PplWare Mobile

Carros elétricos dispararam 52% na Europa e a culpa pode ser da guerra no Médio Oriente

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Realista says:

    O pessoal depois de ter um carro elétrico já não quer outro…

  2. Quem pode, pode says:

    Pois não, desvaloriza que até dói e é vendido para abate e demora centenas de anos para regularizar o estrago que fez na natureza porque a bateria é um atentado ao ambiente. E já agora, os carros também são armas para disparar. Vou viajar numa 9mm. Eh eh

  3. Mario says:

    Isso e o MWh de eletricidade a atingir os 180€ no mercado spot. Tudo porque está um grupo da central de Vandellós em Espanha parado. Aliado á falta de vento, e temos uma equação bonita.

    Eu vejo a sucata dos zoes por aí. Não sei como alguém pode comprar aquilo.

    • AlexS says:

      Mas o Zoe era?é uma porcaria. Há uns 2-3 anos andei num e aquilo parecia uma carroça de tão mal o sistema de recuperação de energia estava mal amanhado.

    • JL says:

      Quanto mais subir mais você vai pagar no gasóleo, e eu mais me convenço que tomei as opções certas.

      Eu não sei como é que alguém pode comprar um citroen c4.

      • Mario says:

        Eu não sei como alguém compra um salvado. É só para dizer que tem um Tesla. Senão tinha comprado um novo

        • JL says:

          Devia saber, porque existem muito mercado deles.

          Seja essa marca ou outra, desde que seja bom negócio.

          • Mario says:

            O pessoal que conheço que compra salvados são os sucateiros e os Zé chapa da esquina.
            Mas agora sugiro outra coisa… Deixe de usar coisas que tenham petróleo, inclusive as estradas.
            O Ti FS tbm pode começar a fazer isso já que tbm é tão moralista.

          • JL says:

            E você é o rei do mundo que precisa de conhecer todos ?

            Lamento que conheça pessoas com poucas habilidades.

            Sugere? Isso é influência do quê? Do rebanho ?

            O moralista aqui é você que fica todo incomodado com estes artigos.

          • JL says:

            Já agora, há um mercado disso, e a aumentar, ainda bem.

            https: //svpauto.com/2024/08/06/carros-salvados-em-portugal/

      • Morty says:

        Tu precisas de vir aqui tentar convencer o mundo todo que tu estas certo, logo por ai vesse que existe muita insegurança na tua escolha, por isso e que a tentas validar todos os dias xD 

        • JL says:

          Tu precisas de vir aqui tentar convencer o mundo todo que tu estas certo, logo por ai vesse que existe muita insegurança na tua escolha, por isso e que a tentas validar todos os dias xD

    • FS says:

      Exacto, o que faz disparar o preço da eletricidade é o recurso aos combustíveis fósseis

  4. JL says:

    Onde é que anda o secalharya ?

  5. JL says:

    “O petróleo mais caro está a empurrar consumidores para os elétricos”.

    Portanto a malta do petróleo anda a IMPINGIR carros eléctricos à malta, quem diria….

    • Mario says:

      E pessoas como o JL a evangelizar. Só falta toda a gente meter 3500 painéis como o sr. E arrasar zona verde como o governo quer fazer para colocar painéis

      • JL says:

        Eu é que evangelizo ? onde ? você é que anda sempre aqui a evangelizar o diesel.

        Lá está, o numero até confirma, 3500, tal como a maioria das suas mentiras, é que quando mais reforça os números errados, mais confirma as suas mentiras.

        EU CONTINUAREI até que me diga o porquê de toda essa preocupação.

        • Mario says:

          Então é mentira que o governo quer arrasar área verde para meter eólicas e painéis? É que na minha zona propõem se abater pinhal para meter painéis.

          • JL says:

            É mentira sim, até porque o governo não tem autoridade sobre isso, mas o que isso tem a ver com a questão que coloquei ?

            Então mostre lá esse projeto mandado pelo governo ? e já agora, o que isso tem a ver com carros elétricos ?

          • Mario says:

            Nem lançaram a “zonas de aceleração de renováveis”

          • Mr. Y says:

            Votasses no PAN e aí o teu município teria mais força para contestar.

          • JL says:

            Essas zonas são zonas delimitadas QUE PERMITEM PROJETOS DE EÓLICAS E SOLARES.

  6. Joao says:

    Vivemos numa sociedade livre, logo que princípio de igualdade seja cumprido, por mim podem comprar EVS, mas!
    Acho que devem sempre dar primazia a indústria europeia, pois será uma forma de ajudar a nossa economia, mantendo a riqueza na EU

    • Fonseca A says:

      Quero la saber da riqueza da UE, eu quero comprar o melhor o mais barato possivel e viver bem nem que seja feito por criancas do taquistao

  7. Yamahia says:

    “…existindo mercados onde gasolina e gasóleo ultrapassam facilmente os 2,5 euros por litro. …”
    Onde?
    O mais caro que vejo na UE (preços de ontem) são os 2,393 € da Dinamarca logo seguidos dos 2,314€ da Holanda.

    Em sentido oposto vemos Malta com 1,34 e mesmo a Polónia com 1,54.

    • Vítor M. says:

      O que vai de encontro ao que escrevi. Aliás, fui pesquisar (podes fazer o mesmo) e e verás nos dados históricos compilados a partir do Boletim Petrolífero da Comissão Europeia, a Dinamarca e os Países Baixos já ultrapassaram os 2,50 €/L, com cerca de 2,58 €/L e 2,56 €/L, respetivamente, durante este ano. E ainda andam perto desse valor.

      • Yamahia says:

        Seja como for, o que salta à vista é a diferença de cerca de 1 € por litro entre 2 estados-membros, o que deixa antever que a culpa não é da guerra, mas sim das políticas da UE, que impõem uma carga fiscal absurda sobre um bem de primeira necessidade, com o único intuito de forçar a venda de elektros.
        Nem o próprio UK que tb são outros alucinados foi tão longe permitindo que o litro ande nos~1,74€.

        Tudo isto tem vários propósitos para além dos carros elektros, que por enquanto ainda não contam para o totobola, pois uma carga fiscal desta dimensão acaba inevitavelmente por alimentar a inflação da generalidade dos produtos, criando um terreno fértil para a Lagarde vir reclamar aumentos das taxas de juro, entre outros.

        • Vítor M. says:

          Só dás razão ao que contrarias há muito tempo 🙂 Qualquer que seja o motivo, é prova de que temos de deixar de estar dependentes dos senhores do petróleo (e das gasolineiras), pelo menos no que toca ao que consumimos em casa e nos carros. Mais uma razão para haver todo o interesse nos carros elétricos, nas energias renováveis, painéis solares, baterias de armazenamento doméstico e, sobretudo, regulamentar a tecnologia V2G (entre outros).

          • Mario says:

            Ficas dependente dos chineses, só mudas a dependência.
            E Vítor, de onde vem o asfalto, os diluentes, os poliésteres, os polímeros…. Não o vejo a falar do jetfuel nem a querer privar se de viagens. A isso eu chamo hipocrisia.

          • Vítor M. says:

            Estás um bocado distraído ou será falta de honestidade no argumentário? Se não vejamos, eu disse o seguinte:

            “Qualquer que seja o motivo, é prova de que temos de deixar de estar dependentes dos senhores do petróleo (e das gasolineiras), pelo menos no que toca ao que consumimos em casa e nos carros.”. Claramente referindo a energia que os faz mover. Mas tu… como sempre 😀 não conseguiste perceber.

            Quando ao resto, é um processo. Vamos um dia depender menos, já dependemos mais, e cada vez haverá mais alternativas. Eu chamo a isso evolução. Se alguma vez vamos conseguir libertar-nos desse tipo de poluição? Possivelmente não, mas pelo menos no que nos rodeia, podemos fazer já alguma coisa, mais não seja queimar menos gasolina ou gasóleo nas estradas, entre outros lugares.

          • Mario says:

            Estou a ver que quando construiste a tua casa começaste pelo telhado, depois o projecto.
            E quem te diz que os srs. que controlam a cadeia de valor dos elétricos não são piores que os do petróleo?
            Eu chamo-lhe mudar o tubo de escape de sítio. Obviamente se tiverem a poluir na India tu não notas.
            Talvez queiras uma refinaria de litio ou uma mina ao lado de casa a poluir correntes de agua potável.
            Mas cada um é que sabe.

          • Vítor M. says:

            Outra área que não percebes nada, construção. Portanto, vamos em frente.

            No que toca aos senhores do petróleo, são os piores, são os senhores da guerra, como vemos diariamente, aliás, os que andam de olhos fechados, esses não querem ver. Tu, por exemplo, continuas a dar desculpas esfarrapadas para defender o indefensável. O consumo de petróleo mesmo que derreta tudo, o que importa é servir a tua causa. Isso tem um nome…

            Depois vais buscar exemplos sem nexo, sem noção… lítio a poluir na Índia… como se o petróleo não poluísse em todo o lado, no mar, no ar, em terra, junto ao teu nariz. Enfim…

          • JL says:

            A solução do Mário é ficar dependente dos chineses, russos, árabes, americanos.

            Sim, esses mesmos vêm desses todos.

          • Yamahia says:

            Pelo contrário. Desde 2020 (através de um excelente documentário que o terrível lobby elétrico mandou destruir) que estamos avisados de que os chineses não são como os árabes, que se contentam em vender a matéria-prima. Os chineses recusaram vender a matéria-prima caso não fizessem parte da produção. E o resultado está à vista…90% das baterias que equipam os carros europeus são chinesas, isto sem contar com as coreanas ou as americanas. Nenhuma indústria pode sobreviver nestas condições. Ao não controlarem a essência do produto perdem competitividade e despareme. Uma questão de tempo em todo o lado, Mas os alucinados da UE, que estavam carecas de saber o que iria acontecer e respectivas consequências, trataram de fazer tudo ao contrário. Só podiam estar e continuam a estar comprados.

          • Vítor M. says:

            Continuas a dar tiros nos pés com falta de conhecimento de causa. Misturas alguns factos com conclusões que não são sustentadas pela realidade.

            É verdade que a China domina atualmente grande parte da cadeia de valor das baterias, desde a refinação de minerais até ao fabrico de células. No entanto, isso não aconteceu apenas por causa de decisões da União Europeia. É uma visão muito curta da realidade e da história.

            A China investe há mais de duas décadas neste setor, garantindo acesso a matérias-primas, desenvolvendo tecnologia e apoiando fortemente a indústria nacional.

            Também não é correto afirmar que 90% das baterias dos automóveis europeus são chinesas. Muitas são produzidas na Europa, embora frequentemente por empresas asiáticas, como a LG Energy Solution, Samsung SDI ou SK On, e existem investimentos europeus significativos, como os da, ACC, PowerCo (Volkswagen) e outros fabricantes.

            Quanto à ideia de que os responsáveis europeus “estão comprados”, trata-se de uma acusação para a qual não existe qualquer prova. És tu a delirar.

            É verdade que a estratégia da UE é criticável por ter reagido tarde ao domínio chinês, mas isso é muito diferente de sugerir corrupção ou conspiração sem evidências. Não inventes. Pode ser mais falta de estratégia governamental.

            Nao tenho dúvidas que o verdadeiro problema é estratégico. A Europa perdeu vantagem numa tecnologia que não desenvolveu à mesma velocidade que a China. Agora tenta recuperar terreno com milhares de milhões de euros em investimento, mas essa recuperação será lenta e altamente competitiva.

          • JL says:

            Se o lobby é assim tão forte porque não destruiu completamente o documentário ?

            Encontro-o em tantos sites.

          • JL says:

            Outra mentira, é 70% e não 90, sempre a inventar.

        • JL says:

          Tem diferença de um litro porque num local é pouco subsidiado e noutro é altamente subsidiado.

          Mas já agora, o que isso tem a ver com carros elétricos ?

      • Grunho says:

        Em igualdade de trabalho e horas um dinamarquês ou holandês leva para casa mais do triplo do que leva um português. E o QI deles também deve andar pelo triplo- em Amsterdão e Copenhaga só deficientes motores usam outra coisa que não transporte público ou bicicleta.

        • Vítor M. says:

          Misturas vários assuntos que não estão diretamente relacionados. Os salários na Dinamarca ou nos Países Baixos são, de facto, muito superiores aos portugueses, mas isso resulta da produtividade, da estrutura económica, da carga fiscal, do custo de vida e de décadas de políticas públicas, não do QI. Se não… este tipo de comentário dava cabo da nossa métrica nacional!!!

          Quanto à mobilidade, Amesterdão e Copenhaga são cidades planeadas durante décadas para privilegiar a bicicleta e os transportes públicos, com infraestruturas de excelência. Isso não significa que quem usa automóvel seja menos inteligente, nem que pessoas com deficiência motora sejam as únicas a utilizá-lo. Generalizações desse género não ajudam à discussão. Isso a tua cabeça tem ideias destas.

          • B@rão Vermelho says:

            faltou mais um pormenor, nos Países Baixo a montanha mais alta mede 1 metro, ou seja é um país plano, ajuda muito para quem anda de bicicleta. 🙂 🙂

          • Grunho says:

            Se há coisa que não está de todo relacionada com isto é a minha cabeça. Argumentar com isso é total falta de QI. E atenção: Amsterdão e Copenhaga já foram cidades infernais, completamente atascadas de latas a fumegar. Deixaram de ser devido à revolta das populações e à exaustão do lobby petrolífero e automóvel, que resistiu reacionariamente quanto pôde.

    • Morty says:

      2,393 € da Dinamarca, Polónia com 1,54.

      Por algum motivo a Polónia esta a crescer mais que a Dinamarca e Holanda…

      • JL says:

        Óbvio, países que precisam de crescer mais têm mais ajudas e subsídios.

      • JL says:

        https ://www.enerdata.net/publications/daily-energy-news/poland-plans-end-fuel-price-caps-it-expects-oil-market-pressures-ease.html

        https ://www.portaltela.com/noticias/economia/2026/06/13/polonia-encerra-subsidios-a-combustivel-negociacoes-eua-ira-se-intensificam/

    • JL says:

      Em Malta são altamente subsidiados.

  8. B@rão Vermelho says:

    Quanto as desvalorização dos VE, sim existe quando os concessionários dão cotação aos nossos VE, mas depois quando são eles a vender pedem uma fortuna, nesse aspeto acho que os a combustão estão ligeiramente mais valorizados, mas acho que não é segredo para mínguem que a compra de um carro é o pior investimento que se pode fazer.

    • Grunho says:

      A confraria do capitalista Hélder Pedro – o que quer obrigar os portugueses a deitar fora carros a andar, para ‘evitar a cubanização do parque automóvel’- acha que é um belíssimo investimento.

      • B@rão Vermelho says:

        Se tiver na altura de trocar de carro, sim acho que vale a pena optar por VE, agora ir a correr comprar um VE para poupar uns trocos no combustível é só ignorância pura e dura

    • Mario says:

      Mas isso é o prato do dia. Um amigo meu vendeu o carro a um stand e deram lhe 5k€, quando foi a ver o carro estava a venda por 15 mil.

  9. nuno says:

    Quem compra carro novo, seja qual for, é sempre para PERDER dinheiro e nunca para POUPAR!!!! Todos os argumentos sao validos para a compra de carro novo, mas nunca para POUPAR, nunca!!!!

    • Realista says:

      Gastas menos com uma opção em detrimento da outra… logo, se reduzes os custos é efetivamente uma poupança já que a poupança pode-se fazer tanto pelo lado da despesa como pelo lado da receita.

      • Mario says:

        Quem compra um carro para poupar está a apostar no cavalo errado. Ninguem poupa com um activo tóxico.

        • Vítor M. says:

          Aí está o argumento “velho do Restelo…”. A verdade, que custa a quem não está preparado, é que, se alguém hoje comprar um carro elétrico e tiver condições para o carregar em casa, poupa muito dinheiro. Muito mesmo.

          • Mario says:

            Tal como aquele que diz que a falencia do textil no Norte foi culpa dos sindicatos… quando é a zona que mais carros de luxo tem.

          • Vítor M. says:

            Isso é conversa de comunista, da esquerda caviar. 😉

            Se formos ver com verdade (coisa que tu não fazes, e devias, pela idade, sobretudo), e até para tornar este tempo gasto útil, verificamos que o parque automóvel de marcas como Porsche, Ferrari, Lamborghini, Bentley, Aston Martin, Rolls-Royce e Maserati, tem uma maior concentração na Área Metropolitana de Lisboa. Os números dizem-nos isso. O que, perante a tua retórica, é chato! 😉

            Vamos ao TOP nacional:

            1. Lisboa: É o concelho com o maior número de automóveis de luxo registados em Portugal. A elevada concentração de empresas, residentes de elevado poder de compra e compradores estrangeiros explica essa liderança.
            2. Cascais: Um dos principais “hotspots” de supercarros e SUV de luxo. É frequente encontrar Ferrari, Lamborghini, Bentley, Rolls-Royce e Porsche nas zonas do Estoril, Quinta da Marinha e Guincho.
            3. Oeiras: Beneficia da forte concentração de empresas tecnológicas, gestores e empresários, sendo um dos concelhos com maior rendimento per capita do país.

            Como vês, os carros de luxo estão mais a Sul. E sim, a norte, onde os sindicatos destruíram a têxtil, não tem essa força que tinha no passado.

        • JL says:

          Não foi o que você fez ? Então porque comprou um diesel ?

          • Mario says:

            E você porque comprou um salvado? Não há dinheiro não há vícios. Eu para comprar um salvado tinha que estar muito mal na vida.

          • JL says:

            Porque era bom demais para ir para a sucata e assim posso gabar-me que foi para poupar.

            Mas que raio de vício há em comprar um diesel ? Só se for vício de gastar dinheiro.

            Mal na vida já você está, não anda sempre a dizer recebe o ordenado mínimo ? Só isso é indicação que está mal.

    • JL says:

      Se não houver compra de novos não há usados para ninguém, os fabricantes não vendem carros usados.

  10. nuno says:

    Se um EV é assim tão bom, vamos retirar os incentivos, vamos colocar impostos como todos os veiculos tem, etc.. e depois vamos ver se realmente sao assim tao bons!!! Deixem o mercado funcionar por ele mesmo, sem o fazerem inclinar!!! Isso é que era de valor, ah e não esquecer tambem se nao fabricarem carros a combustão propositamente menos fiaveis para assim tambem alavancar a venda de EVs.

    • JL says:

      Já não existem incentivos na maioria dos paises, e pagam impostos todos por igual.

      Ele está a funcionar, este artigo é a prova disso.

      Será que está a ser inclinado como foram os diesel ?

      Que eles são menos fiáveis já se sabe há muitos anos, aliás, sempre foram os menos fiáveis.

  11. Grunho says:

    O único carro verdadeiramente ecológico é aquele que não é produzido. E o único verdadeiramente económico é aquele que já está pago. Agora, se alguém precisar de comprar carro novo só se for completamente otário é que compra a petróleo. Os preços dos combustíveis nunca mais vão descer. E a Europa vai ter problemas graves de fornecimento. Pior ainda, pode ficar com todo o combustível reservado à tropa, se tiver a ideia mentecapta de medir forças com a Rússia.

    • Mario says:

      Isto. Tal como kWh mais verde é aquele que não é consumido. Mas o que vejo é as pessoas a meter painéis não para consumir menos mas para sustentar o consumo desenfreado

      • B@rão Vermelho says:

        Mas quem é que conheces que compra painéis e não poupa uns trocos?
        No meu caso poupo mais ou menos 50% na fatura da EDP, tenho tudo elétrico em casa, excepção o carro que ainda é um carro comercial modesto, mas penso até ao final do ano ir buscar um Tesla Y, nunca na vida pensei em comprar um carro deste valor, mas com as campanhas de financiamento da Tesla a 0% ou quase, vale a pena.

      • JL says:

        Se não for consumido não vale a pena ser produzido, já agora, eletricidade que não é consumida não pode ser consumida, é impossível fisicamente.

        Desenfreado como ?

        • Mario says:

          Então quer dizer que eu devo consumir energia como se não houvesse amanhã?
          Ou seja devemos incentivar ao consumo dê por onde der porque há recursos ilimitados. Boa filosofia que está a dar aos seus filhos que é …. olha para a tua barriga e manda os outros bugiar porque tu és o Deus trino e Eterno.

          • FS says:

            Mas quer imposição ao consumo?
            Não me parece que alguém tenha sugerido que se deve incentivar o consumo

          • Mr. Y says:

            Estás a misturar tudo. Quem compra paineis solares pretende poupar uns trocos ao produzir energia localmente e, no limite, pode vender energia para a rede.
            Mesmo que o consumo de energia aumente para, por exemplo, carregar um VE, isso será feito fora da rede ajudando a haver menos picos de consumo.
            Por fim, nem todas as casas com paineis solares têm VE estacionados.

          • JL says:

            Não, quer dizer que se não consumir, não a pode produzir, já é a segunda vez que digo isto, afinal dizia que sabia a lei de ohm e agora já não sabe ?

            Devemos sim incentivar a eficiência, dai estes veiculos, que são a solução mais eficiente que existe.

            Sim, esta é a boa filosofia, ta tanto que se vê em todo o lado, qualquer veiculo, qualquer aparelho que use energia, ao longo dos anos tem vindo a consumir menos e a fazer o mesmo ou mais.

            Se você começar a ler com atenção e a não ser um pau mandado, talvez chegue a entender alguma coisa do que lhe é dito.

          • Mario says:

            @FS veja os posts de várias pessoas ligadas á área em que dizem que se deve incentivar o consumo. Quando vejo uma pessoa dizer que gasta 2000 kWh por mês numa vivenda… Pergunto tem uma casa ou tem uma central elétrica.

          • JL says:

            Quem é que diz que se deve incentivar o consumo ?

            Deve ser uma casa grande, posso-lhe mostrar uma casa que gasta cerca de 180 kwh por dia, não é bem uma casa, é uma mansão com mais de 3 000 m2, com piscina aquecida, entre outros luxos, tem 30 KW de painéis instalados, o que reduziu em o consumo da rede em 61%.

          • FS says:

            Se alguém vier dizer que o seu carro consome 10l/100km (alguns até consomem mais, mesmo a andar “devagar”) também está a incentivar o consumo?
            Regra geral, os painéis vão baixar ou mitigar algum aumento no consumo que possa existir, qualquer que seja o motivo desse aumento
            Volto a perguntar, quer imposição ao consumo?

          • Grunho says:

            As minhas contas são em litros aos mil. No dia em que o meu carro gastasse 10 l/100 abria-lhe o depósito e mandava-lhe um fósforo aceso.

          • Mario says:

            Quem o dizia era a goldenergy nas faturas. Que o kWh mais verde era o que não era consumido. Mas como não foi o JL que disse…

          • JL says:

            Então mostre lá uma fatura dessas ?

        • Mario says:

          Basta ver a diabolizaçao que fizeram ao gás natural. Ele se não for queimado tem que ser mandado para a atmosfera e faz não sei quantas vezes pior do que se for queimado.
          Anda o governo a dizer que tem que ser tudo eletrificado e o diabo a 7. Mas depois produzem energia do gás natural, tanto que por estes dias é ele que tem marcado preço.

          • JL says:

            Então mostre lá essa mentira sua que tem de ser tudo eléctrico dito pelo governo ?

          • Mario says:

            Basta ver a troca de eletrodomésticos, o vale eficiência. Ou vai dizer que tbm é mentira. Basta ver os discursos a dizer que se tem que elétrificar o consumo.

          • JL says:

            Então afinal incentivam a eficiência ou não ? É que você anda em modo parafuso.

            Não era melhor dizer a verdade que o incomoda ?

        • Mario says:

          Quero dizer que se deve racionalizar os consumos. Mudar comportamentos… Mas sim compreendo que você para defender o seu ego e ser o maior aqui da rua tem que ficar sempre por cima…

          • JL says:

            Lá vem a inveja ao de cima.

          • Mario says:

            Inveja de alguém que só olha para si mesmo? Que acha que só ele é que está certo e mais ninguém? Tudo o que os outros dizem não é válido?
            Não obrigado.

          • JL says:

            Eu não olho só para mim mesmo, até concordo com o uso de datacenters para que você possa deixar aqui os seus devaneios..

            Eu defendi onde ?

            Sou o maior da rua como ?

      • FS says:

        Desde quando é que alguém vai colocar painéis solares para consumir menos?
        É o mesmo que dizer que alguém, que anda a pé, comprou uma bicicleta para fazer menos kms
        Você ia gostar que lhe dissessem que a partir de agora só ia poder gastar X kWh por mês?

        • Mario says:

          Mas é isso que vai acontecer. Espere lhe pela demora. Já vi a coisa mais longe.
          As pessoas que não venham é chorar para os fóruns a dizer que têm consumos de 1200-1500 kWh por mês e não estão dispostas a mudar o seu comportamento. Aprendam a poupar.
          E há algo mais barato que o carro elétrico, transportes públicos. Nem sei como não os defende e não anda neles. Mas já vi que é demasiado snob para se misturar com povo. Em Portugal os transportes públicos mordem. Mas nos países atrasados como a Suiça e Inglaterra funcionam.

          • FS says:

            Mas você conhece-me para dar palpites sobre a minha vida? Que eu saiba não faço o mesmo consigo!
            O que é que aquilo que os outros consomem tem a ver comigo ou consigo? Das minhas contas cuido eu e, supostamente, você cuida das suas, certo?
            Mas deixe-se de extremismos e pense um bocado pela sua cabeça. Quem, no seu perfeito juízo, vai gastar dinheiro na instalação de painéis solares para depois gastar mais dinheiro em eletricidade? Só se for quem nunca se peocupou com isso!
            Agora também quer imposição aos veículos pessoais? Logo você que diz ser contra a “imposição” do VE! Isso parece-me hipocrisia
            A questão dos transportes públicos dava direito a um artigo, ou vários, dedicado só ao tema

          • Mario says:

            Eu não disse isso. Disse que as pessoas não estão dispostas a cortar no consumo ou pelo menos a optimizar. As pessoas que eu conheço que colocaram paineis foi para consumir ainda mais.
            Então você também não dê palpites da minha. O que eu disse é que a transição energética devia ser suave e não imposta como estão a fazer. Só você e o JL é que não vêm.
            Logo vi que não andava de transportes públicos porque faz comichão ir com o proletariado.

          • FS says:

            A informação que passa não ajuda a traçar um perfil de consumo. Se esse consumo aumentou por necessidade não vejo problema nisso, e os painéis certamente ajudarão a mitigar, pelo menos, algum desse aumento. Se consomem mais só porque sim, haja carteira para isso
            Se alguma vez dei palpites sobre a sua vida, peço desculpa, mas sinceramente não me recordo de o ter feito. Ao contrário de si que continua a falar da minha vida como se me conhecesse
            Concordo, a transição devia, e podia, ser mais suave, infelizmente a europa levou tempo a responder

          • Vítor M. says:

            O Mário tem esse problema: na falta de argumentos, ataca o interlocutor. É uma característica que mostra a falta de informação. Ele está errado na retórica; ele tem como base de sustentabilidade a dependência das pessoas do petróleo, das petrolíferas e dos impostos sobre os combustíveis. Ele gosta da amarra da octana.

            Hoje, uma gestão energética inteligente (claro, para quem tem condições, e felizmente muitas têm) é apostar em painéis solares e, se possível, baterias. Apostar em negociar (duas vezes ao ano, pelo menos), o valor do kW. Caso tenham de comprar um carro, apostar num elétrico, podem pagar mais à cabeça, mas ao médio e longo prazo vão poupar muito dinheiro.

            O jugo do petróleo é que tem de ser abandonado. Aliás, o próprio Estado tem de ajudar a essa libertação, empresas e particulares não podem ser marionetes nas mãos dos senhores da guerra.

            Agora… o Mário perceber isso!!!!!

          • Mario says:

            Eu posso ter falta de argumentos, mas o Vítor, na falta de argumentos técnicos, ataca com a retórica calculista de quem diz tudo e não diz nada (aka paleio de político). E ao contrário de mim, o Vítor não conhece o mundo real pelo que fala. Como não consegue contra-argumentar tecnicamente, usa jargões jornalísticos e políticos para falar…

            É muito bonito falar em ‘libertação’ e ‘marionetes’ do alto de uma bolha onde se pressupõe que toda a gente tem capital para investir em elétricos, painéis e baterias. No mundo real, a maioria das famílias e empresas não escolhe o combustível por gosto; escolhe-a por necessidade. Romantizar a transição energética ignorando a barreira financeira do país real é o verdadeiro sinal de falta de informação.

            Mas claro, para continuar na linha do que os seus amigos liberais dizem, o petróleo é só o mercado a especular… perdão, a funcionar. Seja sincero: algo no passado o atormentou para vir para aqui com traumas ideológicos disfarçados de lições de moral?

          • Vítor M. says:

            TEns falta de argumentos e de verdade. E vens sempre com essa atitude comunista, bafienta. Em vez de ajudares ao diálogo, à verdade, mesmo que coloques as dúvidas, para partilharmos informação, dás as coisas como constatadas, erros que depois tentas moldar à medida que vais falhando.

            Depois, essa conversa “o Vítor não conhece o mundo real pelo que fala…” é apenas a tua falta de noção. Eu tenho dado factos, números e tu apenas conversa fiada. Nem uso jargões, tu é que não percebes as verdades em factos, achas que são jargões. 🙂

            Quando não trazes factos, trazes a retºorica políca, comunista “É muito bonito falar em ‘libertação’ e ‘marionetes’ do alto de uma bolha onde se pressupõe que toda a gente tem capital para investir em elétricos, painéis e baterias. No mundo real, a maioria das famílias e empresas não escolhe o combustível por gosto; escolhe-a por necessidade. Romantizar a transição energética ignorando a barreira financeira do país real é o verdadeiro sinal de falta de informação.”

            Já pareces o camarada Paulo Raimundo, e as suas frases do neoliberalismo, do capitalismo, os grandes grupos económicos, o grande capital… enfim, mais do mesmo. Factos? ZERO.

            Mas claro, para continuar na linha do que os seus amigos liberais dizem, o petróleo é só o mercado a especular… perdão, a funcionar. Seja sincero: algo no passado o atormentou para vir para aqui com traumas ideológicos disfarçados de lições de moral?

            Sim, lá está, saber do que fala, ZERO, mas desviar atenções, inventar cenários, é um primor. Devia ter mais conhecimento, dado a sua idade, mas percebo que viveu sempre debaixo da pedra comunista.

          • JL says:

            Isso é uma mentira de todo o tamanho, quem mete painéis quer gastar o mínimo possível para que justifique ter painéis, senão não vale a pena ter.

          • Mario says:

            Vítor, quem não sai da sua redoma de vidro tem mesmo uma enorme facilidade em chamar “conversa fiada” à vida das pessoas. Eu não estou a inventar cenários. Basta vir à rua e ver o país real. Mas se calhar, para si, os milhares de portugueses que enfrentam as dificuldades do dia a dia são apenas atrizes e atores a fingir num teatro para moldar narrativas, não é? O país real extravasa as suas folhas de Excel e os seus jargões corporativos, mas eu percebo que seja mais conveniente escudar-se em números frios que nem sempre espelham a realidade.

            Vá lá, seja sincero: o Vítor só recorre à retórica gasta do “comunismo bafiento” e do “Paulo Raimundo” porque ficou sem argumentos técnicos para debater e precisa desesperadamente de um espantalho ideológico para se defender. É o seu único trunfo quando a sua lógica falha. Mas diga-me com honestidade: já viu o comunismo fazer-lhe algum mal na sua vida quotidiana em Portugal? Eu não. Já quanto aos seus amigos liberais, ao “mercado a funcionar” de fachada e a esta febre “verde” tecnocrata, não posso dizer o mesmo.

            Quer factos? Quer números para deixar de dizer que tenho “zero” conhecimento? Então vamos a dados concretos sobre quem é que realmente vive encostado ao “Pai Estado” enquanto prega a cartilha do liberalismo, e sobre o impacto real dessa utopia mercantil que defende do alto do seu pedestal:

            * **Brisa e Concessões Rodoviárias:** A Brisa e as concessionárias privadas fartam-se de exigir reequilíbrios financeiros ao Estado sempre que o negócio não corre exatamente como planeado. A Brisa chegou a exigir mais de mil milhões de euros ao Estado em tribunais arbitrais por causa da introdução de portagens. Os lucros são sempre privados, mas o risco passa todo para o contribuinte.
            Link: [https://www.noticiasaominuto.com/economia/382796/brisa-pedia-mil-milhoes-tribunal-decidiu-por-110-milhoes](https://www.noticiasaominuto.com/economia/382796/brisa-pedia-mil-milhoes-tribunal-decidiu-por-110-milhoes)
            * **A Banca dos Liberais:** O Vítor enche a boca com o mercado livre, mas esquece-se convenientemente dos milhares de milhões de euros injetados pelo Estado (e pelo Fundo de Resolução pago pelos contribuintes) para salvar os bancos privados geridos pela elite liberal. Só o Novo Banco sorveu milhares de milhões de euros públicos em capitalizações sucessivas para cobrir lixo financeiro. Afinal, o mercado só funciona na hora de lucrar; na hora do prejuízo, a fatura é dividida por todos nós.
            Link: [https://www.dn.pt/novo-banco-vai-receber-mais-429-milhoes-do-fundo-de-resolucao-13776419.html](https://www.dn.pt/novo-banco-vai-receber-mais-429-milhoes-do-fundo-de-resolucao-13776419.html)
            * **As Concessões Privadas da Água (Águas de Gondomar e Indaqua):** Prometeram milagres com as concessões e a gestão privada da água, mas a realidade do consumidor é que, desde que assumiram o controlo, as faturas dispararam. Em Gondomar, a privatização colocou o concelho no topo da água mais cara do país, gerando forte revolta e petições públicas. Em Matosinhos, a Indaqua segue o mesmo caminho de asfixiar as famílias com tarifas em flecha aprovadas sob a capa de contratos blindados.
            Link Gondomar: [https://observador.pt/2020/07/15/movimento-civico-quer-acabar-com-privatizacao-da-agua-em-gondomar/](https://observador.pt/2020/07/15/movimento-civico-quer-acabar-com-privatizacao-da-agua-em-gondomar/)
            Link Matosinhos: [https://www.radiometropolitanaporto.pt/camara-de-matosinhos-aprova-por-maioria-aumento-da-tarifa-da-agua-2026/](https://www.google.com/search?q=https://www.radiometropolitanaporto.pt/camara-de-matosinhos-aprova-por-maioria-aumento-da-tarifa-da-agua-2026/)
            * **O Negócio do Lixo (Mota-Engil / EGF / SUMA):** A privatização do setor dos resíduos entregou o tratamento do lixo ao monopólio privado do grupo Mota-Engil/SUMA. O resultado prático? Concessionárias como a Valnor avançaram com propostas de aumentos brutais de tarifas de tratamento do lixo superiores a 100% que asfixiam as autarquias e recaem sobre os cidadãos, enquanto na Amarsul os custos municipais dispararam mais de 300% sem correspondência na qualidade do serviço. O lucro é garantido pelo regulador e pago pelas populações.
            Link Valnor/EGF: [https://www.abrilabril.pt/local/valnor-brutais-aumentos-das-tarifas-do-lixo](https://www.abrilabril.pt/local/valnor-brutais-aumentos-das-tarifas-do-lixo)
            Link Amarsul: [https://noticias.mun-setubal.pt/comunidade-intermunicipal-exige-a-amarsul-compensacoes-pela-subida-das-tarifas-de-residuos/](https://noticias.mun-setubal.pt/comunidade-intermunicipal-exige-a-amarsul-compensacoes-pela-subida-das-tarifas-de-residuos/)
            * **O “Milagre” dos Parques Solares e a Destruição Verde:** O Vítor acha os parques solares uma poesia, mas no país real eles estão a arrasar milhares de hectares de terra fértil, floresta e ecossistemas protegidos. Em Condeixa-a-Nova, autorizou-se o abate de mais de 1.000 sobreiros (uma espécie protegida!) para dar lugar a painéis. No Alentejo, em locais como o Cercal, movimentos de cidadãos revoltaram-se contra projetos megalómanos que asfixiam a agricultura e o turismo rural, ocupando solos férteis com plástico e silício. Na Beira Interior, o mega-projeto Sophia enfrenta forte contestação pela destruição da paisagem rural junto a aldeias históricas. Bonita ecologia esta que exige desflorestar e cimentar a nossa própria terra.
            Link sobre abate de sobreiros: [https://eco.sapo.pt/2025/03/11/parque-solar-abate-mais-de-1000-sobreiros-em-coimbra-e-compensa-com-7400-no-marvao/](https://eco.sapo.pt/2025/03/11/parque-solar-abate-mais-de-1000-sobreiros-em-coimbra-e-compensa-com-7400-no-marvao/)
            Link sobre contestação na Beira Interior: [https://www.theportugalnews.com/pt/noticias/2025-11-19/mais-oposicao-ao-mega-parque-solar/919767](https://www.theportugalnews.com/pt/noticias/2025-11-19/mais-oposicao-ao-mega-parque-solar/919767)
            Link sobre destruição no Cercal: [https://odigital.sapo.pt/movimento-repudia-aprovacao-de-central-solar-em-cercal-do-alentejo/](https://odigital.sapo.pt/movimento-repudia-aprovacao-de-central-solar-em-cercal-do-alentejo/)
            * **Colégios Privados:** O negócio dos contratos de associação demonstrou à saciedade que, se não fossem o financiamento público e os alunos canalizados diretamente pelo Pai Estado, muitos colégios privados iam direitinhos à falência por total falta de sustentabilidade própria no mercado livre.
            * **Fertagus (Grupo Barraqueiro):** O exemplo perfeito do liberalismo de conveniência: operam a linha ferroviária da ponte, mas exigem regularmente prorrogações de concessão e reposições de equilíbrio financeiro ao Estado para mitigar riscos e perdas de receitas. Querem os comboios a andar, desde que o Estado assuma o risco quando a teoria deles falha.
            Link: [https://eco.sapo.pt/2024/11/05/prolongamento-da-concessao-da-fertagus-poupa-55-milhoes-ao-estado/](https://eco.sapo.pt/2024/11/05/prolongamento-da-concessao-da-fertagus-poupa-55-milhoes-ao-estado/)
            * **Grandes Superfícies (Sonae, Jerónimo Martins e afins):** Grupos económicos com lucros históricos e recordes de faturação correram imediatamente a pedir (e receberam) apoios e subsídios do Estado para mitigar o impacto da subida do salário mínimo nacional. Coitadinhas das multinacionais, até precisam de esmola pública para conseguir pagar aos trabalhadores.
            Link: [https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/estado-pagou-450-mil-euros-a-sonae-para-apoio-ao-salario-minimo-e-ceo-foi-aumentada-este-ano-em-400-mil-euros/](https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/estado-pagou-450-mil-euros-a-sonae-para-apoio-ao-salario-minimo-e-ceo-foi-aumentada-este-ano-em-400-mil-euros/)
            * **Saúde Privada:** O grande negócio dos grupos de saúde privados em Portugal só apresenta os resultados milionários que apresenta porque recebe centenas de milhões de euros transferidos diretamente do erário público através de convenções com o SNS e ADSE. Sem o Estado a injetar lá dinheiro para comprar serviços, o mercado privado não sobrevivia com esta dimensão.
            Link: [https://observador.pt/2026/04/06/privados-asseguram-150-milhoes-de-atos-convencionados-com-o-sns-por-ano/](https://observador.pt/2026/04/06/privados-asseguram-150-milhoes-de-atos-convencionados-com-o-sns-por-ano/)

            E já agora, Vítor, se a sua próxima cartada for vir com a velha retórica gasta contra os sindicatos… Olhe um bocadinho para fora da sua bolha. Olhe para a força, o impacto e a agressividade real dos sindicatos na Alemanha, na Islândia ou na Dinamarca, capazes de paralisar indústrias e países inteiros quando toca a defender os direitos de quem trabalha. Os nossos sindicatos ao pé deles são uns autênticos fofinhos.

            Portanto, quem é que está mesmo a viver debaixo de uma “pedra” ideológica e desligado da realidade? O mercado livre que o Vítor defende adora dar lições de moral e exigir sacrifícios aos pequenos consumidores, mas é o primeiro a ir a correr de mão estendida pedir o dinheiro e a proteção do Estado quando o lucro aperta ou quando a ecologia de fachada colide com o país real.

            Quem precisa de desviar atenções e de inventar cenários agora?

          • Vítor M. says:

            Paulo Raimundo, estás apresentado. Essa pedra de onde vives, está ao lado da foice e do martelo, liberta-te Raimundo. Conversar contigo não traz nada de útil, é sempre a mesma cassete. És uma espécie de Paulo Raimundo fundido com Prata Roque.

            Podias pelo menos ter a honestidade de trazer dados, números, argumentos sóbrios, mas não, é sempre a mesma cassete comunista. E pegaste nesses fatos, truncaste a verdade para apresentares o que foste buscar ao ChatGPT. Tem vergonha.

          • JL says:

            Ena, que catástrofes enfrenta este país só porque as vendas de eléctricos aumentaram 52%, incrível.

            Volto a dizer, não é melhor dizer o que realmente o incomoda devido aos 52 % ?

          • Mario says:

            Alô Mariana Leitão? Andre Ventura?
            Só publica o que lhe interessa. Se comprar só bifes de peru no talho e não houver mais nada, o talhante tbm teve um ano recorde de vendas de bifes de peru. Mas como é difícil assumir, censura se.

          • JL says:

            Mas há tanto talho com todas as variedades de carne.

            Quer quantos talhos que têm o que quer ?

            Então mostre lá essa censura ?

            Volto a repetir, não é melhor dizer qual o problema que o incomoda com os 52 %?

      • Grunho says:

        Não, o kWh fóssil mais verde é o que não é produzido. O kWh renovável, depois de instalada a capacidade para o produzir, deve ser consumido. Ou melhor ainda, armazenado, se for excedentário.

  12. Joe Doe says:

    E eu todo feliz da vida com meu toyota do ano 2k a diesel of course… vou comprar agora um Dacia a GPL, carros a pilhas ofereci pelo Natal um ao meu sobrinho de 5 anos, adorou o bólide.

    • B@rão Vermelho says:

      Pede ao teu sobrinho para dar uma volta e pode ser que também passes a gostar. 🙂 🙂 🙂

      Não sei quais as tuas necessidades de utilização do carro, na minha modesta opinião se tiveres a opção para carregar em casa e a maioria da utilização do carro é em redor da morada, acho que vais cometer um erro em não comprares um VE, mas se estes pormenores que falei não são viáveis a tua utilização então acho que o melhor é mesmo a GPL, mas podias ser mais modesto, vais logo comprar um Dacia, o carro vencedor do rali Dakar. 🙂 🙂 🙂

      PS, eu também tenho um Dacia Dokker comercial, há pequenas coisas que notas um pouco a baixa qualidade, tipo, qualidade dos bancos, já tive de mandar arranjar os meus ou as palas solares, também já as tive de arranjar, de resto no mais importante, motor e caixa, 267K Km sou eu que faço as revisões é só colocar gasóleo e andar embreagem ainda de origem.

      • nuno says:

        Mas alguma vez a maioria dos portugueses consegue carregar em casa?? Os VEs como os conhecemos hoje, nao servem para a maioria dos Portugueses!!! Muito menos para aqueles que sao pobres e pensam que são ricos!

        • B@rão Vermelho says:

          A minha esposa, tem uma colega que tanto ela como o marido optaram por comprar Tesla, ela Model3 e ele Model Y, alias foi essa colega que me falou das campanhas sem juros ou quase que a Tesla volta e meia faz, e eles moram num apartamento sem possibilidade de poder carregar em casa, eu acho que não compensa, mas eles discordam, e eles melhor que ninguém sabem do que falam.
          Eles eram para ir nesta ferias para o sul de França de Model Y, mas acabaram por não ir porque o gatinho deles teve de ser operado de urgência.

        • Ricardo says:

          E alguém consegue abastecer em casa? Que lógica da batata é essa?

        • JL says:

          E precisam de ser a maioria porquê? Está habituado ao efeito rebanho ? O que um tem de fazer todos têm de ir atrás ?

    • JL says:

      Impossível comprar carros a pilhas, já que em Portugal nem sequer se vendem.

      Mas anotei a sua vontade de tentar mudar o futuro.

      • Mario says:

        A loja de brinquedos tem lá muitos.
        Ouvi dizer que a malta de Rio Maior sonha com uma central nuclear ao lado de casa… então o ti JL já está a desenvolver conversações para meter paineis solares na central nuclear.

        • JL says:

          Se for de brincar sim, não é desses que estamos a falar.

          Ouviu ? onde ? nas suas invenções do costume ?

          Lá está, mais uma confirmação de que anda sempre a mentir por aqui, mais uma vez lhe digo, pode inventar e mentir sobre o que quiser, não vai alterar nada do que digo por aqui….

          • Mario says:

            Já viu o malvado a incentivar o consumo
            https://pt.linkedin.com/posts/antonio-vidigal-3879b0_o-consumo-subiu-e-os-pre%C3%A7os-tamb%C3%A9m-mas-activity-7449343310386778112-2Zho

            Depois eu é que minto. Acredito que você tenha o sonho de ver hectares de floresta arrasados só para meter painéis.

          • Vítor M. says:

            Caro Mário, leste esse texto? 😀 hehe tu não leste… mas diz o seguinte: o sistema elétrico ibérico está a demonstrar que consegue produzir eletricidade muito barata quando existe elevada produção renovável, sobretudo solar em Espanha. Portugal beneficia diretamente dessa integração, importando energia a preços muito competitivos.

            Contudo, há um reverso da medalha. A oferta de energia limpa está a crescer mais depressa do que o consumo, o que significa que precisamos de eletrificar mais a economia. Indústria, transportes e edifícios terão de consumir esta eletricidade barata, caso contrário continuará a haver excesso de produção durante muitas horas do dia.

            Por outro lado, o apagão de 2025 mostrou que o preço não é tudo. A segurança da rede continua a exigir centrais a gás em funcionamento e investimentos em tecnologias que garantam estabilidade. O objetivo passa por manter preços baixos sem comprometer a fiabilidade do sistema elétrico.

            Logo… tu como não leste, achas que vai ao encontro do teu tradicional e desinformado ceticismo. 😀 só que vem dizer exatamente aquilo que se tem afirmado “… precisamos de eletrificar mais a economia”.

          • FS says:

            Eu acredito que tenha lido o texto, onde ele falhou foi na interpretação. Nada de novo!

          • Mario says:

            Vitor, gosta de dar a volta ao prego, típico de políticos… quer dizer mas não quer dizer, é isso.

            Só porque se aumenta a produção tem-se que aumentar o consumo? Sou Eng. Eletrotécnico e percebo se calhar um bocadito mais que o Vitor que lê a teoria. Mas como é um “sabe tudo” vou-me ficar por aqui… corro o risco de ser ultrapassado por alguém que acha que sabe.

          • Vítor M. says:

            Lá está, quando não entendes das coisas, inventas. Quando a retórica é desmascarada, atacas os interlocutores. Fica-te mal, Eng. Mário. A ideia é contribuir para uma informação comum, bem elaborada, fidedigna e sem essas invenções partidárias, como fazes sempre nas tuas acusações. A ideia neste espaço é debater sem partidarismos ou clubismo.

          • JL says:

            Quem anda aqui a incentivar o consumo mais alto de energia é você, tanto que diz que tem carros a diesel e ainda um gerador em casa

          • Mario says:

            Olhando para a sua reação, Sr. Vítor, já percebi que a frustração vem da falta de um título atrás do nome… Podia ter dito. Eu dispenso o estatuto, o meu trabalho fala por si.

            O problema é que o Vítor, quando fica sem argumentos, inventa e rotula. Basta questionar os números para ser ‘contra os elétricos’. Mas continue lá a defender essa cartilha dos tecnocratas de Bruxelas, onde a ‘liberdade’ é não ter opção de escolha: ou escolhe elétrico, ou escolhe elétrico. O mundo real que se adapte à sua teoria.

          • Vítor M. says:

            Sr. Engenheiro, não é qualquer frustração. Quem puxou pelo título foi o Mário; 😉 não tinha mais nada por dizer, puxou ao título. E falas em números? Mostra-os. Não tens nada para mostrar e usas esses termos como “cartilharia dos tecnocratas…” “liberalismo” 🙂 vazio, um discurso completamente vazio.

            E tenho notado que estás a ficar mais irritado, mais atrapalhado. Será porque os números reais contradizem a tua retórica bafienta? 😉 Já percebi…. 😀

          • Mario says:

            Bafienta? Ainda se usa essa palavra hoje?
            Eu não estou irritado, estou-me a rir… muito da figurinha que fazem.

          • Vítor M. says:

            Sim, mais vale sorrir que dizer disparates. Já agora, sabia que: nos primeiros 6 meses deste ano, na União Europeia (27 Estados-membros):

            – 1.220.890 automóveis 100% elétricos (BEV) matriculados. Isto corresponde a um crescimento de 40,5% face ao primeiro semestre de 2025. E, pela primeira vez, os elétricos passaram a representar 20,4% de todas as novas matrículas de automóveis na UE.

            É a tal conclusão que lhe falava. Bate certo 😉

  13. Ricardo says:

    Só pode ser fake news, andam por aqui uns entendidos que afirmam a pé juntos que ninguém quer VEs, por isso é impossível que as vendas tenham aumentado 52%.

  14. Ricardo says:

    Claro que serve para o maioria, porque a maioria faz 20/30 km dia o que permite carregar 1x por semana.
    Agora nem todos podem comprar, sobretudo novos, mas também não é suposto porque é mesmo assim que as coisas funcionam, leva tempo para chegar a todas as carteiras.
    Mas olhando há quantidade de ignorantes que por aqui andam, há muita gente que até poderia comprar mas não o faz e depois ainda se vêm queixar que os preços são altos.
    Sem maior procura não há oferta mais competitiva…

  15. nuno says:

    Volto a dizer, tudo certo, mas coloquem todos os carros em iguais circunstancias e depois deixem o mercado regular por si mesmo, não condicionem as escolhas das pessoas, é tao complicado de entender? Se realmente são boas e sérias alternativas aos veiculos a combustão, deixem o mercado correr por si mesmo!!!!

    • FS says:

      Uma tecnologia tem mais de um século de desenvolvimento contínuo, linhas de produção e rede de fornecedores bem oleadas
      A outra tem, na prática, menos de duas décadas de produção em série, algumas marcas apresentaram as primeiras propostas à coisa de 6/7 anos
      Onde é que existe aqui igualdade de circunstâncias?
      Quem é que vai investir em linhas de produção novas, novos fornecedores, novas tecnologias sem ter um incentivo ou garantia? Sabendo que já tem um produto que vende e lhe garante as margens de lucro que necessita

    • JL says:

      Mas eles estão exatamente todos iguais em circunstâncias.

      Ninguém condiciona as escolhas, tanto que pode escolher o que quiser.

      Sim, é algo difícil de entender quando o mercado é livre e cada um compra o que quer.

      E está a funcionar por ele mesmo, não existe outra forma, ninguém vai comprar o carro B só porque alguém lhe manda.

  16. nuno says:

    Haja paciencia meus caros, então uma viatura que tem todos os previlegios e mais alguns, sem IUC, sem pagarem estacionamento e afins, estao em igualdade de circunstancias??? e como se nao bastasse, regras apertadas em muitos locais para carros a combustão, impostos e mais impostos e acham mesmo que estao em iguais circunstancias??? incentivos para a compra etc etc… ou são cegos ou não querem mesmo ver!!!

    • JL says:

      Quais privilégios ?

      Qualquer carro pode não ter IUC, basta ter 0 (zero) emissões.

      Qualquer carro pode não pagar estacionamento, não é bem não pagar, porque paga, menos, basta ter 0 (zero) emissões.

      Sim, por aí vê-se que estão em igualdade, até porque a lei é a mesma.

      Errado, não é para carros a combustão, é para carros que tenham emissões, e nalguns casos por escalão, portanto igualdade para todos.

      Impostos é igual para todos, de salientar que como uns têm de pagar por emissões, outros até deviam receber porque não as fazem. Sim, estão em igualdade, tanto que os híbridos pagam menos porque emitem menos.

      Incentivos todos tiveram, até os a combustão e de maneira mais pronunciada até, na altura que havia incentivo à troca, até o valor era superior.

      Não somos cegos, somos realistas e não temos memória curta.

      • nuno says:

        Isso de culparem as emissoes é uma grande TANGA!!!! mas claro, acredita quem quiser!!!! desde que existem carros veja la a % de emissoes que existem na atmosfera à conta das emissoes dos carros!!!! VEJA LA e escreva aqui!!!! Escreva aqui se tiver coragem, investigue!!!! É como um clio 1200cc a gasolina de 1996 nao pode circular no centro de Lisboa, mas um Porsche 4000cc de 2026 ja pode, qual tem mais emissoes??? ah e tal as emissoes, qual tem mais emissoes, o clio de 1996 ou o porsche de 2026?????? responda se tiver coragem, é para ver a TANGA que sao as emissoes!!!!

        • JL says:

          Ah, afinal não tem nada a ver com os carros ?

          Não acredita ? então porque um carro com maiores emissões paga mais imposto ?

          Isso é um facto, não há como duvidar porque ele aparece na carteira.

          Não tem nada a ver com o que há na atmosfera, tem a ver com as mortes prematuras.

          Tem a ver como com regras, obvio que o Porsche emitem mais, no entanto vê 2 ou 3 porsche enquanto encontra milhares de Clio´s, no entanto o Porsche paga 5x mais imposto.

          Eu tenho sempre coragem, porque não tenho preconceitos infundados.

        • FS says:

          Só porque não considera importante não quer dizer que seja tanga. Existem muitos estudos que dizem o contrário e ligam as emissões poluentes dos automóveis a problemas de saúde e mortes precoces
          Se quer comparar, não é mais correto comparar viaturas de segmento e/ou motorizações equivalentes?
          O que está em causa é o cumprimento das normas euro, que é igual para qualquer viatura, neste caso ligeira
          A Renault o ano passado vendeu mais de 8200 unidade só do Clio, já a Porsche vendeu, no total de todos os modelos (incluindo os PHEV e o Taycan e Macan elétricos), 1442 unidades. Acha mesmo que o problema está em viaturas como as da Porsche?

          • nuno says:

            Atenção, tem de ver quantos clios de 1996 foram vendidos e quantos ainda existem e nao comparar assim!!! certamente existem mais porsches a circular que clios de 1996, ao dia de HOJE!!!! quem diz clios, posso dizer Fiat UNO de 1992!!!! Existem certamente bem menos FIATs UNO de 1992 a circular hoje que Porsches, mas os UNOS sao proibidos de circular no centro de Lisboa, devido ao que afinal??? cabeçorras!!!!! por serem muitos em 1992 ??? LOL

          • FS says:

            Se calhar, e é pura especulação, existem mais carros de 1996 a circular em Lisboa do que Porsches de 2026!
            De qualquer modo, a questão não é essa. A proibição tem única e exclusivamente a ver com as emissões de gases e partículas prejudiciais à nossa saúde, as normas Euro definem precisamente os limites dessas emissões mas parece que isso é coisa que não o incomoda

  17. Max says:

    Notícia de hoje, 23 de julho:
    “ O Brent, o petróleo de referência para a Europa, ultrapassou os 101 dólares por barril – o valor mais alto desde maio, prolongando a recuperação acentuada registada ao longo deste mês, num contexto de receio crescente de que Washington e Teerão estejam a caminhar para um regresso a um conflito aberto. O crude WTI, negociado nos Estados Unidos, seguia uma trajetória semelhante, na casa dos 91 dólares. O Brent está agora quase 40% acima do valor registado na véspera do início da guerra. Só esta quinta-feira o Brent subiu cerca de 7%.”
    Preparem-se para nova subida dos combustíveis na próxima semana,

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.