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1 euro por dia – o preço do transporte público em Berlim para reduzir a poluição


Imagem: RFI

Fonte: The Guardian

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Nothing to! says:

    No Luxemburgo a partir de março os transportes serão gratuitos para todos em todo território nacional. Metro, funiculares, comboios e autocarros incluídos. Já agora são bem baratos 😉

    • Vicario says:

      Entretanto o nivel de vida no Luxemburgo não para de subir. E os salários sao miseraveis. Está bom para os fronteiriços. Preco das habitações estupidamente exorbitante. Não tenha medo pois a gratuidade paga-se.

      • Marco Oliveira says:

        Miseráveis? Os cidadãos do Luxemburgo têm o segundo maior poder de compra do mundo! E os mais altos salários da europa!

      • Nothing to! says:

        Sim, a habitação é dos problemas mais importantes que falta resolver por cá, mas quem tem um salário médio safa-se bem por apesar do preço das habitações.
        Mas é um problema difícil de resolver pois o imobiliário continua a vender que nem pãezinhos quentes e se o governo se meter no meio, iria contra o que os investidores querem.. vamos a ver como vai resolver isso.

    • Jorge says:

      O Luxemburgo não é exemplo. Aquilo é um paraíso fiscal. Basicamente todas as grandes empresas que atuam na união europeia pagam lá a maioria dos impostos. 60% das pessoas que trabalham lá não são luxemburgueses e não têm casa no Luxemburgo, mesmo sendo filhos de luxemburgueses. Basicamente o Luxemburgo é uma maquina de fazer dinheiro e não se pode comparar o Luxemburgo a outros países.

  2. Cortano says:

    Nós em Portugal, ou melhor, em algumas cidades, nem nos podemos queixar muito acerca do preço:
    Atualmente o passe custa ~1,30€/dia.

    Podemos-nos queixar de alguns transportes públicos no que toca à qualidade e fiabilidade do nível oferecido, mas isso é outra conversa.

  3. Redin says:

    Isso e o CarSharing.

  4. Joao says:

    Em Viena, Capital da Austria, o passe já é 365euros para os residentes q tenham a assinatura anual, mas os visitantes pagam e não é pouco. Em berlim 24horas é cerca de 7 Euros. Por os turistas a pagar só não se faz em Portugal e mais na Austria continua-se a usar o carro, não resolve nada.

  5. Joao says:

    Em Viena, Capital da Austria, o passe já é 365euros para os residentes q tenham a assinatura anual, mas os visitantes pagam e não é pouco. Em berlim 24horas é cerca de 7 Euros. Por os turistas a pagar só não se faz em Portugal e mais na Austria continua-se a usar o carro, não resolve nada.

  6. anon says:

    Resumindo e concluindo, sem dinheiro esta medida não passa de uma utopia.

  7. João M. says:

    Em Portugal, agora com a história dos passes, já acontece “quase” o mesmo – na capital e Porto. Algumas outras cidades ainda poderão tentar o mesmo mas o custo ainda é alto. No entanto temos de ter cuidado com as comparações.
    Portugal é um pais muito heterogéneo em que a qualidade dos transportes é muito diferente caso se esteja a falar de Lisboa ou a falar de uma cidade do interior. Depois temos as alternativas – como andar de bicicleta ou a pé. Berlim e outras cidades do centro da Europa, são relativamente planas. Andar de bicicleta é fácil .. agora andar de bicicleta em Lisboa já não é para todas as pernas… já ir a pé do Marquês ao Amoreiras já custa o suficiente..

    É uma excelente atitude, no geral, mas é preciso oferecer Às pessoas transportes de boa qualidade – principalmente na quantidade (evitar latas de sardinhas) e oferta (poder ir de A a B sem ter de usar de magia negra para saber como lá chegar sem carro). Por alguma razão as pessoas preferem o carro… Para eu chegar ao escritório de transporte publico demoro 2 horas e tenho de fazer ainda uns 20min a pé.. de carro demoro 40min e vou até à porta. Num mundo conformista.. as alternativas tem de ser boas.

    • Cortano says:

      Trabalhas no Tagus Park?! 😀 😀

    • Ruy Acquaviva says:

      Já ouviste falar das bicicletas elétricas, que proporcionam assistência nas subidas, tornando assim o esforço físico em locais acidentados equivalente ao realizado em locais planos?

      • João M. says:

        Ruy, não falei das bicicletas eletricas porque elas não dão para os bolsos de toda a gente. Uma bicicleta normalzita é barata..Uma eletrica custa pelo menos uns 250€. Podemos alegar que é um investimento mas há coisas mais prioritárias para quem custa ganhar os € de cada dia.

        • Miguel says:

          uma boa bicicleta com assistência elétrica custa €650

          são menos de três meses de utilização de carro
          (custos da utilização. não inclui a compra do carro)
          o argumento de não darem “para os bolsos de toda a gente” cai por terra…

          • anon says:

            €650 para 3 meses de utilização do carro? Que exagero. Se faz muitos kms então bicicleta jamais seria alternativa.

          • Miguel says:

            se não souberes fazer contas é um exagero, sim.

          • Miguel says:

            dois meses e uma semana
            de custo total de carro
            ( €290/mês )

            quatro meses
            só de custos variáveis
            ( €161/mês )

            https://autocustos.info/PT

          • João M. says:

            Tendo em conta que eu na bicicleta nao consigo levar esposa nem filhos a lado nenhum (caso não haja transporte).. enfim.. é falar do alto. Temos de ter cuidado a generalizar porque nem toda a gente vive na casa dos papas, ou é solteiro sem obrigações além das pessoais. Há quem tenha familias, responsabilidades ou que não tenha facilidades de transporte publico ou a saude apra dar ao pedal.

          • anon says:

            Miguel esse argumento não é válido. Por essa lógica se fores viver na debaixo da ponte consegues poupar bem mais.

          • Miguel says:

            faltava cá um dos cinco milhões de papás das quinhentas mil crianças do país…
            https://miguelmaia.tumblr.com/tagged/crian%C3%A7as#.XTjQmETOXxM

            e um dos seis milhões de paralíticos…

            e a mulher não sabe ser autónoma???

          • Miguel says:

            mostrar que a *utilização* de um carro
            que todo o Zé Tuga tem e anda xom ele para todo o lado até para fazer menos de 500m
            não é argumento válido para contrariar a ‘certeza’ que ninguém pode adquirir uma bicicleta??
            😀

            mas a tua lógica também tem a habitação no fim das prioridades…

          • Miguel says:

            *mostrar o custo da utilização do carro

        • anon says:

          250€ custa uma bicicleta normal decente.

  8. Rui says:

    Uma medida destas, só é justa se for a Autarquia com as suas receitas e transferências que já recebe do estado, decidir reduzir os custos de transporte dos seus cidadãos.

    Caso contrário, tal como acontece em Portugal, são os outros portugueses que nem em sonhos têem acesso a transportes públicos, que pagam as mordomias da capital e do Porto. Vendam as empresas de transportes aos Municípios e estes por mim até podem oferecer os bilhetes, desde que não roubem o resto da população! É bom lembrar que as empresas de transporte são públicas, como dão sempre prejuízos, o Zé do interior já paga esses transportes, quando o estado cobre os prejuízos.

    Onde é que posso aceder aos transportes públicos no interior do país? Como dizia uma canção de Abril: Uns comem tudo, uns comem tudo. Uns comem tudo e outros não levam nada……

    • Luís Leal says:

      Esta medida, que já está implementada em algumas cidades portuguesas, está a ser suportada pelo orçamento das autarquias.

    • anon says:

      O problema é que em Portugal caso aconteça isso, muitos transportes vão parar por falta de financiamento, ou então vão aumentar ainda mais impostos municipais. Vai sempre dar ao mesmo. O povo nunca ganha.

    • Cortano says:

      “É bom lembrar que as empresas de transporte são públicas, ”

      Não são todas pública, p.ex., a fertagus é privada, a Barraqueiro é privado, Etc.

      • Rui says:

        A Carris é de quem? E o metro? E a CP? E a Transtejo? Que são só as maiores empresas de transportes de Lisboa e nunca me lembro de nunca terem dado lucro.

        E mesmo essas empresas privadas que refere, recebem um subsídio do estado português para baixar os passes!!!!!

        Isso é que me revolta. Que paguem os municípios servidos, que até podem oferecer os bilhetes. O que aí está em causa é a discriminação preversa, de beneficiar quem já é servido por tudo e alguma coisa e se já saíu de Lisboa, sabe que no interior do país, sem carro próprio nem consegue comprar fósforos sem ir de carro, ou ir a uma consulta ao Porto ou a Coimbra, ou até uma coisa muito simples como ir trabalhar. E a esses portugueses, ninguém apoia em nada, antes pelo contrário, ainda vão taxar mais os automóveis e os combustíveis!!!!!

        Muito obrigado por nos desconsiderarem!!!!!

        • Ruy Acquaviva says:

          Não entendo bem sua reclamação. As grandes cidades tem muito mais pessoas e empresas pagando impostos, portanto é razoável que os investimentos do poder público seja maior nesses locais.
          Do jeito que te expressas parece que a arrecadação é igual em pequenas e grandes cidades, mas os recursos são gastos apenas nas grandes cidades.

        • LR says:

          Por essa ótica, eu que vivo em Lisboa, porque tive que pagar as SCUT que foram implementadas no interior? E porque tenho que pagar serviços e subsídios dos quais não sou beneficiário? É lixado quando só olhamos para o nosso umbigo, não é? Se os imposto dos habitantes da Grande Lisboa, Grande porto e outros grandes centros não forem canalisados para essas mesmas localidades do interior (já de si tão relegado para segundo plano), o que lhes aconteceria? Seriam autossuficientes? Se é injusto que não haja o mesmo nível de investimento em transportes públicos em todo o território por igual? Sim, muito injusto. Mas será por culpa dos habitantes dos grandes centros? ou será que o poder local não o faz, embora gaste milhões de euros em coisas supérfluas, como festinhas e festarolas de verão, foguetórios e outros eventos similares?

          • Joao M. says:

            O argumento dos impostos é errado. No entanto é legitimo que durante anos existiu um enorme investimento e canalizaçao de fundos para a capital e um desinvestimento em outras regiões do pais. Agora que temos outras regiões a crescer – Principalmente com investimento privado – temos o governo a correr atrás do prejuizo. Aveiro, Braga, Famalicão, até coimbra, são cidades em que, devido ao seu contexto industrial, universitário e até geográfico, fez com que impresas se instalassem e agora vem a segunda parte – e infra-estrutura? Como neste pais vivemos com investimento para 4 anos, nao vemos nada a ser aplicado e não existem planos a medio longo prazo. Isto acontece porque o povo é burro (ou faz-se..o que é pior) e vota sempre em quem dá mais no curto prazo… como por exemplo a historia dos passes que se fala aqui mas ninguém fala do impacto financeiro que isso tem nas empresas que tinham os passes como suporte financeiro (porque o orçamento de estado diz que dá dinheiro mas depois cativa a maior parte) e nem meios tem para depois colmatar a procura (tanto que até a manutenção falha e tens motores a cair pelo caminho) – mas o povo paga depois nos impostos.

            Festas e festarolsa de verão têm um custo irrelevante comparado com o custo orçamental (ao nivel municipal) de uma empresa de transportes urbanos de autocarros. É apenas simbolico esse tipo de argumento e apenas serve para populismos … é como dizer que todos os nossos problemas desaparecem quando tivermos menos 150 deputados no parlamento e acabarem com as reformas vitalicias – é simbolico mas o impacto na despesa global é residual e não é ai que está o problema. O problema está na falta de planos a médio-longo prazo e da coragem de os implementar mesmo que signifique perder votos.

          • Cortano says:

            @Joao M.
            Eu sou dos que utiliza o passe e que a redução para os 40€ foi uma coisa muito positiva – no meu caso, passeu a poupar 20€/mês, mas para quem pagava, p.ex., 150€ de passe/mês, passou a ser uma poupança bastante relevante.

            Mas por outro lado, também sei perfeitamente que isto foi uma medida populista e eleitoralista (e que não me admiro nada que daqui a 1 ou 2 anos seja mudada/retirada).
            O grande problema no dia a dia acaba mesmo por ser a falta de capacidade das infraestruturas para suportarem o aumento de passageiros.
            Como é obvio, o Governo meteu esta iniciativa a andar sem se preocupar com o estado atual dos transportes, sem se preocupar sequer como vai pagar às empresas. Por agora, só interessa ganhar votos.

            Mas a iniciativa é positiva, vai de encontro ao que se faz nas outras cidades da Euroa, o problema aqui, e para não variar da nossa tradição, é a execução.

            Acerca dos votos serem sempre nos mesmos, a verdade é que eles são todos iguais. Tanto faz votar à direita ou à esquerda, no BE ou PAN, no final, vai dar tudo ao mesmo.
            O que precisa de mudar é a mentalidade dos políticos em Portugal e criar então estas politicas sociais sustentáveis e feitas com cabeça.

            Se calhar faz falta uma Lei de Bases para os Transportes Públicos…

            Acerca das festas, acrescento que as Freguesias não investem assim tanto como isso nas festas da vila, porque há donativos e patrocinadores que cobrem uma boa parte dos custos.
            Tal como referes, não é pelas festas que evita as Freguesias de fazerem outras coisas.

          • Rui says:

            LR, não fale do que não sabe. Todas as antigas SCUT têem portagens do tempo do Sócrates e são as mais caras por km. Informe-se. As únicas auto-estradas gratuítas, existem à volta de Lisboa e do Porto.
            Não percebeu patavina do que disse. As empresas de transporte de Lisboa e do Porto são propriedade das Cãmaras dessas cidades? Então deviam ser, em vez de gastarem milhões de euros em festinhas e festarolas.

          • LR says:

            @Rui: temos alguma dificuldade em identificar os tempos verbais, não é? Eu disse “tive” que pagar, não disse “tenho” que pagar. Se são pagas agora, acho muito bem. Eu também tenho que pagar para entrar em lisboa se vier da margem Sul. Tenho alternativa? Sim, tenho, dar a volta por Vila Franca. Tal como os utilizadores das SCUT têm alternativa.
            Que autoestradas gratuitas temos à volta de Lisboa? Deve querer dizer troços de autoestrada, certo? Tal como em muitas outras zonas do país.
            Em relação à última parte do seu douto discurso, Lisboa também gasta milhões em festinhas e festarolas. Tem razão. Nunca disse que não. E qual a diferença entre a câmara de Lisboa e as restantes? Apenas uma questão de dimensão. Não só em tamanho de munícipes, como em área, em infraestruturas, em responsabilidades, etc. Portanto o mal que as câmaras do restante território fazem, também o faz a de Lisboa, em maior dimensão.
            E se a Carris e o Metro (e restantes não pertencem à câmara de Lisboa, no resto da país passa-se o mesmo. Uma vez mais, só difere a escala aplicada.
            Espero que tenha sido claro, e que não tenha ofendido mentes mais sensíveis com o facto de viver em Lisboa…

        • Cortano says:

          Vamos por partes:

          1. As empresas publicas não existem para dar lucro – também não existem para dar o prejuizo desmedido e incompreensível que dão, mas isso é outra conversa.
          As empresas públicas são financiadas pelo Estado (impostos dos portugueses).

          2. Obviamente que as empresas privadas que prestam serviço publico têm de receber subsidios dos Estado! Se a Fertagus presta serviço publico de transporte de passajeiros, tem de receber do Estado por isso.
          Os 40€ de passe de uma pessoa não dá para pagar a todos os operadores que existem em Lisboa!
          Volto a reforçar a ideia que os prejuízos das empresas públicas (CP, ML, etc.), são outra conversa que não está directamente relacionada com os passes sociais.

          3. Eu não ando de carro nas Scuts do interior, não vou ao Posto Médico da sua zona, não vou ao Hospital da sua zona, não preciso dos serviços do Estado da sua região, no entanto, não me importo de pagar para a sua existência e até acho que deviam ser melhores

          4. O facto de existir mais gente em Lisboa e Porto e o interior estar a ficar deserto é outra conversa. Foram, e são, decisões políticas que eu não me revejo e que para o assunto em causa neste artigo não interessa agora.

          5. Nasci em Lisboa, sempre morei em Lisboa, mas já corri Portugal de uma ponta a outra. Permita-me dizer que conheço minimamente o que se passa em regiões mais longe das capitais.
          Se concordo com o que vejo? Não.
          Mas também não concordo que por causa de decisões politicas que não concordo, as grandes cidades fiquem paradas no tempo só porque numa cidade do interior não tem Metro, ou não tem 20 operadores de transporte.
          A Área Metropolitana de Lisboa acho que tem cerca de 3 milhões de pessoas. Acha que faz sentido ter a mesma estratégia para os transportes publicos que uma cidade de 50 mil habitantes, ou uma vila com 5000 habitantes?!

          Não sou a favor do utilizador-pagador no que toca a serviços do Estado. Acho que todas as regiões em Portugal deveriam ter os serviços do Estado adequados à realidade local. Sei que isso não acontece, mas agora dizer que porque a vila não sei de onde só tem 2 camionetas por dia, então Lisboa também devia ter é ridículo.

          • Carlos Rita says:

            +1

          • Rui says:

            Não sou contra existirem empresas públicas de transporte, mas os donos deviam ser as Cãmaras que as servem e não o estado que rebenta milhares de milhões nessas empresas, para as crianças andarem de borla e no interior, um passe escolar pode custar mais de 150€ (sei do que falo, porque pago as facturas);

            2. Então explique-me porque é que um desgraçado que vai estudar para uma Universidade, nem sequer tem apoio para o seu transporte (excepto se for da Madeira ou dos Açores);

            3. Revela a sua ignorância, desde o tempo do Sócrates que as SCUTS passaram a auto-estradas com o custo por km mais alto do país. E se não sabe, quem financiou essas vias, foram na sua esmagadora maioria, fundos comunitários;

            4. O interior está deserto porque todo o investimento público é analisado prioritariamente para a capital, o resto vê navios, ou melhor, nem os vê. Só lhe digo isto, imagine-se no interior, a mais de 100km do Hospital mais perto e tem um AVC….. dificilmente escapa à morte. Se fecham tudo no interior (aí já se preocupam se é rentável ou não, mas não fazem o mesmo com os transportes da capital), desde centros de saúde, escolas, tribunais, Hospitais, ainda se admiram porque o interior fica deserto?

            5. Pela sua lógica, que é a mesma dos palermas do actual governo, o interior até pode fechar as portas, morrerem todos, arderem todos, que não há problema. Ainda legislam e impôem o que os desgraçados que vêem os seus terrenos arderem, devem plantar, sem qualquer valor económico que os sustente.

            O interior só serve para destruir o ambiente com barragens faraónicas, para abastecer de água os campos de golfe e produzir energia para o litoral, que chegou a ter o KW/h mais barato do que a região que produz energia.

            Agora vem a febre do Lítio e lá vão desgraçar várias terras do interior, e as taxas e taxinhas são pagas na capital, aliás, a capital já recebe indevidamente os impostos de quase todas as grandes empresas (principalmente as multinacionais cá presentes), porque é onde têem a sua sede e onde facturam para o resto do país.

            Continue-se neste rumo, porque devemos ajudar sempre quem tem o maior poder de compra, em detrimento dos mais desfavorecidos!!!! Querem estudar? Paguem alojamento, alimentação, transporte e tudo o resto. Querem saúde? Desloquem-se para o litoral ou morram. Até chegamos ao cúmulo de cobrarem uma taxa turística a quem não fosse de Lisboa!!!!!! Um roubo, já não basta não termos aeroporto, como temos de pagar a taxa como se fossemos turistas!!!!! Felizmente a UE acabou com a palhaçada xuxalista!

          • Cortano says:

            @Rui
            Empresas de transportes públicos serem.das câmaras era um caos.
            Além do mais, as Câmaras são Estado.
            Não percebi muito bem o seu argumento neste ponto.

            2. Scuts foi apenas um exemplo como outro qualquer.

            3. Eu em todos os pontos refiro que sou contra a política da centralização.
            Não percebi a boca, mas tudo bem.

          • Rui says:

            Cortano, ao ler os seus comentários eu não fico com a ideia de que é contra a centralização.
            Quando refiro que devem ser os municípios servidos pelos transportes, a suportarem os encargos, refiro obviamente com a certeza de que dessa forma, é com receitas dessas autarquias que são dadas as benesses.

            Faço-lhe esta pergunta, você vai para o interior do país, e veja lá se consegue indicar-me um serviço público gratuíto que tenha.

            Tivemos o cúmulo de termos o distrito de Bragança sem um único km de auto-estrada e o governo obrigar os novos condutores a conduzir numa Auto-estrada!!!!!! Isto era gozar com os desgraçados!!!!!

            Por falar em Bragança, se existir um caso de saúde complicado, como um AVC ou queimados, o doente tem de ser deslocado ou para o Porto ou para Coimbra!!!!!!!!!

            Cortano, eu vivo no interior, sei bem as dificuldades que passo, não estou a falar de cor! Apesar de morar mesmo no centro da sede de um Concelho e trabalhar no centro da sede do concelho ao lado (19km ao lado), sei que gasto 200€ mensais de combustível só para deslocar-me e não tenho nenhum transporte público disponível. Como sabe, no interior do país, só há transporte público 2 vezes ao dia, das aldeias para a sede do concelho, mas para fora do mesmo só com carro!!!!

            Sabe o que é apetecer-lhe ir ao cinema e o mais próximo existir a 70km de distãncia? E ter o Hospital mais próximo aos mesmos 70km? E ter o Centro de Saúde a funcionar das 9h às 18h só com consulta marcada? Sabe o que é ter um Politécnico a 70km e a Universidade mais próxima a 100 ou 120km? A loja do cidadão mais próxima está também a 70km?

            Percebe que qualquer coisa que eu precise, de mais complexo, tenho de deslocar-me 140km para fazer o que quer que seja?

            Aquilo que eu vejo é cada vez menos serviços disponíveis, quase nada público, quando muito pagos pelo município e só vejo grandes investimentos na capital e pouco mais e acha que fico todo contente?

            Depois destas medidas todas centralistas ainda há alguém que se admira com a desertificação do interior? Veja lá a esmagadora maioria dos concelhos do interior e quando os alunos estão de férias…… vê tudo às moscas!!!!! Por falar em alunos, tenho 2 filhos e sei que se eles quiserem estudar, vão ter de saír para provavelmente nunca mais voltarem!!!!!! Na melhor das hipóteses vão estar anos a virem raramente a casa!!!!!! É esta a triste realidade!!!!!

          • Cortano says:

            @Rui
            “Faço-lhe esta pergunta, você vai para o interior do país, e veja lá se consegue indicar-me um serviço público gratuíto que tenha.”

            Bom, até parece que em Lisboa temos coisas grátis!!
            Que me lembre, não tenho serviços grátis, mas posso estar a esquecer-me de algum.
            Todas as entradas via auto-estrada/vias rápidas em Lisboa são pagas + as duas pontes sobre o Rio Tejo.

            Quote de mim
            “Não sou a favor do utilizador-pagador no que toca a serviços do Estado. Acho que todas as regiões em Portugal deveriam ter os serviços do Estado adequados à realidade local. ”

            Não me parece que isto seja ser contra a centralização. Mas caso não tenha sido claro, SIM, SOU CONTRA.

            Sim, eu sei dessas dificuldades todas no interior.
            Mas, no caso da Saúde, se acha que isto em Lx está espectacular nos cuidados de saude pública, engane-se.
            Tenho hospitais publicos a 10 kms de casa, demoro 15/20 minutos a lá chegar… mas depois posso ter de lá ficar 6/8 horas só para ser atendido na urgência.
            E acho ridículo o Governo(s) andarem a fechar urgências nas regiões com menos população.

            Mas isto é outro assunto e já nos estamos a desviar do assunto dos transportes publicos.
            Eu também moro a ~15/20 kms do meu emprego. Demoro 1h para fazer estes 20Kms.
            Há coisas que temos a vantagem de viver na capital, mas há outras que não temos vantagem nenhuma em viver na capital.

  9. Paulo Pires says:

    Off-Topic
    Boas pessoal,
    Eu tenho um serviço Net-Voz fibra na Vodafone numa loja e o local onde se encontra a loja foi vendido e vou ter que saír pois o dono quer reconstruir a casa toda e então comprei uma loja noutro local onde já me disseram que não havia viabilidade técnica para ter a fibra e disseram que teria que manter um serviço GSM ou BLM estando eu fidelizado. Isso é mesmo assim ou tenho o direito a rescindir caso a operadora não me dê as mesmas condições de serviço?

    • Off Topic says:

      E que tal o Paulo aprender a ler os contratos que assina?

      • Ask Me says:

        E que tal ter mais respeito e educação? Se não sabe ou não quer ajudar então não responda. Pessoas assim não fazem cá falta.

      • Paulo Pires says:

        Devia ter vergonha na cara de escrever um comentário como esse. Se não quer ajudar fique calado e não responda. Tenha respeito.

        • Nuno Santos says:

          E o que é que isso tem a ver com o post? Agora não temos o direito de comentar? Ter respeito para mim é perguntar isso no forum da vodafone e não num post qualquer sobre transportes públicos. Pior do que isso é não ler o contrato que assina.

          • Paulo Pires says:

            Mais um. Por isso é que coloquei Off-Topic. Agora não posso pedir ajuda aqui? Sinceramente por isso é que o país está como está é por causa de gente como vocês que não têm educação nenhuma em vez de ajudarem alguém que pede ajuda arranjam logo desculpas para criticar e deitar abaixo quem procura ajuda.

          • Joao Magalhaes says:

            Paulo, pode pedir mas não faz sentido sendo isto um post que não tem nada a ver. O que o Paulo deve fazer é procurar no google sites e posts relacionados e fazer aí a pergunta, vai ver que provavelmente vai ter sucesso a encontrar uma resposta para o seu problema mais rápido do que aqui.

      • Coisa says:

        Vou ser sincero:

        Absolutamente ninguém quer saber desse teu assunto neste tópico. Chora e berra para te sentires melhor. Mas é a verdade. Logo à noite ao jantar podes queixar-te como a humanidade não avança por causa deste tipo de comentários.

        • Paulo Pires says:

          Sinceramente que pessoa tão estupida e mal educada que nunca devia ter vindo ao mundo. Estou a ver que precisavas de umas valentes bofetadas quando eras pequeno para ter mais educação e respeito pelos outros.

          • Paulo Pires says:

            Semedo vê lá se cresces e tens mais respeito que eu não sou teu pai. Se os teus pais não te souberam dar educacaocnao tenho culpa. Se tu és um parasita que vive à custa do estado isso é teu problema eu trabalho todos os dias das 9 às 19:30 por contra própria na minha loja para dar sustento à minha família e tenho os meus descontos em dia coisa que pela tua conversa nem deves fazer por seres um puto ranhoso sem educação e nem me dou mais ao trabalho de ver os comentários de gente mal educada que nunca devia ter vindo ao mundo.
            Ouve bem o que te digo vai chegar o dia que também procuras ajuda e vais ter a mesma resposta.

    • anon says:

      Teoricamente diria que sim, mas estamos em Portugal.

    • Daniel Lopes says:

      Se o serviço que foi contratado, foi de fibra, e a Vodafone não tem como ter a fibra na zona… Diria que é uma rescisão por justa causa, mas nada como ir a uma loja, expor a situação e se for preciso, livro de reclamações…
      Eu com a NOS também tive problemas, e quando fui rescindir com eles, não me deixavam porque tinham um processo interno deles, e que por causa disso, nao podia cancelar… Fui a uma loja e fiz o cancelamento à mesma, porque hoje em dia, ninguem é obrigado a nada e muito menos por culpa de outros… Preenchi o formulario e durante dias recebia emails, com uma conta sempre a aumentar, porque para eles é como se nunca tivesse cancelado LOL.
      Fui novamente a uma loja, após recebimento de um email que já estava a entrar para litigioso, e após entrega do equipamento, dos 300 e picos a pagar, ficaram só 70(Prestação não paga no mês do cancelamento).
      Garante é que trazes sempre uma prova, em como fizeste o cancelamento.

      https://www.anacom-consumidor.pt/consumidores
      “Suspensão de serviços por outros motivos
      Pode haver lugar à suspensão do serviço por outros motivos além da falta de pagamento das faturas, por exemplo quando exceda um determinado volume de utilização, desde que tal esteja previsto no contrato. Nestes casos, o operador deve enviar-lhe um pré-aviso adequado, salvo casos fortuitos ou de força maior.
      Fora dos casos contratualmente previstos, os clientes têm direito a aceder aos serviços contratados de forma contínua, sem interrupções ou suspensões indevidas.”

  10. Jorge says:

    Adoro. A Alemanha põe os passes a 1 euro por dia para a capital, comentários: são os melhores, são louváveis, são lindos. portugal já tem a medida implantada há algum tempo em que adiciona ainda outras cidades e subsidia os passes nas cidades mais pequenas, os comentários são: gatunos, portugal é só Lisboa, isto não serve para nada.

    • anon says:

      Porque Alemanha tem dinheiro, Portugal é pobre. Aposto que daqui há alguns anos os valores sobem para tapar os buracos.

    • Joao M. says:

      Na Alemanha 1€ é diferente do 1€ em Portugal – Basta comparar os salarios minimos e faz as contas.
      Também de lembrar que a Alemanha é um país que produz, com produtividade alta. Portugal é um pais que produz pouco (por comparação) e o que produz é asfixiado por impostos e poucos beneficios. Na alemanha, com os seus defeitos, o povo em geral é inteligente no que toca em quem escolhe para os liderar. Em Portugal a malta escolhe quem dá mais no “curto prazo”, não olhando a custos. Na alemanha aposta-se na infraestrutura.. cá em portugal apostas no populismo e nos boletins de voto de 4 em 4 anos.

  11. Rodrigo Maia says:

    Mil vezes pagar o passe entre 80€ a 100€ e ter autocarros decentes e horários de 5 a 10 minutos.
    do que a 40€ e esperar 2 horas por um autocarro.

    • anon says:

      Ora nem mais. O tuga adora criticar tudo, quando os preços baixaram, ninguém pensou no resultado que iria dar. Daqui para frente ou se investe o dinheiro que não há nos transportes ou vão ter de subir os valores. Uma mão dá outra tira. Tão típico de pensamento socialista.

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