Carro elétrico em segunda mão: como não ser enganado sobre a bateria?
Aquando da compra de um carro elétrico em segunda mão, antes de assinar qualquer papel, há um componente que merece toda a sua atenção: a bateria. Por ser um dos principais componentes do carro, é ela que determina se está a fazer um bom negócio ou a comprar problemas.
Porque é que a bateria é o verdadeiro "coração" do carro elétrico
Ao contrário do que acontece com um automóvel a combustão, num elétrico a bateria de alta tensão não é um simples consumível, é o componente mais valioso de todo o veículo.
Como seria de esperar, é também o que mais dúvidas levanta a quem procura um carro usado: perdeu capacidade? Vale a pena? E se for preciso substituir, quanto custa?
O estado da bateria influencia diretamente quatro aspetos que qualquer comprador deve ter em conta:
- Autonomia disponível;
- Desempenho do carro (especialmente em temperaturas extremas);
- Velocidade a que aceita carregamentos rápidos;
- O valor que o carro terá quando o quiser revender, mais tarde.
Além disso, importa desmontar o mito de que as baterias se "apagam" de um dia para o outro.
Geralmente, a degradação é lenta e gradual, e muitos modelos conseguem manter entre 80% a 90% da capacidade original ao fim de oito a 10 anos de uso. Substituições completas por avaria são, por isso, pouco comuns.
SoH: a sigla que devia estar no topo da sua lista de verificações
Se há um número a decorar antes de ir ver o carro, é o SoH, sigla para State of Health, ou estado de saúde da bateria.
Esta percentagem compara a capacidade atual com a que a bateria tinha quando saiu de fábrica, e é o indicador mais fiável para perceber o que está realmente a comprar.
Na prática, os valores podem ler-se da seguinte forma:
- 95% a 100%: praticamente como nova;
- 90%: muito bom, sinal de um carro bem cuidado;
- 85%: perfeitamente normal num usado com alguns anos;
- 80%: ainda totalmente utilizável, apesar da autonomia já ser inferior à original.
A maioria das marcas só assume que há um problema coberto por garantia quando o SoH cai abaixo dos 70% a 75%.
🔖 Lei europeia vai facilitar (ainda mais) esta verificação
O Regulamento (UE) 2023/1542, aprovado em julho de 2023 e aplicável desde fevereiro de 2024, com algumas regras a entrar em vigor de forma faseada, veio estabelecer regras comuns para todas as baterias vendidas na União Europeia (UE), incluindo as dos carros elétricos, trazendo duas novidades particularmente relevantes para quem compra um veículo usado.
A primeira é a obrigatoriedade, em vigor desde agosto de 2024, de dar acesso aos dados do sistema de gestão da bateria (BMS) a oficinas independentes, e não apenas às redes oficiais das marcas.
Na prática, isto significa que, através do sistema de diagnóstico de bordo, qualquer oficina autorizada poderá vir a consultar o SoH, a capacidade remanescente e o tempo de vida estimado da bateria, sem depender da marca ou do vendedor.
A segunda é o chamado Passaporte Digital da Bateria, que se torna obrigatório a partir de 18 de fevereiro de 2027 para todas as baterias de veículos elétricos colocadas no mercado europeu.
Este passaporte funciona como um registo eletrónico único, acessível por QR code, que reúne informação como a química da bateria, a origem de fabrico, a pegada de carbono, o histórico de carregamento e o SoH.
Alguns dados, os mais gerais, sobre o modelo da bateria, serão públicos; outros, mais sensíveis, como o SoH em tempo real de uma bateria específica, ficarão reservados a quem tiver um "interesse legítimo", como compradores, reparadores ou operadores de segunda vida das baterias.
Na prática, isto quer dizer que, dentro de poucos anos, verificar a saúde da bateria de um usado deixará de ser um esforço extra do comprador para passar a ser um direito garantido por lei em toda a UE.
Um detalhe que engana muitos potenciais compradores de carros elétricos usados é que os quilómetros no relógio não contam toda a história.
Um carro com muitos quilómetros pode ter um SoH excelente se tiver sido carregado com cuidado, especialmente em viagens longas.
Já outro com poucos quilómetros pode estar mais degradado se tiver recorrido com frequência a carregamento rápido ou tiver passado longos períodos parado com a bateria a 100%.
O que verificar antes de fechar negócio
Antes de entregar qualquer sinal, há uma checklist que vale a pena seguir:
- Pedir um relatório de SoH, feito num concessionário, oficina especializada ou com equipamento de diagnóstico próprio;
- Solicitar, se possível, um certificado independente. O AVILOO Battery Certificate é um dos mais conhecidos na Europa;
- Comparar a autonomia real, com a bateria a 100%, com o valor WLTP homologado, lembrando que este é apenas uma referência, já que depende da temperatura, do estilo de condução e do uso do ar condicionado;
- Confirmar o histórico de manutenção e eventuais intervenções na bateria ou na gestão térmica;
- Verificar se a garantia da bateria ainda está em vigor.
Além disto, vale ainda a pena questionar o vendedor sobre os hábitos de carregamento do carro, por exemplo, se carregava normalmente até aos 100% ou ficava pelos 80%, se usava muito carregamento rápido em corrente contínua, e se o carro esteve muito tempo parado e em que condições.
As respostas raramente refletem um histórico perfeito, mas ajudam a perceber se a bateria foi sujeita a um uso mais exigente.
Se o vendedor recusar fornecer um relatório de SoH ou não permitir que a bateria seja avaliada numa oficina antes da compra, desconfie.
O que cobre exatamente a garantia de um carro elétrico?
A generalidade das fabricantes oferece uma garantia própria para a bateria de alta voltagem, separada da garantia geral do carro. O período mais comum ronda os oito anos ou 160.000 km, consoante o que se cumprir primeiro, ainda que existam variações entre marcas.
Normalmente, essa garantia assegura que a bateria mantém pelo menos 70% a 75% da capacidade original durante esse período e, se descer abaixo disso, pode haver direito a reparação ou substituição.
Importa também confirmar se a garantia é transferível para o novo proprietário, o mais habitual, já que está associada ao veículo, e, no caso de carros importados, se continua válida em Portugal.
Fazer as perguntas e os testes certos
Comprar um carro elétrico em segunda mão não tem de ser um tiro no escuro, mas exige um cuidado extra que um carro a combustão não pede, nomeadamente perceber a saúde real da bateria.
Assim sendo, entre pedir um relatório de SoH, confirmar a garantia e fazer as perguntas certas ao vendedor, é possível reduzir bastante o risco de surpresas desagradáveis e negociar com muito mais confiança.
























O melhor carro eletrico para comprar usado é nenhum……
Então porquê? Em qual se deu mal ?
@JL, Bom dia, espero que me possas ajudar a compreender o que realmente se pode ter passado neste fim de semana.
Não fiquei órfão por milagre, uma família num Tesla M3 branco, bateu de frente com o Smart dos meus pais, foi uma sorte os meus pais não terem morrido.
O condutor do Tesla, deu-se logo como culpado, diz ele que entrou uma abelha para dentro do carro e ele perdeu o controlo do mesmo.
A minha duvida é, não devia o Tesla evitar a colisão era uma zona de traço continuo e tudo?
Tanto o Smart como o Tesla são perda total, o Tesla é novo data da matricula 20 de Maio de 2026, resultado o meu pai com 2 costelas partidas e a minha mãe continua internada com 5 costelas partidas e uma vertebra.
Há alguma forma de poder partilhar as fotos aqui?
PS; A referencia a cor do Tesla é precisamente para reforçar o que tenho por aqui dito múltiplas vezes, os Tesla brancos e seus condutores deviam ser “banidos” das estradas, são bobas sobre rodas. 🙂
E o senhor do Tesla ficou internado?
Queres comparar um Tesla (ou outro do mesmo segmento) com um Smart? LOL
Não, ele bateu com a frente esquerda a maio do Samrt dos maus pais, gostava de poder partilhar as fotos para verem o estado que ficaram os dois carros, o Tesla aparentemente até parecia não estar muito mal, mas o Srº dos seguros disse logo, pela experiencia dele são os dois para o “lixo”, nunca vão mandar arranjar o Tesla, o que pode acontecer se ele tiver seguro com danos próprios é darem €€€ e o carro, mas os 3 ocupantes saíram pelos próprios meios ” pai, mãe e uma criança de mais ou menos 5 anos, já os meus pais tiveram de ir de ambulância.
Gostava de saber / obter a opinião do JL, que é das pessoas que “conheço” com mais experiência com a Tesla, não era suposto isto não acontecer num Tesla?
O que não faltam são elektros na lixeira após pequenos toques. As seguradoras não querem assumir a responsabilidade de possíveis mortes q venham a ocorrer motivadas por fuga térmica em resultado de pequenas deformações na bateria.
Lá está, se calhar o problema não é o Tesla mas sim o Smart…
Eles que aproveitem agora para atualizar para o M3.
Há muitos mais a combustão nas lixeiras.
Já inventou mais uma para defender os altos lucros da Galp e da Repsol ? Lool
Depende do sistema que o carro tem, ele nunca se sobrepõe aos comandos do condutor, se o condutor virou para o lado, ele vai, pode é forçar a corrigir a trajetória, depois depende como está configurado, pode ter esses funções desativadas, eu por exemplo gosto de ter o sistema de travagem ativo, já me livrou de alguns sustos, mas não gosto do sistema de prevenção de saída de faixa ativo, porque qualquer coisa ele está a corrigir a trajetória, mas lá está, em alguns casos pode fazer sentido.
Não entendi essa dos brancos, o que mais há são carros brancos.
Os carros brancos sao menos seguros, Basicamente se fosse um BMW preto (Diesel) nada disto acontecia.
Obrigado pelo esclarecimento.
Quanto ao branco, eu já por aqui tenho dito que os condutores de Tesla brancos, são um perigo na estrada, não sei qual o motivo, mas é uma realidade das maiores borradas que tenho visto na estrada Tesla branco é o dominador comum, e como vez, uma abelha faz um Tesla branco se despistar e quase matar uma família, ” nunca falha” 🙂
Que raio de observação, agora por ser branco é que é perigoso. Bom , o meu não é branco.lool
Eu até já te tinha perguntado se o teu Tesla era branco, assim já fico mais descansado, menos um perigo na estrada. 🙂 🙂 🙂
Pois, não faz sentido nenhum.
De caras que o problema está no Smart e de quem o conduzia. As melhoras a todos.
Eu já me dei mal com a bateria do meu.
Entretanto já fui ralhar com a prima frio
https://www.facebook.com/share/p/1JU4jtjMj2/
Já viu? A comprarem camiões a gasóleo para isto? São uns malvadões.
Isso serve para quê? Para provar que a eficiência do gasóleo é uma anedota ?
Afinal camiões com pesos bem diferentes acabam por consumir o mesmo, mais uma prova da ineficiência dos sistemas a combustão.
Mas é isso, devemos comprar todos carros a diesel que é para aumentar a demanda do diesel e com isso aumentar ainda mais esse combustível, isso sim é que está certo.
Não sei como ainda não foi ralhar com eles e dizer isso… Se calhar você é um melhor gestor que quem esteve na faculdade e sabe trabalhar com uma folha de excel… Se calhar o excel no final diz que compensa.
Você é que ralha com toda a gente, não eu.
Gestor ? quem falou em gestão ? já está com as suas infantilidades novamente ? Realmente não cresce.
É a trabalhar na folha de excel que se incremente a eficiência de um veiculo ? já vi que nem sabe o que é isso.
… e depois de ter um carro elétrico é precisamente essa marca de carros usados a combustão que compro.
Qual, um Smart?
Se é essa fazes muito bem, tive um Smart 11 anos, e adorei o carro e era um Smart de 2ª geração o que oferecemos ao meu pai é de ultima geração de 2016, e os meus pais estavam a adorar o carro, mas pronto agora vai ser outra guerra, tentar fazer com que a companhia de seguros pague o valor justo do carro, alguém que tenha passado por algo do género, perda total do carro?
“nenhum”.
E se for de combustão idem. Não faltam carros de baixíssima quilometragem com juntas de culassa queimadas e correias de distribuição dissolvidas no óleo do motor.
Na minha opinião, o que está aqui escrito é bastante incompleto.
O fator que pode realmente impossibilitar o carro de circular ou provocar uma perda significativa de autonomia nem sempre é o SOH (State of Health) global da bateria. Muitas vezes, basta existir uma célula ou grupo de células com problemas para limitar o desempenho do conjunto. Existem formas de avaliar o equilíbrio e o estado das células, por exemplo através da análise do delta de tensão (mV) entre elas. Isto pode ajudar a perceber se vamos ter problemas no futuro.
Há também outro aspeto que não é referido. Além da quilometragem, muitos veículos registam a energia total carregada na bateria ao longo da sua vida útil. Um carro pode ter poucos quilómetros, mas ter recebido uma quantidade elevada de kWh em carregamentos. Isto pode acontecer, por exemplo, em veículos provenientes de países frios, onde o consumo energético tende a ser superior para percorrer a mesma distância, devido ao aquecimento do habitáculo e ao impacto das baixas temperaturas na eficiência da bateria.
Por isso, olhar apenas para o SOH ou para os quilómetros percorridos pode não ser suficiente para avaliar o estado real da bateria.
o SOH tem em conta esse fator de uma célula abaixo, já que ela vai limitar todo o pack.
Tem razão, mas não é tão superior quanto se pode imaginar, até porque nesses países andam mais devagar devido ao frio, a perda de eficiência com o frio também não afeta esse valor, já que armazenam menos energia em climas frios.
Um dos meus veículos foi importado dos Países Baixos, não é tão frio como outros, no entanto a média geral considerando toda a energia que carregou e descarregou não é diferente da que carrega e gasta cá.
O que não falta são baterias com SOH supostamente superior aos 90% a pifar (vide telas 2019-2022).
Na verdade, os elektros, quando são submetidos a testes, comportam-se um pouco como certos telemóveis chineses. Quando detetam um benchmark, aumentam momentaneamente as suas capacidades. O mesmo se verifica com a BMS, que está programada para apresentar resultados mais favoráveis quando deteta um teste.
Para saber o estado da bateria o melhor é levar o carro para a estrada e fazer o teste em condução real até esgotar a bateria.
Então quais testou ? Ou isso é apenas uma tentativa de defender os altos lucros da Galp e da Repsol ?
Está a falar do dieselgate ? E inventou uma situação para bms ? Loooooool
Levar o carro para a estrada, e qual o parâmetro de comparação ?
Alguém já passou por uma situação de perda total do veiculo?
Dava jeito saber como lidar com as seguradoras em casos destes.
Obrigado
Eu comprei um que era perda total, comprei o salvado, recuperei o carro e hoje é o que uso.
Caso de perda total eles pagam o valor estabelecido numa tabela que todas as companhias teem.
Muito dificilmente o dono concorda com o valor, mas pode sempre recorrer ao centro de arbitragem.
Se o valor for muito baixo , pode tentar o expediente de exigir um carro igual e em condições identicas, a lei permite isso.
@Antonio Vasco, obrigado pela sugestão.
@JL, eu não acho que o Tesla esteja assim tão danificado, tem uma porrada grande, dispararam todos os airbags a roda frente esquerda ficou toda torcida mas o mediador de seguros onde faço ao meus seguros ele disse logo, pela experiência dele o Tesla também vai ser perda total, podes ter ali um bom negócio, o carro nem 3 meses tem.
Depende de quando querem por ele como salvado.
Sem ver o carro mas atendendo a outros danos semelhantes que já vi, se a bateria estiver intacta, é coisa para 8 a 12.000€, mas pode ser menos numa oficina fora.
Conduzir em sitios com muitas subidas em autoestrada seria o ideal para testar a bateria.
Se o carro fizer os km, que alguém a comprar ache bem, então avançar com o negócio.
Mas nem sempre é possível fazer este teste.
Para muitos basta ir ao Algarve a 120km/h. Se lá chegar compram. Se ficar pelo caminho é continuar a procurar.
A viagem ao Algarve é o parâmetro que mais ouço sair da boca fora a muita gente.
Foi assim que comprou um ?
Faço Loures-Tavira a 120 (ou menos, em trajetos que é menos) e com uma carga faço o trajeto.
Se nem em linha reta consegues obter os consumos que os carros a combustão dizem fazer imagina fazer o mesmo teste sempre a subir…
Não te estiques, qual é o carro a combustão que perde 50% da autonomia?
DIGA UM, DIGA UM. 🙂
E sabes que estou a pensar comprar um Tesla, e penso no Tesla precisamente pela maior capacidade da bateria, mas logo à cabeça, desconto 100km ao anunciado pelo construtor, mas comparar a perda de um VE com um a combustão roça o fanatismo. 🙂 🙂
Ninguém consegue fazer os consumos que o fabricante dos a combustão diz que faz, mas dai a perder 50% é um exagero, nem passado 20 anos perde 50% de autonomia.
E com isto agora dos meus pais, e com os meus irmão de ferias, vou ter de alugar um carro de 5 lugares para os poder levar a algum sitio ou simplesmente ir buscar a minha mãe quando obter alta hospitalar, o meu carro é comercial de 2 lugares.
Basta ele estar a consumir o dobro já perdeu 50% de autonomia.
Nos eléctricos já encontrou algum que tenha perdido 50 % ?
Sim, até te faço a pergunta ao contrário e falamos só do Leaf, quanto conheces que só tenham perdido 50%?
Quais são os carros que passam a consumir o dobro sem que seja uma fuga na admissão?
A 50% não conheço nenhum.
Pessoalmente conheço duas pessoas que os Leaf perderam mais de 50%, um dos colegas de trabalho da minha esposa e acabou agora por comprar um Tesla Model3 e a minha colega de trabalho, que voltou a comprar a combustão Dacia, Spring, diz ele que comprou o Dacia e ainda sobrou €€ para as ferias pelo preço pedido pela bateria, o colega da minha esposa dizia que parecia o homem aranha, “lançava a teia (cabo de carregamento) de carregador em carregador” atualmente o Leaf dele fazia 60 km.
Mas se fores ao Youtube são muitos outros com queixas do mesmo modelo.
O spring não é a combustão, é eléctrico.
Se faz 60 kms então ainda não está nos 50%.
A sabedoria popular no que a baterias diz respeito ainda tem muito que evoluir. O SOH da bateria é um mero olhar para o passado e nada diz sobre o futuro. Os fabricantes das baterias sabem exatamente quantos KMs elas ainda vão fazer e é aqui que UE tem de chegar á frente e obrigar os mesmos a divulgar essa informação. Até lá, cabe-nos a nós reunir o máximo de informação para chegar o mais perto possível. O mais importante é o tipo/formato da célula, fabricante e qualidade dos materiais. Depois vem humidades, resistências internas, etc.
Para terem uma ideia podem ir a https ://evclinic.eu/2026/06/10/soh-and-battery-passport-is-a-lie-introducing-eolhc-the-metric-the-industry-never-gave-you/
Já existem veiculos a mostrar essa informação, o mais problemático deles, ambos os leaf de 1º e 2ª geração mostram tanto a capacidade da bateria em Ah, resistência interna, e SOH previsto, desbalanceamento entre células, numero de cargas.
Mas sim, ainda há muito para evoluir e esse artigo está no caminho certo.