Quantcast

Carros cheios de tecnologia: estudo reforça que não é isso que os condutores querem

43 Comentários

As fabricantes de automóveis têm apostado fortemente em ecrãs e tecnologia de bordo, mas um novo estudo reforça que os condutores parecem valorizar mais as funcionalidades discretas do que os sistemas mais vistosos.

Quem troca um carro com uma década de vida por um modelo de 2026 sabe que a tecnologia invadiu por completo a experiência de condução.

Entre ecrãs por todo o lado e alertas sonoros de sistemas de segurança que não param de apitar, o carro moderno tornou-se, para muitos, um exercício de paciência.

De facto, o JD Power 2026 U.S. Tech Experience Index (TXI) Study, explorado pelo Autoblog, confirmou que nem toda a tecnologia recente está a melhorar a experiência de quem compra e conduz estes veículos.

Pelo contrário, algumas das funcionalidades mais badaladas são também as que mais problemas geram, enquanto os recursos que realmente agradam aos condutores passam quase despercebidos.

Ecrãs para o passageiro: muito badalados, pouco usados

Um dos destaques do estudo recai sobre os ecrãs dedicados ao passageiro da frente, que se tornaram moda em marcas premium como Audi, Mercedes-Benz e Porsche.

No entanto, os números mostram que são responsáveis por 21,3 problemas por cada 100 veículos, e 35% dos proprietários que têm este equipamento admitem nunca o ter usado. Apenas 6% recorrem a ele sempre que conduzem.

Para muitos utilizadores, a justificação é que já têm o telemóvel para tratar de música e outras definições, tornando este ecrã extra praticamente dispensável. Os dados sugerem ainda que a presença destes ecrãs está associada a mais falhas gerais nos sistemas de infoentretenimento.

O que os condutores realmente valorizam

Se os ecrãs vistosos deixam a desejar, o mesmo não se pode dizer de funcionalidades mais discretas. O estudo destaca o climatizador inteligente e o arranque inteligente como exemplos de tecnologia que resolve problemas reais sem exigir atenção constante do condutor, apresentando muito menos falhas reportadas.

Outro dado curioso é que os sistemas de condução assistida de Nível 2 “tradicionais” foram mais bem recebidos do que os sistemas mais avançados de Nível 2+ sem necessidade de mãos no volante. Ou seja, mais automação não significa, necessariamente, melhor experiência.

Segundo Doron Hikry, diretor de sucesso do cliente na JD Power, a tecnologia mais valorizada costuma ser aquela que quase nem se nota, porque funciona. Para as fabricantes, o desafio passa por priorizar soluções que simplifiquem a condução, e não que a compliquem ainda mais.

Cadillac lidera o ranking

O estudo baseia-se nas respostas de 68.084 proprietários de veículos do ano-modelo 2026, recolhidas 90 dias após a compra, entre junho de 2025 e maio de 2026. Cada marca recebeu uma pontuação em mil pontos, tendo em conta inovação e execução das suas tecnologias.

A Cadillac ficou em primeiro lugar, com 641 pontos, seguida por Genesis, BMW, Hyundai e Lincoln. Curiosamente, a Tesla e a Rivian não entraram na classificação oficial por não cumprirem os critérios do estudo.

Contudo, com 924 e 781 pontos respetivamente, teriam liderado destacadas caso tivessem participado.

A Hyundai destacou-se no segmento generalista, vencendo em três das quatro categorias avaliadas, muito graças a recursos como a chave digital via telemóvel, a câmara de ângulo morto e o planeador de carregamento para elétricos.

No segmento premium, o BMW iX brilhou pela condução com um só pedal, enquanto o Cadillac Escalade se destacou pelo espelho retrovisor inteligente.

Menos é mais, até nos carros

O estudo da JD Power mostra que nem tudo o que as marcas apresentam “com pompa e circunstância” se traduz depois em satisfação no dia a dia.

Entretanto, as marcas já começam a reagir, com a Mercedes-Benz e a Volkswagen, por exemplo, a recuperar botões físicos em detrimento de comandos totalmente táteis, e a Audi, apesar de apostar em ecrãs para passageiros nos modelos atuais, a garantir que vai simplificar as interfaces dos próximos carros.

Comentários

43

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de JL
    JL

    A regra que exclui a Tesla e a Rivian do ranking é porque não vendem em todos os estados americanos.

    1. Avatar de Zé Fonseca A.
      Zé Fonseca A.

      Olá JL, ficaste pelas Caldas?
      Cuidado com os carregamentos em alcacer e grandola, pelo que vejo as ultrapassam a zona da bomba de conbustivel quase a chegar à via de acesso.
      O pessoal dos EVs não faz as contas e não se lembra que basta ir a certas horas que na marateca e alcacer muitas vezes andam 1h no para arranca e depois têm de parar para chegar ao Algarve ou a Lisboa..
      Nunca vi tao mau quanto este ano.

      1. Avatar de JL
        JL

        Então viu mal ou o seu relógio ainda está em 2024.

        O de Alcácer está agora com 12 livres dos 32 que tem.

        O pessoal da combustão pensa que a malta dos eléctricos é parva, e nem sabe que os carros eléctricos parados não gastam, e já agora, há malta dos evs que não precisa de parar nesses carregadores para chegar ao Algarve, mas ok,, já vi que andou lá nas filas dos a combustão, provavelmente para abastecer e teve de descarregar nos outros.

        Pois, deve ver as bombas de combustível com muita fila, afinal amanhã há mais um aumento dos combustiveis.

        Já agora, o carregador de Alcácer da Tesla não tem acesso pela bomba de combustível, por isso eu ter dito que anda atrasado pelo menos 2 anos, é que há muito tempo que os teslas ou outros entram por outro lado. Mas fica registado a sua tentativa de recolher mais fieis para o rebanho.

        1. Avatar de Zé Fonseca A.
          Zé Fonseca A.

          Vi a passar na AE, os carregadores são no estacionamento da restauração e a fila ia ate à bomba, é o segundo fim-de-semana seguido que assisto a isso, ainda vou mais dois, depois conto como foi.
          O meu com um deposito faz Algarve Porto, não preciso de parar a não ser para os xixis dos miudos

          1. Avatar de JL
            JL

            Se viu fila na bomba é porque são nos a combustão. Mas está a falar de qual local.

            O meu até hoje nunca gastou deposito nenhum, e já fez centenas de milhares de KMS.

            Não precisa mas pára na mesma.

          2. Avatar de JL
            JL

            Provavelmente está a confundir com esta, área de servido de Aljustrel, ontem dia 22/8 pelas 13h.

            https ://ibb.co/67nTpMkh

          3. Avatar de Zé Fonseca A.
            Zé Fonseca A.

            Disse bem e sei o que vi, alcacer e grandola, ambas tinham dezenas de carregadores da EDP e da Galp pelo menos, e estavam todos ocupados e filas gigantes.
            Acabei agora de passar nas mesmas a vir para cima e estavam quase vazias e dava para ver claramente a quantidade de carregadores que estas têm a ocupar o que antigamente era eatacionamentos da zona de restauração.
            Sexta volto a ir para baixo e depois conto como está

          4. Avatar de JL
            JL

            Curioso, porque umas estão vazias e outros estão cheios, realmente bate tudo certo. Loool

        2. Avatar de Mário
          Mário

          Então não chama mentiroso ao Zé Fonseca, ás tantas ele nem foi lá e está a inventar, segundo você claro. Que não vê mas diz que vê. Deve ser omnipresente.
          Mesmo que seja verdade você vai negar porque tem interesse.
          A ligar cassete do JL: “Mostre lá prove lá? Nao prova nada porque nao sabe” , “QUe elétrico é que você tem”

          1. Avatar de JL
            JL

            Não posso chamar quando não tenho factos que comprovem, agora posso dizer que no carregador da Tesla em Alcácer não houve fila nos últimos tempos.

            Mas houve fila na bomba de Aljustrel no sábado, tem ali a foto a comprovar.

            Mesmo que fosse mentira você ia dizer que era verdade porque tem interesse.

            Eu provo, mais que você.

            Sim, e vou voltar a perguntar isso cada vez que disser que é obrigado a comprar um.

  2. Avatar de BORIS
    BORIS

    Ano 2000
    -Cinto de segurança
    -Ligar o motor
    -Destravar o carro
    -Engrenar mudança
    Ano 2026, tudo o que referi +
    -Desligar start stop
    -Desligar LaneAssist
    -Desligar alertas de limite de velocidade
    -Desligar alertas de fadiga
    -E certamente existem outros.
    Não é só os ecrãs que estão a mais, é toda esta parafernália de coisas.
    Nada contra de quem delas faz uso, mas enerva-me não darem para desativar definitivamente, para quem delas não faz uso.

    1. Avatar de JL
      JL

      Há bem bem mais simples que isso de 2016.

      -Meter cinto
      -Carregar no travão
      -Escolher D

      1. Avatar de Mário
        Mário

        Ainda sabe conduzir carros manuais?

        1. Avatar de JL
          JL

          Ainda sabe andar de bicicleta ?

          1. Avatar de Mário
            Mário

            Sim, meio de transporte de eleição.
            Ao contrário de certas pessoas que não levam o carro para a cama porque nao podem.

          2. Avatar de JL
            JL

            É deixá-lo na garagem ou na rua.

          3. Avatar de utherzzao1
            utherzzao1

            Bicicleta polui menos que carro elétrico.

          4. Avatar de JL
            JL

            Uauuu, que conclusão essa secalharya. Vou meditar sobre o que não usa.

    2. Avatar de Troubledmind
      Troubledmind

      “quanto mais galinhas, mais ovos”

    3. Avatar de Morty
      Morty

      Exato! O maior problema e os “assistent aids”, quem não sabe conduzir que ande de transportes públicos.

  3. Avatar de daniel
    daniel

    eu gosto !! a maioria nao tem acesso a esses carros com esse extra!!

  4. Avatar de PM
    PM

    Banalidades para catraios, quem percebe realmente de carros sabe que a parte mais importante é o motor e a potência do mesmo, o resto é para andar a brincar enquanto se conduz.

    1. Avatar de Vítor M.

      Nada disso; isso é uma ideia totalmente errada, ultrapassada. Um carro tem de ter a mobilidade que se espera, segurança, conforto e usabilidade. Por isso tem um “habitáculo”. E esta palavra, «Habitáculo» está etimologicamente relacionada com «habitar».

      Vem do latim habitaculum, que significava morada, alojamento ou lugar onde se habita, derivado de habitare, «habitar».
      Daí o sentido atual habitar, aquele espaço onde alguém permanece = habitáculo.

      No automóvel, o termo passou a designar precisamente o espaço onde os ocupantes permanecem durante a viagem. E onde esperam mais que motor e potência. 😉

      1. Avatar de PorAquiTudoBem
      2. Avatar de Mário
        Mário

        Bonita aula de latim, Vítor, mas habitaculum nenhum anda sem motor e fiabilidade mecânica. Uma coisa é conforto e segurança; outra é transformar o carro numa sala de estar com ecrãs gigantes e subscrições mensais que daqui a 5 anos estão obsoletas. O propósito de um automóvel continua a ser levar-nos de A a B com uma boa dinâmica e mecânica fiável, se a prioridade fosse apenas «habitar» e consumir tecnologia, ficava no sofá de casa.

        Mas enfim, há quem ache normal viver refém de frivolidades e pagar subscrições para tudo — do streaming ao volante, só falta cobrarem para respirar. Além de refém da tecnologia, a pessoa só vai se o carro quiser.

        1. Avatar de Vítor M.

          O teu comentário traz sempre uma brisa de naftalina 😉 O mesmo se aplica ao teu argumento. Ele teria alguma força se alguém tivesse dito que o habitáculo substitui o motor, a dinâmica ou a fiabilidade. Mas… não não foi o que eu disse.

          Um automóvel serve para transportar pessoas de A a B, naturalmente. Mas seguindo essa lógica, também não precisaríamos de ar condicionado, ABS, airbags, GPS, câmaras, sensores, bancos aquecidos ou sistemas de assistência. Nada disso é necessário para um automóvel andar. Ainda assim, hoje ninguém sensato (com dois dedos de testa) os considera simples “frivolidades”.

          Para quem tem gosto pelo conhecimento, percebe que a indústria automóvel sempre evoluiu em duas frentes. Isto é, a forma como o carro se desloca e a forma como as pessoas viajam dentro dele. É precisamente por isso que existe um habitáculo. 😉

          Quanto aos ecrãs, software e subscrições, são outra discussão. Podemos e devemos criticar subscrições abusivas, obsolescência ou tecnologia sem utilidade. Mas concluir daí que toda a tecnologia no interior de um automóvel é supérflua é tão redutor como dizer que um smartphone só precisa de fazer chamadas.

          E a frase “a pessoa só vai se o carro quiser” tem alguma ironia. Num automóvel moderno, seja elétrico ou a combustão, há décadas que dezenas de unidades eletrónicas decidem se o motor arranca, se a caixa funciona, se o acelerador responde ou se determinados sistemas podem operar.

          Portanto, não é uma questão de viver no sofá. É perceber que os automóveis deixaram há muito de ser apenas motor, quatro rodas e volante. E ainda bem 😉

          1. Avatar de Mário
            Mário

            Em parte dou-lhe razão: a evolução existe e ninguém são quer voltar aos tempos sem ABS, airbags ou ar condicionado. Esses deixaram há muito de ser “gadgets” para passarem a ser elementos fundamentais de segurança ativa e passiva.

            Mas é curioso como questionar o exagero digital vale logo o rótulo de “bafio a naftalina”. Uma coisa é engenharia focada na segurança e condução; outra completamente diferente é meter Netflix, reuniões de Teams e interfaces táteis desnecessárias num painel de instrumentos só para justificar subscrições e alimentar uma sociedade onde até os miúdos já não conseguem fazer uma viagem de 10 minutos sem um ecrã à frente dos olhos.

            Dizer que “ainda bem que o carro deixou de ser apenas motor, rodas e volante” é muito bonito no stand de vendas. O problema vem depois: são mais dezenas de módulos eletrónicos proprietários a avariar com o tempo e o desgaste térmico. E quando chega o momento da verdade na oficina, vem o choque: “como é que um sensor ou uma placa que só faz uma função básica custa 1.000 € e bloqueia o carro todo?”.

            Evolução com utilidade prática e durabilidade é bem-vinda; complexidade artificial descartável a peso de ouro é apenas mau negócio.

          2. Avatar de Vítor M.

            Mas aí já estamos a discutir outra coisa e, curiosamente, estamos bastante mais de acordo.

            Eu também não defendo tecnologia pela tecnologia, muito menos subscrições artificiais para desbloquear funções que o automóvel já possui fisicamente. E concordo que substituir comandos simples e eficazes por menus táteis pode ser um retrocesso, não uma evolução.

            Onde discordamos é em colocar praticamente toda a digitalização do habitáculo no saco das “frivolidades”. Um ecrã pode servir para Netflix, mas também concentra navegação, gestão energética, câmaras, informação de trânsito, climatização, sistemas de segurança e assistência à condução. Num elétrico, permite ainda planear carregamentos, pré-condicionar a bateria ou calcular autonomias e paragens. Evolução!

            Quanto à fiabilidade, mais complexidade significa potencialmente mais pontos de falha. Sem dúvida. Mas isso também aconteceu quando os automóveis receberam injeção eletrónica, ABS, ESP, caixas automáticas eletrónicas, sensores, radares e dezenas de centralinas. Não defendemos hoje o carburador por causa disso. Ou não é?

            Portanto, a questão não é tecnologia contra mecânica. É distinguir tecnologia útil de tecnologia supérflua e, sobretudo, exigir que ambas sejam fiáveis, reparáveis e tenham custos razoáveis.

            Aí estamos completamente de acordo. O que não faz sentido é considerar que a evolução do habitáculo é, por definição, uma frivolidade. 😉

            PS: Use aquela velha máxima, simpatia atrai simpatia. 😉 “Bonita aula de latim”

        2. Avatar de JL
          JL

          É comprar um daqueles que vai onde nós queremos.

    2. Avatar de JL
      JL

      Isso vem de quem não os conhece, porque há muita vida para além dos chaços.

    3. Avatar de Técnico Meo
      Técnico Meo

      até ao dia que o esp não está ligado, abs entre outros factores de segurança que em muitos carros estão nas opções, fora outras funcionalidades modernas. A coisa que me deixa parvo é ver pessoal de telemóvel na cabeçorra com carros com sistemas de audio bluetooth que até cortam ruido por configurar , topos de gama

  5. Avatar de GM
    GM

    Além de alguma tecnologia que facilite a condução, mas que não a substitua, procuro num carro, acima de tudo, fiabilidade e economia. Na aquisição, no consumo, na manutenção.

    1. Avatar de Zé Fonseca A.
      Zé Fonseca A.

      Então já foste, esses tempos acabaram, nunca mais vais voltar a ter nada nesse registo e a qualidade e os recalls nem comento, mesmo em gamas premium

      1. Avatar de GM
        GM

        Tenho gama média, sem esses problemas. Para já. Espero que dure muitos e bons anos. Face ao que tenho lido do modelo, fiável e confiável.
        SUZUKI.

  6. Avatar de utherzzao1
    utherzzao1

    O pessoal quer:

    – Motor de combustão interna atmosférico e de preferência com mais de 6 cilindros.
    – Gasolina e a 1€ o litro.
    – Caixa de velocidades manual.
    – Design bonito
    – BBB (bom, bonito e barato).

    1. Avatar de JL
      JL

      Portando não sabem o que querem.

  7. Avatar de Joao Ptt
    Joao Ptt

    Das pessoas que conheço que têm eléctricos ninguém gosta da experiência de viagem quando o carro têm de sair das voltinhas da cidade. É sempre um stress com a capacidade da bateria, e com terem de parar durante bastante tempo para recarregar o veículo pelo caminho. Sem falar que em muitos sítios no destino não têm um local próximo onde o deixar à carga.

    Para o actual estado da tecnologia e infra-estrutura, os modelos de veículos híbridos, continuam a parecer o melhor compromisso de conveniência para o condutor.

    Quanto à tecnologia, os fabricantes tudo fazem para chamar a atenção, se algo parecer ajudar a vender, mesmo que seja inútil para a maioria dos clientes eles vão meter e cobrar bem por isso… e com sorte ainda torna o veículo obsoleto mais rapidamente.

    1. Avatar de JL
      JL

      Quando não sabem o que dizer a favor do rebanho, inventam.

      Claro que inventam, até porque os híbridos não as usam, afinal devem ser híbridos entre água e combustível.

      Já agora, o que tem este artigo a ver com eléctricos ?

  8. Avatar de Be Happy
    Be Happy

    Melhor que posts de Apple VS Android, só mesmo Combustão VS EV 🙂

    Malta sejam felizes… 😉

    1. Avatar de ninjazeiteiro
      ninjazeiteiro

      pplware sempre a meter lenha!

      1. Avatar de Vítor M.

        Nós entendemos que é despertar em cada um a sua aptidão crítica, acordar e estimular o pensar, deixar de ter a passividade de “comer e calar”. Os nossos leitores sabem que esperam isso do Pplware, e nós sabemos que os nossos leitores são os melhores, os mais informados e os que mais querem pensar e ter opinião formada. Sempre fomos assim.