PplWare Mobile

Carros elétricos? Turismo de Portugal vai comprar 46 carros a gasóleo


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Rui says:

    Felizmente há um Centeno que ainda sabe fazer contas e coloca de lado todo o lirismo e é pragmático!

  2. Eu says:

    “mais de 70% da frota da administração direta e indireta do Estado é a diesel” e os restantes menos de 30% são a gasolina 😀

    • Dass says:

      os carros gasolina não andam.
      o estado tem os seus proprios depositos de combustivel, espalhados pelo país. onde trabalho temos 25 Mil litros de combustivel, da REPSOL, vendidos a 0.60€/L, não são alvos de impostos e ainda por cima a REPSOL dá desconto por causa do contrato de fornecimento. não há depositos de gasolina, nem de GPL… mas se for mesmo necessário, existem cartões da Frota GALP, com um plafond de 250€ mensais para gastar em combustivel (para o caso de emergencias maioritariamente). cada viatura tem o seu proprio cartão, seja diesel seja gasolina.

  3. Manuel says:

    Claro que são a diesel!!! O tempo dirá, qual o tacho que o ministro Matos Fernandes vai comer, quando acabar a gerigonça, e a partir daí saberemos a origem do disparate dito pela boca dele…

  4. José Lerias says:

    Malta, não há “opções racionais” universais. Achar isso é que me parece irracional.

  5. Vânia Monteiro says:

    Infelizmente tenho de andar com um carro eletrico no trabalho, acreditem, não é uma boa aposta.
    Um veículo elétrico não possibilita um dia inteiro de funcionamento, isto é, se alguém precisar de ir Coimbra – Leiria, ida e volta, não o consegue fazer mais de uma vez por dia porque os veículos não têm carga para tal. Para fazer esta viagem, não se pode passar dos 100Km/h senão arriscam-se a não ter bateria para a viagem toda.
    Podem fazer o alarido que quiserem com estas noticias e dizerem que a culpa é do governo. Mas, se quiserem fazer uma gestão responsável dos recursos do estado de uma forma adequada, não se pode ainda investir em elétricos. Para manter a disponibilidade existente até então, para cada veículo a combustivel fóssil, necessitam de pelo menso 2 ou 3 veículos elétricos, alem disso, estes não podems er utilizados para viagens de longa distância. Se alguém precisar de se deslocar de Coimbra a Lisboa, vai demorar o triplo do tempo e só poderá regressar após carga completa. Percebo a presão do zé povinho e o show off que se quer fazer, mas na prática, a verdade é que é estupido comprar carros elétricos para realidades não citadinas.

    • Rui says:

      Tudo bem. E que tal híbridos? E que tal metade da frota a gasóleo e a outra gasolina? E que tal primeiros passos? E que tal dar o exemplo? …

      • Pérolas says:

        Que tal veiculos movidos a hidrogénio??? Qual a razão do nosso atraso na introdução desta tecnologia???

        • mico says:

          esse será o futuro

        • nuno says:

          a razao do atraso é que nao é uma opçao muito fiavel as pessoas vêm uma coisa mas nao se dao ao minimo de trabalho de pesquisar os carros a hidrognio (fuel cell) foi um grande avanço que nada mais é do que um carro eletrico no entanto tem uma bateria mais pequena porque esta constantemente a ser carregada pela energia produzia pela jusçao de atomos de hidrogenio com os de oxigenio esta energia vai para uma bateria ou diretamente para o motor é um boa ideia e sem duvida uma excelente tecnologia o problema é o abastecimento pode ser feito numa bomba comum se estiver preparada para hidrogenio e demora 2 3 minutos abastecer mas o grande problema é o transporta e estabelização do hidrogenio é muito dificil de transportalo e de estabelizalo num sitio nao é um liquido é um gas o transporta é uma dor de cabeça nao vou entrar em grandes promenores mas ha video no youtube a explicar muito bem isto que é a principal se nao a unica razao para o carros a hidrogenio nao serem pratricos ou melhor eles sao ja o hidrogenio que vai ate eles é um grand problema e o transporte iria ser tao complicado que os preços iriam ser os mesmos dos combustiveis atuais

    • ervilhoid says:

      Isto é como os telemóveis, cada um escolhe aquilo que o satisfaz, os elétricos são a mesma coisa, a maioria dos carros que circula na estrada não faz mais de 80kms

      • Vânia Monteiro says:

        Sim, a questão é que estes artigos genéricos e comentários semelhantes com o único intuito de minar a opinião pública em nada contribuem para uma otimização dos recursos e inerente despesa, e inerente gestão de dinheiros públicos. Enfim… Mas há vários casos destes a decorrer atualmente no nosso país, não é só com veículos elétricos, é com enfermeiros, é com… Enfim, o que me assusta é que pensava que os “outros países” andavam malucos, com o Brexit, com o Trump, o que me assusta mesmo é que por cá estamos igual, isso sim é o que me preocupa…

        • José Lerias says:

          O mundo está louco. O tema é o que “estiver à mão”

        • Louro says:

          Vania vai desculpar mas voce está completamente errada…

          O problema que vejo na empresa para onde trabalha é que optaram por um modelo de eletrico que nao satisfazia as necessidades da empresa, e isso nao é culpa do carro mas sim de quem decidiu comprar o mesmo.

          Tenho dois eletricos em casa, Model S e Model X… Viajo regularmente pela Europa e nao tenho qualquer tipo de problema ou limitacao a quando andava com um a combustível fossil.
          Na verdade as viagens até se tornaram mais eficientes e seguras, pois acabamos por parar por mais tempo por forma a descansar em vez de abastecer em 5 min e continuar mais umas centenas de KM.

          • Vânia Monteiro says:

            Caro Louro,
            A empresa onde trabalho, chama-se estado português, e model S e model X são utopias para um português de classe média e até mesmo para o estado. Para que saiba, a entidade onde trabalho, foi OBRIGADA a escolher nissan leaf, sem qualquer hipótese de negociação de modelo, pelo que, é o mais em conta.

    • jaugusto says:

      Depende dos carros, os que eu vejo por aí são todos modelos mais antigos – 4/5 anos por exemplo um leaf com 30 kwh bateria quando hoje a maioria dos modelos já está nos 60 kwh mas claro são mais caros os outros é só para ir ali e já venho.

    • Nonnus says:

      Pode informar-nos em veiculo eléctrico se desloca (modelo e capacidade da bateria)? Como deve saber já existem muitos veículos eléctricos e com diferentes capacidades de bateria. É um risco generalizar.

      Leiria – Coimbra são 76km qualquer carro eléctrico recente faz essa viagem ida e volta sem carregar. Provavelmente você anda num carro eléctrico de primeira geração com capacidade de bateria muito reduzida, mas isso não quer dizer que possa generalizar. Por exemplo você tem noção que um Leaf de 40kWh ou um ZOE de 40 fazem perto de 300km com uma só carga? Podia por exemplo fazer essa viagem 3x num dia e ainda lhe sobrava bateria e caso tivesse que fazer uma quarta viagem, sabe que na A1 em todas as estações de serviço existem carregadores rápidos e em apenas 15/20 minutos tem carga suficiente para para uma quarta ou até uma quinta viagem. Sabe por exemplo que já existe no mercado carros com baterias que permitem fazer cerca de 500km com uma só carga, o caso do Kauai eléctrico e do e-Niro e em breve o Leaf 60.

      À 2 meses fui de Vendas Novas a Coimbra (215km) com o meu Leaf de 30kWh (~200km de autonomia) fui a 110km/h e demorei apenas mais 40 minutos e não o triplo do tempo como afirma.

      “Percebo a presão do zé povinho e o show off que se quer fazer, mas na prática, a verdade é que é estupido comprar carros elétricos para realidades não citadinas.”

      Para quem anda de carro eléctrico esta a dizer um grande disparate. Das duas, uma. Ou você não sabe tirar partido do carro em que anda, ou então não anda em carro eléctrico nenhum.

      Eu ainda não deixei de ir a lado nenhum no meu carro eléctrico. Posso-lhe dizer que tenho outro carro a diesel que fez no ultimo ano apenas 3000km, por outro lado o meu Leaf fez 40000km.

      • censo says:

        De vendas novas a Coimbra mais 40 minutos…e depois foi pegar no carro e voltar…. não foi? Como é que na era do imediatismo onde tudo é para ontem se justifica esta preferência? Diga lá quanto tempo para carregar e juntar aos 40 minutos para fazer os 200km de volta.

        • Nonnus says:

          Esta a ver como se tira conclusões sem perceber. Os 40 minutos foram de paragem para carregar! Duas paragens de 20 minutos.

          Pensa que demorei mais 40 minutos porquê?

          O carro tem uma autonomia de 200km a uma velocidade de ~100km/h como fui mais depressa gasta mais (da mesma maneira que um carro a gasóleo gasta mais quanto maior é a velocidade a que se desloca) ir e vir, mais andar dentro de Coimbra no total o carro fez 460km. As duas paragens para lá foi para depois fazer apenas uma na volta. Matemática é uma ciência exacta, portanto é fazer as contas. Num total de 460km demorei mais 60 minutos diga-me lá onde é que esta o meu prejuízo?

          Quantas pessoas fazem 460km num dia? Quantas vezes você faz 460km por ano apenas num dia?

          E como escrevi mais atrás já existem carros que fazem estes 460km sem necessidade de carregar.

          • censo says:

            Meu caro, a vida não é matemática. Eu não falei em prejuízo. Apenas quiz destacar um facto que o meu amigo apresenta como lhe convém: eu vou mais rápido a Coimbra, à chegada posso logo voltar e regressar novamente…e fazer tudo outra vez e tive stress zero com o abastecimento da viatura. E essa é a questão. A logística do abastecimento, para além do preço da tecnologia. Quanto custa o veículo com autonomia de 500km, ainda que esta seja só no papel?

          • Nonnus says:

            censo,

            eu não apresento os dados como me convêm! Ao contrario de si eu já não vivo na idade da pedra e o que escrevi é com conhecimento de causa, ninguém me contou, fui eu que fiz os 460km e foram feitos como escrevi. Se a vida não é matemática porque esta preocupado com o tempo que leva carregar o carro?

            Já agora, também era interessante ter respondido as minhas outras perguntas. Provavelmente é daqueles que faz 10000km por ano e tem um carro a gasóleo porque nem soube fazer as contas (porque a vida não é matemática), para esse numero de KM o carro a gasóleo não compensa.

            500km só no papel! Saia da caverna onde vive e pesquise um pouco

  6. Bruno says:

    Ridiculo sao estes artigos de encher chourico a procura de fomentar a discordia e que os mais radicais soltem os tipicos comentarios.

    Comprar um veículo exige uma análise da sua utilização (tanto para ICE como EV) e uma compra racional não vai ter sempre o mesmo resultado…isso não invalida que é necessária uma mudança de paradigma no que respeita a emissões… mudança essa que é acompanhada numa evolução do próprio produto. Mas para necessidades do momento onde as opções não cumprem os requisitos é necessário encontrar outra opção (gasóleo)….
    Uma coisa nao invalida a outra

  7. TugAzeiteiro says:

    No início do século passado os primeiros carros (entre muitos outros defeitos), também tinham pouca autonomia, no entanto rapidamente se ultrapassou esse problema, cada vez foram ficando melhores. Os eléctricos é a mesma história, neste início de século também eles têm pouca autonomia e demora a carregar… daqui por 10 ou 20 anos esse problema já estará ultrapassado com o desenvolvimento de novas baterias de maior capacidade e maior rapidez a carregar. Tal como no início do século passado havia poucas bombas de combustível, hoje há poucos postos de carregamento…. A evolução demora o seu tempo!

  8. hsff says:

    Ninguém que defenda verdadeiramente a mobilidade eléctrica acha que os carros a diesel e a gasolina devem acabar de forma imediata. A pressa com a introdução desta tecnologia só está relacionada com negócios. O transporte deve ser inclusivo e não exclusivo e o que andam a fazer é a encarecer a deslocação dos cidadãos seja num carro eléctrico, a gasolina ou a diesel e quem não percebe isto não percebe rigorosamente nada do mundo em que vive.

  9. TiagoC says:

    Lá está o ESTADO a dar o “bom exemplo” aos cidadãos.

    • censo says:

      Porquê a ironia? Quanto é que poluem os novos diesel?

      • TiagoC says:

        O problema não é esse. O problema é que um governo que tem um ministro que anda a fazer propaganda aos veículos eléctricos e denegrindo os veículos a diesel, deveria dizer aos seus congéneres que deviam comprar carros eléctricos para os seus ministérios e dessa forma dar o exemplo. É que falar é fácil, mas fazer e dar o exemplo é outra coisa… E não devia de ser sempre, o zé povinho a ser sempre o primeiro a ser sacrificado pelas medidas do(s) governo(s).

    • Pérolas says:

      Fala-se e fala-se de veiculos ligeiros, mas, ninguém fala dos pesados e da maquinaria pesada. Malta, uma boa parte dos TIR enfia 800 litros de diesel e passados uns días é a mesma dose. Um particular gasta isto num ano… Claro que devemos começar por algum lado. Dito isto, têm de existir veículos em oferta nas principais gamas, na rua, nas garagens têm de existir pontos de carregamento, etc, etc. Tudo isto dá ideia que querem é vender carros aniquilando os anteriores…

      • TiagoC says:

        Nem mais… E o problema é que ainda não existem pontos de carregamento suficientes fora das localidades, o que torna mais difícil a adesão aos veículos eléctricos.

  10. João Neves says:

    Tragam é o “Fuel cell”!

  11. Fernando Castro says:

    Meus Sr o carro elétrico ainda não é solução pouca autonomia ,tempo demais a carregar o abastecimento pelo o pais é inexistente e as baterias estão sempre a dar o berro . O seja ainda é muito prematuro.

  12. Fernando Castro says:

    Meus Sr o carro elétrico ainda não é solução pouca autonomia ,tempo demais a carregar o abastecimento pelo o pais é inexistente e as baterias estão sempre a dar o berro . O seja ainda é muito prematuro.

  13. Paulo says:

    É uma grande pena isso, Portugal como um país europeu deveria dá um passo a frente nessa questão

  14. César says:

    E que tal o estado não ter frotas! Aí sim poupava realmente o dinheiro dos contribuintes como acontece nos países nórdicos em que os próprios ministros andam de transportes.

  15. Carlos says:

    Diz assim:”para mim não serve”.
    É que dizeres que não é uma boa opção não é verdade. Eu ando à 2 anos com um leaf e tenho poupado imenso dinheiro.
    Há, e não anda só na cidade. E só demoras o triplo do tempo a ir para Lisboa se fores muito acima do limite de velocidade.

    Já lá fui muitas vezes e até mais longe, vê lá tu bem…

    Mas é um facto que pelo menos o leaf não é ainda um carro de auroestrada devorador de km.

    Agora para quem faça 100-150 km diários maioritariamente em nacional, ou até mais se tiver oportunidade de carregar enquanto está a trabalhar por exemplo, a nível de dinheiro poupado é abismal.

    Estúpido é comprar um carro novo e não colocar o elétrico na equação só porque se leu um comentário descabido como o teu

  16. Marco says:

    Com a entrada do WLTP os veículos de combustão interna vão passar a seguir regras que reduzem e muito a poluição. Os diesel conseguem reduzir 95% das partículas cancerígenas que muito se fala e os a gasolina também possuem filtros especiais melhorados para reduzir poluição (emissão de CO2).

    Comprar carros novos depende portanto da utilização:
    -Poucos Km e maioria citadino : Veículo eléctrico (desde que o orçamento o permita, senão gasolina ou híbrido).
    -Percurso diário sem atingir grandes distâncias: Veículo a gasolina/híbrido.
    -Percurso diário de longas distâncias: Veículo diesel.

    Até haver mais inovações estáveis nos veículos eléctricos a minha opinião e a de muitos vai ser esta.

  17. Louro says:

    Só vim ver os comentarios para me rir um bocado…

    Aos Gasoleomaniacos, obrigado por me terem feito o dia… É sempre bom comecar o dia a rir.

  18. André says:

    Não entendo isto, o meu carro de 1992 (Rover) já tem tecnologia híbrida, consome 50% de gasóleo e 50% de impostos. Noto que ao longo do tempo ele está a tornar mais eficiente, a percentagem do lado do gasóleo tem vindo a reduzir. Daí pensar, daqui alguns anos o consumo de origem fóssil vai ser reduzida o que fica no meu ver um carro “verde”

  19. Fer Jorge says:

    Os ricos querem ostentar carros electricos especialmente de alta gama. Não porque necessitem de economizar, mas simplesmente por essa razão. Estes carros são anti económicos, A começar pelo preço, pelo valor das baterias e o seu valor depois como retoma bem como o exgerado valor das revisões. Quem quizer ser cobaia que seja. Eu náo serei certamente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.