Bloqueio dos EUA aos elétricos da Polestar força mudança de foco para a Europa
A Polestar é uma das marcas que tem crescido no mercado dos carros elétricos. Tendo como origem a Volvo, a marca tem-se ajustado e tem já hoje uma participação grande no grupo chinês Geely. É precisamente esta associação que lhe está a trazer problemas. Agora que foi bloqueada nos EUA, a Polestar vai focar-se na Europa.
EUA bloqueiam os carros elétricos da Polestar
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos recusou a autorização de venda à Polestar ao abrigo da recente regulamentação sobre veículos conectados. Esta diretiva proíbe a comercialização de automóveis equipados com sistemas de hardware ou software associados a tecnologia de origem chinesa ou russa, devido a preocupações com a segurança de dados nacionais.
A decisão afeta diretamente todos os novos modelos da marca a partir do ano de fabrico de 2027. Embora a marca tenha origens suecas, o controlo acionista pertence ao grupo chinês Geely, o que motivou a aplicação da norma. No mercado norte-americano, os clientes atuais vão continuar a receber assistência técnica.
As concessões do país mantêm-se em funcionamento para escoar o inventário existente de modelos anteriores, especificamente o Polestar 3 e o Polestar 4. Contudo, os novos lançamentos planeados pela fabricante deixam de poder entrar neste território automóvel.
Foco da marca vira-se agora para a Europa
A estratégia comercial da fabricante passa agora por canalizar os seus investimentos e recursos para a Europa. Esta região já representa perto de 80% do volume total de vendas da empresa. Os dados operacionais do primeiro trimestre de 2026 mostram que 94% dos negócios globais ocorreram fora das fronteiras dos Estados Unidos, reduzindo o impacto financeiro imediato da proibição nas contas gerais.
Os planos de expansão na Europa incluem a abertura de novos pontos de venda e a localização da produção industrial no continente. A construção do futuro modelo Polestar 7 está prevista para ocorrer em solo europeu, aproveitando a rede de fábricas já existente na região.
A marca mantém os objetivos de lançamentos em várias frentes geográficas alternativas. Entre as apostas de crescimento para os próximos anos estão o mercado do Sudeste Asiático, a Europa de Leste, o Canadá e a América Latina. O plano de desenvolvimento da frota elétrica prossegue com a chegada de novas variantes de modelos atuais e novas propostas tecnologicamente atualizadas para os segmentos de maior procura.



















E preciso e ter vergonha! E mais não digo
É deixar entrar os chineses em tudo não só é uma vergonha, com é traição!
Estes americanos não precisam de inimigos, enterram-se sozinhos.
Ainda têm a Europa a lamber-lhes as botas e a encher-lhes os bolsos .
Agora, andam a fazer o mesmo aos chineses. De facto, não têm coluna vertebral.
O puto da bola ta a perder, resultado leva a bola para casa porque já é tarde
Os planos de expansão na Europa incluem a abertura de novos pontos de venda e a localização da produção industrial no continente. A construção do futuro modelo Polestar 7 está prevista para ocorrer em solo europeu, aproveitando a rede de fábricas já existente na região.
Emais não digo; contribui para a criação de empregos na EUROPA ou não?