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ACP propõe novo Código da Estrada! Veja se concorda

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. André says:

    Quem não concorda, vá pelo mato

  2. David Guerreiro says:

    Discordo em muita coisa. A ACP assume que o problema de sinistralidade é falta de conhecimento do código da Estrada, ou quem bebe 1 cerveja e acusa 0.2. 99% dos condutores que fazem ultrapassagens em locais proibidos e perigosos sabe que não o pode fazer, bem como outras infrações graves. Fazem-no porque há uma cultura de impunidade e porque há também uma cultura de falta de civismo em Portugal. Quem tem mais que 1.2 nunca vai preso, e as consequências são poucas. Esses casos sim, deveriam ter consequências mais graves, nem que fosse uma multa maior, cassação de carta por mais tempo e prisão, nem que fossem 6 meses aos fins de semana. As pessoas sendo privadas da liberdade já atuavam de outra forma.

    • hey says:

      junta a multas severas a quem estaciona na segunda fila…já vi cenários em que a policia passava e nada fazia a essa gente…

      ainda pior existe…a policia tb não dá o melhor exemplo…não é só porque pode…

    • Joao Ptt says:

      Pessoas com mais de 1,2 de álcool vão presas sim, só que não fazem publicidade disso, e então parece que nada acontece. E sim, depende da disposição do juiz no momento.

    • Grunho says:

      O ACP representa os interesses económicos do lobby petrolífero e automóvel. Tem raiva a quem usa a bicicleta e a trotineta e quer colocar o máximo de entraves ao uso delas. É lógico: o não gasto dos ciclistas é o não ganho dos gajos. Vejam o que diz a IA do Gemini sobre isso:
      O “lobby” automóvel e a indústria automobilística, de uma forma geral, tendem a encarar a bicicleta não apenas como um meio de transporte, mas como uma ameaça ao modelo de negócio centrado no carro individual. Essa resistência baseia-se em vários fatores estruturais e económicos:
      Ameaça ao Modelo de Negócio: A indústria automobilística baseia-se na venda do maior número possível de veículos. A bicicleta, sendo um meio de transporte barato, sustentável e de baixa manutenção, reduz a necessidade de carros individuais, especialmente em meios urbanos densos.
      Conflito de Espaço Público: O planeamento urbano tradicional foi concebido para privilegiar o carro. A implementação de ciclovias retira espaço de rodagem ou de estacionamento dedicado aos automóveis, gerando conflitos diretos entre utilizadores e a sensação de “perda de espaço” por parte dos motoristas.
      Velocidade e Eficiência Urbana: Em centros urbanos congestionados, a bicicleta pode ser mais rápida ou tão eficiente quanto um carro. Isto desafia a supremacia do automóvel como o modo mais rápido de transporte urbano, gerando frustração nos condutores.
      Mudança de Cultura: Existe uma resistência cultural à mudança, onde a “ditadura automóvel” encara a bicicleta como um obstáculo, e não como um veículo legítimo que partilha a via.
      Impacto Económico Indireto: A redução da dependência automóvel afeta não só a venda de carros, mas também toda a cadeia associada (seguros, combustíveis,
      Em suma, a bicicleta representa uma mudança de paradigma na mobilidade que desafia diretamente os interesses económicos e a ocupação do espaço público que o lobby automóvel historicamente defende.

    • JL says:

      Por isso mesmo também pedem agravamento da responsabilidade, e aumento das penalizações, aumento da fiscalização, etc.

  3. David Guerreiro says:

    E os capacetes obrigatórios para as motas elétricas? Isso não pedem…

    • W. says:

      No documento da ACP diz:
      “Para bicicletas e velocípedes a motor, as propostas são no sentido de tornar obrigatório o uso de capacete (sejam particulares ou plataformas), sendo também necessário seguro e matrícula para todas as bicicletas que circulem na via pública. O ACP propõe ainda a proibição de entrada nos transportes públicos de todos os veículos com motor elétrico.”

      • BS says:

        “O ACP propõe ainda a proibição de entrada nos transportes públicos de todos os veículos com motor elétrico”.
        Se porventura eu tenho uma trotinete elétrica e fico sem bateria, só porque a transporto comigo, já não posso ir no autocarro? Querem que vá para casa a pé?

        “formação prática obrigatória para titulares de carta B que pretendam conduzir veículos de 125cc”
        Acho muito bem! Há muita boa gente que nunca conduziu uma mota na vida e só porque tem carta B compra uma scooter e toca a ir para a estrada. Torna-se um perigo para ela e para os outros, sendo que quando for necessário ter o “kit de unhas”, ele não está lá.

        As coimas e as sanções acessórias para quem usa de telemóvel ao volante deviam de ser agravadas, bem como – apesar de já haver uma “lei das beatas” – devia de ser proibido fumar ao volante. Em qualquer uma das 2 situações as mãos estão ocupadas e podem comprometer a segurança. (há mais situações para estar ocupadas, eu sei… )

      • Grunho says:

        O que os ?=)(/%&$ do ACP querem é proibir toda a gente de usar a bicicleta e obrigar a gastar para os sustentar. O gasto de uns é o ganho de outros. Mas não vão longe. A cartilha dessa fauna predadora já é conhecida de ginjeira.

      • Theboice says:

        E o elétrico de um deficiente também?

    • PoiZé says:

      “a proibição de transporte de crianças menores de 12 anos em motociclos”
      Esta para mim ainda é mais “escandalosa”.
      Querem impedir menores de 12 de andar como pendura num motociclo…
      Mas se for uma scooter eléctrica com potencia inferior a 0,25kW, já não há problema porque não passa dos 25km/h? É que a lei nem impõe idade minima…

    • JL says:

      Se são motas já é obrigatório o capacete.

      • Ifm says:

        Não costumo concordar Contigo, mas é mesmo isso….
        Isto é criar regras em cima de regras que já existem.

        O que eles se deviam de preocupar era controlar e aplicar as regras já existentes.

        Se não aplicam as regras já existentes… De que serve fazer mais regras???

        Até podiam fazer mais 20.000 regra que ainda ia ser pior todos andam em incumprimento e a entidade fiscalizadora.( Polícia), ia fazer o que?? Nada eles já não fazem…

        Então aí é que não faziam mesmo.

  4. Nuno Magalhães says:

    Não sei o que chegará mais depressa, estradas somente com carros totalmente autónomos ou condução legal apenas com 0,0% de álcool e droga.
    De qualquer das formas, um dia as pessoas vão olhar para trás e pensar como se normalizou os bêbados e junkies na estradas.

    Mas a verdade é que nem há 50 anos em França, ainda se dava vinho de pacote nas escolas:
    https ://www.bbc.com/portuguese/articles/cd05znx9xeno

  5. rui says:

    Maior responsabilização do condutor? mais ainda? ele já é o culpado por defeito em tudo, seja o que for que aconteça é logo assumido culpa dele e ainda querem mais? E que tal responsabilizar de forma igual todos os utilizadores da via? Pode ser que a malta perceba que há coisas que não devem fazer.
    Que mania de só ver problemas de um lado quando há coisas de vários…
    Em relação ao resto na generalidade faz sentido, aumentar penas faz sentido, zonas para autonomia discordo, isso vai criar limitações e é má ideia, quanto a ensino rodoviário na escola faz todo o sentido, no meu tempo havia e foi util, hoje perdeu-se isso na maioria dos sitios…

  6. KidsGraça says:

    Pelo resumo que li do pplware, não me chocam estas medidas.

  7. ANARQUISTADUVAL says:

    E para a bosta das trotinetes NADA?????
    E para os TVDE a estacionarem nas vias de circulação NADA????

  8. B@rão Vermelho says:

    “proibição de transporte de crianças menores de 12 anos em motociclos” Quem nasceu nos anos 70 como eu ainda se deve lembrar de que todos tínhamos um tio , primo, vizinho ou Pai, que ia de mota buscar os putos todos da rua à escola 6 ou 7 de cada vez, parecíamos pulgas agarradas a um cão 🙂 🙂 🙂

    • Pedro says:

      Por essas, e outras, como a não obrigatoriedade de cinto de segurança nos assentos de trás é que alguns já cá não estão. O saudosismo é bom. Eu sou dos anos 80 e há muita coisa que, olhando agora, penso: “Eish como é que isto era possível?”.

      Eu não concordo com o novo código porque devia ser ainda mais violento. Cassação permanente da carta de condução a todas as pessoas com mais de 0.5 g/l. Velocidade máxima nas auto-estradas de 100km/h e dentro das localidades 30 km/h.

      A execução das penas não deveria passar pelos tribunais mas sim por outros mecanismos mais imediatos e rápidos.

      Outras coisas mais..

      • E é isto says:

        Eu acho que 100km/h ainda muito para autoestrada, máximo dos máximos a 50 km/h. Principalmente para influenciar todo o tipo entregas e aumentar o preço de todos produtos, isso é que era saber fazer as coisas. /s

      • Ifm says:

        O Pedro deve ser um velho que já não tem reflexos, já parece que tudo anda muito rápido.
        Mas na cabeça dele insiste que até é jovem e capaz! Esteve ser daqueles que anda na faixa do meio da autoestrada o caminho todo.

        Pedro, sabes que existe a faixa da direita onde podes andar na autoestrada.
        E se quiseres andar no meio da cidade a 30 ou a 20kmh, também pode, mas por favor ande encostado a direita ( menos se for faixa bus)

  9. Miguel - Alenquer says:

    Já por várias vezes em vários países a ideia da taxa de álcool ser de 0,0 chumbou porque até a digestão pode converter açucares em álcool e, claro, muitas receitas de refeições cozinhadas têm vinho no molho.

    • Miguel says:

      Algumas bactérias e fungos no aparelho gastrointestinal transformam os hidratos de carbono dos alimentos em etanol. Embora incomum, pode acontecer. Há situações complicadas.
      Alguns alimentos podem conter pequenas quantidades de álcool, como o pão de centeio.

  10. Tug@Tek says:

    100% de acordo, tudo que for para evitar mortes na estrada é na minha opinião bem-vindo.
    Coisa diferente é obrigatoriedade de seguro para utilizadores de bicicletas, esta não visa segurança… Esta já me parece mais a atividade Lobista dos seguros a funcionar…

  11. Manuel says:

    Concordo plenamente,as bicicletas são um perigo ⚡, porque os ciclistas na sua maioria não respeita nada.

  12. Pedro says:

    Desde dos anos 70,desde que me lembre, todos dão muitas opiniões mas o que é certo em pleno 2026 os tugas morrem nas estradas como tordos! É para fazer leis duras mesmo mt duras como em mtos países civilizados. Os condutores tugas que se F…..

    • Grunho says:

      Quais Anos 70? Antes, muito antes. Nos 50s e60s , pelo menos desde que há TV, que já havia o “Sangue na Estrada” do Filipe Nogueira. Os carros eram muitíssimo menos, os mortos eram os mesmos ou mais. E o regime era duro. Preferia que os portugueses morressem na guerra colonial em vez da estrada.

  13. Art says:

    Proibição de TVDE pararem em plena via para apanharem as dondocas que não se podem deslocar 5 metros até um local que não atrapalhe o trânsito.

  14. Eduardo says:

    Terá piada por um lado querer que se fomente a prática do ciclo turismo ou mesmo da utilização e prática do ciclismo lúdico enquanto motor de promoção de saúde por antagonismo ao sedentarismo e por outro exigir seguro e matrícula na bicicleta… Sai mais uma boa maquia para as seguradoras que como se sabe se chegam sempre à frente em caso de acidente… Não diz o ACP que cada titular de carta deveria ele sim ter um seguro individual e pessoal em função da sua responsabilidade na sinistralidade que o responsabilizasse e seria válido para qualquer veículo que conduzisse!

    • Grunho says:

      O problema para o ACP são os que usam a bicicleta para ir trabalhar , ou às compras ou a quaisquer voltinhas na cidade. Eles acham que têm direitos sobre a despesa dessas pessoas e que a bicicleta lhos está a tirar. O que é verdade: o não gasto dos ciclistas é o não ganho do ACP. É a lógica dos parasitas.

  15. freakonaleash says:

    “Introdução de módulos de segurança rodoviária no pré-escolar e 1º ciclo, e uma disciplina obrigatória de segurança rodoviária no 2º e 3º ciclos”

    Concordo a 100%…mas ainda ia mais longe e colocava um código “universal” (focado na categoria B) como cadeira opcional no 3º ciclo. As escolas de condução apenas dariam os módulos extra para categoria A e categorias profissionais…e assim ia desmamando esses bandidos da mama do código testado à má fé.

  16. Manuel says:

    Se o ACP quer fazer lei, que a aplique aos seus associados…

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