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Bateu com o carro? Saiba as 6 coisas que tem/deve fazer

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. PoiZé says:

    “5. Se possível, preencha a Declaração Amigável”
    Se não há acordo, é a pior coisa que se pode fazer.
    Se há acordo, também não é necessária e é inclusive desaconselhável.
    O que há mais são situações em que as pessoas que não tinham culpa passaram a ter ou foi dada 50/50 por declarações mal preenchidas ou com que levaram a interpretações diferentes pelas seguradoras.
    É chamar as autoridades e eles que registem os acontecimentos.
    Do meu lado, eu não preencho muito menos assino tal documento. Tiro fotografias e se não concordar com o auto da policia, também não assino.

    • Hugo Nabais says:

      Se tiveres dois dedos de testa e a declaração amigável for a teu favor, só tens a ganhar em assinar.
      Se o outro envolvido escrever lá que vinha da esquerda e não deu a prioridade, ou como já me aconteceu uma vez a mim, a mulher escreveu, bati na traseira do veiculo da frente (o meu), não percebo porque seria desaconselhável!

      • PoiZé says:

        Eu já assinei uma dessas (foi a última vez que o fiz) em que a outra pessoa assumiu a culpa na propria declaração (pois era efectivamente culpada).
        Vieram os peritos e o que se passou depois não sei. Sei é que as seguradoras chegaram à conclusão/acordo que seria 50/50 e a declaração não serviu de nada. Como contestar ia ‘dar mais trabalho’ do que provavelmente resultados acabei por aceitar a decisão. (que hoje, sabendo mais qualquer coisa, contestaria)
        Esta foi comigo mas conheço muitas outras….
        O que não me faltam são razões para não preencher a declaração. Para preencher é que não tenho qualquer motivação/justificação.
        Espero que não… mas se te acontecer o mesmo também vais deixar de preencher e assinar essas declarações ‘amigáveis’.

        • JL says:

          Ninguém se dá por culpado num acidente, mesmo que escrevam lá, quem determina isso são as seguradoras.

          • PoiZé says:

            Finalmente acertou uma!
            Sai uma bicicleta para o senhor que é incapaz de entender uma simples definição!

          • JL says:

            Acerto muitas, pode é não estar de acordo com elas.

          • JL says:

            E já agora, no preenchimento da declaração só interessam dados do momento em que as viaturas se tocam, o que acontece antes ou depois não interessa e só pode complicar, aconteceu comigo.

            Numa autoestrada com 3 vias, vinha na da esquerda a ultrapassar um veiculo, meto para a do meio, entretanto sai um carro da via da direita, tentei evitar, mas ele ainda me bateu na lateral traseira.

            Acontece que preenchi mal a declaração, assinalei que tinha mudado de de via, e atribuíram-me a culpa, depois com recurso a 2 testemunhas, lá alteraram a culpa.

          • Entãonão says:

            violino mais pequeno do mundo

  2. Rodrigo says:

    Eu piro me logo, não tenho carta ha 20 anos heheh

  3. Filipe says:

    É impressão minha ou falharam na mais importante que é chamar as autoridades e não tirar a viatura até eles chegarem.

    Isso já me salvou, pois o artista cheio de paleio de marcha atrás bateu no meu carro e começou logo por dizer que não existia problema para tiramos os carros, eu disse que não tirava e ele aí virou o disco e começou a dizer que fui eu que bati nele, após as autoridades chegarem e fizeram o auto de ocorrência, e aí o artista já não deu para trás, pois como estava o carro era impossível ser eu a bater nele.

    Por isso nunca tirem a viatura do local e chamem as autoridades, só chicos espertos…

  4. Ivo says:

    Infelizmente, assisti a uma situação semelhante envolvendo um familiar. Foi um acidente apenas com danos materiais, sem feridos. O meu familiar, por estar de boa-fé e por se considerar a parte lesada, aceitou resolver a situação de forma amigável, sem chamar as autoridades.

    No entanto, dias depois, a outra parte decidiu apresentar queixa na GNR e surgiu com alegadas testemunhas a atribuir a culpa ao meu familiar. Perante essa situação, acabou por ter de suportar os prejuízos.

    A lição que retirei desta experiência é simples: por mais cordial que a situação pareça no momento, é prudente solicitar a presença das autoridades para que os factos sejam registados no local. Infelizmente, nem sempre aquilo que é combinado de forma amigável permanece amigável nos dias seguintes.

  5. Marco says:

    Como ressalva a e-SEGURNET no ponto 6 não explica que ela própria pode substituir a DAAA em papel, caso haja interesse

  6. Manuel says:

    Primeira coisa a fazer é tirar muitas fotos, todos os angulos possíveis. Ajuda a comprovar o que aconteceu.
    Segundo, se não há feridos não chamar a polícia, serão multados.
    Terceiro, a declaração amigável não necessita de acordo, preencher, documentar com fotos e entregar no seguro.

    Tive um acidente há uns meses, fui culpado. O dono do segundo carro chamou a polícia. Fomos multados. Pior, a polícia pediu a documentação e não viu que o outro interviniente apresentou um seguro de outro carro. Era domingo e o policia passou todo o tempo a reclamar por estar a trabalhar.

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