    Estes veículos supostamente acessíveis são um embuste. Todos eles.

    1-Não são acessíveis.

    2-Autonomia anunciada de 259km, sabendo que não se deve carregar a bateria acima de 80%, e não se deve deixar a carga cair abaixo de 20% (até porque não convém ficar no meio da estarda!) passamos a ter uma capacidade útil de 155 km. Ora acontece que esses são os valores anunciados. A autonomia real deve cair +/- 130 em circuito urbano. E se for numa zona montanhosa, provavelmente nem a 100km chega. Em meia dúzia de anos ficam com um veículo para mandar para a sucata, porque Nissan e Renault são péssimos nos preços praticados na substituição de baterias, e já agora também nos próprios motores que avariam devido a rolamentos gripados, não reparam, e impingem ao cliente um novo motor.

    3-Para quem tenha dúvidas, basta passar pelo OLX onde já existem várias opções em 2ª mão. Existem alguns vendedores honestos não escondem a realidade destas marcas. Muitos VE Renaul/Nissan, com mei dúzia de anos e menos de 200.000 km percorridos, apresentam autonomia de 60 Km. Isso serve para quê? Para ficar na estrada e chamar um reboque?

    1. Avatar de Vítor M.

      Antes de mais, vamos aos números. Por exemplo, tomemos com comparativo (até pela similaridades dos veículos) o Renault 5 E-Tech.

      Os dados mais recentes disponíveis, já com agosto de 2026, mostram que o Renault 5 E-Tech continua a ter um desempenho bastante forte.

      Na Europa, o acumulado é de 59.889 Renault 5 matriculados entre janeiro e agosto de 2026, um crescimento de 36,4% face ao mesmo período de 2025. Só em agosto foram 5.533 unidades.

      Mas, vamos aponto a ponto:

      1. “Não são acessíveis.”

      Isso é uma apreciação pessoal e depende do termo de comparação. Podemos discutir se 25 ou 30 mil euros é barato, mas isso não demonstra que um elétrico seja economicamente inviável. Preço de compra, custos de energia, manutenção e utilização têm de ser analisados em conjunto.

      2. “259 km passam a 155 km porque só se usa dos 20% aos 80%.”

      Aqui há dois problemas. Primeiro, o Renault 5 atual (assim como este Pixo) nem sequer está limitado a 259 km: a Renault anuncia até 305/315 km WLTP nas versões de bateria mais pequena e até 430 km na versão de 52 kWh.

      Segundo, a regra dos 20% aos 80% está a ser interpretada de forma errada. Voltemos ao exemplo da Renault, a marca aconselha carregar até 80% no dia a dia para ajudar a preservar a bateria. Isso não significa que seja proibido carregar a 100%, nem que seja obrigatório parar aos 20%. Os restantes 40% da bateria não desaparecem. Numa viagem pode perfeitamente utilizar 100% da autonomia disponível.

      Aliás, o próprio manual recomenda, em determinadas versões, uma carga a 100% periodicamente para manter uma indicação correta do estado da bateria. É o que se chama “calibrar”.

      Também não há fundamento para afirmar que um elétrico com 259 km faria “130 km em cidade” e menos de 100 km numa zona montanhosa. Curiosamente, é precisamente em cidade que um elétrico tende a ser mais eficiente, devido às velocidades mais baixas e à regeneração de energia.

      3. “Em meia dúzia de anos estão para a sucata.”

      Isso é mentira. Os dados disponíveis não sustentam essa afirmação. No caso, novamente da Renault (e será idêntico com este), a marca dá à bateria uma garantia de 8 anos ou 160.000 km e garante pelo menos 70% da capacidade original durante esse período.

      Mais interessante ainda: existe investigação académica sobre baterias do Renault Zoe. Num estudo de um Zoe com cerca de 10 anos, o estado de saúde medido da bateria variava aproximadamente entre 84% e 94%. Portanto, está muito longe da ideia de que ao fim de seis anos estas baterias estejam necessariamente “para a sucata”.

      4. “No OLX há Renault/Nissan com seis anos e 200.000 km que só fazem 60 km.”

      Encontrar alguns carros usados com baterias degradadas não permite concluir que esse seja o comportamento normal de milhares de veículos.

      Além disso, é importante não misturar gerações. Um Nissan Leaf antigo, por exemplo, utiliza tecnologia de bateria e gestão térmica muito diferente da usada num Renault 5 E-Tech atual. Extrapolar o envelhecimento de um elétrico concebido há 15 anos para um modelo lançado agora é tecnicamente errado. 😉

      Se alguém encontrar um Renault elétrico com seis anos que tenha apenas 60 km de autonomia, isso merece ser analisado. O que não se pode fazer é transformar casos individuais encontrados em anúncios do OLX numa taxa de degradação de toda uma tecnologia.

      E há uma contradição interessante no teu argumento: se um elétrico com seis anos e 60 km de autonomia está à venda no OLX, então não foi “mandado para a sucata”. Continua a ter um valor e uma utilização possível, embora naturalmente muito inferior à que tinha quando era novo. 😉