BYD lança carregamento rápido de 1500kW: até 70% em apenas 5 minutos
A BYD deu mais um passo na evolução da mobilidade elétrica ao apresentar oficialmente no Reino Unido a sua nova tecnologia Flash Charging, uma solução de carregamento ultrarrápido que promete reduzir significativamente os tempos de espera dos condutores de veículos elétricos.
O lançamento decorreu na sede da marca no Reino Unido e contou com a presença de Stella Li, Vice-Presidente Executiva da BYD, que destacou a importância desta inovação para o futuro da mobilidade elétrica.
Tecnologia baseada na nova Blade Battery
Segundo a fabricante chinesa, o sistema de carregamento rápido é suportado pela Blade Battery de segunda geração, uma evolução da tecnologia de baterias da BYD que procura aumentar a velocidade de carregamento sem comprometer a segurança ou a durabilidade.
Os primeiros utilizadores britânicos a experimentar esta tecnologia serão os proprietários do DENZA Z9GT, modelo premium da marca.
Carregamento de 10% para 70% em apenas 5 minutos:
Durante a demonstração realizada pela BYD, foram apresentados números bastante expressivos:
- Carregamento de 10% para 70% em apenas 5 minutos;
- Até 97% de carga em cerca de 9 minutos;
- Em condições extremas de frio, a -30°C, o aumento do tempo de carregamento foi de apenas 3 minutos.
Galeria de fotos
Se estes resultados forem replicados em condições reais de utilização, poderão representar uma das maiores evoluções dos últimos anos na experiência de carregamento de veículos elétricos.
Nos últimos anos, vários fabricantes têm investido em soluções de carregamento cada vez mais rápidas, mas os números agora apresentados pela BYD colocam a empresa entre os principais protagonistas desta corrida tecnológica.
Caso a infraestrutura acompanhe a evolução das baterias e dos veículos, o carregamento de um automóvel elétrico poderá, em breve, demorar apenas alguns minutos, tornando-se praticamente tão rápido quanto uma paragem numa estação de combustível tradicional.




























Como eletrotécnico que sou, entusiasta de mobilidade elétrica e sistemas elétricos, creio que ainda temos um longo caminho a percorrer. 1,5MW num carregador é descomunal, até mesmo os ultra rápidos de 300, 500 e 800 kW são um absurdo, quando pensamos que existem fábricas com potências instaladas inferiores.
Não é absurdo tendo em conta a potência instalada que já têm, por exemplo o Supercharger de Fátima são 6 MW.
Não é absurdo? 6 MW, existem centrais de produção com potência bem inferior a isso, eu acho que as pessoas não compreendem bem o que são potências elétricas e o que é necessário para as produzir. Consumir é fácil, produzir pode já não ser assim, mas senão é um absurdo, eu retiro o que disse.
Quem paga o reforço da rede? Os mesmos de sempre. Só pacóvios acreditam na história da carochinha.
Ou então pedincham mais uns cêntimos ao estado
E quem paga os combustíveis, e os aumentos dos juros, etc etc? A rede é apenas reforçada por causa dos veículos elétricos?
Nos últimos anos sim e devido aos datacenters. Ou o crescimento do consumo vem das árvores?
Querem repetir a tragédia da década de 90 quando duplicaram a capacidade da rede.
E onde levou a tragédia? Qual é o efeito nefasto?
Sabe o que são postos de transformação?
Paga quem usa, só os pacovios não entendem isso.
Errado. Pagam todos. Mesmo que não usem. Tarifa de acesso á rede na potência, no kW, sim mesmo que não use tenho que pagar a expansão da rede. Resta chegar o dia em que as baterias tenham que obrigatoriamente estabilizar a rede.
Não, pagam os que usam, tanto que uma puxada dessas tem um custo de muitos milhares, ou vai dizer que são de borla ?
Outra mentira, então a tarifa de acesso à rede não paga consoante a potencia e o consumo ?
Só falta vir dizer que os novos consumidores não pagam, enfim, onde chega o preconceito.
As novas ligações pagam custos de ligação à rede e custos de expansão da rede, dependendo de vários fatores como a potência a instalar e o reforço necessário efetuar. As tarifas no consumo são, essencialmente, destinadas à manutenção das redes existentes. Claro que a manutenção não é só “verificar” se está tudo bem. Inclui substituições de linhas e equipamentos quando necessário e até linhas novas se necessário. Claro que um consumidor comum paga umas migalhitas, já uma grande empresa, um datacentre ou um posto de carregamento paga bem mais. Mas isso advém do consumo de cada ponto. Se eu instalar A/C em toda a casa passo a pagar mais e até posso ter que pagar expansão da rede se precisar de fazer aumento de potência.
O reforço da rede é pago por quem pede instalações novas e na proporção da potência a instalar. E claro, pelas tarifas da e-redes no consumo também. Já assim é há décadas.
6MW a dividir por 32 pontos de carga. Aqui estamos a falar em 1.5MW num posto.
Quer dizer que dá para 4 destes, não disse que dava para 32.
No entanto a velocidade a despachar carros é a mesma.
E qual o efeito desses carregamentos rápidos nas baterias? Imagino que o tempo útil de duração também irá ser reduzido…
As baterias aguentam, são dimensionadas para isso.
O mesmo, porque se são controladas em temperatura, vai ter o mesmo efeito.
O maior problema é que são tecnologias proprietárias e implicam ter postos da BYD para poder usufruir disto.
As ruas continuam a ser as mesmas nas cidades e a circulação automóvel a diminuir. São as consequências de uma sociedade cada vez mais hedonista. Alguém vai pagar o preço. Aliás já está a pagar.
Então temos de proibir os veículos que mais recursos usam, os a combustão,.que usam 300 a 400x mais recursos.
Sim porque os postes não usam recursos, os postos de carregamento também não, é uma festa.
Somos é uma sociedade cada vez mais narcisista isso sim e egocêntrica.
O JL nunca deve ter andado de carro a combustão, pelo ódio que lhes destila …
Eu disse que não usam ? É que você nem sabe ler.
Somos uma sociedade cada vez mais democrática, não ao seu desejo que queria um comunismo.
Eu andei, mas qual o problema disso, na altura não haviam outros, agora há.
Você se tivesse o mínimo de inteligência sabia que eu estava a dar uma solução ao homem que não diz aqui o que realmente quer, não quer dizer que eu defenda o que disse.
Proíbam. As ruas vão ficar mais cheias ainda. Com tanta comodidade que têm os veículos eléctricos, estes vão claramente encher as ruas e entupir as cidades. A menos que os controlem remotamente. E aí é ver tantos a reclamar que têm as suas vidas debaixo de olho do Grande Irmão. Não deve faltar muito para que isso aconteça.
Então se proibirem ficam mais cheias como ?
Mas não é isso que quer ? Que os eléctricos não cresçam? Porque não diz a verdade .
Mas quê controlar ? Para irem ao supermercado comprar mais coisas ?
E porque querem que isso aconteça? Está tão interessado naquilo que os outros fazem ou deixam de fazer ?
Inventam com cada desculpa que parecem nem vivem no mundo real, mas sim numa novela mexicana.
Já tive em cidades onde a maioria dos veículos eram eléctricos nao reparei nisso. devia estra distraido, quando lá voltar vou tentar prestar atencao
Ui. Deve degradar a bateria muito rápido!
Porquê? Podes argumentar?
Um estudo de grande escala com mais de 22.000 veículos concluiu que EVs que usam frequentemente carregamento rápido DC (especialmente >100 kW) podem degradar até cerca de 2× mais rapidamente do que veículos que carregam mais lentamente
https ://www.techspot.com/news/111251-ev-batteries-age-twice-fast-ultra-fast-charging.html
https ://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378775322015634
Deve chegar, se for preciso arranjo mais
Maioria do pessoal carrega em casa, carregamento rápido DC é muito esporádico
Depende também do carro, este estudo tem em inclui um grande número de veículos:
https://www.google.com/amp/s/pplware.sapo.pt/motores/usar-sempre-o-fast-charging-afeta-as-baterias-dos-carros-da-tesla-ha-quem-tenha-provado-que-nao/amp/