PplWare Mobile

Carros elétricos: já se sabe quando as baterias se começam a degradar

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Trolha says:

    Portanto 160 000km o VE está bom para a sucata.
    Numa média normal de 20 000km/ano, um VE tem uma estimativa de “vida de 8 no melhor dos casos 10 Anos.
    Se alguém tinha dúvidas que esta é uma tecnologia extremamente cara, limitativa e ao alcance de poucos, está aqui a prova.

  2. guilherme says:

    São vários fatores não é só os km.
    – Tecnologia da bateria
    – Idade
    – Quantos carregamentos normais & rápidos
    – Qualidade da bateria
    – Quantas vezes deixou ir abaixo de 10% ou até drenou a bateria
    – Perfil de carregamento & descarga

    • SrBla says:

      Crio que aqui eles olham de forma um pouco indiscriminada, no sentido de independentemente da utilização como é que se deterioram na genaralidade.
      Quando se fala na vida util dos motores a combustão tens o mesmo, depende muito também da condução, rotações, etc.
      Em qualquer dos casos, quanto mais “puxas” pelo sistema ou o maltratas menor será o tempo de vida.

      Existem outros estudos que se debruçam mais apenas em cada um desses factores, como a utilização maioritária de rápidos ou normais…

      Mas sim, não deixas de estar correto.

    • Antonio says:

      Tem razão Sr Guilherme fiquei com toyota carroceria nova com as baterias irrecuperaveias ao fim de 7 anos de uso

  3. mamba says:

    90.000km?!

    o meu w124 de 1994 riu-se!!

  4. XPTO says:

    O meu velhinho com 500k, que ainda está para durar, se tivesse VE nos 20 anos que o tenho já ia no 4º VE.
    Para os obcecados pela poluição, façam lá as contas para ver o que polui menos. se 1 a combustão ou 4 ou 5 VE.

    • JL says:

      Então ? Mania de gastar dinheiro em tantos ve ?

    • Mjl says:

      Logo no que gasta em combustível, é fácil fazer as contas….
      Se contar ue quando o seu diesel vai mudar injetores e filtros de partículas e afins…fica muito mais barato, não haja dúvidas.
      Também já há casa ue reparam baterias…o eléctrico já não é um bicho papão. Eu comprei um e estou bastante satisfeito, os outros dois fumarentos já pouco saem, até porque 5 litros de gasóleo aos cem custam bem mais que os 13 kWh .
      Se gastar 6 mil euros ao fim de oito anos numa bateria nova, mesmo assim acho que não perco dinheiro, noa fumarentos tenho de deixar no mínimo 200 euros todos os anos, sem contar que o mais velho já levou embraiagem e outras mariquices.

  5. Dani Silva says:

    O meu Tesla Model S, com quase 9 anos e 300.000 km tem a capacidade da bateria a cerca de 90% relativamente a quando era nova.

    Nada mau.

  6. xiiiiii says:

    Donos de VE, se tem carro com menos de 8 anos aproveitem, enganem outro.

  7. Olé says:

    “Gerações mais antigas da Hyundai, Kia e Mercedes mantêm com orgulho capacidades entre 90% e mais de 95%.”
    No caso dos Hyundai/Kia não é propriamente orgulho…é outra coisa.

    https://youtu.be/LzFHGLEq7jM?si=iXDtnSEUk5AGlXvD

  8. rui says:

    O facto de incluir Plug Ins torna o estudo irrelevante, as baterias pequenas dos mesmos são muito mais abusadas do que eletricos tipicos, para alem disso não falam na idade, que pelos estudos é mais relevante que uso…

    • Nuno says:

      Então? Um EV com 8 anos está nas lonas independentemente do uso?

      • rui says:

        Não, mas 2 EV idênticos, um com 200k km e 4 anos e outro com 200k km e 8 anos o segunde a partida terá a bateria em pior estado.

        • Nuno says:

          Então mas ainda agora era mais relevante e de repente já é à partida?
          Ou é ou não é…
          E pergunto eu se, com a mesma idade o que estará pior não é o que tem mais kms?

          • rui says:

            Mais uma vez depende, tens um com 200 mil km, mas usado sempre entre os 20% e 80% de carga em carregamento lento e outro com 100 mil km, mas carregado até aos 100% e com uso frequente de carregamento rápido, pode estar pior.
            De qualquer forma ambos devem ter mais de 80% capacidade em baterias mais modernas com sistemas de controlo térmico.

          • Nuno says:

            Ou seja, ao contrário do que dizias antes, a idade não é mais relevante que o uso…

  9. Yamahia says:

    A missa q vendiam até hoje era ao contrário. Basicamente, Inicialmente, nos 1⁰s 3 ou 4 anos, as baterias denotavam invariavelmente alguma degradação perceptível mas depois disso estabilizariam e a degradação seria nula ou residual nos anos seguintes.

    Mais uma acha para reforçar um facto tantas vezes denunciado e que está embutido no artigo:
    “…O mercado de carros elétricos usados ainda sofre com a falta de transparência…”

  10. XPTO says:

    A tecnologia “verde” é de uma ideologia muito bonita, mas já analisaram realmente todo o processo de fabricação de veiculo eletrifico?
    Desde a mineração dos materiais e toda a industria de transformação é altamente poluente, muito mais do que dum carro a gasolina.
    Outra situação é a “segunda vida” de um carro eletrifico, quando tiver que substituir módulos da bateria ou a bateria inteira, não será certamente o sujeito que não tem dinheiro para comprar um novo.
    Ponham os carros a gasolina com e-fuel à base de hidrogénio e o problema está resolvido.
    Esta “febre” de carros elétricos não mais um embuste da China para dominar o mercado.

    • Toni da Adega says:

      +1 Carro a combustão não precisa de ser contruido, porque vem do stand e a gasolina só utilizo a que seja reciclada

    • JL says:

      Sim, e também já vimos todo o processo de fabricação de um veículo a combustão, e a energia que usa.

      Se é para substituir módulos não precisa de comprar novo.

      Então porquê? A gasolina está barata demais e existe electricidade renovável a mais ?

      Carros eléctricos não, mas a combustão a andar com electricidade, sim ?

      Portanto carros a combustão foi um embuste para a Europa e outros dominarem o mercado.

    • Pierre says:

      A tecnologia “verde” é o que é, como a do petróleo, como outras, aspectos positivos, aspectos negativos todas terão.

      A transformação é poluente porque no meio da cadeia não são respeitadas as normas e procedimentos, no petróleo são uns lindos… o que aconteceu no Golfo do México? Ups, só para lembrar um caso recente, mas são os peixes que levam com ela por isso não falam.

      Nunca vejo referirem o desperdício de óleos nas revisões e milhares de milhões de componentes que não vão parar à dita reciclagem.

      A vapor era mais giro, e mais viável atualmente, mas quem iria fazer dinheiro com isso?

      Querem ar mais limpo nas cidades, não há falta a dar.

      Até que venha a existir uma rede de hidrogénio já estamos debaixo da terra… mas será também um hipótese muito viável.

      O embuste não, é a a China a querer limpar o seu país altamente poluído, e quem quiser, que compre.

  11. José says:

    Olá, tudo muito bem vale o que vale, ainda sou reticente mas com vontade de ultrapassar esta barreira e ir ao encontro de uma solução VE mas se após 8 anos média ou 160k um carro a combustão consoante categoria ainda pode valer 10 a 20k ou que valerá um VE sabendo que a tecnologia avança a grande velocidade será que haverá baterias de substituição e a que preço ou obrigará o VE a ir para a reciclagem, isto fazendo de nós grandes consumidores enérgicos.! ABE

  12. eDummy says:

    Tanto preconceito… Todos serão elétricos um dia. Se as baterias serão as mesmas já não sei. Para além da garantia de 8 anos da marca, a substituição é gradual, por módulos, e nada nos garante que a tecnologia não evolua e não tenhamos outras melhores e mais em conta, ou até outras fontes ou formatos de energia. Não vale a pena é sofrer por antecipação!

  13. EC says:

    Ainda há quem duvide dos elétricos por medo da degradação das baterias? E então a degradação mecânica dos carros a combustão?

    O meu velho carro, com 160k km, já pedia embraiagem nova (~2.300€). No final do ano passado já tinha levado discos de travão e amortecedores (~1.500€). E a correia de distribuição em fim de vida…. Com o preço do diesel a disparar… estava na altura de mudar e optei por elétrico, até porque tenho onde carregar.

    Comprei pela empresa: 35k = ficará a ~24k reais após dedução de IVA + IRC.
    Custo por km? Uma fração do combustível.
    Mais potência, muito menos manutenção, isento de IUC e estacionamento na via pública praticamente gratuito.

    Negócio: 15k de entrada (incluíu retoma) + 20k de financiamento
    Resultado: carro elétrico novo e ainda +20€/mês no bolso vs manter carro velho a combustão (prestação + carregamentos vs combustível, manutenção, IUC e estacionamento).
    A única coisa que ficou mais cara foi o seguro, mas esses +20€/mês acabam por compensar essa diferença.

    No fim do dia… o “caro” sai barato.

    • Pierre says:

      Dinossauros!

      Até deviam de já ter implementado mobilidade modular mas isso são outros quinhentos… mais umas décadas e as carroças são comutáveis de partilha…

    • Mike says:

      Mas o comum dos mortais não vai comprar um carro “pela empresa”, porque a maioria não tem uma empresa. Ainda não paga IUC, mas não será eternamente assim, e como já viu no seguro, quando começar a pagar, possivelmente até será mais caro, porque com o binário e peso que os VE tem, degradam mais as estradas… No final, o seu VE com 160.000km poderá necessitar de uma bateria nova, que nunca custará o que investiu no seu velhinho a combustão (3.800 euros). E o velhino com 160.000km continua a fazer os mesmos km com um depósito cheio. O VE, com 160.000km, não faz os mesmos km com uma carga completa da bateria, por esta ter já menos capacidade. No fim ainda vão perceber que afinal o VE não é assim tão amigo do ambiente. É como a IA: tanta gente preocupada com o ambiente, mas usam e abusam de IA, que necessita de grandes centros de dados, que por sua vez precisam de imensa electricidade e refrigeração… Até centros de dados querem meter no mar e no espaço! Acham ainda que este mundo capitalista, com isto tudo, está realmente a pensar na ecologia e no meio ambiente? Não!…

      • EC says:

        Percebo o ponto, mas na prática não é bem assim. Nem toda a gente compra por empresa, mas também não é algo incomum para o comum dos mortais ter uma empresa ou recorrer à compra dtravés duma. E mesmo a título particular, o custo por km continua bastante mais baixom tal como na altura em que se comparava gasolina vs gasóleo, tudo depende da utilização que se dá para ver se compensa optar por VE ou não.

        E as baterias não morrem aos 160k. Como se vê neste artigo e em vários casos reais, há muitos exemplos com bem mais quilómetros e ainda com boa capacidade.
        Quanto ao ambiente: nenhum carro é 100% verde, mas a pegada de carbono da extração, refinação e transporte de combustíveis fósseis é enorme e contínuo . Já a bateria é um impacto inicial que depois se dilui ao longo dos anos de uso.

        No fim, para quem faz km e pode carregar em casa, é mais uma questão de contas do que de opinião.

        • Nuno says:

          Comprar um EV pela empresa é deitar fora a garantia… É como a malta que compra portáteis e telemóveis pela empresa e ao fim de 1 ano ficam a pé…

          • JL says:

            A garantia funciona de igual modo.

          • LMR says:

            Como???
            A garantia só vale para particular, é isso?
            Lool

          • Nuno says:

            Em Portugal e na Europa as garantias são diferentes para o consumidor e para as empresas.
            O que se vê publicitado é normalmente para o consumidor.

          • LMR says:

            Que são diferentes eu sei, daí dizer que não tem garantia é outra conversa, mas são esses tipo de comentários sem qualquer sentido, que passam informação errada, e mesmo que assim fosse, era igual tanto para elétrico como para combustão.

          • JL says:

            Uma empresa é um consumidor.

          • JL says:

            Não é melhor alterar a frase e dizer uso profissional ?

          • Nuno says:

            Caro JL, não. Uma empresa não é um consumidor. A definição legal está bem explícita e é precisamente para excluir as empresas das mesmas.
            Decreto de lei 84/2001 e aplica-se em Portugal e na Europa.
            Consumidor: “Uma pessoa singular que atue com fins que não se integrem na sua atividade comercial, industrial, artesanal ou profissional.”
            LMR, nunca disse que não tinham garantia. Aliás fui bem preciso ao dizer ao fim de 1 ano…

          • Mário says:

            JL desculpe mas nisso nao sabe… se comprar um bem tipo portatil com contribuinte 5 automaticamente apenas tem um ano de garantia… O Nuno tem razão.

          • LMR says:

            Diz-me qual é o carro elétrico em Portugal que só te dá garantia de 1 ano.
            Na Tesla é igual seja para particular ou empresa, os outros não te sei dizer, mas acredito que seja mais ou menos a mesma coisa.
            Qualquer das formas, os elétricos não são diferentes dos outros carros.
            É óbvio que és contra os elétricos, mas há muita coisa que podes dizer em relação a isso, está não é uma delas.

          • JL says:

            Uma empresa é um consumidor sim, e esse decreto prova isso mesmo, desde que a empresa não venda carros, então é um consumidor.

            Mas alguém falou de portáteis ?

          • Nuno says:

            Uma empresa não é um consumidor!
            Que empresa é uma pessoa singular?
            E o que tem a ver se a empresa vende carros ou não???
            Se comprares um carro, uma máquina de lavar louça ou uma betoneira em nome de uma empresa, essas compras foram feitas para uma empresa e não têm mais de 1 ano de garantia por lei.

          • Nuno says:

            Os carros das empresas só têm 1 ano de garantia. Sejam a pilhas ou a sumo de dinossauro…

          • LMR says:

            Nuno, tens e tirar as palas. Ninguém está a falar de lei, está a falar de garantia de carros elétricos. A lei obriga a um mínimo, se o fabricante quiser pode dar mais, não há lei que o impeça, é isso que acontece na maioria dos eléctricos, se não todos.

          • Nuno says:

            Eu não tenho de tirar palas nenhumas.
            O termo garantia é algo que é válido de acordo com a lei.
            As garantias que as marcas te dão são “garantias” que valem o que valem.
            Dos carros elétricos não sei o que acontece em termos de bateria que nenhuma me avariou em 3 anos mas se te avariar outra coisa qualquer saltam fora.

          • LMR says:

            Então é o mesmo para particular, por lei é obrigado a 3 anos, no entanto a maior parte dos eléctricos dá 4 total e 8 bateria, nesse caso também vale o que vale.
            Percebo onde queres chegar, o problema é que começaste esta conversa a dizer que comprar um EV por empresa era deitar fora a garantia e comparaste com malta que compra portáteis e telemóveis.

          • Nuno says:

            Comprar o que quer que seja em nome de uma empresa é reduzir a garantia legal para 1 ano.
            Está melhor?
            Costuma dizer-se que para bom entendedor meia palavra basta e eu estou farto de dar explicações…

  14. Pierre says:

    Só para dar azeite nas comendadeiras que não gostam e bufam: conheço um Taxista que tem um Model 3 Dual Motor Long Range de 2019 com 780.000km e com 81% de capacidade; e adquirido em segunda mão quando tinha 225.000Km…. importado da Alemanha.

    Embrulha ai!

    🙂

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.