90 anos depois, o Caudron Rafale C.460 foi restaurado e vai reacender a lenda
Restaurado com paixão e uma atenção meticulosa aos detalhes, o icónico Caudron Rafale C.460 está pronto para reacender a lenda.
Há quase 90 anos, as proezas do icónico Caudron Rafale C.460 garantiram-lhe um lugar na história da aviação. Hoje, está pronto para reacender a lenda mais uma vez.
Restaurado com paixão e uma atenção meticulosa aos detalhes, este avião icónico expressa os valores que têm impulsionado a Renault há mais de um século: o espírito pioneiro, uma visão tecnológica ousada e a constante procura pelo desempenho.
Um legado que ecoa hoje no Renault Rafale, o modelo de produção e cara das ambições premium da marca.
SUV-coupé tem um design ousado e completamente inovador
Conforme já explorámos, o Renault Rafale, cujo nome significa "rajada", evocando de imediato uma força da natureza veloz e imprevisível, assume uma herança com quase noventa anos, posicionando-se como um porta-estandarte da marca francesa.
Mais do que um simples nome de modelo, é uma declaração de intenções: o Rafale é o primeiro automóvel de produção inteiramente moldado pela nova linguagem visual concebida por Gilles Vidal enquanto diretor de Design da Renault, marcando uma rutura estética com o passado recente da marca.
A silhueta fluida, a atenção à eficiência aerodinâmica e o carácter expressivo do conjunto são, em espírito, um eco daquele avião que, em plenos anos 30, cortava o ar a uma velocidade que poucos ousavam imaginar.
Em 1934, o Caudron-Renault Rafale entrou para a história da aviação ao atingir a velocidade recorde de 445 km/h, tornando-se um símbolo de engenharia audaciosa e ambição aeronáutica.
Na altura, o avião de corrida representava o que havia de mais avançado na relação entre leveza, potência e aerodinâmica, valores que a Renault quis resgatar e transpor para o universo automóvel quase um século depois, por via do SUV-coupé, que conduzimos aqui.
Em breve, o making of do Caudron Rafale C.460
Nos bastidores do regresso do Caudron Rafale C.460, uma equipa de especialistas passou muitos meses nas oficinas a resolver todos os desafios técnicos envolvidos em trazer esta aeronave icónica de volta à vida.
Graças a um meticuloso processo de preparação, com ênfase em cada detalhe, este símbolo do passado consegue voltar a voar, acrescentando um novo capítulo a uma história única que liga o património aos dias de hoje.
Segundo a Renault, o véu sobre esta aventura será levantado em breve, levando cada curioso aos bastidores, por via de um vídeo do making-of, que apresentará as etapas-chave, a experiência e as pessoas envolvidas na preparação do voo inaugural do Caudron Rafale C.460.





















Tiram a ideia do Santos Dumont, pai da aviação, que dirigiu o 14-bis em Paris