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Apanhado a mais de 230 km/h! GNR alerta e mostra nas redes sociais

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Vasco S. says:

    Está tudo certo, em 1 lugar, Mas
    É mais perigoso andar a 70 numa aldeia ou centro cidade do que 250 em autoestrada.
    A maioria dos acidentes mortais são nas estradas IC, estradas propositadamente Más, para ” obrigar” ” atrair” os condutores para as autoestrada a pagar da Via Verde, Nós os portugueses somos governados por Traidores Corruptos, que se vendem a qualquer entidade que os suborna.
    Basta ver quem são os proprietários das autoestrada a Pagar, e vemos a Máfia instalada em Portugal,
    para manter o negócio impedem os governos de fazer boas estradas, mantendo estas estradas IC só com 2 sentidos, levando a um aumento enorme de acidentes Mortais.
    Não fugindo á responsabilidade dos condutores que ultrapassam sem critério e em excesso de velocidade, telemóvel, álcool etc,.
    Mas vê se bem que mas autoestradas de 3 vias que raramente há acidentes, quanto mais mortais.

    • hey says:

      eita
      quero disso que estás a tomar

    • Rui says:

      É preciso não ter descaramento!!!!!

      Todas as estradas de Portugal são propriedade do Estado Português! Se há privados a explorarem as portagens é porque o Estado Português assim o permitiu, ora vendendo os direitos de exploração ora criando as próprias em PPP.

      Agora os privados são os malvados!!!!!!

      Malvado é que fez as estradas com subsídios da UE e ainda tem a lata de vender os direitos de exploração para cobrirem Orçamentos de Estado deficitários!!!!!!

    • says:

      Por isso na aldeias (localidades) os limites e as “balizas” das contra ordenações são menores que nas AE. Podemos pensar em tudo e mais alguma coisa, em ir para teorias, arranjinhos e macacadas (que as há). Mas os limites de velocidade já são assim há décadas e décadas, sem grandes alterações. Quem tira a carta assume o compromisso de os cumprir. E claro, quem cumprir não é multado.
      Agora, quanto a ser mais perigoso andar a 70 numa localidade do que a 250 numa autoestrada é relativo. Por um lado, tens estradas mais “rendilhadas”, mais obstáculos e até pessoas e animais a pé nas localidades. Por outro, o tempo de reação vs tempo/distância de desvio ou travagem não é linear. Para além de precisares de muito mais espaço para travar se fores a 250 km/h ao invés de 70, também vais percorrer muito mais distância enquanto “reages” a 250 do que a 70.
      E contas feitas, eu até sou da opinião que além de um certo limite (seja velocidade, álcool, etc) deveriam haver ainda mais penalizações para os condutores. Por exemplo, acima de xxxx kms de excesso ou de yyyy de álcool, ficar sem carta mais tempo. Se for reincidente, se calhar já não tinha era carta. Há gente que já ficou sem carta várias vezes por excesso de álcool. E alguns até acabam por conduzir se carta… cadeia com eles! Um condutor embriagado não é apenas um perigo para si. Um condutor em excesso de velocidade também não é apenas um perigo para si. Quanto alguém da Vossa família (que nunca saibam o que isso é) for atropelado por um bebedolas, um Ayrton Senna de trazer por casa ou numa passadeira, se calhar mudam de opinião.

      • B@rão Vermelho says:

        ires sem cinto de segurança, só a tua integridade física está em risco, em excesso de velocidade ou velocidade excessiva estamos todos.

        • says:

          Sim… e talvez não. É como a história do capacete. Não nos esqueçamos que, em caso de acidente o estado assegura o socorro hospitalar e grande parte dos futuros tratamentos, bem como muitas vezes também assegura pensões de alimentos a órfãos. Daí, parece-me perfeitamente bem que o estado também veja essa parte como proteção do bem de todos a quem não se protege.
          Mas feitas bem as contas, os cintos de segurança estão mais que provado que salvam vidas e evitam males piores em caso de acidente. E não custa nada usar o cinto (salvo obviamente as devidas exceções também previstas na Lei).
          Mas já enquanto o mal for só para o próprio, problema dele mesmo.

    • Camões says:

      Exato Vasco, quem entendeu o teu argumento está acordado para realidade, os outros além das pàlas quando acordados ainda são enra**dos a dormir.
      ON
      Tenho pena dos alemães morrem em média uns 500 por dia nas suas estradas rápidas.
      OFf

      • says:

        Em Portugal as regras dizem que a velocidade máxima é 120. Quando tirei a carta já sabia que era assim. Quem não concordar, que deixe de conduzir ou que vá para onde as regras sejam diferentes.

        • Herói Não Sou says:

          Certo @Zé , até quase concordo contigo, o que me revolta é celebre frase a “Velocidade Mata”, não é a velocidade que mata é a estupidez de quem está atrás do volante, uso e abuso do excesso de velocidade há 40 anos (carro e mota) nas condições ideais e locais próprios (autoestrada e algumas nacionais, nunca em cidades ou aldeias) zero acidentes e os que tive quase para ter foram causados por aselhices daqueles que afirmam que a velocidade mata.

          No caso deste post, as fotos publicadas do excesso de velocidade parece-me que são carros isolados, sendo o caso que pratico, havendo transito logo reduzo velocidade adequada para aquele tipo de fluxo, se eu for apanhado e multado em excesso de velocidade quando não havia trânsito e circulava só eu (devagar adormeço), a isso chamo de caça a multa.

          Tal como o @Max comentou “gestão variável de velocidade” devia ser uma prática também em Portugal.

    • Pedro says:

      Qual é a erva??????

    • CBR1000RR-R says:

      230 boa, agora sai da frente que eu quero meter a 4ª

    • JL says:

      Podemos ver essa estatística onde as pessoas morrem ?

    • Zé da Quinta says:

      Pá: Cumpre apenas o Código da Estrada e deixa-te de m@erdas.

  2. Nuno says:

    Dois BMW’s, racistas!

  3. Ramalho says:

    Quem escreveu este artigo nunca conduziu na Alemanha

    • Vítor M. says:

      Não fui eu que o escrevi, e quem o escreveu já conduziu na Alemanha, assim como eu, várias vezes. Mas estou curioso por saber o que está por trás deste teu comentário. Podes desenvolver?

  4. Zé Fonseca A. says:

    voltaram aos radares no separador central? isso também é perigoso

  5. wOne says:

    Bravo! Assim é que é a abrir. Sou contra os radares nas autoestradas. Em cidade concordo com o limite de 50 a 70.

  6. JP says:

    Teriam mais de 75 anos? Um amigo disse-me que são os mais perigosos.

  7. Vasco says:

    230 nem é muito… O meu carro está limitado a 250…

  8. Max says:

    Cuidado que o que conta é +89 km/he não os 209 km/h, ou seja, depende do limite máximo.
    Um conhecido meu, de noite, sem trânsito, passou no famoso radar da Escola de Comunicação Social/Fonte Nova (IC19-Lisboa) – que tem o limite, num pequeno espaço, de 60km/h – ia a 130 km/h (+70 km/h), foi considerado uma infração muito grave, com multa de 500 € (e podia ter sido pior).
    Ali tem 3 vias, parecia uma autoestrada, sem trânsito, mas se fosse uma autoestrada o mais certo era não multarem.
    Os radares só querem saber da fotografia, não querem saber se há trânsito e quais são as condições metereológicas. Em Espanha, há algumas vias, com “gestão variável de velocidade” em que a a DGT (Dirección General de Tráfico) tem painéis que alteram o limite legal em tempo real (e ajustam automaticamente os limites nos radares).

  9. Fidélio Diz says:

    ESTAS MEDIDAS POUCO OU NASDA VÃO AUXILIAR A DIMINUIR A SINISTRALIDADE ,NÃO SERIA MELHOR COMEÇAR POR TENTAR MUDAR MENTALIDADES,NÃO SERIA MELHOR COMEÇAR PELO ENSINO !,A COMEÇAR NA PRIMÁRIA ATÉ A OBTENÇÃO DA DITA CUJA CARTA DE CONDUÇÃO

    • Manuel says:

      Apoio! No meu tempo havia prevencao rodoviária. Lembro me na escola de andar de karts a pedais em estradas simuladas com sinais de transito. Lembro me de ver anuncios na tv, uso de cinto, capacete nas motas, etc. Agora nada. Nem patrulhas na estrada há… mas radares nao faltam!

  10. contraditorio says:

    Numa rápida análise jurídica dá para verificar, nos comentários, a diversa interpretação do conceito “segurança” e a pouca ou nenhuma consideração do que seja segurança pública 🙂

  11. Sérgio Silva says:

    Meus senhores a lei é para cumprir, ponto final.
    A sociedade sem regras transforma o que seria humano em animais irracionais, portanto as vossas respostas idiotas onde o caos gera a vossa mentalidade não tem cabimento aqui neste post. As regras, leis e condutas apropriadas na condução são para cumprir em defesa dos outros e em nossa defesa, a vida é para preservar não para destruir. E deixem de ser engenheiros idiotas com a palavra de uma suposta razão piores que um puto bêbado no auge de uma sexta feira de copos e drogas. Abram os olhos e respeitem a vida dos terceiros já que a vossa vida nada vale.

    • Herói Não Sou says:

      @Sérgio Silva, sai da gruta.

      Não se trata de defender o caos nem de ignorar regras — isso é um falso argumento. As leis existem para proteger, mas também devem evoluir com a realidade. A história mostra isso em tudo: tecnologia, medicina, mobilidade.

      Os limites de velocidade foram definidos numa altura em que os carros tinham muito menos capacidade de travagem, estabilidade e sistemas de segurança. Hoje temos ABS, controlo de estabilidade, assistentes de condução, melhores pneus e estradas mais seguras. Ignorar essa evolução também não faz sentido.

      Aliás, vários países já adaptaram as suas regras com base em dados reais, não em dogmas. O objetivo não é “andar mais rápido porque sim”, mas sim ajustar as leis a condições modernas, com critérios de segurança.

      Cumprir a lei é essencial — mas questionar e melhorar a lei também é o que faz uma sociedade evoluir. Caso contrário, ainda estávamos presos a regras completamente desatualizadas.

      Respeitar a vida inclui também ter pensamento crítico, não apenas obedecer cegamente.

      Resumindo:

      Cumprir leis é importante, mas tratá-las como intocáveis é negar a evolução. As regras não são verdades absolutas — são decisões humanas que devem acompanhar a realidade.

      Os carros, as estradas e a tecnologia mudaram drasticamente nas últimas décadas. Fingir que estamos em 1980 não aumenta a segurança, só mostra falta de noção do contexto atual.

      Questionar não é promover o caos — é exatamente o que permite melhorar. Caso contrário, nada evoluía.

      • JL says:

        Exato, o problema é que as pessoas não evoluíram como as leis.

      • Zé da Quinta says:

        “Hoje temos ABS, controlo de estabilidade, assistentes de condução, melhores pneus e estradas mais seguras.”
        No entanto os acidentes graves também aumentaram, o que quererá dizer que os limites de velocidade atuais não serão assim tão descabidos.
        Deixem-se de tretas e não tentem reinventar o que já o foi há muitos anos. Cumpram o Código da Estrada, respeitem quem por lá circula e sejam felizes.

  12. há cada gajo says:

    Morreu alguém ? Se não, cai por terra a ideia generalizada de que a velocidade mata !

  13. Sérgio Silva says:

    Caríssimos internautas, condução acima dos 120km hora requer de perícia, cuidado e muita experiência, não somos Ayrton Senna e esse louvável condutor já se foi, temos todos razão mas a morte nos tira tudo, sejamos presentes, vamos tomar conta de todos nós, acho nainha perspetiva que embora os carros realmente evoluíram a nível de segurança o ser humano não evoluiu, portanto vamos ser inteligentes e defender a nossa vida comprindo com as limitações, elas existem para nós vivermos mais um dia para contar boas histórias aos nossos netos. Fiquem bem e sejam presentes na evolução da história da humanidade. Abraço a todos.

  14. Joõa says:

    Pela foto parece que está parado. 😛
    A estrada deve ser bastante longa ou a descer para sentirem tal necessidade de faturar.
    É sempre questionável uma foto, quando surgem fotos de Ford Transit apanhada perto de 200 km/h.
    Mais importante que a velocidade é a segurança…
    Ouçam então este argumento… um dos melhores 😛
    Quanto menos tempo passar na estrada menor é o risco que corre!

    Voltando as fotos e o que revelam, se atingiu tal velocidade, sem “alma viva por perto” e várias vezes, mostrou que tal o condutor e assim como o veículo se comportaram bem nessas condições, sem colocar ninguém em perigo ou o próprio. 😛
    O risco existe sempre, basta estar vivo. 😛

  15. PM says:

    70% das pessoas não sabe a diferença entre excesso de velocidade e velocidade excessiva, está aí o grande problema da velocidade nas estradas…

  16. Mike says:

    Bem, parece que se confirma a mesma regra que existe na Alemanha: os condutores de BMW são os piores no que toca a respeitar regras e os outros… como dizem os alemães: “Typisch BMW Fahrer!”

  17. sidi says:

    merda de lei
    Se colocam limite de velocidade! então porque puni os condutores em vez de punir as fabricantes que constroem carros para atingirem tal velocidade

    • Mike says:

      Porque existem vias de circulação com vários limites de velocidade. Nas autoestradas o limite é de 120km/h, nas localidades o limite é de 50km/h. Se o fabricante automóvel estabelecesse um limite máximo de 120km/h (correspondente ao limite de velocidade nas autoestradas portuguesas), ainda seria possível circular a 120km/h dentro das localidades, onde o limite máximo são apenas 50km/h. Quem conduz legalmente, tem carta de condução. E quem tem carta de condução aprendeu o código da estrada. Se depois não cumpre, acho muito bem que seja punido por isso. Regras são regras e são para se cumprir. Quem cumpriu o serviço militar, sabe muito bem o que acontece se não forem cumpridas as regras. No código da estrada é idêntico: não se cumpre, sofre as consequências… Infelizmente, às vezes morrem inocentes por causa de outros que não respeitam as regras… É tudo uma questão de mentalidade e civismo…

  18. Joõa says:

    É necessário verificar bem…
    Esses limites são indicativos, para penalizações, pois se disser 50km/h e for necessário andar a menos tem de se o fazer. Até podia dizer 500 km/h e são as condições que se sobrepõem de forma a garantir segurança.

    São indicativos, pois existem exceções, pelo que deveriam ser todos indicativos sem penalização, por diversas razões, exemplos:
    pois quando cumpres o código ninguém te indemniza, ajudar o condutor a conhecer a estrada e por onde passa, quanto maior tempo na estrada maior o risco, entre outros.

    Tal como o limite inferior nas autoestradas… que quando está tudo parado e se olha para o lado com uma placa a dizer 50 velocidade mínima e ninguém respeita. 😛
    Isto de estar parado no trânsito, são milhões que saem dos bolsos dos contribuintes, pois deixam de estar com as famílias, ter descanso, concluir o trabalho que estavam a fazer, laborar, entre outros… pois uma economia parada é uma economia estagnada. Se fluírem mais ordenadamente, com respeito, circulando mais à direita, fazendo a sinalização e as normas mais básicas, todos conseguem andar mais, produzir mais e chegar a casa mais cedo e em segurança.

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