Almada: a tragédia que a tecnologia dos carros já sabe evitar
Esta semana, Portugal está a acompanhar o caso da morte de uma criança esquecida dentro de um veículo, desta vez em Almada, numa tragédia semelhante a outras que vamos conhecendo, ano após ano. A tecnologia, no entanto, já é capaz de evitar este tipo de fatalidade.
O caso de Almada, em que uma menina de 18 meses passou cerca de sete horas esquecida na carrinha de uma creche, é apenas o mais recente de uma longa lista de tragédias semelhantes, em Portugal e no mundo.
Segundo os especialistas, o problema raramente está na falta de amor ou de cuidado, mas antes nas falhas de memória associadas a alterações de rotina, stress ou distração. Ou seja, o cérebro assume que uma tarefa foi cumprida, mesmo que não tenha sido.
Neste contexto, a tecnologia pode fazer a diferença entre a vida e a morte.
Radares que "sentem" a presença de uma criança
Nos últimos anos, a indústria automóvel tem vindo a desenvolver sistemas cada vez mais sofisticados para evitar este tipo de esquecimento.
A Volvo, pioneira nesta área, equipa já o seu topo de gama EX90 com um radar interior de série capaz de detetar presença em todo o habitáculo, incluindo a bagageira.
A BMW segue o mesmo caminho no iX3, tal como a chinesa Zeekr no 7GT, ambos com sistemas de radar que avisam automaticamente quem está fora do carro caso reste alguém lá dentro.
A tecnologia usada pela Leapmotor no B10, por sua vez, recorre a radares capazes de detetar a respiração ou pequenos movimentos, o suficiente para identificar um bebé imóvel, a dormir, ou tapado por um cobertor.
Além destas, a Toyota tem de série no Sienna, nos Estados Unidos, um sistema de radar de 60 GHz capaz de detetar batimentos cardíacos e respiração na segunda e terceira filas de bancos, e a Tesla ativou um radar de habitáculo no Model Y que deteta crianças esquecidas e reage automaticamente, acionando luzes e sons de aviso até que alguém regresse ao veículo.
Ambos os sistemas recorrem a tecnologia de radar de alta frequência, semelhante à usada em operações de busca e salvamento.
Dos lembretes à deteção real
Nem todos os sistemas são iguais. Marcas como Toyota, Hyundai, Kia, Honda, Škoda ou Ford oferecem, na maioria dos seus modelos, soluções mais simples, como lembretes que avisam o condutor para verificar o banco traseiro sempre que as portas de trás foram abertas no início da viagem.
Ainda que úteis, dependem da atenção humana, não sabendo há de facto alguém no carro.
Curiosamente, em 2026, o próprio Euro NCAP passou a valorizar essa diferença, distinguindo agora os lembretes dos sistemas de deteção direta, que têm de conseguir identificar sinais reais de vida no habitáculo, incluindo crianças até aos seis anos.
Esta mudança deverá pressionar cada vez mais fabricantes a investir em radares reais, e não apenas em avisos genéricos.
Também fora do carro há soluções
A tecnologia para salvar vidas não se fica pelos automóveis. Nomes como a Chicco, em parceria com a Recaro, desenvolveram um dispositivo que se liga diretamente à cadeira da criança e comunica por Bluetooth com o smartphone do condutor.

BebèCare Easy-Tech, o dispositivo da Chicco que se liga à cadeira da criança e comunica por Bluetooth com o smartphone do condutor.
Se este se afastar do carro sem retirar a criança, o sistema dispara alertas progressivos e pode mesmo enviar a localização do veículo a contactos de emergência.
Em Portugal, esta solução chegou a ser comercializada em parceria com a SEAT, prova de que também soluções mais acessíveis podem ajudar a fechar esta lacuna.
A camada de proteção não se esgota no carro nem na cadeira, com o Waze, por exemplo, a oferecer uma funcionalidade que envia uma notificação personalizável sempre que o utilizador termina uma viagem, lembrando-o de verificar o banco traseiro.
À semelhança da solução de alguns carros, a chamada "Lembrete de Criança" não deteta presença real, funcionando como um alerta programado. Ainda assim, é uma camada extra e gratuita, fácil de ativar nas definições da aplicação.
Assim, embora nenhum sistema seja infalível e nenhuma tecnologia substitua a responsabilidade e a atenção redobrada de quem transporta crianças, seja em contexto familiar ou profissional, casos como o de Almada mostram que confiar apenas na memória humana não é suficiente, e a tecnologia pode ser uma importante aliada.























Não há desculpa para o esquecimento. Nao podemos estar dependente de tecnologias quando existe sempre o risco de falha ou mau funcionamento. De certeza que a pessoa responsavel nao se esqueceu do telemovel na viatura. As pessoas tem que ser responsabilizadas e muita força para os pais.
O problema é que o ser humano falha mais e erraticamente.
Não sabes o que dizes. Primeiro. Não sabes o estado mental da pessoa que se esqueceu. Quem diz aqui diz quando são os pais. Segundo se uma pessoa falha tem que haver outras pessoas que possam corrijir. Nestes casos não há. De certeza que não é só uma pessoa a trabalhar na creche. Não culpem uma só pessoa porque há vários culpados nisto
Não querem saber. Querem é receber o guito ao fim do mês e tratam as crianças como mercadorias.
E deixares de ser estúpido? Não estamos a falar de VE…
Resposta característica de uma mente frustrada e já visivelmente desequilibrada.
Claro que há mais pessoas que devem ser devidamente responsabilizadas. Contudo a pessoa que foi buscar a criança nao sabia que estava no carro?
Concordo com o seu comentário.
Acima de tudo a creche tem que ser responsabilizada, claro.
Funerais, apoio psicologico/psiquiátrico, etc tem que ser prestado.
Muitas vezes nestes processos estão eventos internos ou externos da Creche.
As pessoas que trabalham com crianças e saude,etc, não devem ser importunadas, no meio de cada ação.
Há um evento que começa, e até terminar a pessoa tem que estar focada naquele objectivo.
Não pode haver elementos desestablizadores no meio, a tentar sabotar a tarefa á pessoa.
Pode haver ajudas, mas esqueçam os radares, vocês querem fritar o cerebro a humanos, ainda mais a uma criança que não tem ainda protecção ossea??
Algum tipo de radiação vai ter que existir, mas radar??
Malta, e que tal a criança ter uma pulseira RFID?????
Se não tem devia ter certo??
Quando entra da carrinha, o sistema conta a crinça, quando a criança sai, o sistema dá a saida da criança.
O sistema sabe que ha x crianças na carrinha, e até sabe remotamente onde cada uma delas deve ser largada.
O motorista tem um Guião diário compilado pela escola, que tem que seguir.
Tenho 3 crianças que são entregues no mesmo sitio, ha uma delas que não saiu, quando o motorista desliga a carrinha ou abre a porta para sair, ou depois de entrar, é informado que ha uma criança que não foi entregue, um alerta.
Todas as crianças que entrem numa carrinha teem que sair da mesma, obviamente.
A carrinha só sai dali quando o Guião for cumprido.
Há uma ligação ao sistema que a creche, pode consultar online, e até sabe a localização exacta da carrinha, em tempo real, e pode falar com o motorista se quiserem, ou o motorista falar com a creche, com a policia, bombeiros,112.
O sistema de comunicações, deve ser 3g de preferência(por ter mais cubertura que outros), mas ter um backup, para a banda do cidadão nos 27Mhz, com alguma potência de transmissão, em caso de não ser possivel usar torres ce comunicações.
Ha, mas pode haver falha, dos servidores, e nem sequer ha itenerario.
O sistema de alerta falhou, queimou as colunas de som, o sistema embebido, estragou-se.
O modulo de comunicações avariou.
Ha tanta coisa que pode falhar, o sistema não deve ser o meio de foco, deve ser apenas visto como um auxiliar.
Em caso de não haver comunicações. nem por 3g, nem por Banda do cidadão, então, o sistema guarda todas as acções que se desenvolvem.
Quando o sistema returnar, é transmitido tudo para o servidor.
O condutor, só avança com o veiculo depois de confirmar, que apesar de haver um alerta, está tudo bem.
Pode ser por, toque num botão + impressão digital, por exemplo.
Caso haja uma pulseira que se estragou e não funciona, ou o modulo RFID, está avariado.
Podiamos estar aqui a definir o sistema, por completo, mas o meu comentário, é mais no sentido de mostrar que ha possiblidades, de criar um modelo de negócio sustentado, fazendo uma coisa que nos orgulha, que é a segurança de processos, neste caso crianças, o nosso tesouro mais precioso, a par com os nossos herois idosos, ou transporte de deficientes,etc.
Enfim, parte-me o coração acontecerem estas coisas quando em pleno seculo 21, ha tantas possiblidades, e nota-se que muito pouco é feito.
Estou até a tentar evitar imaginar o cenário, eu como pai de duas crianças.
Os responsaveis pelos miudos, se calhar no próximo ano é melhor sairem daquele ambiente, porque os pais, com tanta dor, vão perder a cabeça, e coisas muito más muito provavelmente vão acontecer.
Os responsaveis pelos miudos, também vai ser preciso acompanha-los, porque podem muito certamente cometer uma loucura.
Eu não aceitaria perder uma criança, de forma nenhuma, ia haver consequencias graves para mim de certeza, impostas pela lei, e até antes disso, impostas por mim mesmo.
Deixo um abraço, de conforto aos Pais, e a todos envolvidos, mas se ha irresponsabilidades a Lei deve ser implacavel, afinal de contas estamos a falar no nosso maior tesouro.
Eu adicionaria, aqui algumas coisas, o teu sistema, defacto parece muito bom.
1) O modulo de comunicações 3g seria mpcie,
2) O módulo de Radio para a banda do cidadão, esse poderia ser também mpcie, por ser facil de trocar, e porque a especificação do mpcie, permite puxar alguma potência, coisa que o formato M2. não permite.
O problema aqui, é encontrar um módulo “perfeito”, e de baixo custo, tinha que ser desenhado por nós mesmos, caso contrario é uma pipa de massa.
E depois os 2 módulos mpcie, terias que ter um SoC que tivesse 2 mpcie portas.
Esses SoCs já são carotes, mas talvez se encontre, mas o mais comum é uma porta mpcie, ou seja o resto teria de ser via conectores tradicionais.
O módulo RFID, esse é barato.
Portanto ficaria o sistema a correr um SO embebido, com 1 modulo de comunicação activo, e outro de backup.
Aqui, o sistema também teria que dar entrada das crianças na Escola, e perceber se falta alguma, e se sim, lançar logo um alerta no placard, e dizer qual o veiculo, e qual a criança que falta,o condutor, e a escola saberia onde está o carro, contactos, etc.
Da mesma forma, a saida teria que ser dada também.
Mas o RFID, tem um alcance curto, e obriga a que cada criança passe a pulseira dela, ora e os bebés?
O bluetooth, tem mais alcance na escola para dar entrada e saída, mas é demasiado perigoso e a bateria gasta-se..
E depois, como desligas o sistema?
Com a chave do carro?Mas depois o sistema sempre a baixa e a subir, provoca muito desgas-te.
Se calhar o Ideal, seria tipo 30 minutos ao desligar o carro o sistema desliga-se, e liga de novo quando se ligar o carro( se o mesmo estiver desligado).
Os módulos de Rádio, estariam sempre activos?
O modulo de banda do cidadão, por ser grátis, era uma mais valia, sser o que está activo.
Ficando o 3g de backup, embora o 3g deia para voz/imagem, e dados de alta velocidade.
E se o SO corromper??
Há aqui muito que pensar 🙂
Não sei como te contactar, mas até poderia embarcar em uma coisa destas para proteger os pais/miudos/funcionarios.
Não queria estar na pele de nenhum dos intervenientes desta história, acredito que tenha sido esquecimento / falha de tanta gente a pessoa que se esqueceu da criança no carro também deve estar num estado lamentável mas os pais, esses vão ter de ter muita força.
Se perder um animal de estimação é o que é, nem consigo imaginar a dor de se perder um filho.
Forte abraço à família.
Este caso demonstra apenas a bandalheira em piloto automatico que está o País.
Não houve contagem na saida do carro
Não houve contagem na entrada da sala.
Não foi apenas um esquecimento, Foi um desleixo que passou por várias mãos.
Exato. A/o motorista esqueceu a criança no veículo, mas na receção da escola ninguém deu pela falta da criança também, o que me leva a querer se mais crianças faltarem às aulas/atividades eles nem vão dar pela falta deles 🙁
No colégio do meu filho, se ele não se apresentar 10 minutos após o fecho das portas, o sistema dispara um aviso imediato. Mesmo que eu não assine a folha de entrada e saída do autocarro, o colégio envia logo uma mensagem para o meu telemóvel e para o da minha esposa. Se não respondermos, os alertas repetem-se de 30 em 30 segundos e eles vão verificar as carrinhas de imediato.
Isso mesmo!
Estes serviços devem usar meios eficazes de gestão e controlo de todos os seus utentes.
E, esse é um bom exemplo de como o fazer de uma forma simples, organizada e responsável, dando ênfase à segurança, acima de tudo.
Com crianças, mais vale pecar por excesso do que por falta de zelo ou negligência!
Acho que nunca me esqueceria de algo assim!
Por norma, nem sequer confio nos sistemas de trancamento automático das portas e verifico sempre tudo, antes de me afastar.
Quantas vezes retorno ao carro para verificar se fechei mesmo as portas, ou se tenho algo que deixei dentro e que vou precisar mais tarde.
Esquecer pessoas ou animais, acho mesmo que seria impensável.
Lamento por quem assim trabalhe de forma tão leviana e tão precipitada…
Por norma também faço isso, porque sei que com tanta atividade e stress diário, pode perfeitamente nos esqueceremos de algo. Isso também é uma forma de treinarmos o nosso cérebro a certas práticas e rotinas para saber se não se esquecemos de nada. Mas não podemos julgar os outros porque nunca sabemos ao certo o estado mental da pessoa. Eu por norma antes de entrar no carro, por exemplo confirmo sempre se tenho algum pneu vazio ou se as portas ficaram trancadas. Há coisas que nós com a maturidade vamos aprendendo a ser mais responsáveis. Mas deslizes podem acontecer a qualquer um de nós. Não querendo julgar os outros pelo ocorrido, eu já trabalhei numa escola, e quando saíamos para atividades externas por exemplo, nunca ninguém abandonava o local sem confirmar o número de crianças desde da saída até à chegada. Aqui nesta situação infelizmente houve uma uma falha dos responsáveis pelas crianças. Deus dê força aos familiares desta criança e também a quem está a passar por esta situação, porque é uma dor e perda enorme. Ao mesmo tempo isto é um alerta para no futuro se evitar este tipo de situações.
Trabalhar menos é trabalhar melhor.
Levam as pessoas alem do limite depois choram.
Todos os carros novos na UE são obrigados a ter caixa negra e camera apontada ao condutor. Se fosse um Tesla não acontecia, pois tem o Pet mode
Não é um pet mode, tem mesmo um sistema para salvaguardar crianças. O PPlware tem um ódio de estimação com a Tesla, toda a gente sabe, daí falarem ali um pouco no artigo, mas nada mais, porque aos dias de hoje é a única marca que não tem só sensores e câmara para avisar que ficou uma criança, se a criança ficar lá dentro ele prontamente começa a apitar, envia notificações para os telemóveis(todos os associados ao carro), passados poucos minutos liga o AC, mais um minuto ou dois e começa de novo a apitar e a ligar as luzes, até chegar ao ponto de começar a tocar o alarme. Atualmente não há nenhum carro capaz de fazer tudo isto, só os Teslas, principalmente a parte do AC que é muito importante, mesmo que o carro estivesse no meio do nada e ninguém o ouvisse, a temperatura não subiria como acontece num carro “normal”.
Nós ódio à Tesla? Nunca. Bem pelo contrário, essa acusação é parva. O que não fazemos é o que tu fazes, moldar a realidade à falácia. Isso não se faz, isso é uma espécie de endeusamento cabisbaixo. Não fazemos. Agora, para nós a marca detém o melhor software de um veículo da atualidade, isso sim e adoramos isso. Mas não está só, e muito do que desenvolve, já existia noutras marcas. E vocês atribuem crédito à Tesla de forma errada, pois a tecnologia já existia. Agora, não é tão completa como a da Tesla? Não é, mas o artigo não era sobre o pormenor da tecnologia. Outras marcas já detetam a presença, alertam o condutor e, quando do fecho da viatura, sinalizam a presença.
Não é bem a mesma coisa, mas uso um AirTag na chupeta do meu filho e tem sido uma grande ajuda para a encontrar. Como ele ainda é pequeno, o AirTag também me dá a segurança de saber que ele já está dentro das instalações do colégio. Claro que há sempre o risco de ele deixar cair a chupeta e perdê-la — o que já aconteceu —, por isso tenho sempre o cuidado de ligar para o colégio para confirmar que ele saiu do autocarro em segurança. É pá, não se pode facilitar quando temos crianças por perto.
mais simples e barato que todas as soluçoes apresentadas, como acabar de vez com os vidros escuros no veiculo, certamente ja se teriam poupado algumas vidas a crianças senão a esta mesmo…Quando nao se ve nao se pode intervir…meus sentimento a familia…
Bem verdade..
Os vidros escuros enibem as pessoas, porque ninguém consegue ajudar, porque não sabe.
É muito triste defacto, passares ao lado de uma carro, com um bebe a precisar de ser salvo, e ninguém faz nada, porque nem sabe sequer.
Que tragédia!!
O veiculo aqui, parece um veiculo particular, muito provavelmente ela só levava uma criança.
Ora nessa situação, eu não consigo entender como se esqueceu por 7 horas do miudo.
A não ser que estivesse a lutar com uma depressão, demencia,etc.
Eu acho que deveria ser óbtrigatório a utilização de uma pulseira RFID, com os dados encriptados, apenas com o numero de telefone sem encriptação, algo assim.
A escola deve ter um sistema de contagem, quem entra, quem sai, e mais importante ainda, quem é que falta.
A escola abriu,
a primeira coisa a fazer é ver se os miudos chegaram todos.
Esta na hora da escola fechar…
já sairam todos os miudos?E foram entregues, correctamente?
Se sim a escola pode fechar.
Pois, os Pais também teem que dar o Ok a dizer que sim , apartir dai estão a sua responsabilidade.
O NFC pode ajudar nos telemóveis.
Outra opção, é os Pais da criança ter também eles uma tag RFID, ou várias, que passa na máquina e confirma a entrega.
O sistema na carrinha de transporte vai verificar se aquela tag, é válida para aquela criança, se sim, da o OK.
O problema é que muitas das vezes é o tio, ou tia, ou avôs que vai receber os miudos, e não teem tag RFID…e agora??
De qualquer forma, na escola, devem ter.
Houve ai uma altura que a policia distribuia tags, salvo erro até gratuitas pelas criança.
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“Segundo os especialistas, o problema raramente está na falta de amor ou de cuidado, mas antes nas falhas de memória associadas a alterações de rotina, stress ou distração. Ou seja, o cérebro assume que uma tarefa foi cumprida, mesmo que não tenha sido.”
As desculpas que o ser humano consegue encontrar para justificar a irreponsabilidade, e andar literalmente com os c*rnos no ar.
Se uma pessoa tem este tipo de problemas, não pode estar a trabalhar numa cresce!
As pessoas que roubam nas caixas de supermercado automáticas também se ‘esquecem’ de passar os artigos. Basta uma oportunidade para o mal, que a ganância do ser humano entra em ação. Está no triângulo da fraude.
Se deixaram a criança no carro. Foi porque já tinham o desejo de a abandonar no subconsciente. Daí ‘aconteceu’. Nada acontece por acaso. As falhas de memória existem. Mas é preciso fazer um esforço para esquecer. O stress faz meter outras prioridades à frentre.
stress -> esquecer -> desculpas
O stress venceu a memória da criança. Apagou o amor. Pode se concluir que o stress mata.
O stress é mais importante?
Não! Mas algo era mais importante para o cerebro que a criança, não dá para negar.
Se algo era mais importante, daí que veio o stress. Pois não existe por acaso. Isso tbm escondem. Ou seja, o stress tbm é desculpa. Algo causou o stress, e não o admitem…
Com certeza a condutora ouviu o telemóvel e claro … Olá querida… … então? (e tudo o resto esqueceu)
Não é preciso nenhum sistema “xpto”.
É preciso que, antes de trancar o carro, furgão ou autocarro e ir embora, o motorista verifique se não está ninguém lá dentro.
Como é possível uma tragédia destas? O motorista não sabe que transporta crianças pequenas? Não sabe que pode haver uma falha por parte de outro funcionário, repousando nele, motorista, a responsabilidade de verificar se tudo está bem no veículo, antes de se ir embora?
Mais importante que qualquer tecnologia de ponta é activar o modo humano!
Que hoje em dia anda um bocado desligado da realidade.